Casio Fx CG50_fx CG50 AU_fx CG20_fx CG20 CG10 CG50_Soft_v310 Soft V310 PT
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PT fx-CG50 fx-CG50 AU fx-CG20 (Atualizado para OS 3.10) fx-CG20 AU (Atualizado para OS 3.10) fx-CG10 (Atualizado para OS 3.10) Versão 3.10 do Software Guia do Usuário Website Mundial de Educação CASIO http://edu.casio.com Os manuais estão disponíveis em vários idiomas em http://world.casio.com/manual/calc • O conteúdo deste Guia do Usuário está sujeito a alterações sem aviso prévio. • Nenhuma parte deste Guia do Usuário poderá ser reproduzida em qualquer forma que seja sem o consentimento expresso do fabricante. • Certifique-se de guardar toda a documentação do usuário à mão para futuras referências. i Índice Familiarização com a Calculadora — Leia Isto Primeiro! Capítulo 1 Operações Básicas 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. Teclas............................................................................................................................ 1-1 Tela ............................................................................................................................... 1-3 Digitação e Edição de Cálculos .................................................................................... 1-7 Uso do Modo de Entrada/Saída Matemática .............................................................. 1-15 Menu de Opções (OPTN) ........................................................................................... 1-30 Menu de Dados Variáveis (VARS) .............................................................................. 1-31 Menu de Programas (PRGM) ..................................................................................... 1-34 Uso da Tela de Configuração ..................................................................................... 1-35 Uso da Captura de Tela .............................................................................................. 1-39 Se estiver com problemas... ....................................................................................... 1-40 Capítulo 2 Cálculos Manuais 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. Cálculos Básicos ........................................................................................................... 2-1 Funções Especiais ........................................................................................................ 2-7 Especificação da Unidade Angular e do Formato de Visualização............................. 2-12 Cálculos com Funções ................................................................................................ 2-14 Cálculos Numéricos .................................................................................................... 2-25 Cálculos com Números Complexos ............................................................................ 2-35 Cálculos Binários, Octais, Decimais e Hexadecimais com Números Inteiros............. 2-39 Cálculos com Matrizes ................................................................................................ 2-42 Cálculos de Vetores .................................................................................................... 2-59 Cálculos de Conversão Métrica .................................................................................. 2-64 Capítulo 3 Função de Lista 1. 2. 3. 4. 5. Criação e Edição de uma Lista ..................................................................................... 3-1 Manipulação dos Dados de uma Lista .......................................................................... 3-7 Cálculos Aritméticos com o Uso de Listas .................................................................. 3-13 Alternância entre Arquivos de Lista ............................................................................ 3-17 Uso de Arquivos CSV ................................................................................................. 3-18 Capítulo 4 Cálculos de Equações 1. Equações Lineares Simultâneas................................................................................... 4-1 2. Equações de Ordem Elevada de 2º a 6º Grau.............................................................. 4-3 3. Cálculos de Resolução ................................................................................................. 4-4 Capítulo 5 Representação Gráfica 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. Gráficos de Exemplo ..................................................................................................... 5-1 Controle do Conteúdo de uma Tela de Gráficos........................................................... 5-5 Desenho de um Gráfico .............................................................................................. 5-13 Como Salvar e Recuperar o Conteúdo da Tela de Gráficos....................................... 5-20 Desenho de Dois Gráficos na Mesm Tela .................................................................. 5-23 Representação Gráfica Manual .................................................................................. 5-25 Uso de Tabelas ........................................................................................................... 5-32 Modificação de um Gráfico ......................................................................................... 5-38 Representação de Gráficos Dinâmicos....................................................................... 5-42 Representação Gráfica de uma Fórmula de Recursão............................................... 5-45 Representação Gráfica de uma Seção Cônica ........................................................... 5-50 Como Inserir Pontos, Linhas e Texto na Tela de Gráficos (Esboço) .......................... 5-52 ii 13. Análise de Funções..................................................................................................... 5-54 Capítulo 6 Cálculos e Gráficos Estatísticos 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Antes de Realizar Cálculos Estatísticos........................................................................ 6-1 Cálculos e Gráficos de Dados Estatísticos de Variável Simples .................................. 6-8 Cálculos e Gráficos de Dados Estatísticos de Variáveis Binárias (Ajuste de Curvas)..6-15 Realização de Cálculos Estatísticos ........................................................................... 6-23 Testes ......................................................................................................................... 6-33 Intervalo de Confiança ................................................................................................ 6-47 Distribuição ................................................................................................................. 6-50 Termos de Entrada e Saída dos Testes, Intervalo de Confiança e Distribuição......... 6-66 Fórmula Estatística ..................................................................................................... 6-69 Capítulo 7 Cálculos Financeiros 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. Antes de Realizar Cálculos Financeiros ....................................................................... 7-1 Juros Simples................................................................................................................ 7-3 Juros Compostos .......................................................................................................... 7-4 Fluxo de Caixa (Avaliação de Investimento) ................................................................. 7-7 Amortização .................................................................................................................. 7-9 Conversão de Taxa de Juros ...................................................................................... 7-12 Custo, Preço de Venda, Margem de Lucro ................................................................. 7-13 Cálculos de Dias/Datas ............................................................................................... 7-14 Depreciação ................................................................................................................ 7-15 Cálculos de Obrigações .............................................................................................. 7-17 Cálculos Financeiros Usando Funções....................................................................... 7-20 Capítulo 8 Programação 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Passos Básicos de Programação ................................................................................. 8-1 Teclas de Função do Modo Program ........................................................................... 8-2 Edição do Conteúdo dos Programas ............................................................................ 8-4 Gerenciamento de Arquivos.......................................................................................... 8-6 Referência de Comandos ........................................................................................... 8-11 Uso das Funções da Calculadora em Programas ...................................................... 8-28 Lista de Comandos do Modo Program ...................................................................... 8-52 Tabela de Conversão de Comandos de Funções Especiais da Calculadora Científica CASIO ⇔ Texto.......................................................................................... 8-60 9. Biblioteca de Programas ............................................................................................. 8-67 Capítulo 9 Planilha de Cálculo 1. 2. 3. 4. 5. 6. Informações Básicas Sobre Planilhas de Cálculo e o Menu de Funções ..................... 9-1 Operações Básicas da Planilha de Cálculo .................................................................. 9-3 Uso de Comandos Especiais no Modo Spreadsheet ................................................ 9-19 Formatação Condicional ............................................................................................. 9-21 Desenho de Mapas Estatísticos e Execução de Cálculos Estatísticos e de Regressão... 9-27 Memória do Modo Spreadsheet................................................................................. 9-34 Capítulo 10 eActivity 1. 2. 3. 4. Visão Geral do eActivity .............................................................................................. 10-1 Menus de Função eActivity ......................................................................................... 10-2 Operações com Arquivos eActivity ............................................................................. 10-4 Digitação e Edição de Dados ...................................................................................... 10-6 Capítulo 11 Gestor de Memória 1. Uso do Gestor de Memória ......................................................................................... 11-1 iii Capítulo 12 Gestor de Sistema 1. Uso do Gestor de Sistema .......................................................................................... 12-1 2. Definições do Sistema ................................................................................................ 12-1 Capítulo 13 Comunicação de Dados 1. Como Fazer a Comunicação de Dados entre a Calculadora e um Computador Pessoal .................................................................................................................................... 13-3 2. Comunicação de Dados entre Duas Calculadoras ................................................... 13-10 3. Conexão da Calculadora a um Projetor .................................................................... 13-16 Capítulo 14 Geometria 1. 2. 3. 4. 5. 6. Visão Geral do Modo Geometry................................................................................. 14-1 Desenhar e Editar Objetos ........................................................................................ 14-11 Controle da Aparência da Janela Geometry ............................................................. 14-33 Uso de Texto e Rótulos em uma Imagem de Tela.................................................... 14-37 Uso da Caixa de Medição ......................................................................................... 14-41 Trabalho com Animações ......................................................................................... 14-56 Capítulo 15 Picture Plot 1. 2. 3. 4. 5. Menus de Função do Picture Plot ............................................................................... 15-3 Gerenciamento de Arquivos do Picture Plot ............................................................... 15-5 Uso da Função de Marcação ...................................................................................... 15-7 Uso da Relação de Pontos ....................................................................................... 15-13 Funções Comuns ao Modo Graph ........................................................................... 15-18 Capítulo 16 Função 3D Graph 1. 2. 3. 4. 5. Exemplo de Desenho no Modo 3D Graph.................................................................. 16-2 Janela de Visualização 3D .......................................................................................... 16-4 Lista de Funções de Gráficos 3D ................................................................................ 16-6 Tela de Seleção da Função de Gráficos 3D ............................................................... 16-8 Tela de Gráfico 3D .................................................................................................... 16-14 Apêndice 1. Tabela de Mensagens de Erro ......................................................................................α-1 2. Intervalos de Atribuição...............................................................................................α-14 Modo de Exame ........................................................................................... β-1 E-CON4 Application (English) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. E-CON4 Mode Overview............................................................................................... ε-1 Sampling Screen ........................................................................................................... ε-3 Auto Sensor Detection (CLAB Only) ............................................................................. ε-9 Selecting a Sensor ...................................................................................................... ε-10 Configuring the Sampling Setup ................................................................................. ε-12 Performing Auto Sensor Calibration and Zero Adjustment ......................................... ε-20 Using a Custom Probe ................................................................................................ ε-23 Using Setup Memory................................................................................................... ε-25 Starting a Sampling Operation .................................................................................... ε-28 Using Sample Data Memory ....................................................................................... ε-33 Using the Graph Analysis Tools to Graph Data .......................................................... ε-35 Graph Analysis Tool Graph Screen Operations .......................................................... ε-39 Calling E-CON4 Functions from an eActivity .............................................................. ε-51 iv Familiarização com a Calculadora — Leia Isto Primeiro! k Sobre este Guia do Usuário u Atenção usuários de fx-CG10, fx-CG20, fx-CG20 AU Este manual explica como utilizar fx-CG50. Há certas diferenças na marcação de algumas teclas de fx-CG50 e nas teclas de fx-CG10, fx-CG20 e fx-CG20 AU. A tabela abaixo mostra as diferenças na marcação das teclas. fx-CG50 fx-CG10/fx-CG20/fx-CG20 AU ' $ f M 5 E u Entrada e Saída Natural Matemática Nas suas predefinições iniciais, a calculadora está definida para usar o “modo de entrada/ saída matemática”, que permite a entrada e saída natural de expressões matemáticas. Isto significa que é possível atribuir frações, raízes quadradas, derivadas e outras expressões exatamente como são escritas. No “modo de entrada/saída matemática”, a maioria dos resultados dos cálculos também são exibidos usando a visualização natural. Também é possível selecionar um “modo de entrada/saída linear”, se preferir, para atribuir e apresentar expressões de cálculo em uma só linha. Os exemplos ilustrados neste Guia do Usuário são apresentados principalmente usando o modo de entrada/saída matemática. “” será indicado para exemplos que usam o modo de entrada/saída linear. • Para informações relativamente à alternância entre o modo de entrada/saída matemática e o modo de entrada/saída linear, consulte a explicação da definição do modo “Input/Output” em “Uso da Tela de Configuração” (página 1-35). • Para informações relativamente à atribuição e apresentação usando o modo de entrada/ saída matemática, consulte “Uso do Modo de Entrada/Saída Matemática” (página 1-15). u !x(') A afirmação acima indica que deve ser pressionado ! e x, o que vai inserir um símbolo '. Todas as operações de entrada com várias teclas são indicadas desta forma. É indicada a tecla de acesso, seguida do caractere a ser digitado ou do comando em parênteses. u m Equation Isto indica que deve ser pressionado primeiro m, depois usar as teclas do cursor (f, c, d, e) para selecionar o modo Equation e pressionar w. As operações que precisam ser realizadas para entrar em um modo a partir do Menu Principal são indicadas desta forma. u Teclas de Função e Menus • Muitas das operações efetuadas por esta calculadora podem ser executadas pressionando as teclas de função de 1 a 6. A operação atribuída a cada tecla de função muda de acordo com o modo em que a calculadora se encontra, e as atuais atribuições das operações são indicadas pelos menus de funções que aparecem no fundo da tela. v 0 • Este Guia do Usuário indica a operação atual atribuída a uma tecla de função entre parênteses, seguida da tecla de acesso para essa. 1(Comp), por exemplo, indica que pressionar 1 faz com que seja selecionado {Comp}, o que também é indicado no menu de funções. • Quando (g) é indicado no menu de funções para a tecla 6, significa que pressionar 6 faz com que seja visualizada a página seguinte ou a anterior das opções de menu. u Títulos dos Menus • Os títulos dos menus neste Guia do Usuário incluem a operação de tecla necessária para visualizar o menu explicado. A operação de tecla para um menu visualizado ao pressionar K e {LIST} seria apresentada da seguinte forma: [OPTN]-[LIST]. • As operações com teclas 6(g) para mudar para outra página de menu não são exibidas nas operações de tecla do título do menu. u Lista de Comandos A Lista de Comandos do Modo Program (página 8-52) fornece um fluxograma gráfico dos vários menus das teclas de função e demonstra como chegar ao menu de comandos necessários. Exemplo: A seguinte operação exibe Xfct: [VARS]-[FACTOR]-[Xfct] k Ajuste do Contraste da Tela Ajuste o contraste quando os objetos na tela parecem escuros ou difíceis de ver. 1. Use as teclas do cursor (f, c, d, e) para selecionar o ícone System, pressione w, e 1(DISPLAY) para apresentar a tela de ajuste do contraste. 2. Ajuste o contraste. • A tecla de cursor e torna o contraste da tela mais claro. • A tecla de cursor d torna o contraste da tela mais escuro. • 1(INITIAL) retorna o contraste da tela para sua definição inicial padrão. 3. Para sair do ajuste de contraste da tela, pressione m. vi Capítulo 1 Operações Básicas 1. Teclas 1 k Tabela de Teclas Página Página Página Página Página Página 5-54 5-8 5-5 5-52 5-56 5-2, 5-35 1-30 1-34 1-31 1-35 1-3 2-17 2-16 2-17 2-16 1-2 2-9 1-2 2-16 2-36 1-18 2-16 2-23 2-23 2-1, 2-23 1-25, 2-23 2-16 2-16 10-21 2-1 2-1 2-7 Página Página Página Página 1-39 1-11 1-12 1-7,1-20 1-22 1-8 1-12 5-4, 5-15 2-1 3-3 2-49 2-1 2-36 2-16 2-9 2-1 1-1 10-19 2-11 2-1 Página 2-1 k Marcação das Teclas Muitas das teclas da calculadora permitem efetuar mais do que uma função. As diversas funções inscritas no teclado estão codificadas por cores a fim de ajudar o usuário a encontrálas de forma mais fácil e rápida. Função Operação das Teclas 1 log l 2 10x !l 3 B al A tabela abaixo descreve o código de cores usado nas marcações das teclas. Cor • Operação das Teclas Amarelo Pressione ! e, depois, pressione a tecla para executar a função marcada. Vermelho Pressione a e, depois, pressione a tecla para executar a função marcada. Alpha Lock Normalmente, ao pressionar a e, em seguida, uma tecla para digitação de um caractere alfabético, o teclado retorna imediatamente às suas funções principais. Pressione ! e a para que o teclado permaneça em modo alfabético até um novo toque na tecla a. 1-2 2. Tela k Seleção de Ícones Esta seção descreve como selecionar um ícone no Menu Principal para entrar no modo desejado. u Para selecionar um ícone 1. Pressione m para exibir o Menu Principal. 2. Use as teclas de cursor (d, e, f, c) para selecionar o ícone desejado. Ícone selecionado 3. Pressione w para visualizar a tela inicial do modo correspondente ao ícone selecionado. • É possível também entrar em um modo sem selecionar um ícone do Menu Principal digitando o número ou a letra marcada no canto superior direito do ícone. Abaixo, segue a explicação de cada ícone: Ícone Nome do Modo Descrição Run-Matrix Use este modo para cálculos aritméticos e de funções, cálculos binários, octais, decimais e hexadecimais, cálculos de matrizes e de vetores. Statistics Use este modo para executar cálculos estatísticos de variável simples (desvio padrão) e de variáveis binárias (regressão), para realizar testes, para analisar dados e para desenhar gráficos estatísticos. eActivity O eActivity permite a digitação de textos, expressões matemáticas e outros dados em uma interface semelhante a um bloco de notas. Use este modo quando quiser armazenar textos, fórmulas ou dados de um aplicativo integrado em um arquivo. Spreadsheet Use este modo para efetuar cálculos em uma planilha de cálculos. Cada arquivo contém uma planilha de 26 colunas × 999 linhas. Além dos comandos integrados da calculadora e dos comandos do modo Spreadsheet, é possível também efetuar cálculos estatísticos e representar graficamente dados estatísticos aplicando os mesmos procedimentos aplicados no modo Statistics. Graph Use este modo para armazenar funções de gráfico e para desenhar gráficos usando as funções. Dyna Graph Use este modo para armazenar funções gráficas e para desenhar múltiplas versões de gráficos, alterando os valores associados às variáveis de uma função. (Gráfico Dinâmico) 1-3 Ícone Nome do Modo Descrição Table Use este modo para armazenar funções, para criar uma tabela numérica de soluções diferentes à medida que os valores atribuídos as variáveis de uma função mudam e para desenhar gráficos. Recursion Use este modo para armazenar fórmulas de recursão, para criar uma tabela numérica de soluções diferentes a medida que os valores atribuídos as variáveis de uma função mudam e para desenhar gráficos. Conic Graphs Use este modo para desenhar gráficos de seções cônicas. Equation Use este modo para resolver equações lineares com duas a seis incógnitas e equações de maior ordem do 2º ao 6º grau. Program Use este modo para armazenar programas na área de programas e para executá-los. Financial Use este modo para executar cálculos financeiros e para desenhar o fluxo de caixa e outros tipos de gráficos. E-CON4 Use este modo para controle do dispositivo de registro de dados, disponível como opcional. Link Use este modo para transferir o conteúdo da memória ou para fazer cópias de segurança para outra unidade ou computador. Memory Use este modo para gerenciar os dados na memória. System Use este modo para iniciar a memória, ajustar o contraste de tela e efetuar outros ajustes do sistema. Geometry Use este modo para desenhar e analisar objetos geométricos. Picture Plot * Use este modo para marcar pontos (que representam coordenadas) na tela e para fazer vários tipos de análise com base nos dados marcados (valores das coordenadas). 3D Graph Use este modo para desenhar um gráfico tridimensional. Conversion Este ícone aparece quando o aplicativo adicional “Metric Conversion” é instalado. Não é um ícone de modo de função. Quando “Metric Conversion” está instalado, este ícone é exibido no menu CONVERT, que faz parte do menu de opções (OPTN). Para mais informações sobre o menu de opções (OPTN), consulte a página 1-30. Para mais informações sobre o menu CONVERT, consulte “Cálculos de Conversão Métrica” (página 2-64). * Usuários de fx-CG50 AU/fx-CG20 AU: Instale o aplicativo adicional Picture Plot. 1-4 k Sobre o Menu de Funções Use as teclas de funções (1 a 6) para acessar os menus e comandos na barra de menus que fica na parte inferior da tela. É possível saber se um item da barra de menus é um menu ou um comando pela sua aparência. k Barra de Status A barra de status é uma área onde aparecem mensagens e o status da calculadora. Fica sempre no topo da tela. • Os ícones são usados para indicar as informações descritas abaixo. Este ícone: Indica: O nível da bateria. O ícone indicado (da esquerda para a direita): Nível 3, Nível 2, Nível 1, Sem Bateria. Consulte “Mensagem de Bateria Fraca” (página 1-41) para obter mais informações. Importante! Se o ícone de Nível 1 ( ) aparecer, substitua as baterias imediatamente. Para mais detalhes sobre a substituição de baterias, consulte o Guia do Usuário do Hardware em separado. Cálculo em andamento. Tecla ! pressionada e a calculadora aguarda a próxima operação de teclas. Tecla a pressionada e a calculadora aguarda a próxima operação de teclas. O ícone indica o modo de digitação em caixa baixa (apenas nos modos eActivity e Program). Alpha Lock (página 1-2) está ativo. As teclas !i(CLIP) pressionadas e a calculadora aguarda especificação do intervalo (página 1-11). Configuração de “Input/Output” (Entrada/Saída). Configuração de “Angle” (Ângulo). Configuração de “Display” (Tela). Configuração de “Frac Result” (Resultado Fracionário). Configuração de “Complex Mode” (Modo Complexo). • Para mais detalhes sobre a tela de Configuração, consulte “Uso da Tela de Configuração” (página 1-35). • Para mais informações sobre outros ícones e mensagens específicos de cada aplicativo, consulte os capítulos que tratam de tais aplicativos. 1-5 k Sobre as Telas de Visualização Esta calculadora tem dois tipos de telas: um tela de texto e um tela de gráficos. A tela de texto tem capacidade para 21 colunas e 8 linhas de caracteres, sendo a última linha usada para o menu de teclas de função. A tela de gráficos usa uma área de 384 (L) × 216 (A) pontos. Tela de Texto Tela de Gráficos k Visualização Normal Normalmente, a calculadora visualiza valores com um máximo de 10 dígitos. Os valores que excedem esse limite são automaticamente convertidos e mostrados no formato exponencial. u Como interpretar o formato exponencial b.c5bcw Ou seja, deve-se mover o ponto decimal 1,2 doze casas para a direita porque o expoente é positivo. O resultado é 1.200.000.000.000. b.c5-dw Ou seja, deve-se mover o ponto decimal 1,2 três casas para a esquerda porque o expoente é negativo. O resultado é 0,0012. É possível especificar um entre dois limites diferentes para a mudança automática para a visualização normal. Norm 1 ................... 10–2 (0,01) > |x|, |x| > 1010 Norm 2 ................... 10–9 (0,000000001) > |x|, |x| > 1010 Todos os exemplos deste manual mostram resultados de cálculos usando Norm 1. Consulte a página 2-13 para detalhes sobre como alternar entre Norm 1 e Norm 2. Observação A notação exponencial é indicada como “×1012”. No entanto, a notação exponencial também pode ser indicada como “E12” quando o espaço for limitado, como, por exemplo, em uma planilha. 1-6 k Formatos de Visualização Especiais Esta calculadora usa formatos de visualização especiais para indicar frações, valores hexadecimais e valores de graus/minutos/segundos. u Frações .................... Indica: 456 12 23 u Valores Hexadecimais .................... Indica: 0ABCDEF1(16), que é igual a 180150001(10) u Graus/Minutos/Segundos .................... Indica: 12° 34’ 56,78” • Além disso, esta calculadora usa também indicadores e símbolos, os quais serão descritos à medida que surgirem neste manual. 3. Digitação e Edição de Cálculos k Digitação de Cálculos Para digitar um cálculo, pressione A para limpar a tela. Depois, digite suas fórmulas de cálculo tal como são escritas, da esquerda para a direita e pressione w para obter o resultado. Exemplo 2 + 3 – 4 + 10 = Ac+d-e+baw k Edição de Cálculos Use as teclas d e e para mover o cursor para a posição que se deseja altera, e realize uma das operações descritas abaixo. Depois de editar o cálculo, é possível executá-lo pressionando w. Pode-se usar também a tecla e para ir para o final do cálculo e digitar mais informações. • É possível optar por inserir ou substituir para a digitação*1. Com a opção de substituição, o texto digitado substitui o texto no local onde o cursor estiver. É possível alternar entre inserir e substituir através da seguinte operação: !D(INS). O cursor aparece como “ ” para inserir e como “ ” for substituir. *1 As alternância entre as funções inserir e substituir é possível apenas quando o modo de entrada/saída linear (página 1-35) estiver selecionado. 1-7 u Para alterar um intervalo Exemplo Para alterar cos60 para sen60 Acga ddd D s u Para apagar um intervalo Exemplo Para alterar 369 × × 2 para 369 × 2 Adgj**c dD No modo inserir, a tecla D funciona como backspace. u Para inserir um intervalo Exemplo Para alterar 2,362 para sen2,362 Ac.dgx ddddddd s k Cores dos Parênteses durante a Digitação da Fórmula de Cálculo Os parênteses são codificados por cores durante a digitação e edição de fórmulas de cálculos a fim de facilitar a confirmação da relação entre a abertura e o fechamento de parênteses. As seguintes normas são aplicadas quando são atribuídas cores aos parênteses. • Quando há subparênteses, as cores são atribuídas em sequência, dos parênteses mais externos para os mais internos. As cores são atribuídas na seguinte sequência: azul, vermelho, verde, magenta, preto. Quando há mais de cinco níveis, a sequência de cores é repetida a partir do azul novamente. 1-8 • Ao fechar um parêntese, é atribuída a mesma cor do parêntese de abertura. • Os parênteses de mesmo nível em expressões com parênteses são da mesma cor. Ao executar um cálculo, todos os parênteses ficam pretos. k Uso da Memória de Repetição O último cálculo efetuado fica sempre armazenado na memória de repetição. É possível recuperar o conteúdo da memória de repetição pressionando d ou e. Ao pressionar e, o cálculo aparece com o cursor no início. Pressione d para que o cálculo apareça com o cursor no final. É possível fazer alterações no cálculo conforme o desejado e efetuá-lo novamente. • A memória de repetição é ativada apenas no modo de entrada/saída linear. No modo de entrada/saída matemática, a função de histórico é usada no lugar da memória de repetição. Para mais informações, consulte “Função de Histórico” (página 1-24). Exemplo 1 Para efetuar estes dois cálculos 4,12 × 6,4 = 26,368 4,12 × 7,1 = 29,252 Ae.bc*g.ew dddd !D(INS) h.b w 1-9 Após pressionar A, pode-se pressionar f ou c para recuperar os cálculos anteriores, na sequência, do mais novo para o mais antigo (Função de Repetição Múltipla). Após recuperar um cálculo, pode-se usar e e d para mover o cursor pelo cálculo e alterá-lo a fim de criar um novo cálculo. Exemplo 2 Abcd+efgw cde-fghw A f (Retroceder um cálculo) f (Retroceder dois cálculos) • O cálculo permanece armazenado na memória de repetição até que se efetue outro cálculo. • O conteúdo da memória de repetição não é apagado ao presseionar a tecla A, portanto, é possível recuperá-lo mesmo depois de ter pressionado a tecla A. k Correções Cálculo Original Exemplo 14 ÷ 0 × 2,3 digitado por engano em vez de 14 ÷ 10 × 2,3 Abe/a*c.d w Pressione J. O cursor é colocado automaticamente no local onde ocorreu o erro. Faça as alterações necessárias. db Efetue novamente o cálculo. w 1-10 k Uso da Área de Transferência para Copiar e Colar É possível copiar (ou cortar) uma função, comando ou outra informação para a área de transferência para, depois, colá-la em outro local. Observação No modo de entrada/saída matemática, o trecho de cópia (ou corte) que pode ser especificado é limitado pelo intervalo de movimento do cursor. No caso de parênteses, é possível selecionar qualquer trecho de uma expressão com parênteses ou selecioná-la por completo. u Para especificar um trecho de cópia 1. Mova o cursor ( ) para o início ou final do trecho de texto que se deseja copiar e pressione !i(CLIP). • Aparecerá o ícone na barra de status. 2. Use as teclas de cursor para selecionar o trecho de texto que se deseja copiar. 3. Pressione 1(COPY) para copiar o texto selecionado para a área de transferência e saia do modo de especificação de trecho de cópia. Os caracteres selecionados não são alterados ao copiá-los. Para cancelar a seleção de texto sem copiá-la, pressione J. u Para cortar o texto 1. Mova o cursor ( ) para o início ou final do trecho de texto que se deseja cortar e pressione !i(CLIP). • Aparecerá o ícone na barra de status. 2. Use as teclas de cursor para selecionar o trecho de texto que se deseja cortar. 3. Pressione 2(CUT) para cortar o texto selecionado para a área de transferência. O corte faz com que os caracteres originais sejam apagados. 1-11 u Para Colar Texto Mova o cursor para o local em que se deseja colá-lo, e pressione !j(PASTE). O conteúdo da área de transferência é colado na posição do cursor. A !j(PASTE) k Função de Catálogo O Catálogo é uma lista de todos os comandos disponíveis nesta calculadora. Para inserir um comando, exiba a tela do catálogo e selecione o comando desejado. • Os comandos são divididos em categorias. • Selecionar a categoria “1:ALL” exibe todos os comandos em ordem alfabética. u Selecionando um Comando em uma Categoria Os comandos são divididos em categorias. Exceto pela categoria “1:ALL” e certos comandos, a maioria dos comandos é exibida como texto que indica suas funções. Este método é conveniente quando você não souber o nome do comando que deseja inserir. 1. Pressione !e(CATALOG) para exibir a tela do catálogo. • A lista de comandos que foi exibida da última vez em que você usou a tela do catálogo aparecerá primeiro. 2. Pressione 6(CAT) para exibir a lista de categorias. 3. Use f e c para selecionar uma categoria. (Não selecione “1:ALL” aqui.) • Isso exibe uma lista de comandos contidos na categoria selecionada. • Se você selecionar “2:Calculation” ou “3:Statistics”, uma tela de seleção de subcategoria será exibida. Use f e c para selecionar uma subcategoria. 4. Use f e c para mover a seleção para o comando que você deseja inserir e pressione 1(INPUT) ou w. Observação • Para rolar entre as telas, pressione !f ou !c. 1-12 Exemplo: Para inserir o comando “FMax(”, que determina o valor máximo A!e(CATALOG)6(CAT) c1(EXE) cc1(EXE) cccccc 1(INPUT) Para fechar a tela do catálogo, pressione J ou !J(QUIT). u Buscando um Comando Este método é útil quando você souber o nome do comando que deseja inserir. 1. Pressione !e(CATALOG) para exibir a tela do catálogo. 2. Pressione 6(CAT) para exibir a lista de categorias. 3. Mova a seleção para “1:ALL” e pressione 1(EXE) ou w. • Isso exibe uma lista com todos os comandos. 4. Insira algumas das letras no nome do comando. • Você pode inserir até oito letras. • A cada letra inserida, a seleção será movida para o primeiro nome de comando que corresponda. 5. Quando o comando desejado for selecionado, pressione 1(INPUT) ou w. 1-13 Exemplo: Para inserir o comando “FMax(” A!e(CATALOG)6(CAT) 1(EXE)t(F)h(M) 1(INPUT) u Usando o Histórico de Comandos A calculadora mantém um histórico com os últimos seis comandos inseridos. 1. Exiba uma das listas de comandos. 2. Pressione 5(HISTORY). • Isso exibe o histórico de comandos. 3. Use f e c para mover a seleção para o comando que você deseja inserir e pressione 1(INPUT) ou w. u Função QR Code • É possível usar a função QR Code para ter aceso ao manual on-line sobre comandos. Observe que o manual on-line não inclui todos os comandos. Observe que a função QR Code não pode ser utilizada na tela de histórico. • Um QR Code* é exibido na tela da calculadora. Utilize um dispositivo inteligente para ler o QR Code e exibir o manual on-line. * QR Code é uma marca registrada da DENSO WAVE INCORPORATED no Japão e em outros países. Importante! • As operações desta seção supõe que o dispositivo inteligente utilizado tenha um leitor de QR Code instalado, e que possa ser conectado à Internet. 1-14 1. Selecione um comando que esteja incluído no manual on-line. • Isso faz com que 2(QR) apareça no menu de funções. 2. Pressione 2(QR). • Aparecerá um QR Code. 3. Use seu dispositivo inteligente para ler o QR Code exibido. • O manual on-line será exibido em seu dispositivo inteligente. • Para obter informações sobre como ler um QR Code, consulte a documentação do usuário de seu dispositivo inteligente e do leitor de QR Code que você estiver usando. • Se estiver com problemas para ler o QR Code, use d e e para ajustar o contraste da tela. 4. Pressione J para sair da tela do QR Code. • Para sair da função de Catálogo, pressione A ou !J. 4. Uso do Modo de Entrada/Saída Matemática Selecione “Math” no item “Input/Output” na tela de Configuração (página 1-35) para ir para o modo de entrada/saída matemática, que permite a inserção e visualização natural de determinadas funções, da mesma forma como apareceriam em um livro. • As operações constantes desta seção são todas efetuadas no modo de entrada/saída matemática. A configuração padrão desta calculadora é o modo de entrada/saída matemática. Caso o usuário tenha ido para o modo de entrada/saída linear, é necessário retornar ao modo de entrada/saída matemática antes de executar as operações constantes desta seção. Consulte “Uso da Tela de Configuração” (página 1-35) para obter informações sobre como trocar os modos. • No modo de entrada/saída matemática, toda a digitação ocorre no modo inserir (e não no modo substituir). Observe que a operação !D(INS) (página 1-7) usada no modo de entrada/saída linear para ir para o modo inserir executa uma função completamente diferente no modo de entrada/saída matemática. Para mais informações, consulte “Uso de Valores e Expressões como Argumentos” (página 1-20). • Salvo se especificado em contrário, todas as operações executadas nesta seção ocorrem no modo Run-Matrix. 1-15 k Entrada de Operações no Modo de Entrada/Saída Matemática u Funções e Símbolos do Modo de Entrada/Saída Matemática As funções e símbolos relacionados abaixo podem ser usados para entrada natura no modo de entrada/saída matemática. A coluna “Bytes” mostra a quantidade de bytes de memória que é usada para a entrada no modo de entrada/saída matemática. Função/Símbolo Operação das Teclas Bytes Fração (Imprópria) ' 9 Fração Mista*1 !'(&) 14 Potência M 4 Quadrados x 4 Potência Negativa (Recíproca) !)(x –1) 5 ' !x(') 6 Raiz Cúbica !((3') 9 Raiz de Potência !M(x') 9 ex !I(ex) 6 10x !l(10x) 6 log(a,b) (Entrada a partir do menu MATH*2) 7 Abs (Valor Absoluto) (Entrada a partir do menu MATH*2) 6 Primeira Derivada (Entrada a partir do menu MATH*2) 7 2 Segunda Derivada (Entrada a partir do menu MATH* ) 7 Integral*3 (Entrada a partir do menu MATH*2) 8 Cálculo de Σ*4 (Entrada a partir do menu MATH*2) 11 Matriz, Vetor (Entrada a partir do menu MATH*2) 14*5 Parênteses (e) 1 Chaves (Usadas durante a entrada de lista.) !*( { ) e !/( } ) 1 Colchetes (Usados durante a entrada de matrizes/vetores.) !+( [ ) e !-( ] ) 1 *1 A fração mista é suportada apenas no modo de entrada/saída matemática. *2 Para mais informações sobre a entrada de funções a partir do menu de funções MATH, consulte “Uso do Menu MATH” descrito abaixo. *3 Não se pode especificar tolerância no modo de entrada/saída matemática. Caso se deseje especificar uma tolerância, use o modo de entrada/saída linear. *4 Para cálculo de Σ no modo de entrada/saída matemática, o ponto inicial é sempre 1. Caso se deseje especificar um ponto inicial diferente, use o modo de entrada/saída linear. *5 Quantidad de bytes para uma matriz 2 × 2. 1-16 u Uso do Menu MATH No modo Run-Matrix, pressione 4(MATH) para exibir o menu MATH. Use este menu para entrada natural de matrizes, derivadas, integrais, etc. • {MAT/VCT} ... acessa o submenu MAT/VCT, para entrada natural de matrizes/vetores • {2×2} ... insere uma matriz 2 × 2 • {3×3} ... insere uma matriz 3 × 3 • {m×n} ... insere uma matriz/vetor com m linhas e n colunas (até 6 × 6) • {2×1} ... insere um vetor 2 × 1 • {3×1} ... insere um vetor 3 × 1 • {1×2} ... insere um vetor 1 × 2 • {1×3} ... insere um vetor 1 × 3 • {logab} ... inicia uma entrada natural de um logaritmo logab • {Abs} ... inicia uma entrada natural de um valor absoluto |X| d f(x) x=a dx 2 d • {d2/dx2} ... inicia uma entrada natural de uma segunda derivada 2 f(x)x = a dx b • {∫dx} … inicia uma entrada natural de uma integral f(x)dx a • {d/dx} ... inicia uma entrada natural de uma primeira derivada β • {Σ(} … inicia uma entrada natural de um cálculo Σ Σ f(x) α x=α u Exemplos de Entrada no Modo de Entrada/Saída Matemática Esta seção apresenta alguns exemplos que mostram como o menu de funções MATH e outras teclas podem ser usados durante a entrada natural no modo de entrada/saída matemática. Fique atento à posição do cursor ao inserir valores e dados. Exemplo 1 Para inserir 23 + 1 AcM d e +b w 1-17 Exemplo 2 ( 2 Para inserir 1+ 5 ) 2 A(b+ ' cc f e )x w 1 Exemplo 3 Para inserir 1+ 0 x + 1dx Ab+4(MATH)6(g)1(∫dx) v+b ea fb e w 1-18 Exemplo 4 Para inserir 2 × 1 2 2 2 1 2 Ac*4(MATH)1(MAT/VCT)1(2×2) 'bcc ee !x(')ce e!x(')cee'bcc w u Quando o cálculo não couber na janela de visualização Surgem setas nas margens esquerda, direita, superior e inferior da tela para informar o usuário de que há partes do cálculo fora da tela naquelas direções. Ao ver uma seta, o usuário pode usar as teclas de cursor para rolar o conteúdo da tela e visualizar a parte desejada. 1-19 u Restrições de Entrada no Modo de Entrada/Saída Matemática Certos tipos de expressões podem fazer com que a altura de uma fórmula de cálculo seja maior do que uma linha de visualização. A altura máxima permitida de uma fórmula de cálculo é de cerca de duas telas. Não é possível inserir nenhuma expressão que ultrapasse esse limite. u Uso de Valores e Expressões como Argumentos Um valor ou uma expressão que já tenha sido inserida pode ser usada como o argumento de uma função. Após ter inserido a expressão “(2+3)”, por exemplo, é possível transformá-la no argumento de ', resultando em (2+3). Exemplo 1. Mova o curso de modo que fique localizado diretamente à esquerda da parte da expressão que se deseja transformar no argumento da função a ser inserida. 2. Pressione !D(INS). • O cursor se transformar em um cursor de inserção ( ). 3. Pressione !x(') para inserir a função '. • A função ' é inserida, transformando a expressão com parênteses em seu argumento. Conforme demonstrado acima, o valor ou a expressão à direita do cursor após que as teclas !D(INS) são pressionadas torna-se o argumento da função que se especifica posteriormente. O intervalo abringido como o engloba tudo até o primeiro parênteses de abertura à direita, se houver, ou tudo até a primeira função à direta (sin(30), log2(4), etc.). 1-20 A capacidade pode ser usada com as seguintes funções. Função Operação das Teclas Fração Imprópria ' Potência M ' !x(') Raiz Cúbica !((3') Raiz de Potência !M(x') ex !I(ex) 10x !l(10x) log(a,b) 4(MATH)2(logab) Valor Absoluto 4(MATH)3(Abs) Primeira Derivada 4(MATH)4(d/dx) Segunda Derivada 4(MATH)5(d2/dx2) Integral 4(MATH)6(g) 1(∫dx) Cálculo Σ 4(MATH)6(g) 2(Σ( ) Expressão Original Expressão Após a Inserção • No modo de entrada/saída linear, pressione !D(INS) para alterar para o modo inserir. Consulte a página 1-7 para obter mais informações. u Edição de Cálculos no Modo de Entrada/Saída Matemática Os procedimentos para edição de cálculos no modo de entrada/saída matemática são basicamente os mesmos do modo de entrada/saída linear. Para mais informações, consulte “Edição de Cálculos” (página 1-7). Entretanto, observe que os seguintes pontos são diferentes entre os modos de entrada/saída matemática e linear. • O modo de entrada substituir que está disponível no modo de entrada/saída linear não é suportado pelo modo de entrada/saída matemática. No modo de entrada/saída matemática, a entrada sempre ocorre onde o cursor estiver. • No modo de entrada/saída matemática, pressione a tecla D sempre que se quiser dar backspace. 1-21 • Observe que as seguintes operações de cursor podem ser usadas durante a inserção de um cálculo no modo de entra/saída matemática. Para fazer isso: Mover o cursor do final para o início do cálculo Mover o cursor do início para o final do cálculo Pressione esta tecla: e d k Uso das Operações Fazer e Desfazer É possível aplicar os seguintes procedimentos durante a inserção de uma expressão de cálculo no modo de entrada/saída matemática (até pressionar a tecla w) para desfazer a última operação de teclas e refazer a operação que acabou de ser desfeita. - Para desfazer a última operação de teclas, pressione: aD(UNDO). - Para refazer uma operação que acabou de ser desfeita, pressione: aD(UNDO) novamente. • É possível também usar a função UNDO para cancelar uma operação da tecla A. Após pressionar A para limpar uma expressão inserida, pressione aD(UNDO) para restaurar o que estava sendo exibido antes de a tecla A ser pressionada. • É possível também usar a função UNDO para cancelar uma operação de cursor. Ao pressior e durante a digitação e, então, pressionar aD(UNDO), o cursor retornará para onde estava antes de a tecla e ser pressionada. • A operação UNDO fica inativa enquanto o teclado estiver em modo Alpha Lock. Pressione aD(UNDO) enquanto o teclado estiver em modo Alpha Lock para executar a mesma operação da tecla D. Exemplo b+'be D aD(UNDO) c A aD(UNDO) 1-22 k Visualização do Resultado de Cálculos no Modo de Entrada/Saída Matemática As frações, matrizes, vetores e listas produzidas pelos cálculos do modo de entrada/saída matemática são exibidos em formato natural, da mesma forma como apareceriam em um livro. Visualizações dos Resultados dos Cálculos de Amostra • As frações são visualizadas como frações impróprias ou mistas, dependendo da configuração do item “Frac Result” na tela de Configuração. Para mais detalhes, consulte “Uso da Tela de Configuração” (página 1-35). • As matrizes são visualizadas no formato natural, até 6 × 6. Uma matriz com mais de seis linhas ou colunas será visualizada em uma tela MatAns, que é a mesma usada no modo de entrada/saída linear. • Os vetores são visualizados no formato natural, até 1 × 6 ou 6 × 1. Um vetor com mais de seis linhas ou colunas será visualizado em uma tela VctAns, que é a mesma usada no modo de entrada/saída linear. • As listas são visualizadas no formato natural para até 20 elementos. Uma lista com mais de 20 elementos será visualizada em uma tela ListAns, que é a mesma usada no modo de entrada/saída linear. • Surgem setas nas margens esquerda, direita, superior e inferior da tela para informar o usuário de que há dados fora da tela naquelas direções. É possível usar as teclas do cursor para rolar a tela e visualizar os dados necessários. • Pressione 2(DELETE)1(DEL-LINE) com o resultado de um cálculo selecionado para apagar tanto o resultado quanto o cálculo produzido. • O sinal de multiplicação não pode ser omitido imediatamente antes de uma fração imprópria ou mista. Certifique-se de sempre digitar um sinal de multiplicação neste caso. 2 Exemplo: 2× 5 c*c'f • Uma operação de teclas M, x ou !)(x–1) não pode ser imediatamente seguida por outra operação de teclas M, x ou !)(x–1). Neste caso, use parentêses para manter as operações de teclas separadas. Exemplo: (32)–1 (dx)!)(x–1) 1-23 k Função de Histórico A função de histórico mantém um histórico das expressões de cálculo e dos resultados no modo de entrada/saída matemática. São mantidos até 30 conjuntos de expressões e resultados de cálculos. b+cw *cw É possível também editar as expressões de cálculo que são mantidas pela função de histórico e efetuar um novo cálculo. Isso recalculará todas as expressões a partir da expressão editada. Exemplo Para alterar “1+2” para “1+3” e recalcular Efetue a operação abaixo de acordo com a amostra acima. ffffdDdw • Pode-se ter uma ideia de quantas entradas (expressões e resultados de cálculos) estão no histórico conferindo o comprimento da barra de rolagem. Uma barra mais curta indica uma grande quantidade de entradas. • O valor armazenado na memória de resposta depende sempre do resultado produzido pelo último cálculo efetuado. Se o conteúdo do histórico incluir operações que usam a memória de resposta, a edição de um cálculo poderá afetar o valor da memória de resposta usada nos cálculos posteriores. - Caso haja uma série de cálculos que usam a memória de resposta para incluir o resultado do cálculo anterior no cálculo seguinte, a edição de um cálculo afetará os resultados de todos os outros cálculos que vierem depois desse. - Se o primeiro cálculo do histórico incluir conteúdos da memória de respostas, o valor da memória de respostas será “0”, porque não existe nenhum cálculo antes do primeiro no histórico. 1-24 k Operações de Cálculo no Modo de Entrada/Saída Matemática Esta seção apresenta exemplos de cálculos no modo de entrada/saída matemática. • Para mais detalhes sobre as operações de cálculo, consulte o “Capítulo 2 Cálculos Manuais”. u Efetuação de Cálculos de Funções no Modo de Entrada/Saída Matemática Exemplo 6 = 3 4 × 5 10 Operação A6'4*5w cos π = 1 (Ângulo: Rad) 3 2 Ac(!5(π)'3e)w log28 = 3 A4(MATH)2(logab) 2e8w 7 A!M(x') 7e123w ( ) 123 = 1,988647795 2 + 3 × 3 64 − 4 = 10 log 3 = 0,1249387366 4 A2+3*!M(x') 3e64e-4w A4(MATH)3(Abs)l3'4w 2 + 3 1 = 73 5 4 20 A2'5e+3!'(()1e4w 1,5 + 2,3i = 3 + 23 i 2 10 A1.5+2.3!a(i)wf d 3 2 dx ( x + 4x + x − 6 ) x = 3 = 52 A4(MATH)4(d/dx)vM3e+4 vx+v-6e3w ∫ 2x A4(MATH)6(g)1(∫dx) 2vx+3v+4e1 e5w 5 2 1 6 ∑ (k k=2 2 + 3 x + 4 dx = 404 3 ) − 3k + 5 = 55 A4(MATH)6(g)2(Σ)a,(K)x-3a,(K) +5ea,(K)e2e6w 1-25 k Efetuação de Cálculos de Matriz/Vetor no Modo de Entrada/Saída Matemática u Para especificar as dimensões (tamanho) de uma matriz/vetor 1. No modo Run-Matrix, pressione !m(SET UP)1(Math)J. 2. Pressione 4(MATH) para exibir o menu MATH. 3. Pressione 1(MAT/VCT) para exibir o seguinte menu. • {2×2} ... insere uma matriz 2 × 2 • {3×3} ... insere uma matriz 3 × 3 • {m×n} … insere uma matriz ou um vetor com m linhas × n colunas (até 6 × 6) • {2×1} ... insere um vetor 2 × 1 • {3×1} ... insere um vetor 3 × 1 • {1×2} ... insere um vetor 1 × 2 • {1×3} ... insere um vetor 1 × 3 Exemplo Para criar uma matriz com 2 linhas × 3 colunas 3(m×n) Especifique o número de linhas. cw Especifique o número de colunas. dw w 1-26 u Para atribuir valores às células Exemplo Para efetuar o cálculo abaixo 1 1 33 2 ×8 13 5 6 4 A seguinte operação é uma continuação do cálculo de exemplo da página anterior. beb'ceedde bd'eeefege *iw u Para atribuir uma matriz criada usando o modo de entrada/saída matematéma a uma memória de matrizes específica Exemplo Para atribuir o resultado do cálculo à Mat J !c(Mat)!-(Ans)a !c(Mat)a)(J)w • Pressione a tecla D com o cursor localizado acima da matriz (lado esquerdo superior) para apagá-la por completo. D ⇒ 1-27 k Uso dos Modos de Gráficos e Mode Equation no Modo de Entrada/ Saída Matemática O uso do modo de entrada/saída matemática com qualquer um dos modos abaixo permite a introdução de expressões numéricas exatamente como são escritas em um livro, além de permitir a visualização dos resultados de cálculo em um formato de visualização natural. Modos que suportam a introdução de expressões como são escritas em livros: Run-Matrix, eActivity, Graph, Dyna Graph, Table, Recursion, Equation (SOLVER) Modos que suportam o formato de visualização natural: Run-Matrix, eActivity, Equation As explicações seguintes mostram operações do modo de entrada/saída matemática nos modos Graph, Dyna Graph, Table, Recursion e Equation, e resultados de cálculos naturais no modo Equation. • Para mais detalhes sobre esta operação, consulte as seções que tratam de cada cálculo. • Consulte “Entrada de Operações no Modo de Entrada/Saída Matemática” (página 1-16) e “Operações de Cálculo no Modo de Entrada/Saída Matemática” (página 1-25) para obter mais detalhes sobre as operações de entrada no modo de entrada/saída matemática e visualizações dos resultados de cálculo no modo Run-Matrix. • As operações de entrada e visualizações de resultados do modo eActivity são idênticas às do modo Run-Matrix. Para mais detalhes sobre as operações do modo eActivity, consulte o “Capítulo 10 eActivity”. u Entrada no Modo de Entrada/Saída Matemática no Modo de Gráfico É possível usar o modo de entrada/saída matemática para introdução de expressões gráficas nos modos Graph, Dyna Graph, Table e Recursion. x x No modo Graph, digite a função y = 2 − 2 −1 e represente-a ' ' graficamente. 2 Exemplo 1 Certifique-se de que a janela de visualização (View Window) está com as configurações padrão. mGraphvx'!x(')c ee-v'!x(')cee -bw 6(DRAW) 1-28 Exemplo 2 No modo Graph, digite a função y = graficamente. ∫ x 0 1 x 2− 1 x −1 dx e represente-a 4 2 Certifique-se de que a janela de visualização (View Window) está com as configurações padrão. mGraphK2(CALC)3(∫dx) b'eevx-b'ce v-beaevw 6(DRAW) • Entrada e Visualização de Resultados no Modo de Entrada/Saída Matemática no Modo Equation É possível usar o modo de entrada/saída matemática no modo Equation para a entrada e visualização apresentadas abaixo. • No caso de equiações simultâneas (1(SIMUL)) e de ordem elevada (2(POLY)), as soluções são apresentadas em um formato de visualização natural (frações, ', π são apresentadas em um formato natural) sempre que possível. • No caso da função Solver (3(SOLVER)), é possível usar a introdução natural do modo de entrada/saída matemática. Exemplo Para resolver a equação quadrática x2 + 3x + 5 = 0 no modo Equation mEquation!m(SET UP) cccc(Complex Mode) 2(a+bi)J 2(POLY)1(2)bwdwfww 1-29 5. Menu de Opções (OPTN) O menu de opções dá acesso às funções científicas e a recursos que não estão marcados no teclado da calculadora. O conteúdo do menu de funções difere de acordo com o modo escolhido ao pressionar a tecla K. • O menu de opções não aparecerá ao pressionar K se o sistema numérico padrão for binário, octal, decimal ou hexadecimal. • Para mais detalhes sobre os comandos incluídos no menu de opções (OPTN), consulte o item “Tecla K” na seção “Lista de Comandos do Modo Program” (página 8-52). • O significado dos itens do menu de opções é descrito nas seções dos respectivos modos. A lista seguinte apresenta o menu de opções exibido nos modos Run-Matrix ou Program. • {LIST} ... {menu de funções de lista} • {MAT/VCT} ... {menu de operações de matrizes/vetores} • {COMPLEX} ... {menu de cálculos com números complexos} • {CALC} ... {menu de análise funcional} • {STAT} ... {menu para valor estimado de estatísticas com variáveis binárias, distribuição, desvio padrão, variações e funções de teste} • {CONVERT} ... {menu de conversão métrica}* • {HYPERBL} ... {menu de cálculos com funções hiperbólicas} • {PROB} ... {menu de cálculos de probabilidade/distribuição} • {NUMERIC} ... {menu de cálculos numéricos} • {ANGLE} ... {menu para conversão de ângulos/coordenadas, introdução/conversão sexagesimal} • {ENG-SYM} ... {menu de símbolos de engenharia} • {PICTURE} ... {menu de gravação/recuperação de gráficos} • {FUNCMEM} ... {menu de memória de funções} • {LOGIC} ... {menu de operadores lógicos} • {CAPTURE} ... {menu de captura de tela} • {FINANCE} ... {menu de cálculos financeiros} • Os itens PICTURE, FUNCMEM e CAPTURE não são exibidos quando “Math” está selecionado no item “Input/Output” na tela de Configuração. * Os comandos de conversão métrica são suportados somente quando o aplicativo adicional Metric Conversion está instalado. 1-30 6. Menu de Dados Variáveis (VARS) Para recuperar dados variáveis, pressione J para exibir o menu de dados variáveis. {V-WIN}/{FACTOR}/{STAT}/{GRAPH}/{DYNA}/{TABLE}/{RECURSION}/{EQUATION}/ {FINANCE}/{Str} • Observe que os itens EQUATION e FINANCE aparecem para as teclas de função (3 e 4) somente quando o menu de dados variáveis é acessado a partir do modo Run-Matrix ou Program. • O menu de dados variáveis não aparecerá ao pressionar J se o sistema numérico padrão for binário, octal, decimal ou hexadecimal. • Para mais detalhes sobre comandos incluídos no menu de dados variáveis (VARS), consulte o item “Tecla J” na seção “Lista de Comandos do Modo Program” (página 8-52). u V-WIN — Recuperação de valores da janela de visualização (V-Window) • {X}/{Y}/{T,} ... {menu do eixo x}/{menu do eixo y}/{menu do eixo T,} • {R-X}/{R-Y}/{R-T,} ... {menu do eixo x}/{menu do eixo y}/{menu do eixo T,} para o lado direito do Gráfico Duplo • {min}/{max}/{scale}/{dot}/{pitch} ... {valor mínimo}/{valor máximo}/{escala}/{valor do ponto*1}/{espaçamento} *1 O valor de ponto indica o invervalo de visualização (valor Xmax – valor Xmin) dividido pelo espaçamento de pontos da tela. Normalmente, o cálculo do valor de ponto é automático a partir dos valores mínimo e máximo. A alteração do valor dos pontos faz com que o máximo seja calculado automaticamente. u FACTOR — Recuperação dos fatores de zoom • {Xfct}/{Yfct} ... {fator do eixo x}/{fator do eixo y} u STAT — Recuperação de dados estatísticos • {X} … {dados x de de variável simples, variáveis binárias} • {n}/{x̄}/{Σx}/{Σx2}/{x}/{sx}/{minX}/{maxX} ... {quantidade de dados}/{média}/{soma}/ {soma dos quadrados}/{desvio padrão populacional}/{desvio padrão de amostra}/ {valor mínimo}/{valor máximo} • {Y} ... {dados y de variáveis binárias} • {}/{Σy}/{Σy2}/{Σxy}/{y}/{sy}/{minY}/{maxY} ... {média}/{soma}/{soma de quadrados}/ {soma de produtos de dados x e y}/{desvio populacional padrão}/{desvio padrão de amostra}/{valor mínimo}/{valor máximo} • {GRAPH} ... {menu de dados de gráficos} • {a}/{b}/{c}/{d}/{e} ... coeficiente de regressão e coeficientes polinomiais • {r}/{r2} ... {coeficiente de correlação}/{coeficiente de determinação} • {MSe} ... {erro de média dos quadrados} • {Q1}/{Q3} ... {primeiro quartil}/{terceiro quartil} • {Med}/{Mod} ... {mediana}/{modo} de dados inseridos • {Start}/{Pitch} ... {divisão de início}/{espaçamento} do histograma 1-31 • {PTS} ... {menu de dados do ponto de sumário} • {x1}/{y1}/{x2}/{y2}/{x3}/{y3} ... coordenadas dos pontos de sumário • {INPUT} ... {valores de introdução de cálculo estático} • {n}/{x̄}/{sx}/{n1}/{n2}/{x̄1}/{x̄2}/{sx1}/{sx2}/{sp} ... {tamanho da amostra}/{média da amostra}/{desvio padrão da amostra}/{tamanho da amostra 1}/{tamanho da amostra 2}/{média da amostra 1}/{média da amostra 2}/{desvio padrão da amostra 1}/{desvio padrão da amostra 2}/{desvio padrão da amostra p} • {RESULT} ... {valores de saída de cálculo estatístico} • {TEST} ... {resultados dos cálculos de teste} • {p}/{z}/{t}/{Chi}/{F}/{ p̂}/{ p̂1}/{ p̂2}/{df}/{se}/{r}/{r 2}/{pa}/{Fa}/{Adf}/{SSa}/{MSa}/{pb}/{Fb}/ {Bdf}/{SSb}/{MSb}/{pab}/{Fab}/{ABdf}/{SSab}/{MSab}/{Edf}/{SSe}/{MSe} ... {valor p}/{resultado z}/{resultado t}/{valor χ2}/{valor F}/{proporção estimada da amostra}/{proporção estimada da amostra 1}/{proporção estimada da amostra 2}/{graus de liberdade}/{erro padrão}/{coeficiente de relação}/{coeficiente de determinação}/{valor p do fator A}/{valor F do fator A}/{graus de liberdade do fator A}/{soma dos quadrados do fator A}/{média dos quadrados do fator A}/{valor p do fator B}/{valor F do fator B}/{graus de liberdade do fator B}/{soma dos quadrados do fator B}/{média dos quadrados do fator B}/{valor p do fator AB}/{valor F do fator AB}/{graus de liberdade do fator AB}/{soma dos quadrados do fator AB}/{média dos quadrados do fator AB}/{erro dos graus de liberdade}/{erro da soma dos quadrados}/ {erro de média dos quadrados} • {INTR} ... {resultados do cálculo do intervalo de confiança} • {Lower}/{Upper}/{ p̂}/{ p̂1}/{ p̂2}/{df} ... {limite inferior do intervalo de confiança}/{limite superior do intervalo de confiança}/{proporção estimada da amostra}/{proporção estimada da amostra 1}/{proporção estimada da amostra 2}/{graus de liberdade} • {DIST} ... {resultados dos cálculos de distribuição} • {p}/{xInv}/{x1InvN}/{x2InvN}/{zLow}/{zUp}/{tLow}/{tUp} ... {resultado dos cálculos de distribuição de probabilidade ou distribuição cumulativa (valor p)}/{resultado do cálculo da distribuição cumulativa inversa t de Student, χ2, F, binomial, Poisson, geométrica ou hipergeométrica}/{limite superior (margem direita) ou limite inferior (margem esquerda) da distribuição cumulativa normal inversa}/{limite superior (margem direita) da distribuição cumulativa normal inversa}/{limite inferior (margem esquerda) da distribuição cumulativa normal}/{limite superior (margem direita) da distribuição cumulativa normal}/{limite inferior (margem esquerda) da distribuição cumulativa t de Student}/{limite superior (margem direita) da distribuição cumulativa t de Student} u GRAPH — Recuperação de funções gráficas • {Y}/{r} ... {função de coordenadas retangulares (tipo Y=f(x))}/{função de coordenadas polares} • {Xt}/{Yt} ... função de gráfico paramétrico {Xt}/{Yt} • {X} ... {função de coordenadas retangulares (tipo X=f(y))} • Pressione estas teclas antes de digitar um valor para uma área específica da memória. u DYNA — Recuperação de dados de configuração de gráfico dinâmico • {Start}/{End}/{Pitch} ... {valor inicial do intervalo de coeficiente}/{valor final do intervalo de coeficiente}/{incremento do coeficiente} 1-32 u TABLE — Recuperação de dados de conteúdo e configuração de tabelas • {Start}/{End}/{Pitch} ... {valor inicial do intervalo de tabelas}/{valor final do intervalo de tabelas}/{incremento da tabela} • {Result*1} ... {matriz do conteúdo da tabela} *1 O item Result só aparece quando o menu TABLE é exibido nos modos Run-Matrix e Program. u RECURSION — Recuperação da fórmula de recursão*1, intervalo da tabela e dados do conteúdo da tabela • {FORMULA} ... {menu de dados da fórmula de recursão} • {an}/{an+1}/{an+2}/{bn}/{bn+1}/{bn+2}/{cn}/{cn+1}/{cn+2} ... expressões {an}/{an+1}/{an+2}/{bn}/{bn+1}/ {bn+2}/{cn}/{cn+1}/{cn+2} • {RANGE} ... {menu de dados do intervalo da tabela} • {Start}/{End} ... {valor inicial}/{valor final} do intervalo da tabela • {a0}/{a1}/{a2}/{b0}/{b1}/{b2}/{c0}/{c1}/{c2} ... valor {a0}/{a1}/{a2}/{b0}/{b1}/{b2}/{c0}/{c1}/{c2} • {anStart}/{bnStart}/{cnStart} ... origem do gráfico de convergência/divergência da fórmula de recursão {an}/{bn}/{cn}(gráfico WEB) • {Result*2} ... {matriz do conteúdo da tabela*3} *1 Ocorre um erro quando não existe nenhuma função ou tabela numérica de fórmula de recursão na memória. *2 “Result” só aparece nos modos Run-Matrix e Program. *3 O conteúdo da tabela é armazenado automaticamente na Memória de Resposta de Matrizes (MatAns). u EQUATION — Recuperação de coeficientes e soluções de equação*1 *2 • {SimRes}/{SimCoef} ... matriz de {soluções*3}/{coeficientes} para equações lineares que contenham de duas a seis incógnitas*4 • {PlyRes}/{PlyCoef} ... matriz de {solução}/{coeficientes} para equações de ordem elevada do 2º ao 6º grau *1 Os coeficientes e as soluções são automaticamente armazenados na Memória de Respostas de Matrizes (MatAns). *2 As seguintes soluções causam um erro. - Quando há não coeficientes para a equação - Quando há não soluções para a equação *3 Para as mensagens “Infinitely Many Solutions” e “No Solution”, o resultado do cálculo será Rref (forma reduzida de escada de linhas) *4 Os dados da memória de coeficientes e soluções para uma equação linear não podem ser recuperados simultaneamente. u FINANCE — Recuperação de dados de cálculos financeiros • {n}/{I%}/{PV}/{PMT}/{FV} ... {prazos de pagamento (parcelas)}/{taxa de juros anual}/ {valor atual}/{pagamento}/{valor futuro} • {P/Y}/{C/Y} ... {períodos de parcelas por ano}/{períodos de capitalização por ano} u Str — Comando Str • {Str} ... {memória de strings} 1-33 7. Menu de Programas (PRGM) Para acessar o menu de programas (PRGM), entre primeiro no modo Run-Matrix ou Program a partir do Menu Principal e pressione !J(PRGM). Abaixo, seguem as seleções disponíveis no menu de programas (PRGM). • Os itens do menu de programas (PRGM) não são exibido quando o modo de “Input/Output” for “Math” na tela de Configuração. • {COMMAND} ......{menu de comandos de programa} • {CONTROL} .......{menu de comandos de controle de programa} • {JUMP} ...............{menu de comando de salto} • {?} .......................{comando de entrada} • {^} .....................{comando de saída} • {CLEAR}.............{menu de comandos de limpeza} • {DISPLAY} .........{menu de comandos de visualização} • {RELATNL} ........{menu de salto condicional de operador relacional} • {I/O} ....................{menu de comando de controle/transferência E/S} • {:} ........................{comando de múltiplos argumentos} • {STR} ..................{comando de string} O seguinte menu de teclas de função aparecerá ao pressionar !J(PRGM) no modo Run-Matrix ou Program se o sistema numérico padrão for binário, octal, decimal ou hexadecimal. • {Prog} .................{recuperação de programa} • {JUMP}/{?}/{^}/{RELATNL}/{:} As funções específicadas para as teclas de função são as mesmas do modo Comp. Para mais detalhes sobres os comandos disponíveis nos vários menus acessíveis a partir do menu de programas, consulte o “Capítulo 8 Programação”. 1-34 8. Uso da Tela de Configuração A tela de Configuração do modo mostra as configurações do modo e permite que o usuário as altere da forma como desejar. O seguinte procedimento mostra como mostra como alterar as configurações. u Para alterar a configuração de um modo 1. Selecione o ícone desejado e pressione w para entrar em um modo e exibir sua tela inicial. No exemplo, entraremos no modo Run-Matrix. 2. Pressione !m(SET UP) para exibir a tela de Configuração do modo. • Esta tela de Configuração é apenas uma possível exemplo. O conteúdo real da tela de Configuração será diferente de acordo com o modo e com as configurações que estiverem vigentes. 3. Use as teclas de cursor f e c para selecionar o item cuja configuração se deseja alterar. 4. Pressione a tecla de função (1 a 6) identificada com a configuração que se deseja adotar. 5. Após fazer as alterações desejadas, pressione J para sair da tela de Configuração. k Menus das Teclas de Funções da Tela de Configuração Esta seção detalha as configuração que se pode adotar usando as teclas de funções na tela de Configuração. indica a configuração padrão. • Os itens que estiverem com uma borda são indicados por um ícone na barra de status. u Input/Output (modo de entrada/saída) • {Math}/{Line} ... modo de entrada/saída {matemática}/{linear} u Mode (modo de cálculo/binário, octal, decimal, hexadecimal) • {Comp} ... {modo de cálculo aritmético} • {Dec}/{Hex}/{Bin}/{Oct} ... {decimal}/{hexadecimal}/{binário}/{octal} u Frac Result (formato de visualização de resultado fracionário) • {d/c}/{ab/c} ... fração {imprópria}/{mista} 1-35 u Func Type (tipo de função de gráficos) Pressione uma das seguintes teclas de funções para também alternar a função da tecla v. • {Y=}/{r=}/{Parm}/{X=} ... gráfico de {coordenada retangular (tipo Y= f (x))}/{coordenada polar}/{paramétrico}/{coordenada retangular (tipo X= f (y))} • {Y>}/{Y<}/{Yt}/{Ys} ... gráfico de desigualdade {y>f(x)}/{y }/{X<}/{Xt}/{Xs} ... gráfico de desigualdade {x>f(y)}/{x 6/(4*5)w *1 O símbolo de fechar parênteses (antes da operação da tecla w) pode ser omitido, independentemente de quantos são necessários. k Quantidade de Casas Decimais, Quantidade de Algarismos Significativos, Intervalo de Visualização Normal [SET UP]- [Display] -[Fix] / [Sci] / [Norm] • Mesmo depois de ser especificada a quantidade de casas decimais ou algarismos significativos, os cálculos internos continuam sendo realizados com base em uma mantissa de 15 dígitos, e os valores exibidos são armazenados com base em uma mantissa de 10 dígitos. Use Rnd do Menu de Cálculos Numéricos (NUMERIC) (página 2-14) para arredondar o valor exibido para a quantidade de casas decimais e algarismos significativos especificada. • As especificações da quantidade de casas decimais (Fix) e de algarismos significativos (Sci) permanecem ativas até que sejam alteradas ou até que as configurações do intervalo de visualização normal (Norm) sejam alteradas. 2-1 2 Exemplo 1 100 ÷ 6 = 16,66666666... Condição Operação Tela 100/6w 16.66666667 4 casas decimais !m(SET UP) ff 1(Fix)ewJw *1 16.6667 5 algarismos significativos !m(SET UP) ff 2(Sci)fwJw *1×1001 1.6667 Cancela a especificação !m(SET UP) ff 3(Norm)Jw 16.66666667 *1 Os valores apresentados são arredondados para a quantidade de casas especificada. Exemplo 2 200 ÷ 7 × 14 = 400 Condição Operação 3 casas decimais O cálculo continua usando a capacidade de apresentação de 10 dígitos Tela 200/7*14w 400 !m(SET UP) ff 1(Fix)dwJw 400.000 200/7w * 14w 28.571 Ans × I 400.000 • Caso o mesmo cálculo seja realizado aplicando a quantidade de dígitos especificada: 200/7w 28.571 O valor armazenado internamente é arredondado para a quantidade de casas decimais especificada na tela de Configuração. K6(g)4(NUMERIC)4(Rnd)w * 14w 28.571 Ans × I 399.994 200/7w 28.571 É possível também especificar a quantidade de casas decimais para o arredondamento dos valores internos para um cálculo específico. (Exemplo: Para especificar o arredondamento para duas casas decimais) 6(g)1(RndFix)!-(Ans),2) w * 14w RndFix(Ans,2) 28.570 Ans × I 399.980 • Não é possível usar uma expressão de cálculo de primeira derivada, segunda derivada, integração, Σ, valor máximo/mínimo, Solve, RndFix ou logab dentro de um termo de cálculo RndFix. 2-2 k Sequência de Prioridade dos Cálculos Esta calculadora aplica lógica algébrica verdadeira para calcular as partes de uma fórmula pela seguinte ordem: 1 Funções de tipo A • Transformação de coordenadas Pol (x, y), Rec (r, θ) • Funções que incluem parênteses (como derivadas, integrações, Σ, etc.) d/dx, d2/dx2, ∫dx, Σ, Solve, SolveN, FMin, FMax, List→Mat, Fill, Seq, SortA, SortD, Min, Max, Median, Mean, Augment, Mat→List, DotP, CrossP, Angle, UnitV, Norm, P(, Q(, R(, t(, RndFix, logab • Funções compostas*1, List, Mat, Vct, fn, Yn, rn, Xtn, Ytn, Xn 2 Funções de tipo B Nestas funções, primeiro digite o valor e só depois pressione a tecla da função. x2, x–1, x!, ° ’ ”, símbolos ENG, unidade angular °, r, g 3 Potência/raiz ^(xy), x' 4 Frações a b/c 5 Formato de multiplicação abreviado à frente de π, nome da memória ou nome variável. 2π, 5A, Xmin, F Start, etc. 6 Funções de tipo C Nestas funções, primeiro a tecla da função é pressionada e só depois o valor é digitado. ', 3', log, ln, ex, 10x, sen, cos, tan, sen–1, cos–1, tan–1, senh, cosh, tanh, senh–1, cosh–1, tanh–1, (–), d, h, b, o, Neg, Not, Det, Trn, Dim, Identity, Ref, Rref, Sum, Prod, Cuml, Percent, ΔList, Abs, Int, Frac, Intg, Arg, Conjg, ReP, ImP 7 Formato de multiplicação abreviado à frente de funções do tipo A, tipo C e parênteses. 2' 3, A log2, etc. 8 Permutação, combinação, operador de número complexo em forma polar nPr, nCr, ∠ 9 Comandos de conversão numérica*2 0 ×, ÷, Int÷, Rmdr ! +, – @ Operadores relacionais =, ≠, >, <, ≥, ≤ # And (operador lógico), and (operador bitwise) $ Or, Xor (operador lógico), or, xor, xnor (operador bitwise) *1 É possível combinar os conteúdos de vários locais da memória de funções (fn) ou da memória de gráficos (Yn, rn, Xtn, Ytn, Xn) nas funções compostas. Especificar fn1(fn2), por exemplo, resulta na função composta fn1°fn2 (consulte a página 5-14). Uma função composta pode consistir em até cinco funções. *2 Comandos de conversão métrica são suportados somente quando o aplicativo adicional Metric Conversion está instalado. 2-3 Exemplo 2 + 3 × (log sen2π2 + 6,8) = 22,07101691 (Unidade angular = Rad) 1 2 3 4 5 6 • Quando são usadas funções com a mesma prioridade em série, o cálculo é feito da direita para a esquerda. exln 120 → ex{ln( 120)} Caso contrário, o cálculo é feito da esquerda para a direita. • As funções compostas são calculadas da direita para a esquerda. • Tudo o que estiver entre parênteses recebe prioridade máxima. k Apresentação do Resultado de Cálculos em Números Irracionais É possível configurar a calculadora para exibir os resultados dos cálculos no formato de número irracional (incluindo ' ou π) selecionando “Math” para a definição do modo “Input/ Output” na tela de Configuração. Exemplo ' 2+' 8 = 3' 2 (Input/Output: Math) !x(')ce+!x(')iw u Intervalo de Visualização do Resultado de Cálculos com ' A exibição do resultado de um cálculo no formato ' é suportada para resultados com ' em até dois termos. Os resultados de cálculos no formato ' assumem uma das seguintes formas. b ± d' e ± a' b, ± d ± a' b, ± a' c f • Abaixo, são apresentados os intervalos para cada um dos coeficientes (a, b, c, d, e, f) que podem ser exibidos no formato de ' de resultado dos cálculos. 1 < a < 100, 1 < b < 1000, 1 < c < 100 0 < d < 100, 0 < e < 1000, 1 < f < 100 • Nos casos apresentados abaixo, o resultado de um cálculo pode ser exibido no formato de ' mesmo se seus coeficientes (a, c, d) estiverem fora dos intervalos acima. Um resultado de cálculo no formato ' usa um denominador comum. b + d´' e a' b + d' e → a´ ' c´ c f * c´ é o mínimo múltiplo comum de c e f. 2-4 Como o resultado dos cálculos aplica um denominador comum, o resultado do cálculo ainda pode ser exibido no formato de ' mesmo quando os coeficientes (a´, c´, d´) estão fora do respectivo intervalo de coeficientes (a, c, d). Exemplo: 3 + 11' 2 3 ' 2 10' ' + = 110 11 10 Exemplos de Cálculos Este cálculo: Gera este tipo de apresentação: 2 × (3 – 2' 5) = 6 – 4' 5 Formato ' 2)*1 35' 2 × 3 = 148,492424 (= 105' Formato decimal 150' 2 = 8,485281374*1 25 23 × (5 – 2' 3) = 35,32566285 (= 115 – 46' 3)*1 Formato decimal ' 2+' 3+' 8=' 3 + 3' 2 Formato ' 2+' 3+' 6 = 5,595754113*2 ' Formato decimal *1 Formato decimal porque os valores estão fora do intervalo. *2 Formato decimal porque o resultado do cálculo tem três termos. • O resultado do cálculo é apresentado em formato decimal, mesmo que um resultado intermediário esteja além dos dois termos. Exemplo: (1 + ' 2+' 3) (1 – ' 2–' 3) (= – 4 – 2' 6) = –8,898979486 • Caso a fórmula do cálculo tenha um termo em ' e um termo não possa ser exibido como uma fração, o resultado do cálculo será exibido no formato decimal. Exemplo: log3 + ' 2 = 1,891334817 u Intervalo de Visualização do Resultado de Cálculos com π Um resultado de cálculo é exibido no formato de π nos seguintes casos. • Quando o resultado do cálculo puder ser exibido na forma nπ n é um número inteiro até |106|. b b π ou π c c No entanto, {quantidade de dígitos a + quantidades de dígitos b + quantidade de dígitos c} b b deve ser igual ou inferior a 8 quando o a ou é reduzido.*1*2 Da mesma forma, o número c c máximo permitido de dígitos c é três.*2 *1 Se c < b, conta-se a quantidade de dígitos a, b e c quando a fração é convertida de uma b fração imprópria ( b ) para uma fração mista (a ). c c • Quando o resultado do cálculo puder ser exibido na forma a *2 Se na definição “Simplify” da tela de Configuração constar “Manual”, o resultado do cálculo poderá ser exibido no formato decimal, mesmo se estas condições estiverem reunidas. 2-5 Exemplos de Cálculos Este cálculo: Gera este tipo de apresentação: 78π × 2 = 156π Formato π 123456π × 9 = 3490636,164 (= 11111104 π)*3 Formato decimal 105 2 568 71 π = 105 π 824 103 Formato π 258 π = 6,533503684 3238 2 129 π *4 1619 Formato decimal *3 Formato decimal porque a parte inteira do resultado de cálculo é |106| ou superior. *4 Formato decimal porque a quantidade de dígitos do denominador é igual ou superior a quatro para a forma a b π. c k Operações de Multiplicação sem um Sinal de Multiplicação É possível omitir o sinal de multiplicação (×) nas seguintes operações. • Antes das funções de tipo A (1 na página 2-3) e de tipo C (6 na página 2-3), exceto para sinais negativos Exemplo 1 3, 2Pol(5, 12), etc. 2sen30, 10log1,2, 2' • Antes de constantes, nomes de variáveis e nomes de memória Exemplo 2 2π, 2AB, 3Ans, 3Y1, etc. • Antes de um parêntese de abertura Exemplo 3 3(5 + 6), (A + 1)(B – 1), etc. Se você executar um cálculo que inclui operações de divisão e multiplicação no qual um sinal de multiplicação tiver sido omitido, parênteses serão inseridos automaticamente conforme mostrado nos exemplos abaixo. • Quando um sinal de multiplicação for omitido imediatamente antes de um parêntese aberto ou depois de um parêntese fechado. Exemplo 1 6 ÷ 2(1 + 2) → 6 ÷ (2(1 + 2)) 6 ÷ A(1 + 2) → 6 ÷ (A(1 + 2)) 1 ÷ (2 + 3)sen30 → 1 ÷ ((2 + 3)sen30) • Quando um sinal de multiplicação for omitido imediatamente antes de uma variável, uma constante, etc. Exemplo 2 6 ÷ 2π → 6 ÷ (2π) 2 ÷ 2' 2 → 2 ÷ (2' 2) 4π ÷ 2π → 4π ÷ (2π) 2-6 Se você executar um cálculo no qual um sinal de multiplicação tiver sido omitido imediatamente antes de uma fração (incluindo frações mistas), parênteses serão inseridos automaticamente conforme mostrado nos exemplos abaixo. 1 1 ): 2 3 3 Exemplo (2 × Exemplo (sen 2 × → 2 ( 13 ) 4 4 ): sen 2 5 5 → sen 2 ( 45 ) k Excesso da Capacidade e Erros Uma mensagem de erro aparecerá na tela caso se exceda uma introdução específica ou um intervalo de cálculo, ou se tente fazer uma introdução inválida. A operação da calculadora fica impossibilitada enquanto a mensagem de erro estiver sendo exibida. Para mais detalhes, consulte a “Tabela de Mensagens de Erro” na página α-1. • Muitas das teclas da calculadora ficam sem função enquanto a mensagem de erro estiver exposta na tela. Pressione J para limpar o erro e voltar ao modo de operação normal. k Capacidade da Memória Cada vez que uma tecla é pressionada, um ou dois bytes são usados. Algumas das funções que usam um byte são: b, c, d, sen, cos, tan, log, ln, ' e π. Algumas das funções que usam dois bytes são d/dx(, Mat, Vct, Xmin, If, For, Return, DrawGraph, SortA(, PxIOn, Sum e an+1. • A quantidade necessária de bytes para funções e comandos de entrada é diferente no modo de entrada/saída linear e no modo de entrada/saída matemática. Para mais detalhes sobre a quantidade necessária de bytes para cada função no modo de entrada/saída matemática, consulte a página 1-16. 2. Funções Especiais k Cálculos com Variáveis Exemplo Operação Tela 193.2aav(A)w 193.2 193,2 ÷ 23 = 8,4 av(A)/23w 8.4 193,2 ÷ 28 = 6,9 av(A)/28w 6.9 k Memória u Variáveis (Memória de Alfabeto) Esta calculadora vem com o padrão de 28 variáveis. É possível usá-las para armazenar valores que se pretenda usar nos cálculos. As variáveis são identificadas por nomes de uma letra, compostos pelas 26 letras do alfabeto, mais r e θ. O tamanho máximo de valores que se pode atribuir às variáveis é de 15 dígitos para a mantissa e 2 dígitos para o expoente. • Os conteúdos das variáveis permanecem armazenados mesmo quando calculadora é desligada. 2-7 u Para atribuir um valor a uma variável [valor] a [nome da variável] w Exemplo 1 Para atribuir 123 à variável A Abcdaav(A)w Exemplo 2 Para adicionar 456 à variável A e armazenar o resultado na variável B Aav(A)+efga al(B)w • É possível inserir uma variável X pressionando a+(X) ou v. Pressionando a+(X), insere-se X; enquanto que pressionando v, insere-se x. Os valores atribuídos a X e a x ficam armazenados na mesma área de memória. Exemplo 3 Para atribuir 10 a x, e 5 a X. Depois, conferir o que é atribuído a x. Abaavw faa+(X)w vw u Para atribuir o mesmo valor a mais de uma variável [valor]a [nome da primeira variável] ~ [nome da última variável]w • Não é possível usar “r” ou “θ ” como nome de variável. Exemplo Para atribuir um valor de 10 às variáveis A até F Abaaav(A) !e(CATALOG)6(CAT)cccc 1(EXE) ff 1(INPUT)at(F)w u Memória de Strings É possível armazenar até 20 strings (de Str 1 a Str 20) na memória para este fim. As strings armazenadas podem ser exibidas na tela ou usadas em funções e comandos internos que suportem o uso de strings como argumentos. Para mais detalhes sobre as operações com strings, consulte “Strings” (página 8-25). 2-8 Exemplo Para atribuir a string “ABC” a Str 1 e depois exibi-la na tela !m(SET UP)2(Line)J A!a( A -LOCK)5(”)v(A) l(B)I(C)5(”)a(Desbloqueia Alpha Lock.) aJ6(g)5(Str)bw 5(Str)bw A string é apresentada alinhada à esquerda. • Execute a operação anterior no modo de entrada/saída linear. Não é possível executá-la no modo de entrada/saída matemática. u Memória de Funções [OPTN]-[FUNCMEM] A memória de funções é conveniente para o armazenamento temporário de expressões usadas com frequência. Para um armazenamento de longo prazo, recomendamos o uso do modo Graph para expressões e Program para programas. • {STORE}/{RECALL}/{fn}/{SEE} ... {armazenar função}/{recobrar função}/{especificação da área de função como nome de variável dentro de uma expressão}/{lista de função} u Para armazenar uma função Exemplo Para armazenar a função (A+B) (A–B) como memória de funções número 1 !m(SET UP)2(Line)J A(av(A)+al(B)) (av(A)-al(B)) K6(g)6(g)3(FUNCMEM) 1(STORE)bw JJJ • Se o número da memória de função que está recebendo uma função para armazenamento já estiver ocupado, a nova função substituirá a antiga. • É possível também usar a para armazenar uma função na memória de função em um programa. Neste caso, é necessário colocar a função entre aspas. 2-9 u Para recobrar uma função Exemplo Para recobrar o conteúdo da memória de função número 1 AK6(g)6(g)3(FUNCMEM) 2(RECALL)bw • A função recobrada é apresentada na tela onde estiver o cursor. u Para recobrar uma função como uma variável Adaav(A)w baal(B)w K6(g)6(g)3(FUNCMEM)3(fn) b+cw u Para exibir uma lista de funções disponíveis K6(g)6(g)3(FUNCMEM) 4(SEE) u Para apagar uma função Exemplo Para apagar o conteúdo da memória de função número 1 A K6(g)6(g)3(FUNCMEM) 1(STORE)bw • Executar a operação de armazenamento com a tela vazia apaga a função que estiver especificada na memória de funções. 2-10 k Função de Resposta A Função de Resposta armazena automaticamente o último resultado calculado, pressionando w (salvo se ocorrer um erro ao pressionar a tecla w). O resultado é armazenado na memória de resposta. • O valor máximo que a memória de resposta pode armazenar é de 15 dígitos para a mantissa e 2 dígitos para o expoente. • O conteúdo da memória de resposta não é apagado quando a tecla A é pressionada ou quando a calculadora é desligada. u Para usar o conteúdo da memória de resposta em cálculo Exemplo 123 + 456 = 579 789 – 579 = 210 Abcd+efgw hij-!-(Ans)w • Ao executar uma operação que atribua um valor a uma memória Alpha (tais como faal(B)w), os conteúdos da memória de resposta são atualizados no modo de entrada/saída matemática mas não no modo de entrada/saída linear. k Execução de Cálculos Contínuos A memória de resposta permite também usar o resultado de um cálculo como argumento no próximo cálculo. Exemplo 1÷3= 1÷3×3= Ab/dw (Continuação)*dw Os cálculos contínuos também podem ser usados com funções de tipo B (x2, x–1, x!, na página 2-3), +, –, ^(xy), x', ° ’ ”, etc. 2-11 3. Especificação da Unidade Angular e do Formato de Visualização Antes de efetuar um cálculo, é aconselhável usar a tela de Configuração para especificar a unidade angular e o formato de visualização. k Definição da Unidade Angular [SET UP]- [Angle] 1. Na tela de Configuração, selecione “Angle”. 2. Pressione a tecla de função da unidade angular desejada e pressione J. • {Deg}/{Rad}/{Gra} ... {graus}/{radianos}/{grados} • Abaixo está a relação entre graus, grados e radianos. 360° = 2π radianos = 400 grados 90° = π/2 radianos = 100 grados k Definição do Formato de Visualização [SET UP]- [Display] 1. Na tela de Configuração, selecione “Display”. 2. Pressione a tecla de função do item que deseja configurar e pressione J. • {Fix}/{Sci}/{Norm}/{Eng} ... {especificação da quantidade fixa de casas decimais}/ {especificação da quantidade de algarismos significativos}/{definição da visualização normal}/{modo de Engenharia} u Para especificar o número de casas decimais (Fix) Exemplo Para especificar duas casas decimais 1(Fix)cw Pressione a tecla numérica que corresponde à quantidade de casas decimais desejadas (n = 0 a 9). • Os valores apresentados são arredondados para a quantidade de casas decimais especificada. 2-12 u Para especificar a quantidade de algarismos significativos (Sci) Exemplo Para especificar três algarismos significativos 2(Sci)dw Pressione a tecla numérica que corresponde à quantidade de algarismos significativos desejada (n = 0 a 9). Ao escolher 0, a quantidade de algarismos significativos será 10. • Os valores apresentados são arredondados para a quantidade de algarismos significativos especificada. u Para especificar a visualização normal (Norm 1/Norm 2) Pressione 3(Norm) para alternar entre Norm 1 e Norm 2. Norm 1: 10–2 (0,01) > |x|, |x| >1010 Norm 2: 10–9 (0,000000001) > |x|, |x| >1010 u Para especificar a visualização de notação de engenharia (modo Eng) Pressione 4(Eng) para alternar entre a notação de engenharia e notação padrão. O indicador “/E” permanece na tela enquanto a notação de engenharia estiver ativa. É possível usar os seguintes símbolos para converter valores para a notação de engenharia, tal como 2.000 (= 2 × 103) → 2k. E (Exa) × 1018 m (mili) × 10–3 P (Peta) × 1015 μ (micro) × 10–6 T (Tera) × 1012 n (nano) × 10–9 G (Giga) × 109 p (pico) × 10–12 M (Mega) × 106 f (femto) × 10–15 k (quilo) × 103 • O símbolo de engenharia que faz da mantissa um valor entre 1 e 1000 é automaticamente selecionado pela calculadora quando a notação de engenharia está ativa. 2-13 4. Cálculos com Funções k Menus de Funções Esta calculadora inclui cinco menus de funções que dão acesso a funções científicas que não estão descritas no teclado. • O conteúdo do menu de funções difere de acordo com o modo escolhido no Menu Principal antes de a tecla K ter sido pressionada. Os exemplos seguintes mostram os menus de funções que aparecem no modo Run-Matrix ou Program. u Cálculos com Funções Hiperbólicas (HYPERBL) [OPTN]-[HYPERBL] • {sinh}/{cosh}/{tanh} ... {seno}/{coseno}/{tangente} hiperbólicos • {sinh–1}/{cosh–1}/{tanh–1} ... {seno}/{coseno}/{tangente} hiperbólicos inversos u Cálculos de Probabilidades/Distribuição (PROB) [OPTN]-[PROB] • {x!} ... pressione após ter digitado um valor para obter seu fatorial • {nPr}/{nCr} ... {permutação}/{combinação} • {RAND} ... {geração de número aleatório} • {Ran#}/{Int}/{Norm}/{Bin}/{List}/{Samp} ... {geração de número aleatório (0 a 1)}/{geração de número inteiro aleatório}/{geração de número aleatório de acordo com a distribuição normal com base no desvio médio e desvio padrão }/{geração de número aleatório de acordo com a distribuição binomial com base no número de tentativas n e probabilidade p}/{geração de número aleatório (0 a 1) e armazenamento do resultado em ListAns}/{geração de número aleatório (0 a 1) e armazenamento do resultado em ListAns}/{extração aleatória de elementos de dados de lista e armazenamento do resultado em ListAns} • {P(}/{Q(}/{R(} ... probabilidade normal {P(t)}/{Q(t)}/{R(t)} • {t(} ... {valor da variável normalizada t(x)} u Cálculos Numéricos (NUMERIC) [OPTN]-[NUMERIC] • {Abs} ... selecione este item e digite um valor para obter seu valor absoluto • {Int}/{Frac} ... selecione este item e digite um valor para extrair a parte {inteira}/{fracionária}. • {Rnd} ... arredonda o valor usado em cálculos internos para 10 alarismos significativos (para igualar o valor na memória de resposta) ou para a quantidade de casas decimais (Fix) e para a quantidade de algarismos significativos (Sci) especificadas • {Intg} ... selecione este item e digite um valor para obter o maior número inteiro que não seja maior do que o valor • {RndFix} ... arredonda o valor usado para os cálculos internos para os dígitos especificados (0 a 9) (consulte a página 2-2) • {GCD} ... {máximo divisor comum para dois valores} • {LCM} ... {mínimo múltiplo comum para dois valores} • {MOD} ... {resto da divisão (resto de saída quando n é dividido por m)} • {MOD_Exp} ... {resto quando a divisão é executada sobre um valor de potência (resto de saída quando n é elevado à potência p e depois dividido por m)} 2-14 u Unidade Angular, Conversão de Coordenadas, Operações Sexagesimais [OPTN]-[ANGLE] (ANGLE) • {°}/{r}/{g} ... {graus}/{radianos}/{grados} para um valor de entrada específico • {° ’ ”} ... especifica graus (horas), minutos, segundos quando se digita um valor de graus/ minutos segundos • {° ’ ”} ... converte valores decimais para valores em graus/minutos/segundos • A operação do menu {° ’ ”} está disponível apenas quando existe um resultado de um cálculo na tela. • {Pol(}/{Rec(} ... conversão de coordenadas {retangular para polar}/{polar para retangular} • {'DMS} ... converte um valor decimal para um valor sexagesimal u Símbolo de Engenharia (ENG-SYM) [OPTN]-[ENG-SYM] • {m}/{}/{n}/{p}/{f} ... {mili (10 )}/{micro (10 )}/{nano (10 )}/{pico (10 )}/{femto (10–15)} –3 –6 –9 –12 • {k}/{M}/{G}/{T}/{P}/{E} ... {quilo (103)}/{mega (106)}/{giga (109)}/{tera (1012)}/{peta (1015)}/ {exa (1018)} • {ENG}/{ENG} ... altera a casa decimal do valor apresentado em três dígitos para a {esquerda}/{direita} e {diminui}/{aumenta} o expoente em três. Ao usar a notação de engenharia, o símbolo de engenharia é devidamente alterado. • As operações dos menus {ENG} e {ENG} estão disponíveis apenas quando existir um resultado de um cálculo na tela. k Unidades Angulares • Assegure-se de selecionar “Comp” em “Mode” na tela de Configuração. Exemplo Operação Para converter 4,25 radianos para graus: 243,5070629 !m(SET UP)cccccc1(Deg)J 4.25K6(g)5(ANGLE)2(r)w 47,3° + 82,5rad = 4774,20181° 47.3+82.5K6(g)5(ANGLE)2(r)w 2°20´30˝ + 39´30˝ = 3°00´00˝ 2K6(g)5(ANGLE)4(° ’ ”) 204(° ’ ”) 30 4(° ’ ”)+04(° ’ ”)394(° ’ ”) 304(° ’ ”)w 5(° ’ ”) 2,255° = 2°15´18˝ 2.255K6(g)5(ANGLE)6(g)3('DMS)w 2-15 k Funções Trigonométricas e Trigonométricas Inversas • Assegure-se de configurar a unidade angular antes de efetuar cálculos com funções trigonométricas e trigonométricas inversas. π radianos = 100 grados) 2 • Assegure-se de selecionar “Comp” em “Mode” na tela de Configuração. (90° = Exemplo Operação 1 cos ( π rad) = (0,5) 3 2 !m(SET UP)cccccc2(Rad)J c'!5(π)c3w c(!5(π)/3)w 2 • sen 45° × cos 65° = 0,5976724775 !m(SET UP)cccccc1(Deg)J 2*s45*c65w*1 sen–10,5 = 30° (x quando senx = 0,5) !s(sin–1) 0.5*2w *1 * pode ser omitido. *2 Os zeros à esquerda não são necessários. k Funções Logarítmicas e Exponenciais • Assegure-se de selecionar “Comp” em “Mode” na tela de Configuração. Exemplo Operação log 1,23 (log101,23) = 0,08990511144 l1.23w log28 = 3 4(MATH)2(logab) 2e8w K4(CALC)6(g)4(logab) 2,8)w 101,23 = 16,98243652 (Para obter o antilogaritmo do logaritmo comum 1,23) !l(10x) 1.23w e4,5 = 90,0171313 !I(ex) 4.5w (Para obter o antilogaritmo do logaritmo natural 4,5) (–3)4 = (–3) × (–3) × (–3) × (–3) = 81 7 1 7 123 (= 123 ) = 1,988647795 (-3)M4w !M(x') 7e123w 7!M(x')123w • O modo de entrada/saída linear e o modo de entrada/saída matemática geram resultados diferentes quando duas ou mais potências são informadas em série, como: 2 M 3 M 2. 2 Modo de entrada/saída linear: 2^3^2 = 64 Modo de entrada/saída matemática: 23 = 512 Isto ocorre porque o modo de entrada/saída matemática trata internamente a entrada acima como: 2^(3^(2)). 2-16 k Funções Hiperbólicas e Hiperbólicas Inversas • Assegure-se de selecionar “Comp” em “Mode” na tela de Configuração. Exemplo Operação K6(g)2(HYPERBL)1(sinh) 3.6w senh 3,6 = 18,28545536 cosh–1 20 = 0,7953654612 15 K6(g)2(HYPERBL)5(cosh–1)'20c15w K6(g)2(HYPERBL)5(cosh–1)(20 /15)w k Outras Funções • Assegure-se de selecionar “Comp” em “Mode” na tela de Configuração. Exemplo Operação ' 2 +' 5 = 3,65028154 !x(') 2e+!x(') 5wf !x(') 2+!x(')5w (–3)2 = (–3) × (–3) = 9 (-3)xw 1 –––––– = 12 1 1 –– – –– 3 4 (3!)(x−1)-4!)(x−1) )!)(x−1)w 8! (= 1 × 2 × 3 × .... × 8) = 40320 8K6(g)3(PROB)1(x!)w 3 !((3') 36*42*49w !((3')(36*42*49)w 36 × 42 × 49 = 42 Qual é o valor absoluto do logaritmo comum de 3 ? 4 3 | log 4 | = 0,1249387366 4(MATH)3(Abs)l'3c4w K6(g)4(NUMERIC)1(Abs)l(3/4) w Qual é a parte inteira de – 3,5? K6(g)4(NUMERIC)2(Int)-3.5w –3 Qual é a parte decimal de – 3,5? – 0,5 K6(g)4(NUMERIC)3(Frac)-3.5w Qual é o número inteiro mais próximo que não excede – 3,5? K6(g)4(NUMERIC)5(Intg)-3.5w –4 2-17 k Geração de Número Aleatório (RAND) u Geração de Número Aleatório (0 a 1) (Ran#, RanList#) Ran# e RanList# geram números aleatórios de 10 dígitos, de forma aleatória ou sequencial de 0 a 1. Ran# cria um só número aleatório enquanto RanList# cria vários números aleatórios em forma de lista. Abaixo estão as sintaxes de Ran# e RanList#. Ran# [a] 1 0 1 < n < 999 • Omitindo um valor para n, gera-se um número aleatório no estado em que se encontrar. Ao especificar um valor para n, gera-se o número especificado de valores aleatórios em formato RanNorm# (, [,n]) de lista. Exemplo Operação RanNorm# (8, 68) (Gera aleatoriamente um valor do comprimento do corpo obtido de acordo com a distribuição normal de um grupo de crianças com idade inferior a um ano e com um coomprimento médio do corpo de 68 cm e desvio padrão de 8.) K6(g)3(PROB)4(RAND)3(Norm) 8,68)w RanNorm# (8, 68, 5) (Produz aleatoriamente os comprimentos do corpo de cinco crianças do exemplo acima apresentado, apresentando-os em formato de lista.) K6(g)3(PROB)4(RAND)3(Norm) 8,68,5)w u Geração de Número Aleatório de acordo com a Distribuição Binomial (RanBin#) Esta função gera números inteiros aleatórios de acordo com a distribuição binomial, com base em valores especificados para o número de tentativas n e probabilidade p. RanBin# (n, p [,m]) 1 < n < 100000 1 < m < 999 0 2'5+3'1'4w f 1 1 ––––– + ––––– = 6,066202547 × 10–4 *2 2578 4572 '1c2578e+'1c4572w
1'2578+1'4572w 1 –– × 0,5 = 0,25*3 2 '1c2e*.5w 1'2*.5w *1 As frações podem ser convertidas em valores decimais e vice-versa. *2 Quando o total de caracteres, incluindo o número inteiro, o numerador, o denominador e o delimitador, excedem 10, a fração é automaticamente exibida no formato decimal. *3 Cálculos que contêm frações e decimais são efetuados no formato decimal. • Ao pressionar a tecla !f(<), a fração visualizada alterna entre o formato de fração mista e de fração imprópria. k Cálculos de Notação de Engenharia Digite os símbolos de engenharia usando o menu de notação de engenharia. • Assegure-se de selecionar “Comp” em “Mode” na tela de Configuração. Exemplo Operação 999k (quilo) + 25k (quilo) = 1,024M (mega) !m(SET UP)ff4(Eng)J999K6(g)6(g) 1(ENG-SYM)6(g)1(k)+251(k)w 9 ÷ 10 = 0,9 = 900m (mili) = 0,9 9/10w K6(g)6(g)1(ENG-SYM)6(g)6(g)3(ENG)*1 = 0,0009k (quilo) = 0,9 = 900 m 3(ENG)*1 2(ENG)*2 2(ENG)*2 *1 Converte o valor exibido na unidade de engenharia mais alta, deslocando o ponto decimal três casas para a direita. *2 Converte o valor exibido na unidade de engenharia mais baixa, deslocando o ponto decimal três casas para a esquerda. 2-23 k Operadores Lógicos (AND, OR, NOT, XOR) [OPTN]-[LOGIC] O menu de operadores lógicos oferece opções de operadores lógicos. • {And}/{Or}/{Not}/{Xor} ... {AND lógico}/{OR lógico}/{NOT lógico}/{XOR lógico} • Assegure-se de selecionar “Comp” em “Mode” na tela de Configuração. Exemplo Qual é o AND lógico de A e B quando A = 3 e B = 2? A AND B = 1 Operação Tela 3aav(A)w 2aal(B)w av(A)K6(g)6(g) 4(LOGIC)1(And)al(B)w 1 u Sobre Operações Lógicas • Uma operação lógica produz sempre 0 ou 1 como resultado. • A tabela abaixo exibe todas as possibilidades produzidas pelas operações AND, OR e XOR. Valor ou Expressão A Valor ou Expressão B A AND B A OR B A XOR B A≠0 B≠0 1 1 0 A≠0 B=0 0 1 1 A=0 B≠0 0 1 1 A=0 B=0 0 0 0 • A tabela abaixo exibe os resultados produzidos pela operação NOT. Valor ou Expressão A NOT A A≠0 0 A=0 1 2-24 5. Cálculos Numéricos A seguir, são explicadas as operações de cálculos numéricos incluídas no menu de funções, que são apresentadas quando é a tecla K4(CALC) é pressionada. É possível efetuar os seguintes cálculos. • {Int÷}/{Rmdr}/{Simp} ... {quociente}/{resto}/{simplificação} • {Solve}/{d/dx}/{d2/dx2}/{∫dx}/{SolveN} ... {solução de igualdade}/{primeira derivada}/ {segunda derivada}/{integração}/{solução de função f(x)} • {FMin}/{FMax}/{Σ(}/{logab} ... {valor mínimo}/{valor máximo}/{suma}/{logaritmo logab} k Quociente de Número Inteiro ÷ Número Inteiro [OPTN]-[CALC]-[Int÷] A função “Int÷” pode ser usada para determinar o quociente quando um número inteiro é dividido por outro número inteiro. Exemplo Para calcular o quociente de 107 ÷ 7 AbahK4(CALC)6(g) 6(g)1(Int÷)h w k Resto de Número Inteiro ÷ Número Inteiro [OPTN]-[CALC]-[Rmdr] A função “Rmdr” pode ser usada para determinar o resto quando um número inteiro é dividido por outro número inteiro. Exemplo Para calcular o resto de 107 ÷ 7 AbahK4(CALC)6(g) 6(g)2(Rmdr)h w 2-25 k Simplificação [OPTN]-[CALC]-[Simp] A função “'Simp” pode ser usada para simplificar frações de forma manual. As seguintes operações podem ser usadas para efetuar a simplificação quando a tela exibir o resultado não simplificado de um cálculo. • {Simp} w ... Esta função simplifica automaticamente o resultado de cálculo exibido, usando o menor número primo disponível. O número primo usado e o resultado simplificado são exibidos na tela. • {Simp} n w ... Esta função efetua a simplificação de acordo com o divisor n especificado. De acordo com as configurações padrão, esta calculadora simplifica automaticamente os resultados de cálculos de frações antes de exibi-los. Antes de executar os exemplos abaixo, acesse a tela de Configuração para alterar a definição “Simplify” de “Auto” para “Manual” (página 1-38). • Se “a+bi” ou “r∠θ” constar da tela de Configuração do “Complex Mode”, os resultados de cálculos de frações serão sempre simplificados antes de serem exibidos, mesmo que a definição de “Simplify” esteja como “Manual”. • Caso se deseje simplificar as frações de forma manual (Simplify: Manual), certifique-se de que “Real” foi selecionado para a definição do “Complex Mode”. Exemplo 1 Para simplificar 15 60 5 1 15 = = 4 60 20 A'bfcgaw K4(CALC)6(g)6(g)3(Simp)w 3(Simp)w O valor “F=” é o divisor. 2-26 Exemplo 2 Para simplificar 27 especificando um divisor de 9 63 3 27 = 7 63 A'chcgdw K4(CALC)6(g)6(g)3(Simp)j w • Ocorrerá um erro se a simplificação não puder ser efetuada usando o divisor especificado. • Ao executar 'Simp durante a visualização de um valor de simplificação impossível, exibese o valor original, sem exibir “F=”. k Cálculos com a Fução Solve [OPTN]-[CALC]-[Solve] A sintaxe para usar a função Solve (resolução) em um programa é a seguinte. Solve( f(x), n, a, b) (a: limite inferior, b: limite superior, n: valor inicial estimado) Existem dois métodos diferentes de atribuição de dados que podem ser usados para cálculos com a função Solve: atribuição direta e atribuição de dados em tabela de variáveis. Com o método de atribuição direta, é possível atribuir valores às variáveis de forma direta. Este método é idêntico ao usado com o comando Solve no modo Program. A atribuição de dados a uma tabela de variáveis é usada com a função de resolução no modo Equation. Recomenda-se usar este método para a maioria das introduções da função de resolução normal. Caso não haja conversão da solução, ocorrerá um erro (Time Out). Consulte a página 4-4 para informações sobre cálculos com a função Solve. • Não é possível usar uma expressão de cálculo de segunda derivada, Σ, valor máximo/ mínimo ou Solve dentro de qualquer uma das funções acima. • Ao pressionar A durante o cálculo da função Solve (enquanto o cursor não estiver na tela) o cálculo é interrompido. k Resolução de uma Função f(x) [OPTN]-[CALC]-[SolveN] É possível usar o SolveN para uma função f(x) aplicando a análise numérica. A sintaxe de atribuição de valores é a seguinte. SolveN (lado esquerdo [=lado direito] [,variável] [, limite inferior, limite superior]) • É possível omitir o lado direito, a variável, o limite inferior e o limite superior. • “lado esquerdo [=lado direito]” é a expressão que se pretende resolver. As variáveis suportadas vão de A a Z, r e θ. Se for omitido o lado direito, a solução será efetuada usando o lado direito = 0. • A variável especifica a variável dentro da expressão que se pretende resolver (A a Z, r, θ). A omissão de uma especificação de variável faz com que X seja usado como a variável. 2-27 • O limite inferior e limite superior especificam o intervalo da solução. É possível atribuir um valor ou uma expressão como o intervalo. • As seguintes funções não podem ser usadas em nenhum dos argumentos. Solve(, d2/dx2(, FMin(, FMax(, Σ( Podem ser apresentados até 10 resultados de cálculos ao mesmo tempo no formato ListAns. • É apresentada a mensagem “No Solution” caso não haja solução. • É apresentada a mensagem “More solutions may exist.” caso possa existir outras soluções além das apresentadas pelo SolveN. Exemplo Para resolver x2 – 5x – 6 = 0 K4(CALC)5(SolveN) vx-fv-g)w J k Cálculos de Primeira Derivada [OPTN]-[CALC]-[d/dx] Para efetuar cálculos de primeira derivada, primeiro acesse o menu de análise de funções e, em seguida, informe os valores aplicando a seguinte sintaxe. K4(CALC)2(d/dx) f(x)ea ou 4(MATH)4(d/dx) f(x)ea K4(CALC)2(d/dx) f(x),a) a é o ponto para o qual pretende determinar a primeira derivada. d/dx ( f (x), a) ⇒ d f (a) dx A derivada é definida como: f (a + Ax) – f (a) f ' (a) = lim ––––––––––––– Ax→0 Ax 2-28 Nesta definição, infinitesimal é substituído por um Ax suficientemente baixo, com o valor próximo de f' (a) calculado da seguinte forma: f (a + Ax) – f (a) f ' (a) ––––––––––––– Ax Exemplo Para determinar a derivada em x = 3 da função y = x3 + 4x2 + x – 6 Digite a função f(x). AK4(CALC)2(d/dx)vMde+evx+v-ge Informe o ponto x = a para o qual deseja determinar a derivada. dw Uso de Cálculos de Primeira Derivada em uma Função de Gráficos • É possível omitir a entrada do valor a na sintaxe na página 2-28 com o uso do seguinte formato para o gráfico de primeira derivada: Y2 = d/dx (Y1). Neste caso, o valor da variável X é usado em vez do valor a. Precauções com Cálculos de Primeira Derivada • Na função f(x), apenas X pode ser usado como variável em expressões. Outras variáveis (de A a Z, com exceção de X, r, ) são tratadas como constantes, e o valor atualmente atribuído para essa variável é aplicado durante o cálculo. • Ao pressionar A durante o cálculo de uma primeira derivada (enquanto o cursor não estiver na tela) o cálculo é interrompido. • Resultados imprecisos podem ser causados pelo seguinte: - pontos descontínuos nos valores de x - mudanças extremas nos valores de x - inclusão do ponto máximo local e ponto mínimo local nos valores de x - inclusão do ponto de inflexão nos valores de x - inclusão de pontos não diferenciáveis nos valores de x - resultados de cálculos de primeira derivada que se aproximam de zero • Use sempre radianos (modo Rad) como a unidade angular ao executar primeiras derivadas trigonométricas. • Não é possível usar uma expressão de cálculo de primeira derivada, segunda derivada, integração, Σ, valor máximo/mínimo, Solve ou RndFix dentro de um termo de cálculo de primeira derivada. 2-29 k Cálculos de Segunda Derivada [OPTN]-[CALC]-[d2/dx2] Após visualizar o menu de análise de funções, é possível atribuir segundas derivadas aplicando a seguinte sintaxe. K4(CALC)3(d2/dx2) f(x)ea ou 4(MATH)5(d2/dx2) f(x)ea K4(CALC)3(d2/dx2) f(x),a) a é o ponto para o qual pretende determinar a segunda derivada. d 2 ( f (x), a) d2 ––– ⇒ –––2 f (a) 2 dx dx Os cálculos de segundas derivadas produzem um valor de derivada aproximado que usa a fórmula a seguir, que se baseia na interpretação do polinômio de Newton. f ''(a) = 2 f(a + 3h) – 27 f(a + 2h) + 270 f(a + h) – 490 f(a) + 270 f(a – h) – 27 f(a –2h) + 2 f(a – 3h) 180h2 Nesta expressão, os valores para os “incrementos suficientemente baixos de h” são aplicados para obter um valor que se aproxima de f"(a). Exemplo Para determinar a segunda derivada em x = 3 da função y = x3 + 4x2 + x – 6 Digite a função f(x). AK4(CALC)3(d2/dx2)vMde+evx+v-ge Atribua 3 ao ponto a, que é o ponto de derivada. dw Uso de Cálculos de Segundas Derivadas em uma Função de Gráficos É possível omitir a entrada do valor a na sintaxe acima com o uso do seguinte formato para o gráfico de segunda derivada: Y2 = d2/dx2 (Y1). Neste caso, o valor da variável X é usado em vez do valor a. Precauções com Cálculos de Segundas Derivadas As precauções que se aplicam ao cálculo de primeira derivada também se aplicam a um cálculo de segunda derivada (consulte a página 2-29). 2-30 [OPTN]-[CALC]-[∫dx] k Cálculos de Integração Para efetuar cálculos de intregação, primeiro acesse o menu de análise de funções e, em seguida, informe os valores aplicando a seguinte sintaxe. K4(CALC)4(∫dx) f(x)e a f b ou 4(MATH)6(g)1(∫dx) f(x)e a f b K4(CALC)4(∫dx) f(x) , a , b , tol ) (a: limite inferior, b: limite superior, tol: tolerância) ∫( f(x), a, b, tol) ⇒ ∫a f(x)dx b Calcula-se a área de ∫ b a f(x)dx Como ilustrado na figura acima, os cálculos de integração são efectuados calculando valores de integração de a a b para a função y = f (x), onde a < x < b e f (x) > 0. Na verdade, este método calcula a área de superfície da área sombreada na ilustração. Exemplo 1 Para efetuar o cálculo de integração para a função descrita abaixo, com a tolerância de “tol” = 1 × 10–4 ∫ 5 1 (2x2 + 3x + 4) dx • Modo de entrada/saída matemática K4(CALC)4(∫dx)cvx+ dv+eebffw • Modo de entrada/saída linear Digite a função f (x). AK4(CALC)4(∫dx)cvx+dv+e, Digite o limite inferior, limite superior e o valor de tolerância. b,f,b5-e)w 2-31 Exemplo 2 Se a configuração da unidade angular é em graus, o cálculo da integração de funções trigonométricas é executado utilizando radianos (Unidade angular = Deg) Exemplos Cálculo Resultado Visualização Observe os seguintes pontos para garantir valores de integração corretos. (1) Quando as funções cíclicas para os valores de integração se tornam positivas ou negativas para as diferentes divisões, efetue o cálculo em ciclos simples ou divida entre negativo e positivo e, em seguida, some os resultados. Parte positiva (S) Parte negativa (S) ∫ b a f(x)dx = ∫ c a f(x)dx + Parte positiva (S) ∫ b c f(x)dx Parte negativa (S) (2) Quando pequenas flutuações nas divisões da integração produzirem grandes flutuações nos valores de integração, calcule as divisões da integração separadamente (divida as áreas de grande flutuação em divisões menores) e some os resultados. ∫ b a f(x)dx = ∫ x a 1 f(x)dx + ∫ x 2 x 1 f(x)dx +.....+ ∫ b x f(x)dx 4 • Ao pressionar A durante o cálculo de uma integral (enquanto o cursor não estiver na tela) o cálculo é interrompido. • Use sempre radianos (modo Rad) como a unidade angular ao executar integrações trigonométricas. • Caso o valor de tolerância não seja satisfeito, ocorrerá um erro (Time Out). 2-32 Precauções com Cálculos de Integração • Na função f(x), apenas X pode ser usado como variável em expressões. Outras variáveis (de A a Z, com exceção de X, r, ) são tratadas como constantes, e o valor ora atribuído para essa variável é aplicado durante o cálculo. • É possível omitir a atribuição da “tol” e o parêntese de fechamento. Caso a “tol” seja omitida, a calculadora automaticamente usa um valor padrão de 1 × 10–5. • Os cálculos de integração podem demorar algum tempo para serem finalizados. • Não é possível usar uma expressão de cálculo de primeira derivada, segunda derivada, integração, Σ, valor máximo/mínimo, Solve ou RndFix dentro de um termo de cálculo de integração. • No modo de entrada/saída matemática, o valor de tolerância é fixado em 1 × 10–5 e não pode ser alterado. k Cálculos de Σ [OPTN]-[CALC]-[Σ(] Para efetuar cálculos de Σ, primeiro acesse o menu de análise de funções e, em seguida, informe os valores aplicando a seguinte sintaxe. K4(CALC)6(g)3(Σ( ) ak e k e α e β ou 4(MATH)6(g)2(Σ( ) ak e k e α e β K4(CALC)6(g)3(Σ( ) ak , k , α , β , n ) Σ (a k, k, α, β, n) = β Σ a =a k k=α α + aα +1 +........+ aβ (n: distância entre partições) Exemplo Para calcular o seguinte: 6 Σ (k 2 – 3k + 5) k=2 Use n = 1 como a distância entre partições. AK4(CALC)6(g)3(Σ( )a,(K) x-da,(K)+fe a,(K)ecegw Precauções com Cálculos de Σ • O valor da variável especificada muda durante um cálculo de Σ. Certifique-se de manter um registo escrito dos valores das variáveis especificadas que possam ser posteriormente necessários para efetuação do cálculo. • Pode-se usar apenas uma variável na função para informar a sequência ak. 2-33 • Informe números inteiros apenas para os termos inicial (α) e final (β) da sequencia ak. • É possível omitir a atribuição de n e o parêntese de fechamento. Caso n seja omitido, a calculadora automaticamente usa um valor padrão de n = 1. • Certifique-se de que o valor usado como termo final β é maior do que o valor usado como termo inicial α. Caso contrário, ocorrerá um erro. • Para interromper um cálculo de Σ em andamento (indicado quando o cursor não está na tela), pressione a tecla A. • Não é possível usar uma expressão de cálculo de primeira derivada, segunda derivada, integração, Σ, valor máximo/mínimo, Solve ou RndFix dentro de um termo de cálculo de Σ. • No modo de entrada/saída matemática, a distância entre as partições (n) é fixada em 1 e não pode ser alterada. k Cálculos de Valor Máximo/Mínimo [OPTN]-[CALC]-[FMin]/[FMax] Após visualizar o menu de análise de funções, é possível informar cálculos de valores máximos/ mínimos usando os formatos descritos abaixo, e resolver os valores máximos e mínimos de uma função dentro de um intervalo a < x < b. u Valor Mínimo K4(CALC)6(g)1(FMin) f (x) , a , b , n ) (a: ponto inicial do intervalo, b: ponto final do intervalo, n: precisão (n = 1 a 9)) u Valor Máximo K4(CALC)6(g)2(FMax) f (x), a , b , n ) (a: ponto inicial do intervalo, b: ponto final do intervalo, n: precisão (n = 1 a 9)) Exemplo Para determinar o valor mínimo para o intervalo definido pelo ponto inicial a = 0 e ponto final b = 3, com uma precisão de n = 6 para a função y = x2 – 4x + 9 Digite f (x). AK4(CALC)6(g)1(FMin)vx-ev+j, Digite o intervalo a = 0, b = 3. a,d, Digite a precisão n = 6. g)w • Na função f (x), apenas X pode ser usado como variável em expressões. Outras variáveis (de A a Z, com exceção de X, r, ) são tratadas como constantes, e o valor ora atribuído para essa variável é aplicado durante o cálculo. 2-34 • É possível omitir a atribuição de n e o parêntese de fechamento. • Pontos descontínuos ou seções com flutuações drásticas podem afetar adversamente a precisão ou até mesmo causar um erro. • Aumenta-se a precisão do cálculo quando um valor maior para n é atribuído, entretanto, aumenta-se também o tempo necessário para sua efetuação. • O valor atribuído ao ponto final do intervalo (b) deve ser maior que o valor atribuído para o ponto inicial (a). Caso contrário, ocorrerá um erro. • É possível interromper um cálculo de valor máximo/mínimo pressionando a tecla A. • É possível atribuir um número inteiro entre 1 e 9 para o valor de n. O uso de um valor fora deste intervalo causa um erro. • Não é possível usar uma expressão de cálculo de primeira derivada, segunda derivada, integração, Σ, valor máximo/mínimo, Solve ou RndFix dentro de um termo de cálculo de valor máximo/mínimo. 6. Cálculos com Números Complexos É possível efetuar somas, subtrações, multiplicações, divisões, cálculos com parênteses, cálculos de funções e cálculos de memória com números complexos tal como se efetua os cálculos manuais descritos nas páginas 2-1 a 2-17. • O intervalo de entrada/saída dos números complexos normalmente suporta 10 dígitos para a mantissa e 2 dígitos para o expoente. • As seguintes funções podem ser usadas com números complexos. ', x2, x–1, ^(xy), 3', x', ln, log, logab, 10x, ex, Int, Frac, Rnd, Intg, RndFix(, Fix, Sci, ENG, ENG, ° ’ ”, ° ’ ”, ab/c, d/c É possível selecionar o modo de cálculo com números complexos, modificando o item “Complex Mode” na tela de Configuração para uma das seguintes definições. • {Real} ... Apenas cálculos no intervalo de números reais*1 • {a+bi} ... Realiza cálculos com números complexos e exibe o resultado na forma retangular • {r∠} ... Realiza cálculos com números complexos e exibe o resultado na forma polar*2 *1 No entanto, quando há um número imaginário no argumento, o cálculo com números complexos é efetuado e o resultado é exibido usando a forma retangular. Exemplos: ln 2i = 0,6931471806 + 1,570796327i ln 2i + ln (– 2) = (Non-Real ERROR) *2 O intervalo de visualização de depende da unidade antular especificada no item “Angle” na tela de Configuração. • Deg ... –180 < < 180 • Rad ... – π < < π • Gra ... –200 < < 200 2-35 Pressione K3(COMPLEX) para visualizar o menu de cálculo com números complexos, que inclui os seguintes itens. • {i} ... {atribuição de unidade imaginária i} • {Abs}/{Arg} ... obtém {valor absoluto}/{argumento} • {Conjg} ... {obtém o valor do conjugado} • {ReP}/{ImP} ... extração da parte {real}/{imaginária} • {'r∠}/{'a+bi} ... converte o resultado na forma {polar}/{retangular} • É possível também usar !a(i) em vez de K3(COMPLEX)1(i). • Soluções obtidas pelos modos Real, a+bi e r∠ são diferentes para os cálculos de raiz de potência (x') quando x < 0 e y = m/n quando n é um número ímpar. Exemplo: 3x' (– 8) = – 2 (Real) = 1 + 1,732050808i (a+bi) = 2∠60 (r∠, modo Deg) • Para inserir o operador “ ∠ ” na expressão de coordenadas polares (r∠), pressione !v(∠). k Operações Aritméticas [OPTN]-[COMPLEX]-[i] As operações aritméticas são as mesmas usadas para os cálculos manuais. É possível também usar parênteses e memória. Exemplo (1 + 2i) + (2 + 3i) AK3(COMPLEX) (b+c1(i)) +(c+d1(i))w k Recíprocos, Raízes Quadradas e Quadrados Exemplo (3 + i) AK3(COMPLEX) !x(')(d+1(i))w 2-36 k Formato de Número Complexo Usando a Forma Polar Exemplo 2∠30 × 3∠45 = 6∠75 !m(SET UP)cccccc 1(Deg)c3(r∠)J Ac!v(∠)da*d !v(∠)efw k Valor Absoluto e Argumento [OPTN]-[COMPLEX]-[Abs]/[Arg] A calculadora considera um número complexo na forma a + bi como uma coordenada em um plano gaussiano e calcula o valor absoluto⎮Z ⎮e o argumento (arg). Exemplo Para calcular o valor absoluto (r) e o argumento () para o número complexo 3 + 4i, com a unidade angular especificada para graus Eixo imaginário Eixo real AK3(COMPLEX)2(Abs) d+e1(i)w (Cálculo do valor absoluto) AK3(COMPLEX)3(Arg) (d+e1(i))w (Cálculo do argumento) • O resultado do cálculo do argumento varia de acordo com a unidade angular (graus, radianos, grados) que estiver definida. 2-37 k Números Complexos Conjugados [OPTN]-[COMPLEX]-[Conjg] Um número complexo da forma a + bi torna-se um número complexo conjugado da forma a – bi. Exemplo Para calcular o número complexo conjugado para o número complexo 2 + 4i AK3(COMPLEX)4(Conjg) (c+e1(i))w k Extração das Partes Imaginária e Real [OPTN]-[COMPLEX]-[ReP]/[lmP] Aplique o procedimento abaixo para extrair a parte real a e a parte imaginária b de um número complexo da forma a + bi. Exemplo Para extrair as partes imaginária e real do número complexo 2 + 5i AK3(COMPLEX)6(g)1(ReP) (c+f6(g)1(i))w (Extração da parte real) AK3(COMPLEX)6(g)2(ImP) (c+f6(g)1(i))w (Extração da parte imaginária) k Transformação da Forma Polar e Retangular [OPTN]-[COMPLEX]-['r∠]/['a+bi] Aplique o procedimento abaixo para transformar um número complexo apresentado na forma retangular para a forma polar e vice-versa. Exemplo Para transformar a forma retangular do número complexo 1 + ' 3 i para sua forma polar !m(SET UP)cccccc 1(Deg)c2(a+bi)J Ab+(!x(')de) K3(COMPLEX)1(i)6(g) 3('r∠θ)w Ac!v(∠)ga K3(COMPLEX)6(g)4('a+bi)w 2-38 7. Cálculos Binários, Octais, Decimais e Hexadecimais com Números Inteiros É possível usar o modo Run-Matrix e as configurações binária, octal, decimal e hexadecimal para efetuar cálculos que envolvam valores binários, octais, decimais e hexadecimais. É possível também fazer conversões entre sistemas numéricos e efetuar operações bitwise. • Não é possível usar as funções científicas em cálculos binários, octais, decimais e hexadecimais. • Somente números inteiros podem ser usados em cálculos binários, octais, decimais e hexadecimais, ou seja, valores fracionários não são permitidos. Ao digitar um valor que inclua uma parte decimal, a calculadora a corta automaticamente. • Ao tentar digitar um valor que seja inválido para o sistema numérico (binário, octal, decimal, hexadecimal) em uso, a calculadora dispara uma mensagem de erro. Os seguintes números podem ser usados em cada sistema numérico. Binário: 0, 1 Octal: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Decimal: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 Hexadecimal: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, A, B, C, D, E, F • Valores binários, octais e hexadecimais negativos são obtidos usando os dois complementos do valor original. • A capacidade de visualização de cada um dos sistemas numéricos é: Sistema Numérico Binário Octal Decimal Hexadecimal Capacidade de Visualização 16 dígitos 11 dígitos 10 dígitos 8 dígitos • Os caracteres alfabéticos usados nos números hexadecimais são apresentados de modo diferente na tela para poderem ser distinguidos dos caracteres de texto. Texto Normal A B C D E F v l I s c t Valores Hexadecimais Teclas • Os intervalos de cálculo para cada sistema numérico são os seguintes: Valores Binários Positivo: 0 < x < 111111111111111 Negativo: 1000000000000000 < x < 1111111111111111 Valores Octais Positivo: 0 < x < 17777777777 Negativo: 20000000000 < x < 37777777777 Valores Decimais Positivo: 0 < x < 2147483647 Negativo: –2147483648 < x < –1 Valores Hexadecimais Positivo: 0 < x < 7FFFFFFF Negativo: 80000000 < x < FFFFFFFF 2-39 k Seleção de um Sistema Numérico É possível especificar decimal, hexadecimal, binário ou octal como o sistema numérico através da tela de Configuração. u Para efetuar um cálculo binário, octal, decimal ou hexadecimal [SET UP]-[Mode]-[Dec]/[Hex]/[Bin]/[Oct] 1. No Menu Principal, selecione Run-Matrix. 2. Pressione !m(SET UP). Selecione “Mode” e, em seguida, especifique o sistema numérico padrão pressionando 2(Dec), 3(Hex), 4(Bin) ou 5(Oct). 3. Pressione J para mudar para a tela de digitação do cálculo. Assim, aparece um menu de funções com os seguintes itens. • {d~o}/{LOGIC}/{DISPLAY} ... menu de {especificação de sistema numérico}/{operação bitwise}/{conversão decimal/hexadecimal/binária/octal} u Para especificar um sistema numérico para um valor de entrada É possível especificar um sistema numérico para cada valor de entrada. Pressione 1(d~o) para visualizar um menu de símbolos do sistema numérico. Pressione a tecla de função correspondente ao símbolo desejado e digite o valor. • {d}/{h}/{b}/{o} ... {decimal}/{hexadecimal}/{binário}/{octal} u Para digitar valores de sistemas numéricos mistos Exemplo Para digitar 12310, quando o sistema numérico padrão é hexadecimal !m(SET UP) Selecione “Mode” e pressione 3(Hex) J. A1(d~o)1(d)bcdw k Valores Negativos e Operações Bitwise Pressione 2(LOGIC) para visualizar um menu de operadores de negação e bitwise. • {Neg} ... {negação}*1 • {Not}/{and}/{or}/{xor}/{xnor} ... {NOT}*2/{AND}/{OR}/{XOR}/{XNOR}*3 *1 complemento de dois *2 complemento de um (complemento bitwise) *3 AND bitwise, OR bitwise, XOR bitwise, XNOR bitwise 2-40 u Valores Negativos Exemplo Para determinar o negativo de 1100102 !m(SET UP) Selecione “Mode” e pressione 4(Bin) J. A2(LOGIC)1(Neg) bbaabaw • Os valores binários, octais e hexadecimais negativos são produzidos tomando o complemento de dois binário e, em seguida, devolvendo o resultado à base original de numeração. Com a base de numeração decimal, os valores negativos são visualizados com o sinal de menos. u Operações Bitwise Exemplo Para digitar e efetuar “12016 and AD16” !m(SET UP) Selecione “Mode” e pressione 3(Hex) J. Abca2(LOGIC) 3(and)ADw k Transformação do Sistema Numérico Pressione 3(DISPLAY) para visualizar um menu das funções de transformação do sistema numérico. • {'Dec}/{'Hex}/{'Bin}/{'Oct} ... transformação do valor apresentado no seu equivalente {decimal}/{hexadecimal}/{binário}/{octal} u Para converter um valor apresentado de um sistema numérico para outro Exemplo Para converter 2210 (sistema numérico padrão) para seu valor binário ou octal A!m(SET UP) Selecione “Mode” e pressione 2(Dec) J. 1(d~o)1(d)ccw J3(DISPLAY)3('Bin)w 4('Oct)w 2-41 8. Cálculos com Matrizes No Menu Principal, entre no modo Run-Matrix, e pressione 3('MAT/VCT) para efetuar cálculos com matrizes. É possível efetuar as seguintes operações com matrizes através das 26 memórias de matrizes (Mat A a Mat Z) e de uma Memória de Resposta de Matriz (MatAns). • Soma, subtração, multiplicação • Cálculos de multiplicação escalar • Cálculos com determinantes • Transposição de matrizes • Inversão de matrizes • Matriz quadrada • Elevar uma matriz a uma potência específica • Cálculos de valor absoluto, extração da parte inteira, extração da parte fracionária, número inteiro máximo • Introdução de números complexos em elementos matriciais e uso de funções relacionadas com números complexos • Modificação de matrizes usando comandos matriciais É possível especificar até 999 linhas e 999 colunas para uma matrix. Importante! • É possível atribuir tanto caixa alta X (a+(X)) quanto caixa baixa x (v) para a memória de matrizes “Mat X”. Tanto “Mat X” quanto “Mat x” se referem à mesma área da memória. Sobre a Memória de Resposta de Matrizes (MatAns) A calculadora armazena automaticamente os resultados dos cálculos com matrizes na Memória de Resposta de Matrizes. Considere os seguintes pontos sobre a Memória de Resposta de Matrizes. • Sempre que for efetuado um cálculo com matrizes, o conteúdo da Memória de Resposta de Matrizes é substituído pelo resultado novo. O conteúdo anterior é eliminado e não pode ser recuperado. • Acrescentar valores em uma matriz não afeta o conteúdo da Memória de Resposta de Matrizes. • Quando um resultado de cálculo de matriz é m (linhas) × 1 (coluna) ou 1 (linha) × n (colunas), o resultado do cálculo também é armazenado na Memória de Resposta do Vetor (VctAns). k Digitação e Edição de Matrizes Pressione 3('MAT/VCT) para exibir a tela do Editor de Matrizes. Use o Editor de Matrizes para digitar e editar matrizes. m × n … m (linha) × n (coluna) da matriz None… nenhuma matriz pré-configurada 2-42 • {DELETE}/{DEL-ALL} ... apaga {um matriz específica}/{todas as matrizes} • {DIM} ... especifica as dimensões da matriz (número de células) • {CSV} ... armazena uma matriz como um arquivo CSV e importa o conteúdo do arquivo CSV para uma das memórias de matrizes (Mat A a Mat Z, e MatAns) (página 2-48) • {M⇔V} ... exibe a tela do Editor de Vetores (página 2-60) u Criação de uma Matriz Para criar uma matriz, é necessário primeiro definir suas dimensões (tamanho) no Editor de Matrizes. Somente depois disso será possível atribuir valores a ela. u Para especificar as dimensões (tamanho) de uma matriz Exemplo Para criar uma matriz com 2 linhas × 3 colunas na área Mat B Selecione Mat B. c 3(DIM) (Este passo pode ser omitido.) Especifique o número de linhas. cw Especifique o número de colunas. dw w • Todas as células de uma matriz nova contêm o valor 0. • A alteração das dimensões de uma matriz apaga seus conteúdos correntes. • Se após as dimensões terem sido informadas surgir o erro “Memory ERROR” próximo ao nome da área da matriz, significará que não há memória livre suficiente para criar a matriz desejada. u Para atribuir valores às células Exemplo Para inserir os seguintes dados na Matriz B: 1 2 3 4 5 6 A seguinte operação é uma continuação do cálculo de exemplo da página anterior. bwcwdw ewfwgw (Os dados são inseridos na célula selecionada. Sempre que a tecla w for pressionada, a seleção se move para a célula à direita.) 2-43 • Os valores das células exibem até seis dígitos de números inteiros positivos e até cinco dígitos de números inteiros negativos (um dos dígitos é usado para o sinal negativo). Os valores exponenciais são mostrados com até 2 dígitos para o expoente. Os valores fracionários não são visualizados. u Como Apagar Matrizes É possível apagar uma matriz específica ou todas as matrizes que estiverem na memória. u Para apagar uma matriz específica 1. Com o Editor de Matrizes na tela, use f e c para selecionar a matriz que se deseja apagar. 2. Pressione 1(DELETE). 3. Pressione 1(Yes) para apagar a matriz ou 6(No) para cancelar a operação sem apagar nada. u Para apagar todas as matrizes 1. Com o Editor de Matrizes na tela, pressione 2(DEL-ALL). 2. Pressione 1(Yes) para apagar todas as matrizes ou 6(No) para cancelar a operação sem eliminar nada. k Operações com Células de Matrizes Aplique o seguinte procedimento para preparar uma matriz para operações com células. 1. Com o Editor de Matrizes na tela, use f e c para selecionar o nome da matriz que se deseja usar. É possível avançar para uma matriz específica digitando a letra que corresponde ao nome da matriz. Digitar ai(N), por exemplo, avança para Mat N. Pressionar !-(Ans) avança para a memória atual de matrizes. 2. Pressione w para aparecer o menu de funções com os seguintes itens. • {ROW-OP} ... {menu de operação com linhas} • {ROW} • {DELETE}/{INSERT}/{ADD} ... {apagar}/{inserir}/{adicionar} linhas • {COLUMN} • {DELETE}/{INSERT}/{ADD} ... {apagar}/{inserir}/{adicionar} colunas • {EDIT} ... {tela de edição de células} Todos os exemplos seguintes usam a Matriz A. 2-44 u Cálculos com Linhas O menu seguinte surge sempre que a tecla 1(ROW-OP) é pressionada enquanto estiver na tela uma matriz que tenha sido acessada. • {SWAP} ... {troca de linha} • { Row} ... {produto de um escalar e uma linha específica} • { Row+} ... {soma de uma linha e o produto de um escalar e de uma linha específica} • {Row+} ... {soma de uma linha específica com outra linha} u Para trocar duas linhas Exemplo Para trocar as linhas dois e três da seguinte matriz: Todos os exemplos de operações são efetuados usando a seguinte matriz. Matriz A = 1 2 3 4 5 6 1(ROW-OP)1(SWAP) Informe o número das linhas que se deseja trocar. cwdww u Para calcular a multiplicação escalar de uma linha Exemplo Para calcular o produto da linha 2 e do escalar 4 1(ROW-OP)2( Row) Informe o valor do multiplicador.* ew Especifique o número da linha. cww * Um número complexo também pode ser atribuído ao valor do multiplicador (k). 2-45 u Para calcular a multiplicação escalar de uma linha e adicionar o resultado a outra linha Exemplo Para calcular o produto da linha 2 e do escalar 4 e, em seguida, adicionar o resultado à linha 3 1(ROW-OP)3( Row+) Informe o valor do multiplicador.* ew Especifique o número da linha cujo produto deve ser calculado. cw Especifique o número da linha ao qual o resultado deve ser somado. dww * Um número complexo também pode ser atribuído ao valor do multiplicador (k). u Para somar duas linhas em conjunto Exemplo Para somar a linha 2 à linha 3 1(ROW-OP)4(Row+) Especifique o número da linha a ser somada. cw Especifique o número da linha à qual se vai somar. dww u Operações com Linhas • {DELETE} ... {apagar linha} • {INSERT} ... {inserir linha} • {ADD} ... {adicionar linha} u Para apagar uma linha Exemplo Para apagar a linha 2 2(ROW)c 1(DELETE) 2-46 u Para inserir uma linha Exemplo Para inserir uma nova linha entre as linhas um e dois 2(ROW)c 2(INSERT) u Para adicionar uma linha Exemplo Para adicionar uma nova linha abaixo da linha 3 2(ROW)cc 3(ADD) u Operações com Colunas • {DELETE} ... {apagar coluna} • {INSERT} ... {inserir coluna} • {ADD} ... {adicionar coluna} u Para apagar uma coluna Exemplo Para apagar a coluna 2 3(COLUMN)e 1(DELETE) 2-47 k Transferência de Dados entre Matrizes e Arquivos CSV É possível importar o conteúdo de um arquivo CSV armazenado na calculadora ou transferido de um computador para uma das memórias da matrizes (Mat A a Mat Z, e Mat Ans). É possível também salvar o conteúdo de uma das memórias de matrizes (Mat A a Mat Z, e MatAns) como um arquivo CSV. u Para importar o conteúdo de um arquivo CSV para uma memória de matrizes 1. Prepare o arquivo CSV que se deseja importar. • Consulte “Requisitos para Importação de Arquivos CSV” (página 3-18). 2. Com o Editor de Matrizes na tela, use f e c para selecionar o nome da matriz para a qual se deseja importar o conteúdo do arquivo CSV. • Caso a matriz selecionada já contenha dados, a realização dos passos a seguir fará com que os dados recém-importados do arquivo CSV substituam os dados antigos da matriz. 3. Pressione 4(CSV)1(LOAD). 4. Na caixa de diálogos de seleção de arquivos que aparecer, use f e c para selecionar o arquivo que se deseja importar e pressione w. • Assim, ocorre a importação do conteúdo do arquivo CSV selecionado para a memória de matrizes. Importante! A tentativa de importar os seguintes tipos de arquivos CSV causará um erro. • Um arquivo CSV que inclua dados que não puderam ser convertidos. Neste caso, uma mensagem de erro aparecerá mostrando o local no arquivo CSV (Exemplo: linha 2, coluna 3) em que estão os dados que não puderam ser convertidos. • Um arquivo CSV com mais de 999 colunas ou 999 linhas. Neste caso, ocorrerá um erro “Invalid Data Size”. u Para salvar o conteúdo de uma matriz como um arquivo CSV 1. Com o Editor de Matrizes na tela, use f e c para selecionar o nome da matriz cujo conteúdo se deseja salvar como um arquivo CSV. 2. Pressione 4(CSV)2(SAVE • AS). • Surge uma tela de seleção de pastas. 3. Selecione a pasta na qual se deseja salvar o arquivo CSV. • Para armazenar o arquivo CSV no diretório raiz, selecione “ROOT”. • Para armazenar o arquivo CSV em uma pasta, use f e c para selecionar a pasta desejada e pressione 1(OPEN). 4. Pressione 1(SAVE • AS). 5. Digite um nome de arquivo com até oito caracteres e pressione w. 2-48 Importante! • Ao salvar os dados de uma matriz em um arquivo CSV, parte dos dados é convertida conforme a descrição abaixo. - Dados de números complexos: Apenas a parte real do número é extraída. - Dados fracionários: Convertido para formato de linha de cálculo (Exemplo: 2{3{4 → =2+3/4) - Dados ' e π: Convertido para um valor decimal (Exemplo: ' 3 → 1.732050808) u Para especificar o símbolo delimitador e o ponto decimal do arquivo CSV Com o Editor de Matrizes na tela, pressione 4(CSV)3(SET) para mostrar a tela de configurações do formato CSV. Depois, aplique o procedimento a partir do passo 3 em “Para especificar o Símbolo Delimitador e o Ponto Decimal do Arquivo CSV” (página 3-20). k Modificação de Matrizes Usando Comandos de Matrizes [OPTN]-[MAT/VCT] u Para visualizar os comandos de matrizes 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Run-Matrix. 2. Pressione K para exibir o menu de opções. 3. Pressione 2(MAT/VCT) para exibir o menu de comando de matrizes. Segue a descrição apenas dos itens do menu de comando de matrizes que são usados para criá-las e alimentá-las com dados. • {Mat} ... {comando Mat (especificação de matriz)} • {Mat→Lst} ... {comando Mat→List (atribui conteúdo da coluna selecionada a uma lista)} • {Augment} ... {comando Augment (liga duas matrizes)} • {Identity} ... {comando Identity (atribuição da matriz de identidade)} • {Dim} ... {comando Dim (verificação da dimensão)} • {Fill(} ... {comando Fill (valores de células idênticas)} • É possível também usar !c(Mat) em vez de K2(MAT/VCT)1(Mat). 2-49 u Formato de Entrada de Dados de Matriz [OPTN]-[MAT/VCT]-[Mat] ... ... ... Abaixo está o formato que deve ser usado na entrada de dados para a criação de uma matriz usando o comando Mat. a11 a12 ... a1n a21 a22 ... a2n = [ [a11, a12, ..., a1n] [a21, a22, ..., a2n] .... [am1, am2, ..., amn] ] am1 am2 ... amn → Mat [letra A a Z] Exemplo Para inserir os seguintes dados na Matriz A: 1 3 5 2 4 6 !+( [ )!+( [ )b,d,f !-( ] )!+( [ )c,e,g !-( ] )!-( ] )aK2(MAT/VCT) 1(Mat)av(A) w • O valor máximo tanto de m quanto de n é 999. • Ocorre um erro se a memória ficar cheia durante a entrada de dados. • É possível também usar o formato anterior em um programa que insere dados na matriz. u Para atribuir uma matriz de identidade [OPTN]-[MAT/VCT]-[Identity] Use o comando Identity para criar uma matriz de identidade. Exemplo Para criar uma matriz de identidade de 3 × 3 como Matriz A K2(MAT/VCT)6(g)1(Identity) da6(g)1(Mat)av(A)w Número de linhas/colunas 2-50 u Para verificar as dimensões de uma matriz [OPTN]-[MAT/VCT]-[Dim] Use o comando Dim para verificar as dimensões de uma matriz já existente. Exemplo 1 Para verificar as dimensões da Matriz A K2(MAT/VCT)6(g)2(Dim) 6(g)1(Mat)av(A)w A tela mostra que a Matriz A é composta por duas linhas e três colunas. Como o resultado do comando Dim são dados do tipo lista, estes são armazenados na memória ListAns. É possível também usar {Dim} para especificar as dimensões da matriz. Exemplo 2 Para especificar as dimensões de 2 linhas e 3 colunas para a Matriz B !*( 兵 )c,d!/( 其 )a K2(MAT/VCT)6(g)2(Dim) 6(g)1(Mat)al(B)w • O comando “Dim” pode ser usado para verificar e configurar as definições de dimensão do vetor. u Modificação de Matrizes Usando Comandos de Matrizes É possível também usar os comandos de matrizes para atribuir e recobrar valores de uma matriz existente, para preencher todas as células de uma matriz existente com o mesmo valor, para combinar duas matrizes em uma só e para atribuir o conteúdo de uma coluna de uma matriz a uma lista. u Para atribuir e recobrar valores de uma matriz existente [OPTN]-[MAT/VCT]-[Mat] Use o seguinte formato com o comando Mat para escolher uma célula para recobrar e atribuir um valor. Mat X [m, n] X = nome da matriz (A a Z, ou Ans) m = número da linha n = número da coluna 2-51 Exemplo 1 Para atribuir 10 à célula da linha 1, coluna 2 da seguinte matriz: 1 2 Matriz A = 3 4 5 6 baaK2(MAT/VCT)1(Mat) av(A)!+( 关 )b,c !-( 兴 )w • O comando “Vct” pode ser usado para atribuir valores aos vetores existentes. Exemplo 2 Multiplicar por 5 o valor na célula da linha 2, coluna 2 da matriz anterior. K2(MAT/VCT)1(Mat) av(A)!+( 关 )c,c !-( 兴 )*fw • O comando “Vct” pode ser usado para lembrar os valores de vetores existentes. u Para preencher uma matriz com valores idênticos e combinar duas matrizes em uma só [OPTN]-[MAT/VCT]-[Fill(]/[Augment] Use o comando Fill( para preencher todas as células de uma matriz existente com o mesmo valor, e o comando Augment para combinar duas matrizes existentes em uma só. Exemplo 1 Para preencher todas as células da matriz A com o valor 3 K2(MAT/VCT)6(g)3(Fill( ) d,6(g)1(Mat)av(A))w • O comando “Fill” pode ser usado para gravar o mesmo valor para todos os elementos do vetor. Exemplo 2 Para combinar as duas matrizes abaixo: 1 3 Matrix A = Matrix B = 2 4 K2(MAT/VCT)5(Augment) 1(Mat)av(A), 1(Mat)al(B))w • As duas matrizes a serem combinadas devem ter o mesmo número de linhas. Ocorre um erro ao tentar combinar duas matrizes com quantidades diferentes de linhas. • É possível usar a Memória de Resposta de Matrizes para atribuir os resultados da matriz anterior e editar as operações para uma variável de matriz. Para isto, use a seguinte sintaxe. Augment (Mat α, Mat β) → Mat γ No exemplo acima, α, β, e γ são um nome qualquer de variável de A a Z. O anterior não afeta o conteúdo da Memória de Resposta de Matrizes. • O comando “Augment” pode ser usado para mesclar dois vetores em uma única matriz. 2-52 u Para atribuir o conteúdo de uma coluna de matrizes a uma lista [OPTN]-[MAT/VCT]-[Mat→Lst] Use o seguinte formato com o comando Mat→List para especificar uma coluna e uma lista. Mat→List (Mat X, m) → List n X = nome da matriz (A a Z) m = número da coluna n = número da lista Exemplo Para atribuir o conteúdo da coluna 2 da seguinte matriz à lista 1: Matriz A = 1 2 3 4 5 6 K2(MAT/VCT)2(Mat→Lst) 1(Mat)av(A),c) aK1(LIST)1(List)bw 1(List)bw k Cálculos com Matrizes [OPTN]-[MAT/VCT] Use o menu de comando de matrizes para realizar operações de cálculos com matrizes. u Para visualizar os comandos de matrizes 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Run-Matrix. 2. Pressione K para exibir o menu de opções. 3. Pressione 2(MAT/VCT) para exibir o menu de comando de matrizes. Segue a descrição apenas dos comandos de matrizes que são usados para operações aritméticas com matrizes. • {Mat} ... {comando Mat (especificação de matriz)} • {Det} ... {comando Det (comando de determinante)} • {Trn} ... {comando Trn (comando de matriz de transposição)} • {Identity} ... {comando Identity (atribuição da matriz de identidade)} • {Ref} ... {comando Ref (comando de forma de escada de linhas)} • {Rref} ... {comando Rref (comando de forma reduzida de escada de linhas)} Todos os exemplos abaixo presumem que já existam dados de matrizes armazenados na memória. 2-53 u Operações Aritméticas com Matrizes Exemplo 1 [OPTN]-[MAT/VCT]-[Mat]/[Identity] Para adicionar as seguintes duas matrizes (Matriz A + Matriz B): Matrix A = 1 1 2 1 Matrix B = 2 3 2 1 K2(MAT/VCT)1(Mat)av(A)+ 1(Mat)al(B)w Exemplo 2 Para multiplicar as duas matrizes do Exemplo 1 (Matriz A × Matriz B) K2(MAT/VCT)1(Mat)av(A)* 1(Mat)al(B)w • As duas matrizes devem ter a mesma dimensão para poderem ser somadas ou subtraídas. Ocorre um erro ao tentar somar ou subtrair matrizes de dimensões diferentes. • Para multiplicação (Matriz 1 × Matriz 2), o número de colunas na Matriz 1 deve coincidir com o número de linhas na Matriz 2. Caso contrário, ocorrerá um erro. u Determinante Exemplo [OPTN]-[MAT/VCT]-[Det] Obter o determinante para a seguinte matriz: 1 2 3 Matriz A = 4 5 6 −1 −2 0 K2(MAT/VCT)3(Det)1(Mat) av(A)w • Os determinantes podem ser obtidos apenas para matrizes quadradas (mesma quantidade de linhas e colunas). Tentar obter um determinante para uma matriz que não seja quadrada gerará um erro. • O determinante de uma matriz de 2 × 2 é calculada conforme mostrado abaixo. |A| = a11 a12 a21 a22 = a11a22 – a12a21 • O determinante de uma matriz de 3 × 3 é calculada conforme mostrado abaixo. |A| = a11 a12 a13 a21 a22 a23 a31 a32 a33 = a11a22a33 + a12a23a31 + a13a21a32 – a11a23a32 – a12a21a33 – a13a22a31 2-54 u Transposição de Matrizes [OPTN]-[MAT/VCT]-[Trn] Uma matriz é transposta quando suas linhas se convertem em colunas e as colunas se convertem em linhas. Exemplo Para transpor a seguinte matriz: Matriz A = 1 2 3 4 5 6 K2(MAT/VCT)4(Trn)1(Mat) av(A)w • O comando “Trn” pode ser usado com um vetor também. Ele converte um vetor de 1 linha × n colunas para um vetor de n linhas × 1 coluna, ou um vetor de m linhas × 1 colunas a um vetor de 1 linha 1 × m colunas. u Forma de Escada de Linhas [OPTN]-[MAT/VCT]-[Ref] Este comando usa o algoritmo de eliminação gaussiano para encontrar a forma de escada de linhas de uma matriz. Exemplo Para encontrar a forma de escada de linhas da seguinte matriz: Matriz A = 1 2 3 4 5 6 K2(MAT/VCT)6(g)4(Ref) 6(g)1(Mat)av(A)w 2-55 u Forma Reduzida de Escada de Linhas [OPTN]-[MAT/VCT]-[Rref] Este comando encontra a forma reduzida de escada de linhas de uma matriz. Exemplo Para encontrar a forma reduzida de escada de linhas da seguinte matriz: Matriz A = 2 −1 3 19 1 1 −5 −21 0 4 3 0 K2(MAT/VCT)6(g)5(Rref) 6(g)1(Mat)av(A)w • A operação da forma de escada de linhas e da forma reduzida de escada de linhas pode não produzir resultados exatos devido à eliminação de dígitos. u Inversão de Matrizes Exemplo [x–1] Para inverter a seguinte matriz: Matriz A = 1 2 3 4 K2(MAT/VCT)1(Mat) av(A)!)(x–1)w • Apenas matrizes quadradas (quantidade igual de linhas e colunas) podem ser invertidas. Tentar inverter uma matriz que não seja quadrada gerará um erro. • Uma matriz com determinante zero não pode ser invertida. Tentar inverter uma matriz com determinante zero gerará um erro. • A precisão de cálculo é afetada nos caso em que o determinante das matrizes for próximo a zero. • Para uma matriz ser invertida as seguintes condições devem ser preenchidas. A A–1 = A–1 A = E = 1 0 0 1 A fórmula aplicada para inverter a Matriz A na matriz inversa A–1 é a seguinte. A= a b c d A–1= 1 ad – bc d –b –c a Observe que ad – bc ≠ 0. 2-56 u Elevação de uma Matriz ao Quadrado Exemplo [x2] Para elevar a seguinte matriz ao quadrado: Matriz A = 1 2 3 4 K2(MAT/VCT)1(Mat)av(A) xw u Elevação de uma Matriz a uma Potência Exemplo [^] Para elevar a seguinte matriz à terceira potência: Matriz A = 1 2 3 4 K2(MAT/VCT)1(Mat)av(A) Mdw • Para cálculos de potência matricial, o cálculo é possível até uma potência de 32766. u Determinação do Valor Absoluto, Parte Inteira, Parte Fracionária e Número [OPTN]-[NUMERIC]-[Abs]/[Frac]/[Int]/[Intg] Inteiro Máximo de uma Matriz Exemplo Para determinar o valor absoluto da seguinte matriz: Matriz A = 1 –2 –3 4 K6(g)4(NUMERIC)1(Abs) K2(MAT/VCT)1(Mat)av(A)w • O comando “Abs” pode ser usado para obter o valor absoluto de um elemento do vetor. 2-57 u Cálculos com Números Complexos com uma Matriz Exemplo Para determinar o valor absoluto de uma matriz com os seguintes elementos de número complexo: Matriz D = –1 + i 1+i 1+i –2 + 2i K6(g)4(NUMERIC)1(Abs) K2(MAT/VCT)1(Mat)as(D)w • Há suporte para as seguintes funções de número complexo em matrizes e vetores. i, Abs, Arg, Conjg, ReP, ImP Precauções com Cálculos com Matrizes • As matrizes inversas e determinantes estão sujeitas a erro devido à eliminação de dígitos. • Como as operações de matrizes são realizadas individualmente em cada célula, portanto, pode levar um tempo considerável para concluir os cálculos. • A precisão de cálculo dos resultados visualizados para os cálculos de matrizes é de ±1 no dígito menos significativo. • Ocorrerá um erro se o resultado de um cálculo de matriz for muito grande para a Memória de Resposta de Matrizes. • É possível aplicar a seguinte operação para transferir o conteúdo da Memória de Resposta de Matrizes para outra matriz. MatAns → Mat α Na expressão anterior, α pode ser um nome qualquer de variável de A a Z. O anterior não afeta o conteúdo da Memória de Resposta de Matrizes. 2-58 9. Cálculos de Vetores Para executar cálculos de vetores, utilize o Menu Principal para entrar no modo Run-Matrix e pressione 3('MAT/VCT)6(M⇔V). Um vetor é definido como uma matriz que assume uma das duas formas a seguir: m (linhas) × 1 (coluna) ou 1 (linha) × n (colunas). O valor máximo admissível que pode ser especificado tanto para m quanto para n é 999. Você pode utilizar as 26 memórias de vetores (Vct A a Vct Z) e de uma Memória de Resposta de Vetores (VctAns) para cálculos de vetores listados a seguir. • Adição, subtração, multiplicação • Cálculos de multiplicação escalar • Cálculos de produto escalar • Cálculos de produto cruzado • Determinação da norma de vetor (tamanho) • Determinação do ângulo formado por dois vetores • Determinação do vetor unidade Importante! • É possível atribuir tanto caixa alta X (a+(X)) quanto caixa baixa x (v) para a memória de vetores “Vct X”. “Vct X” e “Vct x” se referem à mesma área da memória. Sobre a Memória de Resposta de Vetores (VctAns) A calculadora armazena automaticamente os resultados de cálculos na Memória de Resposta de Vetores. Considere os seguintes pontos sobre a Memória de Resposta de Vetores. • Sempre que for efetuado um cálculo com vetores, o conteúdo atual da Memória de Resposta de Vetores é substituído pelo novo resultado. O conteúdo anterior é eliminado e não pode ser recuperado. • Acrescentar valores em um vetor não afeta o conteúdo da Memória de Resposta de Vetores. • Os resultados de cálculo de vetor também são armazenados na Memória de Resposta de Matrizes (MatAns). 2-59 k Digitação e Edição de Vetores Pressione 3('MAT/VCT)6(M⇔V) para exibir a tela do Editor de Vetores. Use o Editor de Vetores para inserir e editar vetores. m × n ... m (linha) × n (coluna) do vetor None ... nenhum vetor pré-configurado • {DELETE}/{DEL-ALL} ... apaga {um vetor específico}/{todos os vetores} • {DIM} ... especifica as dimensões do vetor (m linhas × 1 coluna ou 1 linha × n colunas) • {M⇔V} ... exibe a tela do Editor de Matrizes (página 2-42) As operações de inserção, edição e célula do vetor (elemento) são as mesmas operações de cálculo de matrizes. Para mais informações, consulte “Digitação e Edição de Matrizes” (página 2-42) e “Operações com Células de Matrizes” (página 2-44). No entanto, observe que os cálculos de vetores são diferentes de cálculos de matrizes descritas abaixo. • Na tela de inserção do elemento de memória de vetores, não existe 1(ROW-OP) no menu de funções. • Para edição de um vetor, a dimensão está sempre limitada a m linhas × 1 coluna ou 1 linha × n colunas. k Cálculos de Vetores [OPTN]-[MAT/VCT] Use o menu comando de vetor para executar cálculos de vetores. u Para exibir comandos de vetores 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Run-Matrix. 2. Pressione K para exibir o menu de opções. 3. Pressione 2(MAT/VCT)6(g)6(g) para exibir o menu de comando de vetores. • {Vct} ... {comando Vct (especificação de vetor)} • {DotP(} ... {comando DotP (comando de produto escalar)} • {CrossP(} ... {comando CrossP (comando de produto cruzado)} • {Angle(} ... {comando Angle (calcula o ângulo formado por dois vetores)} • {UnitV(} ... {comando UnitV (calcula o vetor unidade)} • {Norm(} ... {comando Norm (calcula a norma de um vetor (tamanho))} Precauções com Cálculos de Vetores • Sempre que for efetuado um cálculo de produto escalar, produto cruzado e o ângulo formado por dois vetores, as dimensões dos dois vetores devem ser as mesmas. E as dimensões do produto cruzado devem ser de 1 × 2, 1 × 3, 2 × 1, ou 3 × 1. • Como os cálculos de vetores são realizados individualmente para cada elemento, portanto, pode levar um tempo considerável para que os resultados sejam exibidos. 2-60 • A precisão de cálculo dos resultados visualizados para os cálculos de vetores é de ±1 no dígito menos significativo. • Ocorre um erro se o resultado de um cálculo do vetor for muito grande para a Memória de Resposta de Vetores. • É possível aplicar a seguinte operação para transferir o conteúdo da Memória de Resposta de Vetores para outro vetor. VctAns → Vct Na expressão anterior, pode ser um nome qualquer de variável de A a Z. O anterior não afeta o conteúdo da Memória de Resposta de Vetores. • As memórias de vetor e matriz são compatíveis entre si, portanto, se desejar, o conteúdo da memória de vetores pode ser atribuído à memória da matriz. Vct → Mat Na expressão acima, e são nomes de qualquer variável de A a Z. u Formato de Entrada de Dados de Vetores [OPTN]-[MAT/VCT]-[Vct] Abaixo está o formato que deve ser usado na entrada de dados para a criação de um vetor usando o comando Vct. ... a11 a21 → Vct [A a Z] [a11 a12 ... a1n] → Vct [A a Z] am1 Exemplo Para inserir os seguintes dados no Vct A: [ 1 2 3 ] !+( [ )!+( [ )b,c,d !-( ] )!-( ] )a K2(MAT/VCT)6(g)6(g)1(Vct) av(A)w • O valor máximo tanto de m quanto de n é 999. • Ocorre um erro se a memória ficar cheia durante a entrada de dados. • É possível também usar o formato anterior em um programa que insere dados de vetores. Todos os exemplos abaixo presumem que já existem dados de vetores armazenados na memória. 2-61 u Adição, Subtração e Multiplicação de Vetores Exemplo 1 [OPTN]-[MAT/VCT]-[Vct] Para determinar a soma de dois vetores exibidos abaixo (Vct A + Vct B): Vct A = [ 1 2 ] Vct B = [ 3 4 ] K2(MAT/VCT)6(g)6(g)1(Vct) av(A)+1(Vct)al(B)w Exemplo 2 Para determinar o produto de dois vetores exibidos abaixo (Vct A × Vct B): Vct A = [ 1 2 ] Vct B = 3 4 K2(MAT/VCT)6(g)6(g)1(Vct) av(A)*1(Vct)al(B)w Exemplo 3 Para determinar o produto da matriz e do vetor exibido abaixo (Mat A × Vct B): Mat A = 1 2 2 1 Vct B = 1 2 K2(MAT/VCT)1(Mat) av(A)*6(g)6(g) 1(Vct)al(B)w • Quando efetuar a adição ou subtração de dois vetores, ambos os vetores devem ter as mesmas dimensões. • Quando multiplicar Vct A (1 × n) e Vct B (m × 1), n e m devem ser os mesmos. u Produto Escalar Exemplo [OPTN]-[MAT/VCT]-[DotP] Para determinar o produto escalar dos dois vetores abaixo Vct A = [ 1 2 ] Vct B = [ 3 4 ] K2(MAT/VCT)6(g)6(g) 2(DotP( )1(Vct)av(A), 1(Vct)al(B))w 2-62 u Produto Cruzado Exemplo [OPTN]-[MAT/VCT]-[CrossP] Para determinar o produto cruzado dos dois vetores abaixo Vct A = [ 1 2 ] Vct B = [ 3 4 ] K2(MAT/VCT)6(g)6(g) 3(CrossP( )1(Vct)av(A), 1(Vct)al(B))w u Ângulo Formado por Dois Vetores Exemplo [OPTN]-[MAT/VCT]-[Angle] Para determinar o ângulo formado por dois vetores Vct A = [ 1 2 ] Vct B = [ 3 4 ] K2(MAT/VCT)6(g)6(g) 4(Angle( )1(Vct)av(A), 1(Vct)al(B))w u Vetor Unidade Exemplo [OPTN]-[MAT/VCT]-[UnitV] Determine o vetor unidade do vetor abaixo Vct A = [ 5 5 ] K2(MAT/VCT)6(g)6(g) 5(UnitV( )1(Vct)av(A))w u Norma de Vetor (Tamanho) Exemplo [OPTN]-[MAT/VCT]-[Norm] Para determinar a norma de vetor (tamanho) Vct A = [ 1 3 ] K2(MAT/VCT)6(g)6(g)6(g) 1(Norm( )6(g)6(g)6(g) 1(Vct)av(A))w • O comando “Norm” pode ser usado para calcular a norma de uma matriz. 2-63 10. Cálculos de Conversão Métrica É possível converter valores de uma unidade de medida para outra. As unidades de medida são classificadas de acordo com as seguintes 11 categorias. Os indicadores na coluna “Nome de Tela” indicam o texto que aparece no menu de funções da calculadora. Importante! Os comandos de conversão métrica são suportados somente quando o aplicativo adicional Metric Conversion está instalado. Nome de Tela Categoria Nome de Tela Categoria Nome de Tela Categoria LENGTH Comprimento TMPR Temperatura PRESSURE Pressão AREA Área VELOCITY Velocidade ENERGY Energia/ Esforço VOLUME Volume MASS Massa POWER Potência TIME Tempo FORCE Força/Peso É possível fazer a conversão entre unidades que estejam na mesma categoria. • Tentar converter uma unidade de uma categoria (como “AREA”) para uma unidade de outra categoria (como “TIME”) gera um erro (Conversion ERROR). • Consulte a “Lista de Comandos de Conversão de Unidades” (página 2-66) para mais informações sobre as unidades incluídas em cada categoria. 2-64 k Execução de um Cálculo de Conversão de Unidades [OPTN]-[CONVERT] Informe o valor de origem e os comandos de conversão aplicando a sintaxe abaixo para efetuar o cálculo da conversão de unidades. {valor de origem para a conversão}{comando de conversão 1} ' {comando de conversão 2} • Use {comando de conversão 1} para especificar a unidade de origem e o {comando de conversão 2} para especificar a unidade de destino. • ' é um comando que liga dois comandos de conversão. Este comando está sempre disponível em 1(') no menu de conversão. • Números reais ou uma lista que contenha elementos de números reais só podem ser usados como o valor de origem para a conversão. Quando os valores de origem para a conversão são informados em uma lista (ou quando é especificada a memória de lista), o cálculo de conversão é efetuado para cada elemento na lista, de modo que os resultados dos cálculos são exibidos no formato de lista (tela ListAns). • Um número complexo não pode ser usado como um valor de origem para a conversão. Ocorre um erro mesmo se um único elemento de uma lista usada como valor de origem para a conversão possuir um número complexo. Exemplo 1 Para converter 50 cm para polegadas AfaK6(g)1(CONVERT) 2(LENGTH)f(cm)1(') 2(LENGTH)ec(in)w Exemplo 2 Para converter {175, 162} metros quadrados para hectares A!*({)bhf,bgc !/(}) K6(g)1(CONVERT)3(AREA) c(m2)1(')3(AREA)d(ha)w 2-65 k Lista de Comandos de Conversão de Unidades Nome de Tela Cat. Nome de Tela Unidade fm fermi cm3 centímetro cúbico Å angstrom mL mililitro micrômetro L litro mm milimetro m3 metro cúbico cm centímetro in3 polegada cúbica m metro ft3 pé cúbico km quilômetro AU unidade astronômica l.y. ano-luz pc parsec Mil 1/1000 polegadas pt pinta in polegada qt quarto ft pé tsp colher de chá yd jarda tbsp colher de sopa fath braça cup copo de medida rd vara ns nanossegundo mile milha μs microssegundo milha náutica ms milissegundo Volume μm n mile Área Unidade fl_oz(UK) onça fl_oz(US) onça líquida (EUA) gal(US) galão gal(UK) galão (Reino Unido) cm2 centímetro quadrado m2 metro quadrado ha hectare km2 quilômetro quadrado day in2 polegada quadrada week ft2 pé quadrado yd2 jarda quadrada s-yr ano sideral acre acre t-yr ano tropical mile2 milha quadrada s Tempo Comprimento Cat. min h yr 2-66 segundo minuto hora dia semana ano Temperatura °C graus Celsius Pa Pascal K Kelvin kPa Quilopascal °F graus Fahrenheit mmH2O milímetro de água °R graus Rankine mmHg milímetro de mercúrio m/s metro por segundo km/h quilômetro por hora knot nó ft/s mile/h u Nome de Tela atm Unidade atmosfera inH2O polegada de água inHg polegada de mercúrio pé por segundo lbf/in2 libra por polegada quadrada milhas por hora bar unidade de massa atômica kgf/cm2 eV miligrama quilograma-força por centímetro quadrado elétron-volt grama kg quilograma calth caloriath mton tonelada métrica cal15 caloria (15°C) oz onça avoirdupois calIT caloriaIT lb libra massa kcalth quilocaloriath kcal15 quilocaloria (15°C) kcalIT quilocaloriaIT l-atm atmosfera-litro slug ton(short) tonelada, curta (2000 lbm) ton(long) tonelada, longa (2240 lbm) Energia/Esforço J bar g slug Força/Peso Cat. Joule N newton kW•h quilowatt-hora lbf libra de força ft•lbf libra-pé tonf tonelada de força Btu unidade térmica britânica dyne dina erg erg kgf quilograma de força kgf•m W Potência Massa mg Unidade Pressão Nome de Tela Velocidade Cat. calth/s hp metro quilogramaforça watt caloria por segundo cavalo-vapor ft•lbf/s libra-pé por segundo Btu/min unidade térmica britânica por minuto Fonte: NIST Special Publication 811 (2008) 2-67 Capítulo 3 Função de Lista Uma lista é um local de armazenamento de vários dados. Esta calculadora permite armazenar até 26 listas em um único arquivo, e até seis arquivos na memória. As listas armazenadas podem ser usadas em representação gráfica e em cálculos aritméticos e estatísticos. Número do elemento List 1 SUB 1 2 3 4 5 6 7 8 • • • • 56 37 21 69 40 48 93 30 Intervalo Célula List 2 List 3 1 2 4 8 16 32 64 128 107 75 122 87 298 48 338 49 • • • • • • • • • • • • Coluna List 4 List 5 3.5 6 2.1 4.4 3 6.8 2 8.7 4 0 0 2 0 3 9 0 • • • • • • • • List 26 0 0 0 0 0 0 0 0 Nome da lista Subnome Linha • • • • 1. Criação e Edição de uma Lista Ao entrar no modo Statistics, aparecerá primeiro o “Editor de Listas”. É possível usar o Editor de Listas para inserir dados em uma lista e para realizar várias outras operações de dados de lista. u Para inserir valores um a um Use as teclas de cursor para marcar o nome da lista, o subnome ou a célula que se deseja selecionar. Repare que c não marca as células que estão vazias. A tela rola automaticamente quando a seleção é feita em uma de suas bordas. O exemplo seguinte é realizado com a Célula 1 de List 1 selecionada. 1. Digite um valor e pressione w para armazená-lo na lista. dw • A seleção muda automaticamente para a célula de baixo para que se possa inserir dados. 3-1 3 2. Atribua o valor 4 à segunda célula, e atribua o resultado de 2 + 3 na célula seguinte. ewc+dw • É possível também atribuir o resultado de uma expressão ou um número complexo a uma célula. • É possível atribuir valores a, no máximo, 999 células em uma única lista. u Para inserir vários valores agrupados em série 1. Use as teclas de cursos para fazer seleção em outra lista. 2. Pressione !*( { ) e, em seguida, insira os valores desejados, pressionando , entre eles. Pressione !/( } ) após inserir o valor final. !*( { )g,h,i!/( } ) 3. Pressione w para armazenar todos os valores na sua lista. w • Lembre-se de que a vírgula é usada para separar valores, por isso não se deve colocar uma vírgula depois do último valor da expressão. Certo: {34, 53, 78} Errado: {34, 53, 78,} É possível também usar nomes de listas em uma expressão matemática para atribuir valores a uma outra célula. O exemplo abaixo demonstra como adicionar os valores a cada linha da List 1 e List 2 e inserir o resultado na List 3. 1. Use as teclas de cursor para selecionar o nome de lista onde se quer inserir os resultados dos cálculos. 3-2 2. Pressione K e digite a expressão. K1(LIST)1(List)b+ K1(LIST)1(List)cw • É possível também usar !b(List) em vez de K1(LIST)1(List). k Edição de Valores de Lista u Para alterar o valor de uma célula Use as teclas de cursor para selecionar a célula cujo valor se pretende alterar. Insira o novo valor e pressione w para substituir os dados antigos pelos novos. u Para editar o conteúdo de uma célula 1. Use as teclas de cursor para selecionar a célula cujo conteúdo se pretende editar. 2. Pressione 6(g)2(EDIT). 3. Faça as alterações desejadas. u Para apagar uma célula 1. Use as teclas de cursor para selecionar a célula que se pretende apagar. 2. Pressione 6(g)3(DELETE) para apagar a célula selecionada e deslocar as restantes para cima. • Uma célula apagada não afeta células outras em outras listas. Se os dados da lista da qual uma célula foi apagada tiverem algum vínculo com dados de outras listas, a eliminação da célula poderá causar desalinhamentos nos valores. u Para apagar todas as células de uma lista Aplique o seguinte procedimento para apagar todos os dados de uma lista. 1. Use as teclas de cursor para selecionar qualquer uma das células da lista cujos dados se pretende apagar. 2. Ao pressionar 6(g)4(DEL-ALL), surge uma mensagem de confirmação. 3. Pressione 1(Yes) para apagar todas as células na lista selecionada ou 6(No) para cancelar a operação sem apagar nada. 3-3 u Para inserir uma nova célula 1. Use as teclas de cursor para selecionar o local onde se pretende inserir uma nova célula. 2. Pressione 6(g)5(INSERT) para inserir uma célula nova que contenha o valor 0, fazendo com que tudo que estiver abaixo seja deslocado para baixo. • A operação de inserção de célula não afeta as células de outras listas. Se os dados da lista na qual uma célula foi inserida tiverem algum vínculo com dados de outras listas, a inserção da célula poderá causar desalinhamentos nos valores. k Atribuição de Nome a uma Lista É possível atribuir “subnomes” de até oito bytes de List 1 à List 26. u Para nomear uma lista 1. Na tela de Configuração, selecione “Sub Name” e pressione 1(On)J. 2. Use as teclas de cursor para selecionar a célula SUB da lista à qual se pretende atribuir um nome. 3. Digite o nome e pressione w. • Para digitar um nome usando caracteres alfabéticos, pressione !a para entrar em modo ALPHA-LOCK. Exemplo: YEAR -(Y)c(E)v(A)g(R)w 3-4 • A operação seguinte exibe um subnome no modo Run-Matrix. !m(SET UP)2(Line)J !b(List) n!+( [ )a!-( ] )w (n = número de lista de 1 a 26) • Apesar de ser possível atribuir até 8 bytes para o subnome, apenas os caracteres que couberem na célula do Editor de Listas podem ser exibidos. • A célula SUB do Editor de Listas não é exibida quando estiver selecionado “Off” para “Sub Name” na tela de Configuração. k Alteração da Cor dos Dados É possível alterar a cor dos dados inseridos em uma única célula ou dos dados inserido em uma lista específica. u Para alterar a cor dos dados em uma célula específica 1. Use as teclas de cursor para selecionar a célula cuja cor dos caracteres se pretende alterar. • Certifique-se de selecionar uma célula que já contenha dados inseridos. Não será possível executar o próximo passo se a célula selecionada estiver vazia. 2. Pressione !f(FORMAT) para exibir a caixa de diálogo de seleção de cores. 3. Use as teclas de cursor para selecionar a cor desejada e pressione w. • É possível também fazer a seleção pressionando a tecla do número que corresponde ao número que aparece à esquerda da cor desejada. 3-5 u Para alterar a cor dos dados em uma lista específica 1. Use as teclas de cursor para selecionar o nome da lista cuja cor dos caracteres se pretende alterar. • Certifique-se de selecionar uma lista que já contenha dados inseridos. Não será possível executar o próximo passo se a lista selecionada estiver vazia. 2. Pressione !f(FORMAT) para exibir a caixa de diálogo de seleção de cores. 3. Use as teclas de cursor para selecionar a cor desejada e pressione w. • A alteração da cor dos caracteres afeta apenas as células que já contêm dados inseridos. Após realizar esta operação, os dados interidos nas células que antes estavam vazias estarão na cor padrão (preto). Observe que esta operação não altera a cor do subnome. k Ordenação dos Valores de Listas É possível ordenar listas em ordem crescente ou decrescente. A seleção pode ser feita em qualquer célula da lista. u Para ordenar uma única lista Ordem crescente 1. Com as listas na tela, pressione 6(g)1(TOOL)1(SORTASC). 2. A mensagem “How Many Lists?:” surge perguntando quantas listas o usuário deseja ordenar. No exemplo, digitamos 1 para indicar que desejamos ordenar uma única lista. bw 3. Em resposta à mensagem “Select List List No:”, informe o número da lista que se deseja ordenar. bw Ordem decrescente Aplique o mesmo procedimento da ordenação crescente. A única diferença é que se deve pressionar 2(SORTDES) em vez de 1(SORTASC). 3-6 u Para ordenar várias listas É possível vincular várias listas para ordenação de modo que todas as suas células fiquem ordenadas de acordo com a ordenação de uma lista base. Esta lista pode ser ordenada seja de forma crescente ou descrescente, enquanto que as células das listas vinculadas são ordenadas de modo a manter o vínculo entre linhas. Ordem crescente 1. Com as listas na tela, pressione 6(g)1(TOOL)1(SORTASC). 2. A mensagem “How Many Lists?:” surge perguntando quantas listas o usuário deseja ordenar. No exemplo, ordenaremos uma lista base vinculada a uma outra lista, então devemos digitar 2. cw 3. Em resposta à mensagem “Select Base List List No:”, informe o número da lista que se deseja ordenar de forma crescente. No exemplo, especificaremos List 1. bw 4. Em resposta à mensagem “Select Second List List No:”, informe o número da lista que se deseja vincular à lista base. No exemplo, especificaremos List 2. cw Descending order Aplique o mesmo procedimento da ordenação crescente. A única diferença é que se deve pressionar 2(SORTDES) em vez de 1(SORTASC). • É possível especificar um valor de 1 a 6 como o número de listas que se deseja ordenar. • Ocorre um erro ao especificar uma lista mais de uma vez para realização de uma única operação de ordenamento. Ocorre também um erro se as listas especificadas para ordenamento não tiverem a mesma quantidade de valores (linhas). 2. Manipulação dos Dados de uma Lista Os dados de uma lista podem ser usados em cálculos aritméticos e de funções. Além disso, as diversas funções de manipulação de dados de lista tornam a manipulação de dados de uma lista rápida e fácil. É possível usar as funções de manipulação de dados de lista nos modos Run-Matrix, Statistics, Table, Equation e Program. 3-7 k Acesso ao Menu de Funções de Manipulação de Dados de Lista Todos os exemplos seguintes são efetuados após entrar no modo Run-Matrix. Pressione K e 1(LIST) para exibir o menu de manipulação de dados de lista, que contém os seguintes itens. • {List}/{Lst→Mat}/{Dim}/{Fill(}/{Seq}/{Min}/{Max}/{Mean}/{Med}/{Augment}/{Sum}/{Prod}/ {Cuml}/{%}/{ΔList} Observe que todos os parênteses de fechamento podem ser omitidos do final das operações seguintes. u Para transferir o conteúdo de uma lista para a Memória de Rresposta de Mmatrizes [OPTN]-[LIST]-[Lst→Mat] K1(LIST)2(Lst→Mat)1(List) ,1(List) ... ,1(List) )w • É possível pular a parte de 1(List) na operação acima. • Todas as listas devem conter a mesma quantidade de dados. Caso contrário, ocorrerá um erro. Exemplo: List → Mat (1, 2)w Exemplo Para transferir o conteúdo de List 1 (2, 3, 6, 5, 4) para a coluna 1 e o conteúdo da List 2 (11, 12, 13, 14, 15) para a coluna 2 da Memória de Resposta de Matrizes. AK1(LIST)2(Lst→Mat) 1(List)b,1(List)c)w u Para contar a quantidade de dados de uma lista [OPTN]-[LIST]-[Dim] K1(LIST)3(Dim)1(List) w • O número de células que uma lista contém é a sua “dimensão”. Exemplo Para contar a quantidade de valores de List 1 (36, 16, 58, 46, 56) AK1(LIST)3(Dim) 1(List)bw 3-8 u Para criar uma lista através da especificação do número de elementos de dados [OPTN]-[LIST]-[Dim] Aplique o seguinte procedimento para especificar a quantidade de dados na instrução de especificação e criar uma lista. aK1(LIST)3(Dim)1(List) w (n = 1 - 999) Exemplo Para criar cinco dados (cada um contendo 0) em List 1 AfaK1(LIST)3(Dim) 1(List)bw É possível visualizar a lista recém-criada entrando no modo Statistics. u Para substituir todos os dados com o mesmo valor [OPTN]-[LIST]-[Fill(] K1(LIST)4(Fill( ) ,1(List) )w Exemplo Para substituir todos os dados da Lista 1 pelo número 3 AK1(LIST)4(Fill( ) d,1(List)b)w A seguir, está o novo conteúdo da Lista 1. u Para gerar uma sequência de números [OPTN]-[LIST]-[Seq] K1(LIST)5(Seq) , , , , )w • O resultado desta operação é armazenado na Memória ListAns. Exemplo Para inserir a sequência numérica 12, 62, 112 em uma lista usando a função f(x) = X2. Use um valor inicial de 1, um valor final de 11 e um incremento de 5. AK1(LIST)5(Seq)vx, v,b,bb,f)w Ao especificar um valor final de 12, 13, 14 ou 15 gera-se o mesmo resultado mostrado acima desde que sejam inferiores ao valor produzido pelo próximo incremento (16). 3-9 u Para encontrar um valor mínimo em uma lista [OPTN]-[LIST]-[Min] K1(LIST)6(g)1(Min)6(g)6(g)1(List) )w Exemplo Para encontrar um valor mínimo em List 1 (36, 16, 58, 46, 56) AK1(LIST)6(g)1(Min) 6(g)6(g)1(List)b)w u Para encontrar o maior valor em duas listas [OPTN]-[LIST]-[Max] K1(LIST)6(g)2(Max)6(g)6(g)1(List) ,1(List) )w • As duas listas devem conter a mesma quantidade de dados. Caso contrário, ocorrerá um erro. • O resultado desta operação é armazenado na Memória ListAns. Exemplo Para encontrar em List 1 (75, 16, 98, 46, 56) e em List 2 (35, 59, 58, 72, 67) a que contém o maior valor K1(LIST)6(g)2(Max) 6(g)6(g)1(List)b, 1(List)c)w u Para calcular a média dos dados [OPTN]-[LIST]-[Mean] K1(LIST)6(g)3(Mean)6(g)6(g)1(List) )w Exemplo Para calcular a média dos dados de List 1 (36, 16, 58, 46, 56) AK1(LIST)6(g)3(Mean) 6(g)6(g)1(List)b)w u Para calcular a mediana dos dados da frequência especificada [OPTN]-[LIST]-[Med] Este procedimento usa duas listas: uma que contém valores e outra que indica a frequência (número de ocorrências) de cada número. A frequência dos dados na Célula 1 da primeira lista é indicada pelo valor da Célula 1 da segunda lista, etc. • As duas listas devem conter a mesma quantidade de dados. Caso contrário, ocorrerá um erro. K1(LIST)6(g)4(Med)6(g)6(g)1(List) ,1(List) )w 3-10 Exemplo Para calcular a mediana dos valores em List 1 (36, 16, 58, 46, 56), cuja frequência é indicada por List 2 (75, 89, 98, 72, 67) AK1(LIST)6(g)4(Med) 6(g)6(g)1(List)b, 1(List)c)w u Para combinar listas [OPTN]-[LIST]-[Augment] • É possível combinar duas listas diferentes em uma única lista. O resultado de uma operação de combinação de lista é guardado na Memória ListAns. K1(LIST)6(g)5(Augment)6(g)6(g)1(List) ,1(List) )w Exemplo Para combinar List 1 (–3, –2) e List 2 (1, 9, 10) AK1(LIST)6(g)5(Augment) 6(g)6(g)1(List)b, 1(List)c)w u Para calcular a soma dos dados de uma lista [OPTN]-[LIST]-[Sum] K1(LIST)6(g)6(g)1(Sum)6(g)1(List) w Exemplo Para calcular a soma dos dados em List 1 (36, 16, 58, 46, 56) AK1(LIST)6(g)6(g)1(Sum) 6(g)1(List)bw u Para calcular o produto de valores em uma lista [OPTN]-[LIST]-[Prod] K1(LIST)6(g)6(g)2(Prod)6(g)1(List) w Exemplo Para calcular o produto de valores em List 1 (2, 3, 6, 5, 4) AK1(LIST)6(g)6(g)2(Prod) 6(g)1(List)bw 3-11 u Para calcular a frequência acumulativa de cada dado [OPTN]-[LIST]-[Cuml] K1(LIST)6(g)6(g)3(Cuml)6(g)1(List) w • O resultado desta operação é armazenado na Memória ListAns. Exemplo Para calcular a frequência acumulativa de dado em List 1 (2, 3, 6, 5, 4) AK1(LIST)6(g)6(g)3(Cuml) 6(g)1(List)bw 1 2+3= 2 2+3+6= 3 2+3+6+5= 4 2+3+6+5+4= 1 2 u Para calcular a percentagem representada por cada dado 3 4 [OPTN]-[LIST]-[%] K1(LIST)6(g)6(g)4(%)6(g)1(List) w • A operação acima calcula que percentagem do total da lista é representada por cada dado. • O resultado desta operação é armazenado na Memória ListAns. Exemplo Para calcular a porcentagem representada por cada dado em List 1 (2, 3, 6, 5, 4) AK1(LIST)6(g)6(g)4(%) 6(g)1(List)bw 1 2/(2+3+6+5+4) × 100 = 2 3/(2+3+6+5+4) × 100 = 3 6/(2+3+6+5+4) × 100 = 4 5/(2+3+6+5+4) × 100 = 5 4/(2+3+6+5+4) × 100 = 3-12 1 2 3 4 5 u Para calcular as diferenças entre dados vizinhos em uma lista [OPTN]-[LIST]-[ΔList] K1(LIST)6(g)6(g)5(ΔList) w • O resultado desta operação é armazenado na Memória ListAns. Exemplo Para calcular a diferença entre os dados em List 1 (1, 3, 8, 5, 4) AK1(LIST)6(g)6(g)5(ΔList) bw 13–1= 28–3= 35–8= 44–5= 1 2 3 4 • É possível especificar o local de armazenamento em uma memória de lista para o resultado produzido por um cálculo de lista cujo resultado esteja armazenado na Memória ListAns. Por exemplo, ao especificar “ΔList 1 → List 2”, armazena-se o resultado de ΔList 1 em List 2. • A nova ΔList tem uma célula a menos do que a quantidade de células da lista original. • Ocorrerá um erro caso a ΔList seja executada para uma lista vazia ou que contenha apenas um dado. 3. Cálculos Aritméticos com o Uso de Listas É possível efetuar cálculos aritméticos usando duas listas ou uma lista e um valor numérico. Lista Valor numérico + − × ÷ Memória ListAns Lista Valor numérico = Lista Os resultados dos cálculos são armazenados na Memória ListAns. k Mensagens de Erro • Um cálculo envolvendo duas listas realiza a operação usando células correspondentes. Por isso, pode ocorrer um erro se as duas listas não tiverem a mesma quantidade de valores (o que quer dizer que são de “dimensões” diferentes). • Ocorre um erro sempre que uma operação envolvendo duas células gera um erro matemático. 3-13 k Inserção de uma Lista em um Cálculo Há três métodos que podem ser aplicados para inserir uma lista em um cálculo. • Especificação do número de lista de uma lista criada com o Editor de Listas. • Especificação do subnome de uma lista criada com o Editor de Listas. • Inserção direta de uma lista de valores. u Para especificar o número de lista de uma lista criada com o Editor de Listas 1. No modo Run-Matrix, efetue a operação das seguintes teclas. AK1(LIST)1(List) • Digite o comando “List”. 2. Informe o número de lista (número inteiro de 1 a 26) desejado. u Para especificar o subnome de uma lista criada com o Editor de Listas 1. No modo Run-Matrix, efetue a operação das seguintes teclas. AK1(LIST)1(List) • Digite o comando “List”. 2. Digite o subnome da lista da qual se deseja especificar, entre aspas (” ”). Exemplo: ”QTY” u Para inserir uma lista de valores diretamente É possível também inserir uma lista de valores usando {, } e ,. Exemplo Para inserir a lista: 56, 82, 64 !*( { )fg,ic, ge!/( } ) 3-14 u Para atribuir o conteúdo de uma lista à outra Use a para atribuir o conteúdo de uma lista à outra. Exemplo Para atribuir o conteúdo de List 3 (41, 65, 22) à List 1 K1(LIST)1(List)da1(List)bw Em vez da operação de 1(LIST)1(List)d no procedimento acima, pode-se inserir !*( { )eb,gf,cc!/( } ). u Para recuperar o valor de uma célula específica É possível recuperar o valor de uma célula específica em uma lista para usá-lo em um cálculo. Especifique o número da célula colocando-o entre colchetes. Exemplo Para recuperar o seno do valor armazenado na Célula 3 de List 2 sK1(LIST)1(List)c!+( [ )d!-( ] )w u Para inserir um valor em uma célula específica em uma lista É possível inserir um valor em uma célula específica de uma lista. Ao fazê-lo, o valor que estava armazenado na célula é substituído pelo novo valor. Exemplo Para inserir o valor 25 na Célula 2 de List 3 cfaK1(LIST)1(List)d!+( [ )c!-( ] )w k Recuperação do Conteúdo de uma Lista Exemplo Para recuperar o conteúdo de List 1 K1(LIST)1(List)bw • A operação anterior exibe o conteúdo de uma lista especificada e o armazena também na Memória ListAns. Seu conteúdo pode ser usado posteriormente em um cálculo. u Para usar o conteúdo da Memória ListAns em um cálculo Exemplo Para multiplicar o conteúdo da lista da Memória ListAns por 36 K1(LIST)1(List)!-(Ans)*dgw • A operação K1(LIST)1(List)!-(Ans) recupera o conteúdo da Memória ListAns. • Esta operação substitui o atual conteúdo da Memória ListAns pelo resultado do cálculo anterior. 3-15 k Representação Gráfica de uma Função com o Uso de uma Lista Ao usar as funções de representação gráfica desta calculadora, é possível inserir uma função como Y1 = List 1X. Caso os valores 1, 2, 3, estejam contidos em List 1, esta função produz três gráficos: Y = X, Y = 2X, Y = 3X. Há certas limitações no uso de listas com funções de gráfico. k Inserção de Cálculos Científicos em uma Lista É possível usar as funções de geração de tabela numérica no modo Table para inserir valores que resultam de alguns cálculos de funções científicas em uma lista. Para tanto, gere primeiro uma tabela e use a função de cópia de lista para copiar os valores da tabela para a lista. Exemplo Para usar o modo Table para criar uma tabela numérica para a fórmula (Y1 = x2 –1) e, em seguida, copiar a tabela para List 1 no modo Statistics 1. No modo Table, digite a fórmula Y1 = x2 –1. 2. Crie a tabela numérica. 3. Use a tecla e para selecionar a coluna Y1. 4. Pressione K1(LISTMEM). 5. Pressione bw. 6. Entre no modo Statistics para confirmar se a coluna Y1 do modo Table foi copiada para List 1. 3-16 k Execução de Cálculos com Funções Científicas com o Uso de uma Lista As listas podem ser usadas da mesma forma como os valores numéricos são usados em cálculos com funções científicas. Quando o cálculo produz como resultado em forma de lista, esta é armazenada na memória ListAns. Exemplo Para usar List 3 (41, 65, 22) para encontrar o seno (List 3) Use radianos como a unidade angular. sK1(LIST)1(List)dw 4. Alternância entre Arquivos de Lista É possível armazenar até 26 listas (List 1 a List 26) em cada arquivo (File 1 a File 6). Uma simples operação permite alternar entre arquivos de lista. u Para alternar entre arquivos de lista 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Statistics. Pressione !m(SET UP) para visualizar a tela de Configuração do modo Statistics. 2. Use c para selecionar “List File”. 3. Pressione 1(FILE) e informe o número da lista que se deseja usar. Exemplo Para selecionar o File 3 1(FILE)d w Todas as operações seguintes são aplicadas às listas que constituem o arquivo selecionado (arquivo de Lista 3 no exemplo dado). 3-17 5. Uso de Arquivos CSV É possível importar o conteúdo de um arquivo CSV armazenado nesta calculadora ou transferido de um computador para o Editor de Listas. É possível também salvar o conteúdo de todos os dados de uma lista do Editor de Listas como um arquivo CSV. Estas operações são feitas usando o menu de funções de arquivos CSV, que pode ser acessado pressionando 6(g)6(g)1(CSV) enquanto o Editor de Listas estiver em exibição na tela. k Requisitos para Importação de Arquivos CSV É possível importar um arquivo CSV que tenha sido gerado a partir do Editor de Listas, do Editor de Matrizes (página 2-42) ou da Planilha de Cálculo (página 9-4), ou um arquivo CSV que tenha sido transferido a partir de um computador para a memória de armazenamento. Os seguintes tipos de arquivos CSV têm suporte para importação. • Um arquivo CSV que usa vírgula ( , ) ou ponto e vírgula ( ; ) como seu delimitador, e ponto ( . ) ou vírgula ( , ) como seu ponto decimal. Não há suporte para arquivos CSV que usem tabulação como delimitação. • Há suporte para arquivos com código de quebra de linha CR, LF e CRLF. • Ao importar um arquivo CSV para a calculadora, se os dados na Linha 1 de cada coluna do arquivo (ou Linha 1 da Coluna 1 do arquivo) contiver aspas duplas (") ou aspas simples ('), a Linha 1 de todas as colunas do arquivo CSV será ignorada, e os dados serão inseridos a partir da Linha 2. Para mais informações sobre a transferência de arquivos do computador para a calculadora, consulte o “Capítulo 13 Comunicação de Dados”. k Transferência de Dados entre Listas e Arquivos CSV u Para importar o conteúdo de um arquivo CSV para o Editor de Listas 1. Prepare o arquivo CSV que se deseja importar. • Consulte “Requisitos para Importação de Arquivos CSV” acima. 2. Com o Editor de Listas na tela, pressione 6(g)6(g)1(CSV) para visualizar o menu de funções de arquivos CSV. 3. O que se deve fazer depois disso depende do tipo de importação de arquivo CSV que se deseja realizar. Para iniciar a importação a partir de uma linha específica: Para substituir todo o conteúdo do Editor de Listas: Use as telcas de cursor para selecionar a linha da qual se deseja iniciar a importação de dados e pressione 1(LOAD)1(LIST). Pressione 1(LOAD)2(FILE). 3-18 4. Na caixa de diálogos de seleção de arquivos que aparece, use f e c para selecionar o arquivo se deseja importar e pressione w. • Assim, ocorre a importação do conteúdo do arquivo CSV selecionado para o Editor de Listas. • No passo 3, ao pressionar 1(LOAD)1(LIST), inicia-se a importação a partir da linha em que está a célula selecionada, substituindo apenas a mesma quantidade de linhas do Editor de Linhas que têm o arquivo CSV. Exemplos Conteúdo Original do Editor de Listas Lista 1 Lista 2 Lista 3 Lista 4 Lista 5 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 Seleção Dados de Importação do Arquivo CSV 20 20 20 30 30 30 40 40 40 Conteúdo do Editor de Listas após a Importação Lista 1 Lista 2 Lista 3 Lista 4 Lista 5 1 20 20 20 1 2 30 30 30 2 3 40 40 40 3 4 4 Importante! A tentativa de importar os seguintes tipos de arquivos CSV causará um erro. • Um arquivo CSV que inclua dados que não puderam ser convertidos. Neste caso, uma mensagem de erro aparecerá mostrando o local no arquivo CSV (Exemplo: linha 2, coluna 3) em que estão os dados que não puderam ser convertidos. • Um arquivo CSV com mais de 26 colunas ou 999 linhas. Neste caso, ocorrerá um erro “Invalid Data Size”. 3-19 u É possível também salvar o conteúdo de todos os dados de uma lista do Editor de Listas como um arquivo CSV. 1. Com o Editor de Listas na tela, pressione 6(g)6(g)1(CSV) para visualizar o menu de funções de arquivos CSV. 2. Pressione 2(SAVE • AS). • Surge uma tela de seleção de pastas. 3. Selecione a pasta na qual se deseja salvar o arquivo CSV. • Para armazenar o arquivo CSV no diretório raiz, selecione “ROOT”. • Para armazenar o arquivo CSV em uma pasta, use f e c para selecionar a pasta desejada e pressione 1(OPEN). 4. Pressione 1(SAVE • AS). 5. Digite um nome de arquivo com até oito caracteres e pressione w. Importante! • A linha do subnome do Editor de Listas não é salva no arquivo CSV. • Ao salvar os dados de uma lista em um arquivo CSV, parte dos dados é convertida conforme a descrição abaixo. - Dados de números complexos: Apenas a parte real do número é extraída. - Dados fracionários: Convertido para formato de linha de cálculo (Exemplo: 2{3{4 → =2+3/4) - Dados ' e π: Convertido para um valor decimal (Exemplo: ' 3 → 1.732050808) k Para especificar o Símbolo Delimitador e o Ponto Decimal do Arquivo CSV Ao importar um arquivo CSV que tenha sido transferido de um computador para a calculadora, especifique o símbolo delimitador e o ponto decimal de acordo com as configurações especificadas no aplicativo que gerou o arquivo CSV. Pode-se usar a vírgula ( , ) ou o ponto e vírgula ( ; ) como delimitador, e o ponto ( . ) ou a vírgula ( , ) como ponto decimal. u Para especificar o símbolo delimitador e o ponto decimal do arquivo CSV 1. Com o Editor de Listas na tela, pressione 6(g)6(g)1(CSV) para visualizar o menu de funções de arquivos CSV. 2. Pressione 3(SET). • Surge a tela de configurações do formato CSV. 3. Use as teclas f e c para selecionar o “CSV Separator” (delimitador) e pressione 1( , ) ou 2( ; ). 4. Use as teclas f e c para selecionar o “CSV Decimal Symbol” (ponto decimal) e pressione 1( . ) ou 2( , ). • Caso a vírgula 1( , ) tenha sido escolhida no passo 3, não será possível optar por 2( , ) neste passo. 5. Após a configuração estar do jeito desejado, pressione J. 3-20 Capítulo 4 Cálculos de Equações A partir do Menu Principal, entre no modo Equation. • {SIMUL} ... {equação linear com 2 a 6 incógnitas} • {POLY} ... {equação de grau 2 a 6} • {SOLVER} ... {cálculos de resolução} 1. Equações Lineares Simultâneas É possível resolver equações lineares simultâneas com duas a seis incógnitas. • Equações Lineares Simultâneas com Duas Incógnitas: a1x + b1y = c1 a2x + b2y = c2 • Equações Lineares Simultâneas com Três Incógnitas: … a1x + b1y + c1z = d1 a2x + b2y + c2z = d2 a3x + b3y + c3z = d3 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Equation. 2. Selecione o modo SIMUL (Simultâneo), e especifique a quantidade de incógnitas (variáveis). É possível especificar de 2 a 6 incógnitas. 3. Informe os coeficientes de forma sequencial. • Selecione a célula que receberá os dados. Sempre que um coeficiente for digitado, a seleção muda na seguinte ordem: a1 → b1 → c1 → … an → bn → cn (n = 2 a 6) • É possível também atribuir frações e valores atribuídos a variáveis como coeficientes. • É possível cancelar a atribuição do valor para o coeficiente selecionado pressionando J a qualquer momento antes de pressionar w para armazenar o valor do coeficiente. Isto restaura o coeficiente que estava antes da atribuição de qualquer valor. É possível então atribuir um outro valor, se assim for desejado. • Para alterar o valor do coeficiente já armazenado após ter pressionado w, mova o cursor para o coeficiente que se deseja editar. Em seguida, atribua o valor para o qual se deseja alterar. • Pressione 3(CLEAR) para limpar todos os coeficientes a zero. 4. Resolva as equações. 4-1 4 Exemplo Para resolver as seguintes equações lineares simultâneas para x, y e z 4x + y – 2z = – 1 x + 6y + 3z = 1 – 5x + 4y + z = – 7 1 m Equation 2 1(SIMUL) 2(3) 3 ewbw-cw-bw bwgwdwbw -fwewbw-hw 4 1(SOLVE) • São efetuados cálculos internos usando uma mantissa de 15 dígitos, mas os resultados são exibidos usando uma mantissa de 10 dígitos e um expoente de 2 dígitos. • As equações lineares simultâneas são resolvidas invertendo a matriz que contém os coeficientes das equações. Por exemplo, o seguinte mostra a solução (x, y, z) de uma equação linear com três incógnitas. a1 b1 c1 –1 d1 x y d2 = a2 b2 c2 z a3 b3 c3 d3 Por isso, a precisão é reduzida à medida que o valor do determinante se aproxima de zero. Da mesma forma, equações simultâneas com três ou mais incógnitas podem levar muito tempo para serem resolvidas. • É apresentada a mensagem “No Solution” caso não haja solução. A mensagem “Ma ERROR” surge caso não haja solução. • A mensagem “Infinitely Many Solutions” aparece junto com a fórmula, se há um número infinito de soluções. • Após a conclusão do cálculo, pressione 1(REPEAT), altere os valores dos coeficientes e refaça o cálculo. 4-2 2. Equações de Ordem Elevada de 2º a 6º Grau A calculadora pode ser usada para resolver equações de ordem elevada desde o 2º ao 6º grau. • Equação Quadrática: ax2 + bx + c = 0 (a 0) • Equação Cúbica: … • Equação Quártica: ax3 + bx2 + cx + d = 0 (a 0) ax4 + bx3 + cx2 + dx + e = 0 (a 0) 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Equation. 2. Selecione o modo POLY (equação de grau superior) especifique o grau da equação. É possível especificar um grau de 2 a 6. 3. Informe os coeficientes de forma sequencial. • Selecione a célula que receberá os dados. Sempre que um coeficiente for digitado, a seleção muda na seguinte ordem: a→b→c→… • É possível também atribuir frações e valores atribuídos a variáveis como coeficientes. • É possível cancelar a atribuição do valor para o coeficiente selecionado pressionando J a qualquer momento antes de pressionar w para armazenar o valor do coeficiente. Isto restaura o coeficiente que estava antes da atribuição de qualquer valor. É possível então atribuir um outro valor, se assim for desejado. • Para alterar o valor do coeficiente já armazenado após ter pressionado w, mova o cursor para o coeficiente que se deseja editar. Em seguida, atribua o valor para o qual se deseja alterar. • Pressione 3(CLEAR) para limpar todos os coeficientes a zero. 4. Resolva as equações. Exemplo Para resolver a equação cúbica (Unidade angular = Rad) x3 – 2x2 – x + 2 = 0 1 m Equation 2 2(POLY) 2(3) 3 bw-cw-bwcw 4 1(SOLVE) Soluções Múltiplas (Exemplo: x3 + 3x2 + 3x + 1 = 0) 4-3 Solução de Número Complexo (Exemplo: x3 + 2x2 + 3x + 2 = 0) Complex Mode: Real (página 1-36) Complex Mode: a + bi Complex Mode: r∠θ • São efetuados cálculos internos usando uma mantissa de 15 dígitos, mas os resultados são exibidos usando uma mantissa de 10 dígitos e um expoente de 2 dígitos. • Pode levar um tempo considerável para o resultado do cálculo de uma equação de ordem elevada de 3º grau ou superior a aparecer na tela. • Ocorrerá um erro caso a calculadora não consiga encontrar uma solução. • Cálculos de equação de ordem elevada podem não produzir resultados quando a equação possuir soluções múltiplas. • Após a conclusão do cálculo, pressione 1(REPEAT), altere os valores dos coeficientes e refaça o cálculo. 3. Cálculos de Resolução O modo de cálculo de resolução permite que o usuário determine o valor de qualquer variável na fórmula sem ter de resolver a equação. Importante! • É possível atribuir tanto caixa alta X (a+(X)) quanto caixa baixa x (v) para a variável X. Tanto “X” quanto “x” se referem à mesma variável. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Equation. 2. Selecione o modo SOLVER e digite a equação como é escrita. • Caso o sinal de igual não seja digitado, a calculadora presume que a expressão está à esquerda do sinal de igualdade, e que existe um zero à direita. • Há um erro se houver mais de um sinal de igual digitado. 4-4 3. Na tabela de variáveis que surge na tela, atribua valores para cada variável. • É possível também especificar valores para Upper e Lower para definir os limites superior e inferior do intervalo de soluções. • Ocorrerá um erro caso a solução esteja fora do intervalo especificado. 4. Selecione a variável para a qual se deseja obter solução. “Lft” e “Rgt” indicam os lados esquerdo e direito que serão calculados usando a solução.*1 *1 As soluções são aproximadas usando o método de Newton. Os valores Lft e Rgt são visualizados para confirmação, pois o método de Newton pode produzir resultados que são a solução real. Quanto mais próximo de zero for a diferença entre os valores de Lft e Rgt, menor é a margem de erro. Exemplo Um objeto lançado ao ar com velocidade inicial V demora um tempo T para atingir a altura H . Aplique a seguinte fórmula para resolver a velocidade inicial V quando H = 14 (metros), T = 2 (segundos) e a aceleração gravitacional é igual a G = 9,8 (m/s2). H = VT – 1/2 GT2 1 m Equation 2 3(SOLVER) af(H)!.(=)ac(V)a/(T)(b/c)a'(G)a/(T)xw 3 bew(H = 14) aw(V = 0) cw(T = 2) j.iw(G = 9,8) 4 Pressione fff para selecionar V = 0. Pressione, então, 6(SOLVE). • A mensagem “Retry” aparece na tela quando a calculadora julga que a convergência não é suficiente para os resultados exibidos. • Uma operação de resolução produzirá uma única solução. Use POLY quando desejar obter múltiplas soluções para uma equação de ordem elevada (como ax2 + bx + c = 0). 4-5 Capítulo 5 Representação Gráfica No Menu Principal, selecione o ícone do tipo de gráfico que se pretende desenhar uu do tipo de tabela que se pretende gerar. • Graph … Função geral de representação gráfica • Run-Matrix … Representação gráfica manual (páginas 5-25 a 5-31) • Table … Criação de tabela numérica (páginas 5-32 a 5-37) • Dyna Graph … Gráfico dinâmico (páginas 5-42 a 5-45) • Recursion … Representação gráfica por recursividade ou criação de tabela numérica (páginas 5-45 a 5-50) • Conic Graphs … Representação gráfica de seções cônicas (páginas 5-50 e 5-51) 1. Gráficos de Exemplo 5 k Tela de Relação e Cor de Gráficos Ao entrar no modo Graph, Dyna Graph ou Table, a primeira coisa a aparecer é uma tela de relação de gráficos (tela de relação de tabelas) como mostrada abaixo. É possível usar esta tela para registrar funções que devem ser usadas para desenhar gráficos ou criar tabelas numéricas. (Exemplo: modo Graph) Cada linha da tela de relação de gráficos é apresentada com uma cor correspondente à cor da linha usada em cada função representada. O gráfico é desenhado com a mesma cor da linha onde sua função está registrada. → Tela de relação de gráficos Tela de gráficos 5-1 No caso do modo Table, a tabela numérica é gerada com a mesma cor da linha onde sua função está registrada. → Tela de relação de tabelas • Tela de tabelas É possível alterar a cor usada para desenhar os gráficos e a cor dos caracteres das tabelas numéricas. Para mais informações, consulte “Alteração das Propriedades de um Gráfico” (página 5-15). k Como desenhar um gráfico simples (1) Para desenhar um gráfico, simplesmente digite a função correspondente. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Digite a função que se deseja representar graficamente. Aqui é necessário usar a janela de visualização (V-Window) para especificar o intervalo e outros parâmetros do gráfico. Consulte página 5-5. 3. Desenhe o gráfico. Exemplo Para representar o gráfico de y = 3x2 1 m Graph 2 dvxw 3 6(DRAW) (ou w) • Pressione A para retornar à tela do passo 2 (relação de gráficos). Depois de desenhar um gráfico, é possível alternar entre a tela de relação de tabelas numéricas e a tela de gráficos pressionando !6(G⇔T). 5-2 k Como desenhar um gráfico simples (2) É possível armazenar até 20 funções na memória e depois selecionar a que se pretende representar graficamente. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Especifique o tipo de função e digite a função cujo gráfico se deseja desenhar. É possível usar o modo Graph para desenhar o gráfico para os tipos seguintes de expressões: expressão de coordenadas retangulares (Y=f(x)), expressão de coordenadas polares, função paramétrica, expressão de coordenadas retangulares (X=f(y)), desigualdade. 3(TYPE)1(Y=) ... coordenadas retangulares (tipo Y=f(x)) 2(r=) ... coordenadas polares 3(Param) ... função paramétrica 4(X=) ... coordenadas retangulares (tipo X=f(y)) 5(CONVERT)1('Y=) a 5('Y≤) 6(g)1('X=) a 5('X≤) ... modifica o tipo de função 6(g)1(Y>) a 4(Y≤) .... desigualdade Y no lado esquerdo 6(g)6(g)1(X>) a 4(X≤) .... desigualdade X no lado esquerdo Repita este passo quantas vezes forem necessárias para inserir as funções desejadas. A seguir, especifique quais funções entre aquelas que estão armazenadas na memória devem ser representadas graficamente (consulte página 5-13). 3. Desenhe o gráfico. • É possível usar o menu de funções que aparece ao pressionar 4(TOOL)1(STYLE) no passo 2 do procedimento acima para selecionar um dos seguintes estilos de linha para cada gráfico. 1( ) ... Normal (padrão inicial) 2( ) … Thick (dobro da espessura de Normal) 3( ) … Broken (pontilhado grosso) 4( ) … Dot (pontilhado) 5( ) … Thin (um terço da espessura de Normal) • Ao representar graficamente várias desigualdades de forma simultânea, é possível aplicar a configuração “Ineq Type” na tela de Configuração para especificar algum dos intervalos de preenchimento. 1(Intsect) ... Preenche áreas apenas onde as condições de todas as desigualdades representadas graficamente estejam satisfeitas. 5-3 2(Union) ... Preenche todas as áreas onde as condições das desigualdades representadas graficamente são satisfeitas. Este é o padrão inicial. • Pressione !f(FORMAT) com a tela de relação de gráficos ou com a tela de gráficos em exibição para acessar a caixa de diálogos de onde se pode alterar o estilo ou a cor da linha do gráfico. Para mais informações, consulte “Alteração das Propriedades de Gráficos” (página 5-15). Exemplo 1 Para digitar as funções abaixo e desenhar seus gráficos. Y1 = 2x2 – 3, r2 = 3sen2θ 1 m Graph 2 3(TYPE)1(Y=)cvx-dw 3(TYPE)2(r=)dscvw 3 6(DRAW) Exemplo 2 Para desenhar o gráfico de uma função trigonométrica usando radianos se a configuração da unidade de ângulo é em graus. (Unidade angular = Deg) Y1=sen xr 1 m Graph 2 svK6(g)5(ANGLE)2(r)w 3 6(DRAW) 5-4 2. Controle do Conteúdo de uma Tela de Gráficos k Configurações da Janela de Visualização (V-Window) Use a janela de visualização para especificar o intervalo dos eixos x e y, e para definir o espaçamento entre os incrementos de cada eixo. É aconselhável definir sempre os parâmetros desejados da janela de visualização antes de iniciar a representação gráfica. u Para configurar a Janela de Visualização 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Pressione !3(V-WIN) para acessar a tela de configuração da janela de visualização. Parâmetro de coordenada retangular Xmin/Xmax … Valor mínimo/máximo do eixo x Xscale … Espaçamento dos incrementos do eixo x Xdot … Valor que corresponde a um ponto do eixo x Ymin/Ymax … Valor mínimo/máximo do eixo y Yscale … Espaçamento dos incrementos do eixo y Parâmetro de coordenada polar Tθ min/Tθ max ... Valores mínimo/máximo de T, θ Tθ ptch ... Distância de T, θ 3. Pressione c para selecionar e atribuir um valor adequado para cada parâmetro, pressionando w após cada operação. • {INITIAL}/{TRIG}/{STANDRD} … janela de visualização {definições iniciais}/{definições iniciais aplicando a unidade angular especificada}/{definições padrão} • {V-MEM} • {STORE}/{RECALL} … {armazenar}/{recuperar} os ajustes da janela de visualização • {SQUARE} • {Y-BASE}/{X-BASE} … {fixar as configurações do eixo y e alterar as configurações do eixo x}/{fixar as configurações do eixo x e alterar as configurações do eixo y} de modo que as escalas dos eixos y e x sejam exibidas como uma relação 1:1 • {BGV-WIN} … Substitui as configurações atuais da janela de visualização por aquelas que foram salvas no arquivo de imagem de fundo. Este item aparece apenas enquanto uma imagem de fundo do gráfico estiver aberta. 4. Após configurar do jeito desejado, pressione J ou !J(QUIT) para sair da tela de configuração da janela de visualização. • Pressione w sem digitar nada enquanto o cursor de ocupado tela de configuração da janela de visualização. 5-5 estiver na tela, saindo da u Precauções com os Ajustes da Janela de Visualização • Atribuir zero a Tθ ptch gera um erro. • Eventuais atribuições impróprias (valor fora do intervalo, sinal negativo sem valor etc.) gera um erro. • Quando Tθ max é menor do que Tθ min, Tθ ptch fica negativo. • É possível atribuir expressões (como, por exemplo, 2π) como parâmetros da janela de visualização. • Quando a definição da janela de visualização produz um eixo que não cabe na tela, a escala do eixo é indicada na margem da tela, o mais perto possível da origem. • A modificação das configurações da janela de visualização limpa o gráfico exibido na tela e o substitui apenas pelos novos eixos. • A modificação do valor de Xmin ou Xmax faz com que o valor de Xdot seja ajustado automaticamente. A modificação do valor de Xdot faz com que o valor de Xmax seja ajustado automaticamente. • Uma coordenada polar (r =) ou gráfico paramétrico aparecerá bruto, caso as definições da janela de visualização façam com que o valor Tθ ptch fique muito grande devido ao diferencial entre as definições de Tθ min e Tθ max. Caso as configurações escolhidas deixem o valor de Tθ ptch muito pequeno em relação à diferença das configurações de Tθ min e Tθ max, por outro lado, o gráfico demorará mais para ser desenhado. • Os intervalos de para os parâmetros da tela de visualização são: –9,999999999 × 1097 a 9,999999999 × 1097 k Memória da Janela de Visualização (V-Window) É possível armazenar até seis ajustes na memória da janela de visualização, que podem ser recuperados quando necessário. u Para armazenar as definições da janela de visualização 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Pressione !3(V-WIN) para exibir a tela de configuração da janela de visualização e informe os valores desejados. 3. Pressione 4(V-MEM)1(STORE) para exibir a janela pop-up. 4. Pressione uma tecla numérica para escolher em qual memória da janela de visualização se deseja salvar as definições e, em seguida, pressione w. Pressione bw para armazenar as configurações na Memória 1 da janela de visualização (V-Win1). 5-6 u Para recuperar as definições da memória da janela de visualização (V-Window) 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Pressione !3(V-WIN) para acessar a tela de configuração da janela de visualização. 3. Pressione 4(V-MEM)2(RECALL) para exibir a janela pop-up. 4. Pressione uma tecla numérica para escolher a memória da janela de visualização se deseja recuperar as definições e, em seguida, pressione w. Pressione bw para recuperar as configurações na Memória 1 da janela de visualização (V-Win1). k Especificação do Limite para Gráficos É possível definir um intervalo (ponto inicial, ponto final) de uma função antes de representála graficamente. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Configure a janela de visualização (V-Window). 3. Especifique o tipo de função e digite-a. A sintaxe para a função é a seguinte. Função ,!+( [ ) Ponto Inicial , Ponto Final !-( ] ) 4. Desenhe o gráfico. Exemplo Gráfico y = x2 + 3x – 2 dentro do intervalo – 2 < x < 4. Aplique as seguintes configurações à janela de visualização (V-Window). Xmin = –3, Xmax = 5, Xscale = 1 Ymin = –10, Ymax = 30, Yscale = 5 1 m Graph 2 !3(V-WIN)-dwfwbwc -bawdawfwJ 3 3(TYPE)1(Y=)vx+dv-c, !+( [ )-c,e!-( ] )w 4 6(DRAW) • É possível especificar um intervalo ao representar graficamente expressões retangulares, expressões polares, funções paramétricas e desigualdades. 5-7 k Zoom Esta função permite aumentar e reduzir o gráfico na tela. 1. Desenhe o gráfico. 2. Selecione o tipo de zoom. !2(ZOOM)1(BOX) ... Caixa de zoom Desenhe uma caixa ao redor de uma área de visualização de modo que essa área seja ampliada e ocupe toda a tela. 2(FACTOR) ... Fator de zoom Especifica os fatores de zoom dos eixos x e y para o fator de zoom. 3(IN)/4(OUT) ... Fator de zoom O gráfico é ampliado ou reduzido de acordo com o fator especificado, centralizado em relação à posição atual do cursor. 5(AUTO) ... Zoom automático As definições do eixo y da janela de visualização são ajustadas automaticamente de modo que o gráfico ocupe a tela ao longo do eixo y. 6(g)1(ORIGINAL) ... Tamanho original O gráfico volta ao seu tamanho original após uma operação com o zoom. 6(g)2(SQUARE) ... Correção gráfica Os valores do eixo x da janela de visualização são corrigidos, ficando iguais aos do eixo y. 6(g)3(ROUND) ... Arredondamento de coordenadas Arredonda os valores da coordenada onde o cursor estiver. 6(g)4(INTEGER) ... Número inteiro Cada ponto tem de largura 1, fazendo com que os valores das coordenadas sejam inteiros. 6(g)5(PREVIOUS) ... Anterior A janela de visualização volta aos parâmetros anteriores à última operação do zoom. Especificação do intervalo da caixa de zoom 3. Use as teclas de cursor para mover o cursor ( ) do centro da tela para o local onde se deseja colocar um canto da caixa e pressione w. 4. Use as teclas de cursor para movê-lo. Isto faz com que a caixa apareça na tela. Enquadre a área que se pretende ampliar e pressione w. 5-8 Exemplo Gráfico de y = (x + 5)(x + 4)(x + 3) e realize uma operação de caixa de zoom. Aplique as seguintes configurações à janela de visualização (V-Window). Xmin = –8, Xmax = 8, Xscale = 2 Ymin = –4, Ymax = 2, Yscale = 1 1 m Graph !3(V-WIN)-iwiwcwc -ewcwbwJ 3(TYPE)1(Y=) (v+f)(v+e) (v+d)w 6(DRAW) 2 !2(ZOOM)1(BOX) 3 d~dw 4 d~d,f~fw • É necessário especificar dois pontos diferentes para a caixa de zoom, e os dois pontos não podem estar em linha reta vertical ou horizontal entre si. k Ampliação/Redução da Tela por Operação de Teclas É possível usar as teclas + e - durante a exibição da tela de gráfico para ampliar e reduzir a parte central da tela. As operações de zoom são feitas de acordo com o valor do fator especificado em !2(ZOOM)2(FACTOR). k Uso da Panoramização para Deslocar a Tela de Gráficos É possível usar a função Pan (panoramização) para fixar um local na tela de gráficos e arrastar a imagem para cima, para baixo e para os lados. Esta operação pode ser aplicada nos modos Graph, Conic Graphs, Table e Recursion. No entanto, observe que ela não pode ser usada se o item “Dual Screen” da tela de Configuração estiver como “G+G” ou “GtoT”. 5-9 u Para ter uma visão panorâmica da tela 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione K2(PAN). • Isto faz com que o usuário entre no modo Pan e veja um cursor ( ) no centro da tela. 2. Mova o cursor para o local da tela que se deseja fixar e pressione w. • O cursor se transforma de para . 3. Use as teclas do cursor para mudar a tela na direção desejada. Ao terminar de mudar a tela, pressione w. • Pressione w para executar a operação de desenho do gráfico e alterar a forma do cursor de para . • No modo Pan, sempre que a tecla w é pressionada, a forma do cursor se alterna entre e . Enquanto o cursor estiver na tela, é possível usar as teclas de cursor para movê-lo para outro local na tela. O conteúdo da tela se desloca (de forma panorâmica) ao pressionar as teclas de cursor enquanto o cursor estiver na tela. 4. Para sair do modo Pan, pressione J. k Exibição de uma Imagem de Fundo em um Gráfico É possível configurar a calculadora de modo que uma determinada imagem seja sempre exibida como a imagem de fundo de gráficos. Use o item “Background” na tela de Configuração para definir a imagem de fundo. Abaixo, segue a descrição dos tipos de arquivos que podem ser usados como imagem de fundo. • Um arquivo salvo através do procedimento descrito em “Como Salvar o Conteúdo da Tela de Gráfico como uma Imagem (Arquivo g3p)” (página 5-21) • Um arquivo descrito em “Gerenciamento de Arquivos do Picture Plot” (página 15-5) u Para selecionar a imagem de fundo do gráfico 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Pressione !m(SET UP) para exibir a tela de Configuração. 3. Use as teclas f e c para selecionar “Background” e pressione 2(PICT n), 3(OPEN) ou 1(None). • Pressione 1(None) e avance para o passo 6 caso não se queira ter nenhuma imagem de fundo em exibição na tela de gráficos. • Pressione 2(PICT n) para exibir uma relação dos arquivos g3p armazenados na pasta PICT na memória de armazenamento. • Pressione 3(OPEN) para exibir uma relação dos arquivos g3p armazenados na pasta PICT no diretório raiz da memória de armazenamento. Neste caso, use f e c se necessário para selecionar a pasta que contém a imagem que se deseja usar e pressione 1(OPEN). 4. Use f e c para selecionar o arquivo que se deseja usar e pressione 1(OPEN). 5-10 5. Quando surgir a caixa de diálogo “V-Window values for specified background will be loaded. OK?”, pressione 1(Yes) para aplicar as configurações da janela de visualização salvas no arquivo g3p ou 6(No) para manter as configurações atuais. • Pressione 1(Yes) para substituir todos os valores de configuração da janela de visualização, com exceção de Tmin, Tmax e Tptch pelos valores armazenados no arquivo g3p. 6. Para sair da tela de Configuração, pressione J. u Para substituir as configurações da janela de visualização pelas configurações salvas com a imagem de fundo 1. No modo Graph, pressione !3(V-WIN) para exibir a tela da janela de visualização. 2. Pressione 6(BGV-WIN). • Isto substituirá todos os valores da configuração da janela de visualização, com exeção de Tmin, Tmax e Tptch, pelos valores armazenados no arquivo de imagem de fundo. 3. Para sair da tela da janela de visualização, pressione J. u Para atualizar as configurações da janela de visualização da imagem de fundo com as configurações atuais da janela de visualização 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione K4(BGV-WIN). 2. Pressione 1(SAVE). • Aparecerá a mensagem de confirmação “OK to refresh background V-Window?”. 3. Pressione 1(Yes) para atualizar as configurações da janela de visualização do arquivo de imagem de fundo, ou 6(No) para cancelar a atualização. u Para salvar a imagem de fundo em um arquivo com as configurações atuais da janera de visualização 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione K4(BGV-WIN). 2. Pressione 2(SAVE • AS). • Aparecerá a mensagem de confirmação “OK to refresh background V-Window?”. Para que esta mensagem desapareça e a operação seja cancelada, pressione 6(No). 3. Pressione 1(Yes). 4. Selecione a pasta desejada. • Selecione ROOT para salvar o arquivo no diretório raiz. • Para salvar o arquivo em uma pasta específica, use f e c para selecionar a pasta desejada e pressione 1(OPEN). 5. Pressione 1(SAVE • AS). 5-11 6. Na caixa de diálogo File Name, digite um nome de até oito caracteres e pressione w. • A imagem de fundo é salva com o nome dado. A imagem de fundo recém-salva é atribuída para o item “Background” da tela de Configuração. k Ajuste da Luminosidade (Fade I/O) da Imagem de Fundo É possível ajustar a luminosidade da imagem de fundo da tela de gráficos escolhida para a configuração “Background” na tela de Configuração dentro de um intervalo de 0% (normal) a 100% (tudo branco). Quanto maior o valor, mais clara a imagem, de modo que uma configuração de 100% exibe um fundo todo branco. → É possível usar esta configuração para ajustar a imagem de fundo a um nível que facilita a visualização do gráfico. • Observe que a configuração de luminosidade pode ser ajustada somente se a imagem de fundo for uma imagem de 16 bits. • Após ter ajustado o nível da luminosidade, a configuração é armazenada com a imagem de fundo. u Para ajustar a luminosidade (Fade I/O) da imagem de fundo 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione K3(FadeI/O). Se o modo for Dyna Graph, pressione K1(FadeI/O). • Com isto, surge uma régua para ajuste da luminosidade. 2. Use d e e para adjustar o valor da luminosidade. • Cada toque das teclas d ou e altera o valor em 5%. • É possível selecionar valores de forma direta, se necessário. Para especificar um valor de 20%, por exemplo, pressione caw. 3. Após a configuração estar do jeito desejado, pressione J. 5-12 3. Desenho de um Gráfico É possível armazenar até 20 funções na memória. As funções na memória podem ser editadas, recuperadas e representadas graficamente. k Especificação do Tipo de Gráfico Antes de armazenar uma função gráfica na memória, é necessário especificar o tipo de gráfico. 1. Na tela de relação de gráficos, pressione 3(TYPE) para acessar o menu de tipos de gráficos, que contém os seguintes itens. • {Y=}/{r=}/{Param}/{X=} ... gráfico de {coordenada retangular (tipo Y=f(x))}/{coordenada polar}/{paramétrica}/{coordenada retangular (tipo X=f(y))} • {Y>}/{Y<}/{Y≥}/{Y≤} ... gráfico de desigualdade {Y>f (x)}/{Y }/{X<}/{X≥}/{X≤} ... gráfico de desigualdade {X>f(y)}/{X }/{'Y<}/{'Y≥}/{'Y≤}/{'X=}/{'X>}/{'X<}/{'X≥}/{'X≤} ... {modifica o tipo de função da expressão selecionada} 2. Pressione a tecla de função que corresponde ao tipo de gráfico desejado. k Armazenamento das Funções Gráficas u Para armazenar a função de coordenada retangular (Y=) Exemplo Para armazenar a seguinte expressão na área de memória Y1: y = 2x2 – 5 3(TYPE)1(Y=) (Especifica a expressão de coordenadas retangulares.) cvx-f(Digite a expressão.) w (Armazena a expressão.) • Uma função não pode ser armazenada em uma área de memória que já contenha uma função de tipo diferente da qual se tenta armazenar. Selecione uma área de memória que contenha o tipo de memória igual à que se tentar armazenar ou apague a função existente. 5-13 u Para armazenar uma função paramétrica Exemplo Para armazenar as seguintes funções nas áreas de memória Xt3 e Yt3: x = 3 senT y = 3 cosT 3(TYPE)3(Param) (Especifica a expressão paramétrica.) dsvw(Insere e armazena a expressão x.) dcvw(Insere e armazena a expressão y.) u Para criar uma função composta Exemplo Para usar as relações em Y1 e Y2 para criar funções compostas para Y3 e Y4 Y1 = (x + 1), Y2 = x2 + 3 Atribuir Y1°Y2 para Y3 e Y2°Y1 para Y4. (Y1°Y2 = ((x2 + 3) +1) = (x2 + 4) Y2°Y1 = ( (x + 1))2 + 3 = x + 4 (x > −1)) Informar relações em Y3 e Y4. 3(TYPE)1(Y=)J4(GRAPH) 1(Y)b(1(Y)c)w J4(GRAPH)1(Y)c (1(Y)b)w • Uma função composta pode consistir em até cinco funções. 5-14 u Para atribuir valores aos coeficientes e variáveis de uma função de gráfico Exemplo Para atribuir os valores −1, 0 e 1 à variável A em Y = AX2−1, e desenhar um gráfico para cada valor 3(TYPE)1(Y=) av(A)vx-bw J4(GRAPH)1(Y)b(av(A) !.(=)-b)w J4(GRAPH)1(Y)b(av(A) !.(=)a)w J4(GRAPH)1(Y)b(av(A) !.(=)b)w ffff1(SELECT) 6(DRAW) As telas acima foram produzidas com o uso da função de Traçado (Trace). Consulte “Análise de Funções” (página 5-54) para obter mais informações. k Alteração das Propriedades de Gráficos u Para alterar as propriedades de gráficos a partir da tela de relação de gráficos 1. Na tela de relação de gráficos, use f e c para selecionar a relação cujas propriedades gráficas se deseja alterar. 2. Pressione !f(FORMAT) para acessar a caixa de diálogos de formatação. 5-15 3. Use f e c para selecionar “Line Style” e pressione w. 4. Na relação de estilos de linha que aparece, use f e c para selecionar o estilo desejado e pressione w. • É possível também fazer a seleção pressionando a tecla do número que corresponde ao número que aparece à esquerda da cor desejada. 5. Use f e c para selecionar “Line Color” e pressione w. 6. Na relação de cores de linha que aparece, use f e c para selecionar a cor desejada e pressione w. • É possível também fazer a seleção pressionando a tecla do número que corresponde ao número que aparece à esquerda da cor desejada. 7. Após a configuração estar do jeito desejado, pressione J. u Para alterar as propriedades de gráficos a partir da tela de gráficos 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione !f(FORMAT). • Caso haja mais de um gráfico na tela de gráficos, um deles começará a piscar. O gráfico que estiver piscado é o que está selecionado. • Caso haja mais de um gráfico na tela de gráficos, execute o passo 2 abaixo. Caso haja apenas um gráfico na tela, pule o passo 2 e vá direto para o passo 3. 2. Use f e c para selecionar o gráfico cujas propriedades se pretende alterar e pressione w. 3. Use a caixa de diálogos de formatação para configurar o estilo e a cor das linhas como desejar. • Para o restante deste procedimento, execute os passos a partir do passo 3 descrito em “Para alterar as propriedades de gráficos a partir da tela de relação de gráficos”. • Pressione J para redesenhar um gráfico de acordo com as alterações feitas. 5-16 u Para alterar o estilo da linha de uma função de gráfico 1. Na tela de relação de gráficos, use f e c para selecionar a relação cujo estilo da linha se deseja alterar. 2. Pressione 4(TOOL)1(STYLE). 3. Selecione o estilo de linha. Exemplo Para alterar o estilo de linha de y = 2x2 – 3, armazenado na área Y1, para “Broken” (pontilhado) 4(TOOL)1(STYLE)3( ) (Selecione “Broken”.) k Como Editar e Apagar Funções u Para editar uma função na memória Exemplo Para alterar a expressão na área da memória Y1 de y = 2x2 – 5 para y = 2 x2 – 3 e (Exibe cursor.) eeeeeDd(Altera conteúdo.) w(Armazena uma nova função de gráfico.) u Para apagar o tipo de uma função*1 1. Na tela de relação de gráficos, use f ou c para selecionar a área que contem a função cujo tipo se deseja alterar. 2. Pressione 3(TYPE)5(CONVERT). 3. Selecione o tipo de função para o qual se deseja alterar. Exemplo Para alterar a função na área da memória Y1 de y = 2x2 – 3 para y < 2 x2 – 3 3(TYPE)5(CONVERT)3('Y<) (Altera o tipo de função para “Y<”.) 1 * O tipo de função pode ser modificado apenas para funções de coordenadas retangulares e desigualdades. 5-17 u Para apagar uma função 1. Na tela de relação de gráficos, use f ou c para selecionar a área que contém a função que se deseja apagar. 2. Pressione 2(DELETE) ou D. 3. Pressione 1(Yes) para apagar a função ou 6(No) para cancelar o procedimento sem apagar nada. • O aplicativo o procedimento acima para apagar uma linha de uma função paramétrica (como Xt2) também irá apagar a linha emparelhada aplicável (Yt2, no caso de Xt2). k Seleção de Funções para Representação Gráfica u Para especificar a condição de desenhar/não desenhar de um gráfico 1. Na tela de relação de gráficos, use f e c para selecionar a relação cujas propriedades gráficas não se deseja alterar. 2. Pressione 1(SELECT). • Cada vez que a tecla 1(SELECT), a representação gráfica alterna entre ativada e desativada. 3. Pressione 6(DRAW). Exemplo Para selecionar as seguintes funções para representar graficamente: Y1 = 2x2 – 5, r2 = 5 sen3θ Aplique as seguintes configurações à janela de visualização (V-Window). Xmin = –5, Xmax = 5, Xscale = 1 Ymin = –5, Ymax = 5, Yscale = 1 Tθ min = 0, Tθ max = π , Tθ ptch = 2π / 60 cf (Selecione a área de memória que contém uma função para a qual deseja desativar a representação gráfica.) 1(SELECT) (Especifica a desativação de representação gráfica.) 6(DRAW) ou w (Desenha o gráfico.) k Exibir e Ocultar os Eixos de Gráficos e Rótulos na Tela de Gráficos É possível usar a tela de Configuração para alterar a aparência da tela de gráficos conforme abaixo. • Grid: On (Axes: On, Label: Off) Este ajuste faz com que os pontos apareçam nas interseções da grade da tela. A alteração das configurações de Xscale ou Yscale da janela de visualização para 0 enquanto a configuração Grid (grade) estiver “On” fará com que os pontos desapareçam da tela. 5-18 • Grid: Line (Axes: On, Label: Off) Esta configuração faz com que as linhas de escala sejam mostradas para os eixos x e y. A alteração da configuração de Xscale da janela de visualização para 0 enquanto Grid (grade) estiver configurada como “Line” fará com que as linhas verticais desapareçam da tela. A alteração da configuração de Yscale da janela de visualização para 0 fará com que as linhas horizontais desapareçam. • Axes: Off (Label: Off, Grid: Off) Esta configuração limpa as linhas dos eixos da tela. • Axes: Scale (Label: Off, Grid: Off) Esta configuração faz com que as linhas de escala sejam mostradas para os eixos x e y. • Label: On (Axes: On, Grid: Off) Esta configuração exibe as identificações dos eixos x e y e do ponto de origem (O). • Mesmo que as configurações de Grid (grade) esteja “On” ou “Line”, as linhas de grade não serão exibidas se as configurações da janela de visualização estiverem configuradas de modo que as grades estejam muito próximas entre si. k Memória de Gráficos A memória de gráficos permite armazenar até 20 conjuntos de dados de funções gráficas para recuperá-los quando necessitar. Uma única operação salva os seguintes dados na memória de gráficos. • Todas as funções de gráfico na relação de gráficos exibida atualmente (até 20) • Tipos de gráficos • Informações sobre o estilo e a cor da linha dos gráficos • Situação de ativação/desativação de desenho • Configurações da janela de visualização (V-Window) (1 conjunto) 5-19 u Para armazenar funções gráficas na memória de gráficos 1. Pressione 4(TOOL)2(GPH-MEM)1(STORE) para exibir a janela pop-up. 2. Pressione uma tecla numérica para escolher em qual memória de gráfico se deseja salvar a função e pressione w. Pressione bw para armazenar a função de gráfico na Memória de Gráfico 1 (G-Mem1). • Há 20 memórias de gráfico numeradas de G-Mem1 a G-Mem20. • O armazenamento de uma função em uma área da memória que já contenha uma função substitui esta pela nova. • Ocorrerá um erro se os dados excederem a capacidade de memória existente da calculadora. u Para recuperar uma função gráfica 1. Pressione 4(TOOL)2(GPH-MEM)2(RECALL) para exibir a janela pop-up. 2. Pressione uma tecla numérica para escolher a memória de gráfico a partir da qual se deseja recuperar a função e pressionew. Pressione bw para recuperar a função de gráfico na Memória de Gráfico 1 (G-Mem1). • A recuperação de dados da memória de gráficos faz com que eventuais dados que estiverem na relação de gráficos sejam apagados. 4. Como Salvar e Recuperar o Conteúdo da Tela de Gráficos É possível salvar o conteúdo da tela de gráficos em um arquivo. O formato do arquivo é g3p, específico para esta calculadora. As seguintes informações são salvas através da operação descrita nesta seção. • Uma imagem bitmap do gráfico • Uma imagem bitmap do fundo do gráfico (incluindo eixos, grade, identificação dos eixos, imagem de fundo) - A imagem de fundo inclui a configuração de luminosidade, de modo que é salva conforme aparece na tela do gráfico. - O menu de funções e a barra de status não estão incluídos na imagem de fundo. • Configurações da janela de visualização (V-Window) (com exceção dos valores de Tmin, Tmax, Tptch) As imagens salvas podem ser recuperadas na tela de gráficos e colocadas em outro gráfico ou recuperada e usada em outro aplicativo. 5-20 k Como Salvar o Conteúdo da Tela de Gráfico como uma Imagem (Arquivo g3p) Há dois métodos que podem ser usados para salvar um arquivo g3p. • Salvar na Memória de Imagens Este método permite que o usuário atribua um número de 1 a 20 a uma imagem ao salvá-la. Assim, a imagem vai para a pasta PICT da memória de armazenamento como um arquivo com um nome de Pict01.g3p a Pict20.g3p. • Salvar com um Determinado Nome Este método salva a imagem na pasta desejada na memória de armazenamento. É possível atribuir ao arquivo um nome de até oito caracteres. Importante! • Uma tela de gráfico duplo ou qualquer outro tipo de gráfico que use uma tela separada não pode ser salva na memória de imagens. u Para salvar uma imagem de tela de gráfico na Memória de Imagens 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione K1(PICTURE)1(STORE)1(1-20). 2. Na tela “Store In Picture Memory”, digite um valor de 1 a 20 e pressione w. • Há 20 memórias de imagem numeradas de Pict 1 a Pict 20. • O armazenamento de uma imagem em uma área da memória que já contenha uma imagem substitui esta pela nova. u Para armazenar a imagem de uma tela de gráfico em um arquivo 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione K1(PICTURE)1(STORE) 2(SAVE • AS). • Surge uma tela de seleção de pastas. 2. Selecione a pasta na qual se deseja salvar a imagem. • Para armazenar a imagem no diretório raiz, selecione “ROOT”. 5-21 • Para armazenar a imagem em uma pasta, use f e c para selecionar a pasta desejada e pressione 1(OPEN). → 3. Pressione 1(SAVE • AS). 4. Na caixa de diálogo File Name, digite um nome de até oito caracteres e pressione w. k Recuperação de uma Imagem (Arquivo g3p) na Tela de Gráficos Há dois métodos que podem ser usados para recuperar uma imagem (arquivo g3p) na tela de gráficos. • Recuperação de uma imagem a partir da memória de imagens (Pict01.g3p a Pict20.g3p) • Recuperação de uma imagem a partir de uma pasta da memória de armazenamento Observação • A recuperação de uma imagem faz com que ela seja colocada imediatamente atrás do gráfico (sobre a imagem de fundo que estiver sendo exibida) na tela de gráficos. • Para limpar uma imagem recuperada, acesse a tela de gráficos e pressione !4(SKETCH) 1(Cls). u Para recuperar uma imagem armazenada na Memória de Imagens 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione K1(PICTURE)2(RECALL)1(1-20). 2. Na tela “Recall From Picture Memory”, digite um valor de 1 a 20 e pressione w. u Para recuperar um arquivo g3p armazenado na Memória de Armazenamento 1. Com a tela de gráficos em exibição, pressione K1(PICTURE)2(RECALL) 2(OPEN). • Use f e c se necessário, para selecionar a pasta que contém a imagem que se deseja recuperar e pressione 1(OPEN). 2. Use f e c para selecionar o arquivo que se deseja usar e pressione 1(OPEN). 5-22 5. Desenho de Dois Gráficos na Mesm Tela k Cópia de um Gráfico para a Tela Secundária O gráfico duplo permite a divisão da tela em duas partes. Assim, é possível representar graficamente duas funções para fins de comparação ou desenhar um gráfico em tamanho normal em um dos lados e ampliar o mesmo gráfico no outro lado. Isto transforma a ferramenta de gráfico duplo em uma poderosa ferramenta de análise de gráfico. Nela, o lado esquerdo da tela é chamado de “tela principal”, enquanto que o lado direito é a “tela secundária”. u Tela Principal O gráfico na tela principal é desenhado a partir de uma função. u Tela Secundária O gráfico na tela secundária é uma cópia ou uma ampliação/redução do gráfico na tela principal. É possível atribuir de ter diferentes ajustes da janela de visualização para cada uma das telas. u Para copiar o gráfico para a tela secundária 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Na tela de Configuração, selecione “G + G” para “Dual Screen”. 3. Configure a janela de visualização (V-Window) para a tela principal. Pressione 6(RIGHT) acessar a tela de configurações da tela secundária. Pressione 6(LEFT) para voltar à tela de configurações da tela secundária. 4. Armazene a função e desenhe o gráfico na tela principal. 5. Realize a operação de gráfico duplo desejada. K1(COPY) ... Duplica o gráfico da tela principal na tela secundária K2(SWAP) ... Alterna o conteúdo da tela principal com o conteúdo da tela secundária • Indicadores aparecem à direita das fórmulas na relação de gráficos para indicar onde os gráficos são desenhados no modo de gráfico duplo. Indica o gráfico da tela secundária (do lado direito da tela) Indica o gráfico desenhado em ambos os lados da tela Realizar uma operação de desenho com a função marcada com “ R ” exemplo anterior faz com que o gráfico seja desenhado no lado direito da tela. A função marcada com “ B ” é desenhada em ambos os lados do gráfico. 5-23 Pressione 1(SELECT) com uma das funções marcadas como “ R ” ou “ B ” para limpar seu indicador “ R ” ou “ B ”. Uma função sem um indicador é desenhada como o gráfico da tela principal (do lado esquerdo da tela). • A operação de propriedades gráficas somente pode ser realizada para o gráfico que estiver do lado esquerdo da tela de gráfico duplo. • Caso as propriedades do gráfico sejam alteradas em uma expressão marcada com “ B ” na tela de relação de gráficos para que depois seja feito o desenho, tais alterações serão aplicadas a ambos os gráficos. • Não é possível alterar as propriedades gráficas de uma expressão marcada com “ R ” na tela de relação de gráficos. • Para mais informações sobre como alterar propriedades gráficas, consulte “Alteração das Propriedades de Gráficos” (página 5-15). Exemplo Para representar graficamente y = x(x + 1)(x – 1) na tela principal e na tela secundária. Aplique as seguintes configurações à janela de visualização (V-Window). (Tela Principal) (Tela Secundária) Xmin = –2, Xmax = 2, Xscale = 0,5 Ymin = –2, Ymax = 2, Yscale = 1 Xmin = –4, Xmax = 4, Xscale = 1 Ymin = –3, Ymax = 3, Yscale = 1 1 m Graph 2 !m(SET UP)cccc1(G + G)J 3 !3(V-WIN) -cwcwa.fwc -cwcwbw 6(RIGHT) -ewewbwc -dwdwbwJ 4 3(TYPE)1(Y=)v(v+b)( v-b)w 6(DRAW) 5 K1(COPY) • Pressione A com o gráfico na tela para retornar à tela do passo 4. 5-24 6. Representação Gráfica Manual k Representação Gráfica no Modo Run-Matrix Quando o modo de entrada/saída linear for selecionado, os comandos podem ser diretamente colocados no modo Run-Matrix para desenhar um gráfico. É possível selecionar um tipo de função para a representação ao pressionar !4(SKETCH)5(GRAPH) e, em seguida, selecionar um dos tipos de função exibidos abaixo. • {Y=}/{r=}/{Param}/{X=}/{G · dx} ... Representação gráfica de {coordenada retangular}/ {coordenada polar}/{função paramétrica}/{X=f(y) coordenada retangular}/{integração} • {Y>}/{Y<}/{Y≥}/{Y≤} ... Representação gráfica de desigualdade {Y>f(x)}/{Y }/{X<}/{X≥}/{X≤} ... Representação gráfica de desigualdade {X>f(y)}/{X , Y<, X>, X<) 5-54 • Ao pressionar w com o cursor sobre o gráfico (durante Trace, G-Solve, etc.) fará com que um ponto seja inserido onde o cursor estiver localizado, juntamente com uma etiqueta que mostra as coordenadas no local do ponto. Ao pressionar aD, o último ponto e a última etiqueta de coordenada criados são removidos. • Os pontos criados com a operação acima aparecerão como para os valores das coordenadas que estão incluídos na expressão do gráfico, e como para os valores que não estão. Por exemplo, um ponto nas coordenadas (2,1) no gráfico de Y=2X será , enquanto que um ponto nas coordenadas (2,1) no gráfico de Y>2X será . k Visualização de uma Derivada Além da função de traçado para visualizar as coordenadas, também é possível visualizar a derivada através da posição do cursor. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Na tela de Configuração, selecione “On” para “Derivative”. 3. Desenhe o gráfico. 4. Pressione !1(TRACE) para aparecer o cursor no centro do gráfico. Neste momento, as coordenadas atuais e a derivada também aparecem na tela. k Gráfico para Tabela É possível usar a opção de traçado para ler as coordenadas de um gráfico e armazená-las em uma tabela numérica. É possível também usar o modo de Gráfico Duplo para armazenar simultaneamente o gráfico e a tabela numérica, tendo, assim, uma importante ferramenta de análise gráfica. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Na tela de Configuração, selecione “GtoT” para “Dual Screen”. 3. Configure a janela de visualização (V-Window). 4. Salve a função e desenhe o gráfico na tela principal (esquerda). 5. Ative o modo Trace. Quando há vários gráficos na tela, pressione f e c para selecionar o gráfico desejado. 6. Use as teclas d e e para mover o cursor e pressione w para armazenar as coordenadas na tabela numérica. Repita este passo para armazenar quantos valores desejar. • Cada vez que a tecla w é pressionada um ponto é inserido no gráfico no local onde estiver o cursor. 7. Pressione K1(CHANGE) para ativar a tabela numérica. 5-55 k Arredondamento de Coordenadas Esta função arredonda os valores das coordenadas visualizadas através da função de Traçado (Trace). 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Graph. 2. Desenhe o gráfico. 3. Pressione !2(ZOOM)6(g)3(ROUND). Isto faz com que as definições da janela de visualização sejam alteradas automaticamente de acordo com o valor Rnd. 4. Pressione !1(TRACE) e use as teclas de cursor para mover o cursor ao longo do gráfico. As coordenadas então apresentadas estão arredondadas. k Análise de Gráficos (Menu G-SOLVE) Ao pressionar !5(G-SOLVE), visualiza-se um menu com funções que podem ser usadas para analisar o gráfico que está sendo exibido e para obter as seguintes informações. !5(G-SOLVE) 1(ROOT) ... Raiz do gráfico 2(MAX) ... Valor máximo do gráfico 3(MIN) ... Valor mínimo do gráfico 4(Y-ICEPT) ... Intercepção no eixo y do gráfico 5(INTSECT) ... Interseção de dois gráficos 6(g)1(Y-CAL) ... Coordenada y para uma determinada coordenada x 6(g)2(X-CAL) ... Coordenada x para uma determinada coordenada y 6(g)3(∫dx)1(∫dx) ... Valor de integração para um intervalo específico 6(g)3(∫dx)2(ROOT) ... Valor de integração entre duas ou mais raízes do gráfico 6(g)3(∫dx)3(INTSECT)... Valor de integração entre duas ou mais interseções de dois gráficos 6(g)3(∫dx)4(MIXED) ... Valor de integração entre uma raiz de gráfico, um ponto de interseção de dois gráficos ou qualquer coordenada x • Qualquer das duas hipóteses pode ocasionar a baixa precisão ou, até mesmo, a impossibilidade de obtenção de soluções. - Quando o gráfico da solução obtida for um ponto de tangência com o eixo x - Quando uma solução for um ponto de inflexão 5-56 u Para calcular a raiz de um gráfico 1. Desenhe um gráfico. 2. Pressione !5(G-SOLVE)1(ROOT). 3. Caso haja mais de um gráfico na tela de gráficos, um deles começará a piscar. Use as teclas f e c para trocar o gráfico que está piscando a fim de selecionar aquele que se deseja analisar. 4. Para selecionar o gráfico que está piscando, pressione w. Assim, o valor produzido pela análise é exibido. Exemplo Para representar graficamente a função abaixo e calcular as raízes. Y1 = x3 − 4x • Quando a análise gera vários valores, pressione e para calcular o próximo valor. Pressione d para retornar ao valor anterior. • Quando a configuração do item “Derivative” estiver “On” na tela de Configuração, a derivada será exibida junto com a raiz quando for calculada a raiz de um gráfico em que se aplique o procedimento acima. u Para calcular o ponto de interseção de dois gráficos 1. Desenhe os gráficos. 2. Pressione !5(G-SOLVE)5(INTSECT). Caso haja três ou mais gráficos na tela de gráficos, um deles começará a piscar. 3. Use as teclas f e c para alterar a seleção para um dos gráficos cujo ponto de interseção se deseja determinar e, então, pressione w. 4. Use as teclas f e c para alterar o gráfico selecionado para o outro gráfico cujo ponto de interseção se deseja determinar e, então, pressione w. 5. Pressione w para determinar o ponto de interseção para os dois gráficos. Quando a análise gera vários valores, pressione e para calcular o próximo valor. Pressione d para retornar ao valor anterior. 5-57 Exemplo Para representar graficamente as duas funções abaixo e determinar o ponto de interseção entre Y1 e Y2. Y1 = x + 1, Y2 = x2 • É possível calcular o ponto de interseção somente para gráficos de coordenadas retangulares (tipo Y=f(x)) e gráficos de desigualdade (Y > f(x), Y < f(x), Y ≥ f(x) ou Y ≤ f(x)). • Qualquer das duas hipóteses pode ocasionar a baixa precisão ou, até mesmo, a impossibilidade de obtenção de soluções. - Quando uma solução for um ponto de tangência entre dois gráficos - Quando uma solução for um ponto de inflexão u Para determinar as coordenadas para determinados pontos 1. Desenhe o gráfico. 2. Selecione a função de esboço que deseja efetuar. !5(G-SOLVE)6(g)1(Y-CAL) ... coordenada y para um determinado x 6(g)2(X-CAL) ... coordenada x para um determinado y 3. Caso haja mais de um gráfico na tela de gráficos, um deles começará a piscar. Use as teclas f e c para selecionar o gráfico desejado e pressione w. 4. Determine o valor da coordenada x ou y. Pressione w para calcular o valor da coordenada y ou x correspondente. Exemplo Para representar graficamente as duas funções abaixo e determinar a coordenada y para x = 0,5 e a coordenada x para y = 2,2 no gráfico Y2. Y1 = x + 1, Y2 = x(x + 2)(x – 2) • Quando o procedimento acima gerar resultados múltiplos, pressione e para calcular o próximo valor. Pressione d para retornar ao valor anterior. • O valor de X-CAL não pode ser obtido para um gráfico de função paramétrica. 5-58 u Para calcular o valor de integração para um determinado intervalo Aplique o seguinte procedimento para obter obter valores de integração para um determinado intervalo. 1. Desenhe o gráfico. 2. Pressione !5(G-SOLVE)6(g)3(∫dx)1(∫dx). Caso haja mais de um gráfico na tela de gráficos, um deles começará a piscar. 3. Use as teclas f e c para selecionar o gráfico desejado e pressione w. 4. Use as teclas d e e para mover o cursor de limite inferior para o local desejado e pressione w. 5. Use a tecla e para mover o cursor de limite superior até o local desejado. • Exibe o valor integral calculado na posição atual do ponteiro. O valor de integração muda de acordo com o movimento do ponteiro. 6. Pressione w para preencher o intervalo de integração. Exemplo Para representar graficamente a função abaixo e determinar o valor de intregação em (–2, 0). Y1 = x(x + 2)(x – 2) • É possível também especificar o limite inferior e o superior digitando-os no teclado de 10 teclas. • Ao definir o intervalo, certifique-se de que o valor inferior é menor do que o superior. • Os valores de integração somente podem ser calculados para gráficos de coordenadas retangulares. u Para obter os valores de integração e de área entre duas ou mais raízes de um gráfico 1. Desenhe um gráfico. 2. Pressione !5(G-SOLVE)6(g)3(∫dx)2(ROOT). • O cursor aparecerá na raiz que estiver mais à esquerda na tela de gráficos. • Caso não haja nenhuma raiz na tela, aparecerá a mensagem “Not Found”. Neste caso, pressione J. 3. Use as teclas d e e para mover o cursor para a raiz que se deseja usar como o ponto mais baixo da região de integração e pressione w. 4. Use a tecla e para mover o cursor para a raiz que se deseja usar como o ponto mais alto da região de integração e pressione w. • Caso haja apenas uma raiz na tela, aparecerá a mensagem “Not Found”. Neste caso, pressione J. 5. Pressione w para calcular o valor de integração e o valor da área. 5-59 Exemplo Para representar graficamente Y = sen X e determinar os valores de integração e de área do gráfico para a região entre as raízes dos valores negativo e posito mais próximos do ponto de origem Valor de integração Valor da área • Ocorrerá um erro caso haja mais de 21 raízes entre as duas raízes especificadas. • Os valores de integração e área somente podem ser calculados para gráficos de coordenadas retangulares. u Para obter os valores de integração e de área entre dois ou mais pontos de interseção de dois gráficos 1. Desenhe dois gráficos. 2. Pressione !5(G-SOLVE)6(g)3(∫dx)3(INTSECT). • O cursor aparecerá na interseção que estiver mais à esquerda na tela de gráficos. • Caso não haja nenhum ponto de interseção na tela, aparecerá a mensagem “Not Found”. Neste caso, pressione J. 3. Use as teclas d e e para mover o cursor para o ponto de interseção que se deseja usar como o ponto mais baixo da região de integração e pressione w. 4. Use a tecla e para mover o cursor para o ponto de interseção que se deseja usar como o ponto mais alto da região de integração. • Caso haja apenas um ponto de interseção na tela, aparecerá a mensagem “Not Found”. Neste caso, pressione J. 5. Pressione w para calcular o valor de integração e o valor da área. Exemplo Para representar graficamente Y = sen X e Y = sen (X − π ) e determinar 2 os valores de integração e de área entre dois pontos de interseção especificados Valor de integração Valor da área • Ocorrerá um erro caso haja mais de 21 interseções entre os dois pontos de interseção especificados. • Os valores de integração e área somente podem ser calculados para gráficos de coordenadas retangulares. 5-60 u Para determinar o valor de integração e área entre as raízes de um gráfico e o ponto de interseção de dois gráficos 1. Desenhe os gráficos. 2. Pressione !5(G-SOLVE)6(g)3(∫dx)e(MIXED). • Caso haja três ou mais gráficos na tela de gráficos, um deles começará a piscar. Use as teclas f e c para mover o gráfico que está piscando para aquele cujo valor integrado se deseja determinar e pressione w. Mova o gráfico que está piscando para outro gráfico e pressione w. 3. Use as teclas d e e para mover o cursor para o ponto mais baixo da região de integração e pressione w. 4. Use as teclas d e e para mover o cursor para o ponto mais alto da região de integração e pressione w. 5. Pressione w para calcular o valor de integração e o valor da área. Exemplo Para o gráfico Y1 = X3 + 7X2 + 2X – 15 e Y2 = 5X + 20, especifique a interseção do gráfico e a raiz do gráfico Y2, e determine os valores de integração e de área Valor de integração Valor de área • As teclas numéricas também podem ser usadas para especificar quaisquer coordenadas x como os locais mais baixo e mais alto da região de integração. k Análise Gráfica de Seções Cônicas Através dos gráficos de seções cônicas é possível determinar aproximações dos seguintes resultados analíticos. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Conic Graphs. 2. Selecione o tipo de função. 1(RECT).... {coordenada retangular} 2(POL).... {coordenada polar} 3(PARAM).... {paramétrica} 3. Use as teclas f e c para selecionar a seção cônica que se deseja analisar. 4. Informe as constantes da seção cônica. 5. Desenhe o gráfico. 5-61 Após representar graficamente a seção cônica, pressione !5(G-SOLVE) para exibir os seguintes menus de análise gráfica. u Análise de Gráfico Parabólico • {FOCUS}/{VERTEX}/{LENGTH}/{e} ... {foco}/{vértice}/{comprimento de corda perpendicular ao eixo}/{excentricidade} • {DIRECTX}/{SYMMETRY} ... {diretriz}/{eixo de simetria} • {X-ICEPT}/{Y-ICEPT} ... {intercepção x}/{intercepção y} u Análise de Gráfico Circular • {CENTER}/{RADIUS} ... {centro}/{raio} • {X-ICEPT}/{Y-ICEPT} ... {intercepção x}/{intercepção y} u Análise de Gráfico Elíptico • {FOCUS}/{VERTEX}/{CENTER}/{e} ... {foco}/{vértice}/{centro}/{excentricidade} • {X-ICEPT}/{Y-ICEPT} ... {intercepção x}/{intercepção y} u Análise de Gráfico Hiperbólico • {FOCUS}/{VERTEX}/{CENTER}/{e} ... {foco}/{vértice}/{centro}/{excentricidade} • {ASYMPT} ... {assímptota} • {X-ICEPT}/{Y-ICEPT} ... {intercepção x}/{intercepção y} u Para calcular o foco e comprimento de corda perpendicular ao eixo Exemplo Para determinar o foco e comprimento de corda perpendicular ao eixo para a parábola X = (Y – 2)2 + 3 Aplique as seguintes configurações à janela de visualização (V-Window). Xmin = –1, Xmax = 10, Xscale = 1 Ymin = –5, Ymax = 5, Yscale = 1 m Conic Graphs w bwcwdw6(DRAW) !5(G-SOLVE) 1(FOCUS) (Calcula o foco.) !5(G-SOLVE) 5(LENGTH) (Calcula o comprimento de corda perpendicular ao eixo.) 5-62 • Ao calcular dois focos para um gráfico hiperbólico ou de elipse, pressione e para calcular o segundo foco. Pressione d para retornar ao primeiro foco. • Ao calcular dois vértices para um gráfico hiperbólico, pressione e para calcular o segundo vértice. Pressione d para retornar ao primeiro vértice. • Ao pressionar e para calcular os vértices de uma elipse, calcula-se o próximo valor. Pressione d para navegar pelos valores anteriores. Uma elipse tem quatro vértices. u Para calcular o centro Exemplo Para determinar o centro do círculo (X + 2)2 + (Y + 1)2 = 22 m Conic Graphs ccccw -cw-bwcw6(DRAW) !5(G-SOLVE) 1(CENTER) (Calcula o centro.) 5-63 Capítulo 6 Cálculos e Gráficos Estatísticos Importante! Este capítulo contém muitas capturas de telas de gráficos. Em cada caso, foram atribuídos novos valores de modo a realçar as características particulares do respectivo gráfico. Observe que a calculadora usa os dados atribuídos através da função Lista ao tentar desenhar um gráfico semelhante. Por isso, os gráficos que surgem na tela quando uma operação gráfica é realizada podem ser diferentes dos gráficos deste manual. 1. Antes de Realizar Cálculos Estatísticos A tela Editor de Listas é exibida ao entrar no modo Statistics a partir do Menu Principal. É possível usar a tela Editor de Listas para digitar dados estatísticos e executar cálculos estatísticos. Use f, c, d e e para selecionar em torno das listas. Uma vez digitados os dados é possível usá-los para produzir um gráfico e verificar as tendências. É possível também aplicar diversos cálculos de regressão para análise de dados. • Para mais informações sobre como usar o Editor de Listas, consulte o “Capítulo 3 Função de Lista”. k Parâmetros Gráficos Estatísticos É possível especificar o status de desenhar/não desenhar de um gráfico, o tipo de gráfico e outros ajustes gerais para cada gráfico no menu de gráfico (GRAPH1, GRAPH2, GRAPH3). Com o Editor de Listas na tela, pressione 1(GRAPH) para visualizar o menu gráfico que contém os seguintes itens. • {GRAPH1}/{GRAPH2}/{GRAPH3} ... desenho do gráfico {1}/{2}/{3}*1 • {SELECT} ... {seleção de gráfico simultâneo (GRAPH1, GRAPH2, GRAPH3)} É possível especificar os gráficos múltiplos. • {SET} ... {ajustes gráficos (tipo de gráfico, atribuições de lista)} *1 A configuração do tipo de gráfico padrão inicial para todos os gráficos (do Graph 1 ao Graph 3) é o diagrama de dispersão, mas é possível alterar cada um deles para qualquer outro tipo. 6-1 6 k Ajustes Gráficos Gerais [GRAPH]-[SET] Esta seção descreve como usar a tela de ajustes gráficos gerais para realizar os seguintes ajustes para cada gráfico (GRAPH1, GRAPH2, GRAPH3). • Graph Type (Tipo de Gráfico) A configuração do tipo de gráfico padrão inicial para todos os gráficos é o diagrama de dispersão. É possível selecionar um dos vários tipos de gráficos estatísticos para cada um dos gráficos. • XList, YList Os dados estatísticos padrões iniciais são List 1 para dados de uma variável e List 1 e List 2 para dados de variáveis binárias. É possível especificar a lista de dados estatísticos pretendidas para os dados de x e y. • Frequency (Frequência) Esta configuração especifica uma lista que contém dados de frequência. Em estatística, “frequência” significa o número de vezes que um item de dados (ou conjunto de itens de dados) ocorre. As frequências são usadas em “tabelas de distribuição de frequência”, que lista cada item único de dados em uma coluna, com a frequência (número de ocorrências) na coluna à direita. Com esta calculadora, a coluna de dados e de frequência são listas separadas. Esta configuração especifica a lista (List 1, List 2, etc.) a ser usada para a coluna de freqüência ao desenhar um gráfico estatístico. A configuração padrão inicial para este item é 1, o que indica que a frequência de todos os itens de dados é 1 (uma ocorrência). Importante! • Os valores contidos em uma lista de frequência deverá ser 0 ou valores positivos apenas. Mesmo um único valor negativo causará um erro (Out of Domain). • Dados estatísticos com uma frequência 0 não são usados para o cálculo de valores mínimos e máximos. • Mark Type (Tipo de Marca) Esta configuração permite especificar a forma dos pontos do gráfico. • Color Link (Link de Cores) Esta configuração especifica se a cor definida no Editor de Listas para a(s) lista(s) de dados estatísticos a ser usada para representação gráfica deve ser aplicada como a(s) cor(es) do gráfico. O valor padrão inicial é “Off” (cor especificada com o Editor de Listas não será aplicada ao gráfico). • Graph Color (Gráfico de Cores) Especifica a cor do gráfico quando “Off” é selecionado para a configuração Color Link. A configuração de itens para especificar a cor de cada parte de um gráfico pode aparecer no lugar deste item, dependendo do tipo de gráfico. No caso de um gráfico circular, por exemplo, vão aparecer as configurações de cores Pie Area e Pie Border. 6-2 u Para exibir a tela de configurações gerais do gráfico A tela de configurações gerais do gráfico é exibida pressionando-se 1(GRAPH)6(SET). • StatGraph (especificação do gráfico estatístico) • {GRAPH1}/{GRAPH2}/{GRAPH3} ... gráfico {1}/{2}/{3} • Graph Type (especificação do tipo de gráfico) • {Scatter}/{xyLine}/{NPPlot}/{Pie} ... {diagrama de dispersão}/{gráfico linearxy}/{pontos de probabilidade normal}/{gráfico circular} • {Hist}/{MedBox}/{Bar}/{N-Dist}/{Broken} ... {histograma}/{gráfico de caixa mediana}/ {gráfico de barras}/{curva de distribuição normal}/{gráfico de linha interrompida} • {X}/{Med}/{X2}/{X3}/{X4} ... {gráfico de regressão linear}/{gráfico média-média}/{gráfico de regressão quadrática}/{gráfico de regressão cúbica}/{gráfico de regressão quártica} • {Log}/{aebx}/{abx}/{Power}/{Sin}/{Logistic} ... {gráfico de regressão logarítmica}/{gráfico de regressão exponencial (aebx)}/{gráfico de regressão exponencial (abx)}/{gráfico de regressão de potência}/{gráfico de regressão senoidal}/ {gráfico de regressão logística} • XList (lista de dados do eixo x)/YList (lista de dados do eixoy) • {LIST} ... {Lista 1 a 26} • Frequency (número de vezes que um valor ocorre) • {1} ... {ponto 1 a 1} • {LIST} ... {Lista 1 a 26} • Mark Type (tipo de marcação de pontos) • {}/{ }/{} ... pontos do diagrama de dispersão • Color Link (Link de Cores) As opções que aparecem para esta configuração dependem do tipo de gráfico. Para este tipo de gráfico: Ao selecionar isto: Scatter, xyLine X&Y Faz com que isso aconteça: As cores especificadas para os dados de XList e YList são refletidas no gráfico. • Quando as mesmas linhas de XList e YList são da mesma cor, a linha e marcas de pontos serão desenhadas no gráfico usando essa cor. • Quando as mesmas linhas de XList e YList são de cores diferentes, as marcas de pontos no gráfico são mostradas como ◎ e as linhas são desenhadas em preto. OnlyX A cor especificada apenas para os dados de XList é refletida no gráfico. OnlyY A cor especificada apenas para os dados de YList é refletida no gráfico. Off As especificações de cor de dados da lista são ignoradas. 6-3 Para este tipo de gráfico: NPPlot, Pie, Bar Hist, Broken Ao selecionar isto: Faz com que isso aconteça: On A cor especificada para os dados da lista é refletida no gráfico. Off As especificações de cor de dados da lista são ignoradas. X&Freq As cores especificadas para a lista de dados XList e Frequency são refletidas no gráfico. • Quando as mesmas linhas de XList e Frequency são da mesma cor, o gráfico é desenhado usando essa cor. • Quando as mesmas linhas de XList e Frequency são de cores diferentes, as linhas e marcas de pontos no gráfico são representadas como descrito abaixo. Hist: O gráfico é sombreado com a cor aplicável. Broken: As marcas de pontos do gráficos são mostradas como ◎ e as linhas são desenhadas em preto. OnlyX A cor especificada para os dados de XList é refletida no gráfico. Off As especificações de cor de dados da lista são ignoradas. Exemplo: Gráfico de dispersão quando “OnlyX” é selecionado para a configuração Color Link ⇒ Tela Editor de Listas (XList:List 1, YList:List 2) Color Link: OnlyX (gráfico de dispersão) • Graph Color (Gráfico de Cores) • {Black}/{Blue}/{Red}/{Magenta}/{Green}/{Cyan}/{Yellow} ... Especifica uma única cor como a cor do gráfico Exemplo: Gráfico de dispersão quando {Red} é especificado para Graph Color 6-4 • {Auto} ... Circula a cor usada para o desenho do gráfico na seguinte sequência para cada item de dados (ou par de dados): azul, vermelho, verde, magenta, preto. O ciclo é repetido após todas as cinco cores serem usadas. Para alguns gráficos, diferentes partes do gráfico (pontos, linhas, etc) são automaticamente desenhados com cores diferentes. {Auto} pode ser selecionado apenas quando o tipo de gráfico é Scatter, xyLine, NPPlot ou Broken. Exemplo: Gráfico de dispersão quando {Auto} é especificado para Graph Color • A configuração do Graph Color é sempre “Link” sempre que algo diferente de “Off” estiver selecionado para a configuração Color Link. Quando “Pie” (gráfico circular) estiver selecionado como o Graph Type: • Data (Especifica a lista a ser usada como dados do gráfico.) • {LIST} ... {Lista 1 a Lista 26} • Display (configuração da tela de valor do gráfico circular) • {%}/{Data} ... Para cada elemento de dados {exibido como percentagem}/{exibido como valor} • % Sto Mem (Especifica o armazenamento dos valores percentuais para uma lista.) • {None}/{List} ... Para valores de percentagem: {Não armazenar para a lista}/{Especificar Lista 1 a 26 e armazenar} • Pie Area (Especifica a cor de preenchimento de um gráfico circular.) • Area Color • {Black}/{Blue}/{Red}/{Magenta}/{Green}/{Cyan}/{Yellow} ... Especifica uma cor de preenchimento única para cada item de dados. • {Auto} ... Circula automaticamente a cor de preenchimento na seguinte sequência para cada item de dados: azul, vermelho, verde, magenta, ciano, amarelo. O ciclo é repetido após todas as seis cores serem usadas. • Paint Style • {Normal}/{Lighter} ... {densidade de preenchimento normal}/{densidade de preenchimento de iluminação} • A configuração do Area Color é sempre “Link” e a do Paint Style, “Lighter”, sempre que algo diferente de “Off” estiver selecionado para a configuração Color Link. • Pie Border (Especifica a cor da linha da borda de um gráfico circular.) • {Black}/{Blue}/{Red}/{Magenta}/{Green}/{Cyan}/{Yellow} ... Especifica uma única cor para a linha da borda. • {Clear} ... Nenhuma linha de borda estabelecida. 6-5 Quando “Hist” (Histograma) estiver selecionado como o Graph Type: • Hist Area (Especifica a cor de preenchimento de um histograma.) As configurações são iguais as de Pie Area. • Hist Border (Especifica a cor de linha da borda de um histograma.) As configurações são iguais as de Pie Border. • A configuração do Hist Border é sempre “Link” sempre que algo diferente de “Off” estiver selecionado para a configuração Color Link. Quando “MedBox” (gráfico de caixa mediana) estiver selecionado como o Graph Type: • Outliers (especificação de outliers) • {On}/{Off} ... {exibir}/{não exibir} outliers de caixa mediana minX Q1 Med Q3 maxX Outlier(s) • Box (Especifica a cor da linha de borda da caixa delimitada por Q1 até Q3, e a linha de cor de Med.) • {Black}/{Blue}/{Red}/{Magenta}/{Green}/{Cyan}/{Yellow} ... Especifica uma única cor para a linha da borda. • Whisker (Especifica a cor do diagrama de filamentos da extremidade da caixa para minX e maxX.) As configurações são iguais as de Box. • Outlier Color (Especifica a cor de outliers.) As configurações são iguais as de Box. • Box Inside (Especifica a cor de preenchimento da caixa delimitada por Q1 até Q3.) As configurações são basicamente as mesmas para Pie Area, exceto para as diferenças a seguir. • Quando “Auto” é selecionado para a configuração de Area Color, o azul é a cor de preenchimento da caixa do Q1 até a mediana, e o amarelo é da caixa da Med até o Q3. Quando “Bar” (gráfico de barras) estiver selecionado como o Graph Type: • Data1 (lista de dados da primeira barra) • {LIST} ... {Lista 1 a 26} • Data2 (lista de dados da segunda barra)/Data3 (lista de dados da terceira barra) • {None}/{LIST} ... {nenhum}/{Lista 1 a 26} • Stick Style (especificação do estilo de barras) • {Length}/{Horz} ... {comprimento}/{horizontal} 6-6 • D1 Area, D2 Area, D3 Area (Especifica as cores de preenchimento de Data 1, Data 2 e Data 3 dos gráficos de barra.) As configurações são iguais as de Hist Area. • D1 Border, D2 Border, D3 Border (Especifica as cores de borda de Data 1, Data 2 e Data 3 dos gráficos de barra.) As configurações são iguais as de Hist Border. k Condição de Desenhar/Não Desenhar [GRAPH]-[SELECT] O procedimento seguinte pode ser usado para especificar a condição de desenhar (On)/ não desenhar (Off) de cada um dos gráficos do menu gráfico. u Para especificar a condição de desenhar/não desenhar de um gráfico 1. Pressione 1(GRAPH)4(SELECT) para exibir a tela de On/Off do gráfico. • Deve-se levar em consideração que a configuração StatGraph1 é para o Graph 1 (GRAPH1 do menu do gráfico), StatGraph2 é para o Graph 2 e StatGraph3 para o Graph 3. 2. Use as teclas de cursor para selecionar para o gráfico que se pretende modificar e pressione a tecla de função correspondente para mudar a condição. • {On}/{Off} ... {On (desenhar)}/{Off (não desenhar)} • {DRAW} ... {desenha todos os gráficos ativados} 3. Para voltar ao menu do gráfico, pressione J. k Configurações de Janela de Visualização de Gráfico Estatístico Os parâmetros da janela de visualização são configurados automaticamente para os gráficos estatísticos. Se quiser configurar os parâmetros manualmente, será possível mudar o item “Stat Wind” para “Manual”. Com o Editor de Listas na tela, realize o seguinte procedimento. !m(SET UP)2(Manual) J(Volta à tela anterior.) Observe que os parâmetros da janela de visualização estão definidos para os seguintes tipos de gráficos independentemente se o item “Stat Wind” está ou não definido para “Manual”. Circular, teste Z de 1 amostra, teste Z de 2 amostras, teste Z de 1 proporção, teste Z de 2 proporções, teste t de 1 amostra, teste t de 2 amostras, teste χ2 de GOF, teste χ2 de dois sentidos, teste F de 2 amostras (apenas o eixo x é desconsiderado). 6-7 2. Cálculos e Gráficos de Dados Estatísticos de Variável Simples Os dados de variável simples são os que apresentam apenas uma única variável. Se for calculado, por exemplo, a altura média dos alunos de uma classe, existe apenas uma variável (altura). As estatísticas de variável simples incluem a distribuição e a soma. Os tipos de gráficos disponíveis para estatísticas de variável simples são apresentados a seguir. Também é possível usar os procedimentos na seção “Parâmetros Gráficos Estatísticos” da página 6-1 para realizar os ajustes desejados antes de desenhar cada gráfico. k Pontos de Probabilidade Normal Este ponto compara a razão acumulada entre os dados com uma distribuição normal de razão acumulada. XList especifica a lista onde os dados são digitados, enquanto que Mark Type é usado para selecionar as marcas { / / } que se deseja desenhar. Pressione A, J ou !J(QUIT) para voltar ao Editor de Listas. k Gráfico Circular É possível desenhar um gráfico circular com base nos dados de uma lista específica. O número máximo dos itens de dados do gráfico (linhas da lista) é 20. O gráfico é rotulado de A, B, C, e por aí em diante, correspondendo às linhas 1, 2, 3, etc. da lista usada para os dados do gráfico. Quando estiver selecionado “%” para a definição do “Display” na tela de configuração do gráfico geral (página 6-3), é exibido um valor indicando a percentagem para cada uma das letras de rótulo alfabético. 6-8 k Histograma XList especifica a lista onde se atribui os dados, e Freq a lista onde se atribui a frequência destes. O valor é 1 quando não houver especificação para Freq. ⇒ w(Draw) A tela tem a aparência do exemplo anterior antes do gráfico ser desenhado. Neste ponto, é possível modificar os valores de início (Start) e de largura (Width). k Gráfico de Caixa Mediana Este tipo de gráfico permite ver como um grande número de itens de dados se agrupam dentro de intervalos específicos. Uma caixa enquadra todos os minX dados numa área desde o primeiro quartil (Q1) até o terceiro quartil (Q3), com uma linha desenhada na mediana (Med). As linhas (filamentos) estendem-se de qualquer um dos extremos da caixa até ao mínimo (minX) e máximo (maxX) dos dados. Q1 Med Q3 maxX Para desenhar os dados que caem fora da caixa, primeiro especifique “MedBox” como Graph Type. Na mesma tela usada para especificar o tipo do gráfico, ative (On) o item Outliers, e desenhe o gráfico. • Modificar a definição “Q1Q3 Type” na tela de Configuração pode fazer com que as posições Q1 e Q3 mudem, mesmo quando o gráfico de caixa mediana (Med) for desenhado com base numa lista única. 6-9 k Gráfico de Barras É possível especificar até três listas para desenho de um gráfico de barras. O gráfico é rotulado com [1], [2], [3], e assim por diante, correspondendo às linhas 1, 2, 3, etc. da lista usada para os dados do gráfico. • Qualquer uma das situações seguintes causa um erro e cancela o desenho do gráfico de barras. - Ocorre um erro (Condition ERROR) quando o desenho de gráficos múltiplos for especificado usando a tela de gráfico On/Off (página 6-7), e o gráfico de barras for atribuído para um dos gráficos e um tipo de gráfico diferente for designado para outro gráfico. - Ocorre um erro (Dimension ERROR) quando for desenhado um gráfico com duas ou três listas especificadas e as listas especificadas tiverem um número diferente de elementos de lista. - Ocorre um erro (Condition ERROR) quando as listas forem atribuídas para Data1 e Data3, e for especificado “None” para Data2. k Curva de Distribuição Normal A curva de distribuição normal é representada graficamente usando a função de distribuição normal. XList especifica a lista onde se atribui os dados, e Freq a lista onde se atribui a frequência destes. O valor é 1 quando não houver especificação para Freq. k Gráfico de Linha Interrompida As linhas ligam pontos centrais da barra de um histograma. XList especifica a lista onde se atribui os dados, e Freq a lista onde se atribui a frequência destes. O valor é 1 quando não houver especificação para Freq. 6-10 ⇒ w(Draw) A tela tem a aparência do exemplo anterior antes do gráfico ser desenhado. Neste ponto, é possível modificar os valores de início (Start) e de largura (Width). k Visualização dos Resultados de um Cálculo de um Gráfico de Variável Simples Desenhada As estatísticas de variável simples podem ser expressas como gráficos ou como valores de parâmetros. Quando estes gráficos são visualizados, o resultado do cálculo de variável simples surge como mostrado à direita ao pressionar 1(1-VAR). • Use c para visualizar os itens que não surgem na tela. A seguir é descrito o significado de cada um dos parâmetros. ¯x .................média Σx ................soma Σx2 ...............soma dos quadrados minX .............mínimo σx .................desvio padrão populacional Q3 ................terceiro quartil sx .................desvio padrão de amostra Mod ..............modo n ..................número de itens de dados Q1 ................primeiro quartil Med ..............mediana maxX ............máximo Mod:n ..........número de itens do modo de dados Mod:F ..........frequência do modo de dados • Pressione 6(DRAW) para voltar ao gráfico estatístico de variável simples original. • Quando Mod tem soluções múltiplas, são todos exibidos. • É possível usar a definição “Q1Q3 Type” da tela de Configuração para selecionar “Std” (Cálculo Padrão) ou “OnData” (Cálculo Francês) para o modo de cálculo Q1 e Q3. Para detalhes sobre os métodos de cálculo durante a seleção de “Std” ou “OnData”, consulte “Métodos de Cálculo para as Definições Std e OnData” abaixo. 6-11 k Métodos de Cálculo para as Definições Std e OnData Q1, Q3 e Med podem ser calculados de acordo com a definição “Q1Q3 Type” da tela de Configuração como descrito abaixo. u Std (1) Quando todos os valores de frequência forem números inteiros Com este método de cálculo, o processamento depende se o número de elementos n na população é um número par ou ímpar. Quando o número de elementos n é um número par: Usando como referência o ponto central da população total, os elementos populacionais estão divididos em dois grupos: um grupo na metade inferior e outro na metade superior. Q1, Q3 e Med tornam-se nos valores descritos abaixo. Q1 = {mediana do grupo de Q3 = {mediana do grupo de n 2 itens para o fundo da população} n itens para o topo da população} 2 n n +1-ésimo valor médio do elemento} Med = { -ésimo e 2 2 Ponto Central Ponto Central Ponto Central 1 2 3 4 5 6 7 8 4+5 = Mediana 2 2+3 = Q1 2 6+7 = Q3 2 Quando o número de elementos n é um número ímpar: Usando como referência a mediana da população total, os elementos populacionais estão divididos em dois grupos: um grupo da metade inferior (valores inferiores à mediana) e um grupo da metade superior (valores superiores à mediana). O valor da mediana é excluído. Q1, Q3 e Med tornam-se os valores descritos abaixo: n–1 Q1 = {mediana do grupo de itens para o fundo da população} 2 n–1 Q3 = {mediana do grupo de itens para o topo da população} 2 n+1 -ésimo elemento} Med = { 2 • Quando n = 1, Q1 = Q3 = Med = ponto central populacional. 6-12 Ponto Central 1 2 3 Ponto Central 4 5 6 7 8 9 Mediana 2+3 = Q1 2 7+8 = Q3 2 (2) Quando a frequência incluir valores de fração decimal Os valores Q1, Q3 e Med para este método de cálculo estão descritos abaixo. Q1 = {valor de elemento cuja razão de frequência cumulativa é superior a 0,25 e próximo de 0,25} Quando a razão de frequência cumulativa de algum valor de dados for exatamente 0,25, Q1 é a média do valor dos dados e o próximo valor de dados. Q3 = {valor de elemento cuja razão de frequência cumulativa é superior a 0,75 e próximo de 0,75} Quando a razão de frequência cumulativa de algum valor de dados for exatamente 0,75, Q3 é a média do valor dos dados e o próximo valor de dados. Med = {valor de elemento cuja razão de frequência cumulativa é superior a 0,5 e próximo de 0,5} Quando a razão de frequência cumulativa de algum valor de dados for exatamente 0,5, Med é a média do valor dos dados e o próximo valor de dados. Um exemplo atual do citado acima é exibido a seguir. Valor de Dados Frequência Frequência Cumulativa Razão de Frequência Cumulativa 1 0,1 0,1 0,1/1,0 = 0,1 2 0,1 0,2 0,2/1,0 = 0,2 3 0,2 0,4 0,4/1,0 = 0,4 4 0,3 0,7 0,7/1,0 = 0,7 5 0,1 0,8 0,8/1,0 = 0,8 6 0,1 0,9 0,9/1,0 = 0,9 7 0,1 1,0 1,0/1,0 = 1,0 • 3 é o valor cuja razão de frequência cumulativa é superior a 0,25 e próximo de 0,25, então Q1 = 3. • 5 é o valor cuja razão de frequência cumulativa é superior a 0,75 e próximo de 0,75, então Q3 = 5. • 4 é o valor cuja razão de frequência cumulativa é superior a 0,5 e próximo de 0,5, então Med = 4. 6-13 u OnData Os valores Q1, Q3 e Med para este método de cálculo estão descritos abaixo. Q1 = {valor do elemento cuja razão de frequência cumulativa é superior a 0,25 e próximo de 0,25} Q3 = {valor do elemento cuja razão de frequência cumulativa é superior a 0,75 e próximo de 0,75} Um exemplo atual do citado acima é exibido a seguir. (Número de Elementos: 10) Valor de Dados Frequência Frequência Cumulativa Razão de Frequência Cumulativa 1 1 1 1/10 = 0,1 2 1 2 2/10 = 0,2 3 2 4 4/10 = 0,4 4 3 7 7/10 = 0,7 5 1 8 8/10 = 0,8 6 1 9 9/10 = 0,9 7 1 10 10/10 = 1,0 • 3 é o valor cuja razão de frequência cumulativa é superior ou igual 0,25 e próximo de 0,25, então Q1 = 3. • 5 é o valor cuja razão de frequência cumulativa é superior ou igual 0,75 e próximo de 0,75, então Q3 = 5. Ponto de Referência (0,25) 0,1 0,2 1 2 Ponto de Referência (0,75) 0,4 3 3 4 4 Q1 0,7 0,8 0,9 1,0 4 5 6 7 Q3 • Med é calculado usando o mesmo método usado quando “Std” é selecionado para a configuração “Q1Q3 Type”. • Não faz diferença se os valores de frequência são todos inteiros ou incluem valores de fração decimal quando “OnData” é selecionado para a configuração “Q1Q3 Type”. 6-14 3. Cálculos e Gráficos de Dados Estatísticos de Variáveis Binárias (Ajuste de Curvas) k Desenho de um Diagrama de Dispersão e de um Gráfico Linear xy O procedimento a seguir desenha um diagrama de dispersão e liga os pontos para realizar um gráfico linear xy. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Statistics. 2. Digite os dados em uma lista. 3. Especifique Scatter (diagrama de dispersão) ou xyLine (gráfico linear xy) como o tipo de gráfico e execute a operação gráfica. Pressione A, J ou !J(QUIT) para retornar ao Editor de Listas. Exemplo Digite os dois conjuntos de dados mostrados abaixo. A seguir marque os pontos em um diagrama de dispersão e ligue-os para realizar um gráfico linear xy. 0,5, 1,2, 2,4, 4,0, 5,2 (xList) –2,1, 0,3, 1,5, 2,0, 2,4 (yList) 1 m Statistics 2 a.fwb.cwc.ewewf.cwe -c.bwa.dwb.fwcwc.ew 3 (Diagrama de dispersão) 1(GRAPH)6(SET)c1(Scatter)J1(GRAPH1) 3 (Gráfico linear xy) 1(GRAPH)6(SET)c2(xyLine)J1(GRAPH1) (Gráfico linear xy) (Diagrama de dispersão) 6-15 k Desenho de um Gráfico de Regressão Use o procedimento a seguir para atribuir dados estatísticos de variáveis binárias, realizar cálculos de regressão e representar graficamente os resultados. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Statistics. 2. Digite os dados em uma lista e marque os pontos do diagrama de dispersão. 3. Selecione o tipo de regressão, efetue o cálculo e visualize os parâmetros de regressão. 4. Desenhe o gráfico de regressão. Exemplo Digite os dois conjuntos de dados mostrados abaixo e marque os pontos do diagrama de dispersão. A seguir, realize a regressão logarítmica nos dados para visualizar os parâmetros de regressão e desenhe o gráfico de regressão correspondente. 0,5, 1,2, 2,4, 4,0, 5,2 (xList) –2,1, 0,3, 1,5, 2,0, 2,4 (yList) 1 m Statistics 2 a.fwb.cwc.ewewf.cwe -c.bwa.dwb.fwcwc.ew 1(GRAPH)6(SET)c1(Scatter)J1(GRAPH1) 3 1(CALC)6(g)2(Log) 4 6(DRAW) • É possível efetuar operação de traçado em um gráfico de regressão. Não é possível percorrer o traçado. k Seleção do Tipo de Regressão Após representar graficamente os dados estatísticos de variáveis binárias, é possível usar o menu de função no fundo da tela para selecionar uma variedade de tipos de regressões. • {ax+b}/{a+bx}/{Med}/{X2}/{X3}/{X4}/{Log}/{aebx}/{abx}/{Power}/{Sin}/{Logistic} ... cálculo e representação gráfica {regressão linear (forma ax+b)}/{regressão linear (forma a+bx)}/ {média-média}/{regressão quadrática}/{regressão cúbica}/{regressão quártica}/ {regressão logarítmica}/{regressão exponencial (forma aebx)}/{regressão exponencial (forma abx)}/{regressão de potência}/{regressão senoidal}/{regressão logística} • {2-VAR}... {resultados estatísticos de variáveis binárias} 6-16 k Visualização dos Resultados de Cálculos de Regressão Ao realizar um cálculo de regressão, os resultados do cálculo dos parâmetros da fórmula de regressão (tal como a e b na regressão linear y = ax + b) surgem na tela. Os resultados do cálculo dos parâmetros de regressão também aparecem assim que se pressiona 1(CALC) e uma tecla de função para selecionar um tipo de regressão, enquanto o gráfico está na tela. Os parâmetros seguintes também aparecem na tela de resultados do cálculo de regressão. r .............. coeficiente de correlação (apenas regressão linear, regressão logarítmico, regressão exponencial e regressão de potência) r2 ............. coeficiente de determinação (exceto para regressão logística, regressão senoidal e média-média) MSe......... erro de média dos quadrados (exceto para média-media) k Representação Gráfica dos Resultados de Cálculos Estatísticos Com os resultados dos cálculos dos parâmetros na tela, é possível representar graficamente a fórmula de regressão visualizada, pressionando 6(DRAW). k Gráfico de Regressão Linear A regressão linear usa o método do mínimo quadrado para desenhar um linha reta que passa perto da maior quantidade de pontos possível e retoma os valores para o declive e intercepção y (coordenada y quando x = 0) da linha. A representação gráfica desta relação é um gráfico linear de regressão. 1(CALC)2(X) 1(ax+b) ou 2(a+bx) 6(DRAW) A fórmula modelo da regressão linear é a seguinte. y = ax + b a ............. coeficiente de regressão (declive) b ............. termo constante de regressão (intercepção y) y = a + bx a ............. termo constante de regressão (intercepção y) b ............. coeficiente de regressão (declive) 6-17 k Gráfico Média-Média Quando se achar que existe um número de valores de extremos, um gráfico média-média pode ser usado no lugar do método dos mínimos quadrados. Isto é semelhante à regressão linear, reduz os efeitos dos valores de extremos. 1(CALC)3(Med) 6(DRAW) A fórmula modelo do gráfico média-média é a seguinte: y = ax + b a .............. declive do gráfico de média-média b .............. intercepção y do gráfico de média-média k Gráfico de Regressão Quadrática/Cúbica/Quártica Um gráfico de regressão quadrática/cúbica/quártica representa a ligação entre pontos de dados de um diagrama de dispersão. Aplica o método de mínimo quadrático para desenhar um linha curva que passa perto da maior quantidade de pontos de dados possível. A fórmula que representa isto é a regressão quadrática/cúbica/quártica. Ex. Regressão quadrática 1(CALC)4(X2) 6(DRAW) Regressão quadrática Regressão cúbica Fórmula de modelo ...... y = ax2 + bx + c Fórmula de modelo ...... y = ax3 + bx2 + cx + d a .......... segundo coeficiente de a .......... terceiro coeficiente de regressão b .......... segundo coeficiente de regressão c .......... primeiro coeficiente de regressão d .......... termo constante da regressão (intercepção y) regressão b .......... primeiro coeficiente de regressão c .......... termo constante da regressão (intercepção y) Regressão quártica Fórmula de modelo ...... y = ax4 + bx3 + cx2 + dx + e a .......... quarto coeficiente de regressão b .......... terceiro coeficiente de regressão c .......... segundo coeficiente de regressão d .......... primeiro coeficiente de regressão e .......... termo constante de regressão (intercepção y) 6-18 k Gráfico de Regressão Logarítmica A regressão logarítmica expressa y como uma função logarítmica de x. A fórmula de regressão logarítmica padrão é y = a + b × ln x, então se dissermos que X = ln x, a fórmula corresponde à fórmula de regressão linear y = a + bX. 1(CALC)6(g)2(Log) 6(DRAW) A fórmula modelo da regressão logarítmica é: y = a + b·ln x a .............. termo constante de regressão b .............. coeficiente de regressão k Gráfico de Regressão Exponencial A regressão exponencial expressa y como uma proporção da função exponencial de x. A fórmula de regressão exponencial é y = a × ebx, então se retirarmos os logaritmos de ambos os lados, obtemos ln y = ln a + bx. Se tivermos Y = ln y, e A = ln a, a fórmula corresponderá à fórmula de regressão linear Y = A + bx. 1(CALC)6(g)3(EXP) 1(aebx) ou 2(abx) 6(DRAW) A fórmula modelo da regressão exponencial é: y = a·ebx a .............. coeficiente de regressão b .............. termo constante de regressão y = a·bx a .............. termo constante de regressão b .............. coeficiente de regressão 6-19 k Gráfico de Regressão de Potência A regressão de potência expressa y como uma proporção de potência de x. A fórmula de regressão de potência padrão é y = a × xb, então se aplicarmos o logaritmo de ambos os lados ficamos com ln y = ln a + b × ln x. Se X = ln x, Y = ln y, e A = ln a, a fórmula corresponderá à fórmula de regressão linear Y = A + bX. 1(CALC)6(g)4(Power) 6(DRAW) A fórmula modelo de regressão de potência é a seguinte: y = a·xb a .............. coeficiente de regressão b .............. potência de regressão k Gráfico de Regressão Senoidal A regressão senoidal aplica-se melhor para dados cíclicos. A fórmula modelo da regressão senoidal é: y = a·sen(bx + c) + d 1(CALC)6(g)5(Sin) 6(DRAW) O desenho de um gráfico de regressão senoidal muda automaticamente a definição de unidade angular da calculadora para Rad (radianos). A unidade angular não muda ao ser realizado um cálculo de regressão senoidal sem desenho do gráfico. • Certos tipos de dados podem levar algum tempo para serem calculados. Isso não indica mau funcionamento da calculadora. 6-20 k Gráfico de Regressão Logística A regressão logística aplica-se melhor a fenômenos com base no tempo em que existe um aumento contínuo até se alcançar o ponto de saturação. A fórmula modelo da regressão logística é: y= c 1 + ae–bx 1(CALC)6(g)6(g)1(Logistic) 6(DRAW) • Certos tipos de dados podem levar algum tempo para serem calculados. Isso não indica mau funcionamento da calculadora. k Cálculo Residual Os pontos de marcação atuais (coordenadas y) e a distância do modelo de regressão podem ser calculados durante os cálculos de regressão. Com o Editor de Listas na tela, chame a tela de Configuração e especifique LIST (“List 1” a “List 26”) para “Resid List”. Os dados do cálculo residual são armazenados na lista específica. A distância vertical dos pontos de marcação até ao modelo de regressão será armazenada na lista. Os pontos maiores que o modelo de regressão são positivos, enquanto que os menores são negativos. O cálculo residual pode ser realizado e armazenado para todos os modelos de regressão. Qualquer dado que já exista na lista selecionada é apagado. O resto de cada ponto é armazenado na mesma precedência dos dados usados como modelo. 6-21 k Visualização dos Resultados de Cálculo de um Gráfico de Variáveis Binárias Desenhadas As estatísticas de variáveis binárias podem ser expressas como gráficos ou como valores de parâmetros. Quando estes gráficos são visualizados, os resultados de cálculo de variáveis binárias surge como mostrado abaixo ao pressionar 1(CALC)1(2-VAR). • Use c para percorrer lista para visualizar os itens que não surgem na tela. o ........... média dos dados armazenados na Lista x Σy2 ........ soma quadrados dos dados armazenados na Lista y Σx ......... soma dos dados armazenados na Lista x σy .......... desvio padrão populacional dos dados armazenados na Lista y Σx2 ........ soma dos quadrados dos dados armazenados na Lista x sy .......... desvio padrão de amostra dos dados armazenados na Lista y σx .......... desvio padrão populacional dos dados armazenados na Lista x Σxy ........ soma do produto dos dados armazenados na Lista x e y sx .......... desvio padrão de amostra dos dados armazenados na Lista x minX ...... mínimo dos dados armazenados na Lista x n ........... número de dados maxX ..... máximo dos dados armazenados na Lista x p ............ média dos dados armazenados na Lista y Σy ......... soma dos dados armazenados na Lista y minY ...... mínimo dos dados armazenados na Lista y maxY ..... máximo dos dados armazenados na Lista y k Cópia de uma Fórmula de Gráfico de Regressão para o Modo Graph É possível copiar, armazenar e comparar os resultados do cálculo da fórmula de regressão para a lista de relação de gráficos do modo Graph. 1. Com o resultado de um cálculo de regressão na tela (consulte “Visualização dos Resultados de Cálculos de Regressão” na página 6-17), pressione 5(COPY). • Isto exibirá a lista de relação de gráficos do modo Graph.*1 2. Use f e c para selecionar a área para a qual deseja copiar a fórmula de regressão ao resultado visualizado. 3. Pressione w para salvar a fórmula gráfica copiada e retornar à tela anterior. *1 Não é possível editar fórmulas de regressão para fórmulas de gráfico no modo Graph. 6-22 4. Realização de Cálculos Estatísticos Todos os cálculos estatísticos até agora foram realizados após a visualização de um gráfico. Os procedimentos seguintes podem ser utilizados apenas para realizar os cálculos estatísticos. u Para especificar listas de dados de cálculos estatísticos Deve-se digitar os dados estatísticos para o cálculo que se pretende realizar e especificar onde se encontra localizado antes de iniciar o cálculo. Exiba os dados estatísticos e pressione 2(CALC)6(SET). O significado de cada item é o seguinte: 1Var XList ....... localização dos valores x de estatística de variável simples (XList) 1Var Freq ....... localização dos valores de frequência de variável simples (Frequency) 2Var XList ....... localização dos valores x da estatística de variáveis binárias (XList) 2Var YList ....... localização dos valores y da estatística de variáveis binárias (YList) 2Var Freq ....... localização dos valores de frequência de variáveis binárias (Frequency) • Os cálculos nesta seção são realizados com base nas especificações anteriores. k Cálculos Estatísticos de Variável Simples No exemplo anterior “Visualização dos Resultados de um Cálculo de um Gráfico de Variável Simples Desenhada”, os resultados dos cálculos estatísticos eram visualizados depois de serem desenhados os gráficos. Estes eram expressões numéricas das características das variáveis usadas na tela gráfica. Estes valores também podem ser obtidos diretamente visualizando o Editor de Listas e pressionando 2(CALC) 1(1-VAR). A seguir, pressione f ou c para percorrer a tela de resultados de cálculos estatísticos para exibir as características das variáveis. Para mais detalhes sobre o significado destes valores estatísticos, consulte a seção “Visualização dos Resultados de um Cálculo de um Gráfico de Variável Simples Desenhada” (página 6-11). 6-23 k Cálculos Estatísticos de Variáveis Binárias No exemplo anterior “Visualização dos Resultados de Cálculo de um Gráfico de Variáveis Binárias Desenhadas”, os resultados dos cálculos estatísticos eram visualizados depois de serem desenhados os gráficos. Estes eram expressões numéricas das características das variáveis usadas na tela gráfica. Estes valores também podem ser obtidos diretamente visualizando o Editor de Listas e pressionando 2(CALC) 2(2-VAR). A seguir, pressione f ou c para percorrer a tela de resultados de cálculos estatísticos para exibir as características das variáveis. Para mais detalhes sobre o significado destes valores estatísticos, consulte a seção “Visualização dos Resultados de Cálculo de um Gráfico de Variáveis Binárias Desenhadas” (página 6-22). k Cálculo de Regressão Nas explicações desde “Gráfico de Regressão Linear” até “Gráfico de Regressão Logística”, os resultados dos cálculos de regressão eram visualizados depois de serem desenhados os gráficos. Aqui, cada valor de coeficiente da linha ou da curva de regressão é expresso como um número. É possível determinar diretamente a mesma expressão a partir da tela de digitação de dados. Pressione 2(CALC)3(REG) para visualizar o menu de funções que contém os seguintes itens: • {ax+b}/{a+bx}/{Med}/{X2}/{X3}/{X4}/{Log}/{aebx}/{abx}/{Power}/{Sin}/{Logistic} ... parâmetros de {regressão linear (forma ax+b)}/{regressão linear (forma a+bx)}/{médiamédia}/{regressão quadrática}/{regressão cúbica}/{regressão quártica}/{regressão logarítmica}/{regressão exponencial (forma aebx)}/{regressão exponencial (forma abx)}/ {regressão de potência}/{regressão senoidal}/{regressão logística} Exemplo Para visualizar os parâmetros de regressão de variável simples 2(CALC)3(REG)1(X)1(ax+b) Os significados dos parâmetros que surgem nesta tela são iguais aos de “Visualização dos Resultados de Cálculos de Regressão” e “Gráfico de Regressão Linear” para “Gráfico de Regressão Logística”. 6-24 u Cálculo de Correlação de Coeficiente (r), Coeficiente de Determinação (r2) e Erro de Média dos Quadrados (MSe) Os parâmetros a seguir também aparecem na tela de resultados do cálculo de regressão, após os parâmetros da fórmula de regressão. Os parâmetros que aparecem dependem da fórmula de regressão. Coeficiente de correlação (r) Exibidos a seguir: cálculo de regressão linear, regressão logarítmica, regressão exponencial e regressão de potência. Coeficiente de determinação (r2) Exibidos a seguir: cálculo de regressão linear, regressão quadrática, regressão cúbica, regressão quártica, regressão logarítmica, regressão exponencial e regressão de potência. Erro de média dos quadrados (MSe) A seguir são exibidos todos os cálculos de regressão, exceto média-média. Dependendo do tipo de cálculo de regressão, o erro de média dos quadrados (MSe) é obtido usando as seguintes fórmulas. • Regressão Linear (ax + b).............. MSe = (a + bx) .............. MSe = • Regressão Quadrática ................... MSe = • Regressão Cúbica .......................... MSe = • Regressão Quártica ....................... MSe = • Regressão Logarítmica .................. MSe = • Regressão Exponencial (a·ebx) ....... MSe = (a·bx) ........ MSe = 1 n–2 1 n–2 1 n–3 1 n–4 1 n–5 1 n–2 1 n–2 1 n–2 6-25 n Σ (y – (ax + b)) i i 2 i=1 n Σ (y – (a + bx )) i i 2 i=1 n Σ (y – (ax i 2 i + bxi + c))2 i=1 n Σ (y – (ax + bx + cx + d )) 3 i i 2 i 2 i i=1 n Σ (y – (ax + bx 4 i i 3 i + cxi2 + dxi + e))2 i=1 n Σ (y – (a + b ln x )) i 2 i i=1 n Σ (ln y – (ln a + bx )) i i 2 i=1 n Σ (ln y – (ln a + (ln b) · x )) i i=1 i 2 • Regressão de Potência .................. MSe = • Regressão de Seno........................ MSe = • Regressão Logística....................... MSe = 1 n–2 1 n–2 1 n–2 n Σ (ln y – (ln a + b ln x )) i i i=1 n Σ (y – (a sen (bx + c) + d )) i i i=1 n Σ yi – i=1 C 1 + ae–bxi u Cálculo do Valor Estimado para Gráficos de Regressão O modo Statistics também inclui a função Y-CAL que usa a regressão para calcular o valor y estimado para um valor x particular depois da representação gráfica de uma regressão estatística de variável binária. O procedimento geral para a função Y-CAL segue abaixo. 1. Depois de desenhar um gráfico de regressão, pressione !5(G-SOLVE)1(Y-CAL), para entrar no modo de seleção do gráfico, e depois w. Se houver vários gráficos na tela, use f e c para selecionar o gráfico desejado, e pressione w. • Isto faz com que uma caixa de diálogo de atribuição de valor x seja exibida. 2. Digite o valor desejado para x e pressione w. • Isto faz com que as coordenadas para x e y sejam exibidas no fundo da tela e move o cursor para o ponto correspondente no gráfico. • O cursor não aparece caso as coordenadas calculadas não estejam dentro do intervalo de exibição. • As coordenadas não aparecem caso seja especificado “Off” para o item “Coord” da tela de Configuração. 3. Pressionar v ou uma tecla numérica nesta altura faz com que a caixa de diálogo de atribuição do valor x reapareça de forma a permitir efetuar outro cálculo de valor estimado desejado. 4. Para sair do cálculo, pressione J. Isso fará com que os valores de coordenada e cursor desapareçam da tela. 6-26 u Função de Cópia de Fórmula de Regressão a partir da Tela de Resultado de Cálculo da Regressão Além da função de cópia da fórmula de regressão normal que permite cópia da tela de resultado de cálculo de regressão depois de desenhar um gráfico estatístico (como pontos de dispersão), o modo Statistics também tem uma função que permite a cópia da fórmula de regressão obtida como resultado de um cálculo de regressão. Para copiar uma fórmula de regressão resultante, pressione 6(COPY). k Cálculo do Valor Estimado ( , ) Depois de desenhar um gráfico de regressão com o modo Statistics, é possível usar o modo Run-Matrix para calcular valores estimados para x e y do gráfico de regressão. Exemplo Para realizar a regressão linear utilizando os dados ao lado e estimar os valores de e x quando xi = 20 e yi = 1000 xi yi 10 15 20 25 30 1003 1005 1010 1011 1014 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Statistics. 2. Digite os dados na lista e desenho o gráfico de regressão linear. 3. A partir do Menu Principal, entre no modo Run-Matrix. 4. Pressione as teclas na seguinte sequência. ca(valor de xi) K5(STAT)2()w O valor estimado é exibido para xi = 20. baaa(valor de yi) 1(xˆ )w O valor estimado xˆ é exibido para yi = 1000. • Não pode obter valores estimados para um gráfico média-média, de regressão quadrática, de regressão cúbica, de regressão quártica, de regressão senoidal ou de regressão logística. 6-27 k Cálculo de Distribuição de Probabilidade Normal É possível calcular distribuições de probabilidade normal para estatísticas de variável simples com o modo Run-Matrix. Pressione K6(g)3(PROB)6(g) para exibir um menu de função que contém os seguintes itens: • {P(}/{Q(}/{R(} ... obtém o valor {P(t)}/{Q(t)}/{R(t)} da probabilidade normal • {t(} ... {obtém o valor de variável normalizada t(x)} • A probabilidade normal P(t), Q(t) e R(t), e a variável normalizada t(x) são calculadas usando as seguintes fórmulas: Distribuição Normal Padrão P (t) Q (t) 0 t R (t) 0 t 0 t σx Exemplo A tabela seguinte contém os resultados das medições da altura de 20 estudantes universitários. Determine qual a percentagem de estudantes que se encontram no intervalo entre 160,5 cm e 175,5 cm. E ainda qual a percentagem de estudantes que medem 175,5 cm? N° de Classe Altura (cm) Frequência N° de Classe Altura (cm) Frequência 1 158,5 1 6 173,3 4 2 160,5 1 7 175,5 2 3 163,3 2 8 178,6 2 4 167,5 2 9 180,4 2 5 170,2 3 10 186,7 1 6-28 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Statistics. 2. Digite os dados da altura na Lista 1 e os dados de frequência na Lista 2. 3. Efetue os cálculos estatísticos de variável simples. É possível obter apenas a variável normalizada imediatamente após realizar cálculos estatísticos de variável simples. 2(CALC)6(SET) 1(LIST)bw c2(LIST)cw!J(QUIT) 2(CALC)1(1-VAR) 4. Pressione m, selecione o modo Run-Matrix, pressione K6(g)3(PROB)6(g) para obter o menu (PROB) de cálculo de probabilidade. 3(PROB)6(g)4(t() bga.f)w (Variável normalizada t para 160,5 cm) Resultado: –1,633855948 ( –1,634) 4(t() bhf.f)w (Variável normalizada t para 175,5 cm) Resultado: 0,4963343361 ( 0,496) 1(P()a.ejg)1(P()-b.gde)w (Percentagem do total) Resultado: 0,6389233692 (63,9% do total) 3(R()a.ejg)w (Percentil) Resultado: 0,3099472055 (31,0 percentil) 6-29 k Desenho de um Gráfico de Distribuição de Probabilidade Normal É possível desenhar um gráfico de distribuição de probabilidade normal usando representação gráfica manual com o modo Run-Matrix. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Run-Matrix. 2. Digite os comandos para desenhar um gráfico de coordenadas retangulares. 3. Digite o valor de probabilidade. Exemplo Para desenhar o gráfico de probabilidade normal P (0,5). 1 m Run-Matrix !m(SET UP)2(Line)J 2 !4(SKETCH)1(Cls)w 5(GRAPH)1(Y=) 3 K6(g)3(PROB)6(g)1(P()a.f)w k Cálculos Usando a Função de Distribuição É possível usar funções especiais no modo Run-Matrix ou Program para efetuar cálculos que são iguais aos dos cálculos de função de distribuição do modo Statistics (página 6-50). Exemplo Para calcular a distribuição de probabilidade normal no modo RUNMatrix para os dados {1, 2, 3}, quando o desvio padrão populacional for σ = 1,5 e a média populacional para = 2. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Run-Matrix. 2. Pressione as teclas na seguinte sequência. !m(SET UP)2(Line)J K5(STAT)3(DIST)1(NORM) 1(Npd)!*( { )b,c,d !/( } ),b.f,c)w • Para detalhes sobre o que é possível fazer com a função de distribuição e a sua sintaxe, consulte “Execução de Cálculos de Distribuição em um Programa” (página 8-42). 6-30 k Determinação de Desvio Padrão Amostral, Variância Imparcial, Desvio Padrão Populacional e Variância Populacional em Dados de Lista É possível usar funções para determinar o desvio padrão amostral, variância imparcial, desvio padrão populacional e variância populacional para os dados de lista especificados. Este cálculo é efetuado no modo Run-Matrix. É possível efetuar cálculos usando dados gravados em uma lista (Lista 1 a Lista 26) com o Editor de Listas do modo Statistics ou digitar os dados de lista diretamente na tela do modo Run-Matrix. Sintaxe StdDev(List n [,List m]) StdDev_σ(List n [,List m]) Variance(List n [,List m]) Variance_σ2(List n [,List m]) List n........Dados de amostra List m.......Dados de frequência Exemplo Para armazenar os dados x abaixo na Lista 1, os valores de frequência na Lista 2, e determinar o desvio padrão amostral, variância imparcial, desvio padrão populacional e variância populacional x 60 70 80 90 Frequência 3 5 4 1 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Statistics. 2. Use o Editor de Listas para armazenar os dados acima. 3. A partir do Menu Principal, entre no modo Run-Matrix. 4. Pressione as teclas na seguinte sequência. K5(STAT)4(StdDev)1(S)JJ 1(LIST)1(List)b,1(List)c)w J5(STAT)5(Var)1(S2)JJ 1(LIST)1(List)b,1(List)c)w K5(STAT)4(StdDev)2(σ)JJ 1(LIST)1(List)b,1(List)c)w K5(STAT)5(Var)2(σ2)JJ 1(LIST)1(List)b,1(List)c)w 6-31 k Cálculos Usando o Comando TEST É possível usar funções especiais no modo Run-Matrix ou Program para efetuar cálculos que são iguais de testes do modo Statistics e também do teste Z e t (página 6-33). Exemplo Para determinar o resultado z e o valor p ao efetuar um teste Z de uma amostra dentro das condições de teste abaixo: condições de teste (condição ) ≠ 0*, média populacional assumida 0 = 0, desvio padrão populacional = 1, média de amostragem o = 1, quantidade de amostras n = 2 * “condição de ≠ 0” pode ser especificada atribuindo 0 como o argumento inicial do comando “OneSampleZTest” de teste Z de uma amostra. 1. A partir do Menu Principal, entre no modo Run-Matrix. 2. Efetue a seguinte operação de teclas. !m(SET UP)2(Line)J K5(STAT)6(g)1(TEST)1(Z) 1(1-Sample)a,a,b,b ,cw JJJ 1(LIST)1(List)!-(Ans)w Os seguintes resultados de cálculo são exibidos como elementos ListAns de 1 até 4. 1: resultado z 2: valor p 3: o 4: n • Para mais detalhe sobre a função do comando TEST compatível e sua sintaxe, consulte “Uso do Comando TEST para Executar um Comando em um Programa” (página 8-46). 6-32 5. Testes O Teste Z fornece uma grande variedade de testes com base em padronização. Isso permite testar se uma amostra representa ou não com precisão a população, quando o desvio padrão populacional (tal como a população inteira de um país) é conhecido de testes precedentes. O teste Teste Z é usado para pesquisas de mercado e pesquisas de opinião pública que precisam ser realizadas repetidamente. O Teste Z de 1 Amostra testa a média populacional desconhecida quando o desvio padrão populacional é conhecido. O Teste Z de 2 Amostras testa a igualdade das médias de duas populações com base em amostras independentes, quando ambos os desvios padrões populacionais são conhecidos. O Teste Z de 1 Proporção testa uma proporção desconhecida de sucessos. O Teste Z de 2 Proporções compara a proporção de sucessos de duas populações. O Teste t testa a hipótese quando o desvio padrão populacional é desconhecido. A hipótese oposta à hipótese que está a ser testada é denominada hipótese nula enquanto que a hipótese que está a ser testada é denominada hipótese alternativa. O Teste t é empregado normalmente para testar a hipótese nula. Logo, determina-se se a hipótese nula ou a hipótese alternativa será adotada. O Teste t de 1 Amostra testa a hipótese para apenas uma média populacional desconhecida, quando o desvio padrão populacional é desconhecido. O Teste t de 2 Amostras compara as médias populacionais quando os desvios padrões populacionais são desconhecidos. O Teste t LinearReg calcula a força da associação linear de dados binários. Com o Teste χ2, um número de grupos independentes são fornecidos e uma hipótese é testada relativamente à probabilidade das amostras serem incluídas em cada grupo. O Teste χ2 de GOF (teste χ2 de um sentido) testa se a contagem observada de dados de amostra se ajusta a uma certa distribuição. Por exemplo, pode ser usado para determinar conformidade com a distribuição normal ou distribuição binomial. O Teste χ2 de dois sentidos cria uma tabulação cruzada que estrutura principalmente duas variáveis qualitativas (como “Sim” e “Não”), e avalia a independência das variáveis. O Teste F de 2 Amostras testa a hipótese para a relação entre as variações da amostra. Ele pode ser usado, por exemplo, para testar os efeitos carcinogênicos de vários fatores suspeitos tais como o fumo, álcool, deficiência de vitaminas, alto consumo de café, inatividade, maus hábitos de vida, etc. ANOVA testa a hipótese em que as médias populacionais das amostras são iguais quando há amostras múltiplas. Ele pode ser usado, por exemplo, para testar se combinações diferentes de materiais têm efeito ou não sobre a qualidade e vida de um produto final. One-Way ANOVA é usado quando existe uma variável independente e uma variável dependente. Two-Way ANOVA é usado quando existem duas variáveis independentes e uma variável dependente. 6-33 Explicamos nas páginas seguintes vários métodos de cálculos estatísticos com base nos princípios descritos acima. Mais detalhes sobre os princípios estatísticos e terminologia podem ser encontrados em qualquer livro de estatística normal. Na tela do modo inicial Statistics, pressione 3(TEST) para exibir o menu de teste, que contém os seguintes itens. • 3(TEST)1(Z) ... Testes Z (abaixo) 2(t) ... Testes t (página 6-37) 3(CHI) ... Teste χ2 (página 6-40) 4(F) ... Teste F de 2 Amostras (página 6-42) 5(ANOVA) ... ANOVA (página 6-43) Após definir todos os parâmetros, use c para selecionar “Execute”. Pressione uma das teclas de função mostradas abaixo para executar o cálculo ou desenhar o gráfico. • 1(CALC) ... Efetua o cálculo. • 6(DRAW) ... Desenha o gráfico. k Funções Comuns de Teste • É possível usar os procedimentos abaixo para especificar a cor de linha do gráfico antes de representar graficamente os resultados de cálculo dos testes. 1. Exiba a tela de teste Z, t, χ2, F de 2 Amostras ou Two-Way ANOVA. • Para exibir a tela de digitação de Teste Z de 1 Amostra, por exemplo, exiba o Editor de Listas e pressione 3(TEST)1(Z)1(1-SAMPLE). 2. Selecione “GphColor” e pressione 1(COLOR). 3. Na caixa de diálogo de seleção de cor que aparece, use as teclas do cursor para selecionar a cor desejada e pressione w. • As configurações da janela de visualização são automaticamente otimizadas para desenho do gráfico. k Testes Z u Funções Comuns de Teste Z É possível as seguintes funções de análise de gráfico depois do desenho de um gráfico de saída de resultado do teste Z. • 1(Z) ... Exibe o resultado z. Pressionar 1(Z) faz com seja exibido o resultado z no fundo da tela, e exibe o cursor na localização correspondente no gráfico (a não ser que a localização seja fora da tela do gráfico). Dois pontos são exibidos no caso de um teste de duas caudas. Use d e e para mover o cursor. • 2(P) ... Exibe o valor p. Pressionar 2(P) faz com que seja exibido o valor p no fundo da tela sem que seja exibido o cursor. • A execução de uma função de análise automaticamente armazena os valores de z e p nas variáveis alfa Z e P, respectivamente. 6-34 u Teste Z de 1 Amostra Este teste é usado quando o desvio padrão populacional é conhecido para testar a hipótese. O Teste Z de 1 Amostra é aplicado à distribuição normal. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 1(Z) 1(1-SAMPLE) Apresentamos a seguir os itens da especificação de dados de parâmetro que são diferentes da especificação de dados de lista. Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo μ≠11.4 .......... direção do teste sx .................. Exibido apenas para a definição de Data:List. • [Save Res] não grava a condição μ na linha 2. u Teste Z de 2 Amostras Este teste é usado quando os desvios padrões para duas populações são conhecidos para testar a hipótese. O Teste Z de 2 Amostras é aplicado à distribuição normal. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 1(Z) 2(2-SAMPLE) 6-35 Apresentamos a seguir os itens da especificação de dados de parâmetro que são diferentes da especificação de dados de lista. Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo μ1≠μ2 ............ direção de teste sx1 ................ Exibido apenas para a definição de Data:List. sx2 ................ Exibido apenas para a definição de Data:List. • [Save Res] não grava a condição μ1 na linha 2. u Teste Z de 1 Proporção Este teste é usado para testar uma proporção desconhecida de sucessos. O Teste Z de 1 Proporção é aplicado à distribuição normal. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 1(Z) 3(1-PROP) Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo Prop≠0.5 ....... direção do teste • [Save Res] não grava a condição Prop na linha 2. 6-36 u Teste Z de 2 Proporções Este teste é usado para comparar a proporção de sucessos. O Teste Z de 2 Proporções é aplicado à distribuição normal. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 1(Z) 4(2-PROP) Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo p1>p2 ............ direção de teste • [Save Res] não grava a condição p1 na linha 2. k Testes t u Funções Comuns de Teste t É possível as seguintes funções de análise de gráfico depois do desenho de um gráfico de saída de resultado do teste t. • 1(T) ... Exibe o resultado t. Pressionar 1(T) faz com seja exibido o resultado t no fundo da tela, e exibe o cursor na localização correspondente no gráfico (a não ser que a localização seja fora da tela do gráfico). Dois pontos são exibidos no caso de um teste de duas caudas. Use d e e para mover o cursor. • 2(P) ... Exibe o valor p. Pressionar 2(P) faz com que seja exibido o valor p no fundo da tela sem que seja exibido o cursor. • A execução de uma função de análise automaticamente armazena os valores de t e p nas variáveis alfa T e P, respectivamente. 6-37 u Teste t de 1 Amostra Este teste utiliza o teste de hipótese para apenas uma média populacional desconhecida quando o desvio padrão populacional é desconhecido. O Teste t de 1 Amostra é aplicado à distribuição t. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 2(t) 1(1-SAMPLE) Apresentamos a seguir os itens da especificação de dados de parâmetro que são diferentes da especificação de dados de lista. Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo μ≠11.3 .......... direção do teste • [Save Res] não grava a condição μ na linha 2. u Teste t de 2 Amostras O Teste t de 2 Amostras compara as médias populacionais quando os desvios padrões populacionais são desconhecidos. O Teste t de 2 Amostras é aplicado à distribuição t. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 2(t) 2(2-SAMPLE) 6-38 Apresentamos a seguir os itens da especificação de dados de parâmetro que são diferentes da especificação de dados de lista. Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo μ1≠μ2 ............ direção de teste sp ................. Exibido apenas para a definição de Pooled:On. • [Save Res] não grava a condição μ1 na linha 2. u Teste t LinearReg O Teste t LinearReg trata os conjuntos de variável binária como pares (x, y), e usa o método de mínimos quadrados para determinar os coeficientes a, b mais adequados dos dados para a fórmula de regressão y = a + bx. Também determina o coeficiente de correlação e o resultado t, e calcula a extensão da relação entre x e y. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 2(t) 3(REG) Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo β≠0 & ρ≠0 ......... direção do teste 6-39 Pressionar 6(COPY) durante a exibição de um resultado de um cálculo faz com que a fórmula de regressão seja copiada para a lista de relação de gráficos. Quando há uma lista especificada para o item [Resid List] na tela de Configuração, os dados residuais da fórmula de regressão são automaticamente armazenados na lista especificada após a finalização do cálculo. • Não é possível desenhar um gráfico para o Teste t LinearReg. • [Save Res] não grava a condição β & ρ na linha 2. • Quando a lista especificada por [Save Res] é a mesma especificada pelo item [Resid List] na tela de Configuração, apenas os dados [Resid List] são gravados na lista. k Teste 2 • Funções Comuns de Teste 2 É possível usar as funções de análise de gráfico seguintes depois de desenhar um gráfico. • 1(CHI) ... Exibe valor χ2. Pressionar 1(CHI) faz com seja exibido o valor χ2 no fundo da tela, e exibe o cursor na localização correspondente no gráfico (a não ser que a localização seja fora da tela do gráfico). • 2(P) ... Exibe o valor p. Pressionar 2(P) faz com que seja exibido o valor p no fundo da tela sem que seja exibido o cursor. • A execução de uma função de análise automaticamente armazena os valores de χ2 e p nas variáveis alfa C e P, respectivamente. • Teste 2 de GOF (Teste 2 de um sentido) O Teste χ2 de GOF (teste 2 de um sentido) testa se a frequência de dados de amostra se ajusta a uma certa distribuição. Por exemplo, pode ser usado para determinar conformidade com a distribuição normal ou distribuição binomial. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 3(CHI) 1(GOF) 6-40 Em seguida, especifique as listas que contém os dados. O significado dos itens acima são apresentados a seguir. Observed ...... nome da lista (1 a 26) que contêm as contagens observadas (os números inteiros positivos de todas as células) Expected ....... nome da lista (1 a 26) que é para gravar a frequência esperada CNTRB ......... Especifica uma lista (List 1 a List 26) conforme a localização de armazenamento da contribuição de cada contagem observada como resultados de um cálculo. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo CNTRB ......... lista para saída dos valores de contribuição • Teste 2 de dois sentidos O Teste χ2 de dois sentidos define um número independente de hipóteses de teste e grupos relacionados à proporção da amostra incluída em cada grupo. O Teste χ2 é aplicado às variáveis dicotômicas (variável com dois valores possíveis, como sim/não). Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 3(CHI) 2(2WAY) Em seguida, especifique a matriz que contém os dados. O significado dos itens acima são apresentados a seguir. Observed ...... nome da matriz (A a Z) que contêm as contagens observadas (os números inteiros positivos de todas as células) Expected ....... nome da matriz (A a Z) que é para gravar a frequência esperada Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo 6-41 • A matriz deve ter pelo menos duas linhas por duas colunas. Ocorre um erro se a matriz tiver apenas uma linha ou uma coluna. • Pressionar 1(Mat) enquanto estiverem selecionadas as definições de parâmetro “Observed” e “Expected” fará com que seja exibida a tela de configuração da Matriz (A a Z). • Pressionar 2('MAT) enquanto as definições de parâmetro “Observed” e “Expected” estiverem selecionados exibe o Editor de Matrizes, que pode ser usado para editar e visualizar os conteúdos de matrizes. • Pressionar 6('MAT) enquanto for exibido o resultado de um cálculo faz com que se entre no Editor de Matrizes, usado para editar e visualizar os conteúdos de matrizes. • Não há como mudar do Editor de Matrizes para o Editor de Vetores. k Teste F de 2 Amostras O Teste F de 2 Amostras testa a hipótese para a relação entre as variações da amostra. O Teste F é aplicado à distribuição F. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 4(F) Apresentamos a seguir os itens da especificação de dados de parâmetro que são diferentes da especificação de dados de lista. Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo σ1≠σ2 ............ direção de teste x¯ 1 .................. Exibido apenas para a definição de Data:List. x¯ 2 .................. Exibido apenas para a definição de Data:List. 6-42 É possível usar as funções de análise de gráfico seguintes depois de desenhar um gráfico. • 1(F) ... Exibe o valor F. Pressionar 1(F) faz com seja exibido o valor F no fundo da tela, e exibe o cursor na localização correspondente no gráfico (a não ser que a localização seja fora da tela do gráfico). Dois pontos são exibidos no caso de um teste de duas caudas. Use d e e para mover o cursor. • 2(P) ... Exibe o valor p. Pressionar 2(P) faz com que seja exibido o valor p no fundo da tela sem que seja exibido o cursor. • A execução de uma função de análise automaticamente armazena os valores de F e p nas variáveis alfa F e P, respectivamente. • [Save Res] não grava a condição σ1 na linha 2. k ANOVA ANOVA testa a hipótese em que as médias populacionais das amostras são iguais quando há amostras múltiplas. One-Way ANOVA é usado quando existe uma variável independente e uma variável dependente. Two-Way ANOVA é usado quando existem duas variáveis independentes e uma variável dependente. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 3(TEST) 5(ANOVA) A seguir é apresentado o significado de cada item no caso da especificação de dados de lista. How Many ..... seleciona ANOVA de um sentido ou ANOVA de dois sentidos (número de níveis) Factor A ........ lista a ser usada para os dados de categoria (List 1 a 26) Dependnt ...... lista a ser usada para os dados de amostra (List 1 a 26) Save Res ...... primeira lista para armazenamento dos resultados de cálculo (None ou List 1 a 22)*1 Execute ......... executa um cálculo ou desenha um gráfico (apenas ANOVA de dois sentidos) *1 [Save Res] grava cada coluna vertical da tabela na sua própria lista. A coluna mais à esquerda é gravada na lista especificada, e cada coluna subsequente à direita é salva na próxima lista numerada sequencialmente. Podem ser usadas até cinco listas para armazenamento de colunas. É possível especificar um primeiro número de lista no intervalo de 1 a 22. 6-43 O item seguinte aparece apenas no caso de ANOVA de dois sentidos. Factor B ........ lista a ser usada para os dados de categoria (List 1 a 26) GphColor ...... especifica a cor de linha do gráfico (página 6-34) Após definir todos os parâmetros, use c para selecionar “Execute”. Pressione uma das teclas de função mostradas abaixo para executar o cálculo ou desenhar o gráfico. • 1(CALC) ... Efetua o cálculo. • 6(DRAW) ... Desenha o gráfico (apenas ANOVA de dois sentidos). Os resultados de cálculo estão disponíveis no formulário da tabela, à medida em que aparecem nos livros de ciências. Exemplo de dados e resultado de cálculo ANOVA de um sentido Dados ANOVA de dois sentidos List1={1,1,2,2} List1={1,1,1,1,2,2,2,2} List2={124,913,120,1001} List2={1,1,2,2,1,1,2,2} List3={113,116,139,132,133,131,126,122} Tela de Configuração Resultado do cálculo ANOVA de um sentido Linha 1 (A) ........ valor df, valor SS, valor MS, valor F, valor p de fator A Linha 2 (ERR) ... valor df, valor SS, valor MS de erro ANOVA de dois sentidos Linha 1 (A) ........ valor df, valor SS, valor MS, valor F, valor p de fator A Linha 2 (B) ........ valor df, valor SS, valor MS, valor F, valor p de fator B Linha 3 (AB) ...... valor df, valor SS, valor MS, valor F, valor p de fator A × fator B * Linha 3 não aparece quando existe apenas uma observação em cada célula. 6-44 Linha 4 (ERR) ... valor df, valor SS, valor MS de erro F ...................... valor de F p ....................... valor de p df....................... graus de liberdade SS ..................... soma dos quadrados MS ................... média dos quadrados Com ANOVA de dois sentidos, é possível desenhar gráficos de ponto de interação. O número de gráficos depende no fator B, enquanto que o número de dados do eixo X depende no fator A. O eixo Y é o valor médio de cada categoria. É possível usar a função de análise de gráfico seguinte depois de desenhar um gráfico. • 1(Trace) ou !1(TRACE) ... Função de Traçado Pressionar d ou e move o cursor no gráfico na direção correspondente. Quando existem múltiplos gráficos, é possível navegar entre gráficos pressionando f e c. • A representação gráfica está disponível apenas em ANOVA dois sentidos. As definições da janela de visualização são efetuadas automaticamente, independentemente das definições da tela de Configuração. • O uso da função de Traçado armazena automaticamente o número de condições para a variável alfa A e o valor médio para a variável M, respectivamente. k ANOVA de Dois Sentidos u Descrição A tabela próxima exibe os resultadas de medida para um produto de metal produzido por um processo de tratamento de calor com base em dois níveis de tratamento: tempo (A) e temperatura (B). As experiências foram repetidas duas vezes cada uma sob condições idênticas. B (Temperatura do tratamento térmico) A (Tempo) B1 B2 A1 113 , 116 139 , 132 A2 133 , 131 126 , 122 Efetue a análise de variância nas hipóteses nulas seguintes, utilizando um nível de significância de 5%. Ho : Não há alteração na força devido ao tempo Ho : Não há alteração na força devido à temperatura do tratamento térmico Ho : Não há alteração na força devido à interação do tempo e temperatura do tratamento térmico u Solução Use ANOVA de dois sentidos para testar a hipótese acima. Digite os dados acima como demonstrado abaixo. List1={1,1,1,1,2,2,2,2} List2={1,1,2,2,1,1,2,2} List3={113,116,139,132,133,131,126,122} 6-45 Defina List 3 (os dados de cada grupo) como Dependent. Defina List 1 e List 2 (o número de fator para cada item de dados em List 3) como Factor A e Factor B respectivamente. A execução deste teste produz os seguintes resultados. • Nível de significância P = 0,2458019517 do diferencial de tempo (A) O nível de significância (p = 0,2458019517) é maior que o nível de significância (0,05), então a hipótese não é rejeitada. • Nível de significância P = 0,04222398836 do diferencial de temperatura (B) O nível de significância (p = 0,04222398836) é menor que o nível de significância (0,05), então a hipótese é rejeitada. • Nível de significância P = 2,78169946 × 10−3 da interação (A × B) O nível de significância (p = 2,78169946 × 10−3) é menor que o nível de significância (0,05), então a hipótese é rejeitada. O teste acima indica que o diferencial de tempo não é significativo, o diferencial de temperatura é significativo, e a interação é altamente significativa. u Exemplo de Atribuição u Resultados 6-46 6. Intervalo de Confiança Um intervalo de confiança é uma faixa (intervalo) que inclui um valor estatístico, usualmente a média populacional. Um intervalo de confiança que é muito amplo dificulta a obtenção de uma ideia de onde o valor populacional (valor verdadeiro) está localizado. Um intervalo de confiança estreito, por outro lado, limita o valor populacional e dificulta a obtenção de resultados confiáveis. Os níveis de confiança mais frequentemente usados são 95% e 99%. Elevar o nível de confiança amplia o intervalo de confiança, enquanto que baixar o nível de confiança estreita-o, mas também aumenta a probabilidade de acidentalmente negligenciar o valor populacional. Com um intervalo de confiança de 95%, por exemplo, o valor populacional não é incluído dentro dos intervalos resultantes de 5% do tempo. Quando quiser conduzir uma pesquisa e fazer o teste t e o Z dos dados, também terá de considerar o tamanho da amostra, a largura do intervalo de confiança e nível de confiança. O nível de confiança muda de acordo com o aplicativo. O Intervalo Z de 1 Amostra calcula o intervalo de confiança para uma média de população desconhecida quando o desvio padrão populacional é conhecido. O Intervalo Z de 2 Amostras calcula o intervalo de confiança para a diferença entre duas médias populacionais quando os desvios padrão populacionais das duas amostras são conhecidas. O Intervalo Z de 1 Proporção calcula o intervalo de confiança para uma proporção desconhecida de sucessos. O Intervalo Z de 2 Proporções calcula o intervalo de confiança para a diferença entre proporções de sucessos de duas populações. O Intervalo t de 1 Amostra calcula o intervalo de confiança para uma média de população desconhecida quando o desvio padrão populacional é desconhecido. O Intervalo t de 2 Amostras calcula o intervalo de confiança para a diferença entre duas médias populacionais quando os desvios padrão populacionais das duas amostras são desconhecidos. Na tela inicial do modo Statistics, pressione 4(INTR) para visualizar o menu de intervalos de confiança, que contém os seguintes itens. • 4(INTR)1(Z) ... intervalos Z (página 6-48) 2(t) ... intervalos t (página 6-49) Depois de definir todos os parâmetros, use c para selecionar “Execute” e pressione a tecla de função mostrada abaixo para executar o cálculo. • 1(CALC) ... Efetua o cálculo. • Não há função de representação gráfica para os intervalos de confiança. 6-47 u Precauções Gerais Relativas ao Intervalo de Confiança A digitação de um valor na faixa de 0 < C-Level < 1 para a configuração do C-Level define um valor atribuído. A digitação de um valor na faixa de 1 < C-Level < 100 define um valor equivalente à sua atribuição dividido por 100. k Intervalo Z u Intervalo Z de 1 Amostra O Intervalo Z de 1 Amostra calcula o intervalo de confiança para uma média de população desconhecida quando o desvio padrão populacional é conhecido. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 4(INTR) 1(Z) 1(1-SAMPLE) Apresentamos a seguir os itens da especificação de dados de parâmetro que são diferentes da especificação de dados de lista. Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo u Intervalo Z de 2 Amostras O Intervalo Z de 2 Amostras calcula o intervalo de confiança para a diferença entre duas médias populacionais quando os desvios padrão populacionais das duas amostras são conhecidas. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 4(INTR) 1(Z) 2(2-SAMPLE) 6-48 u Intervalo Z de 1 Proporção O Intervalo Z de 1 Proporção usa a quantidade de dados para calcular o intervalo de confiança para uma proporção desconhecida de sucessos. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 4(INTR) 1(Z) 3(1-PROP) Os dados são descritos usando a especificação de parâmetros. Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo u Intervalo Z de 2 Proporções O Intervalo Z de 2 Proporções usa a quantidade de itens de dados para calcular o intervalo de confiança para a diferença entre proporções de sucessos em duas populações. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 4(INTR) 1(Z) 4(2-PROP) k Intervalo t u Intervalo t de 1 Amostra O Intervalo t de 1 Amostra calcula o intervalo de confiança para uma média de população desconhecida quando o desvio padrão populacional é desconhecido. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 4(INTR) 2(t) 1(1-SAMPLE) 6-49 Apresentamos a seguir os itens da especificação de dados de parâmetro que são diferentes da especificação de dados de lista. Exemplo de Saída do Resultado de um Cálculo u Intervalo t de 2 Amostras O Intervalo t de 2 Amostras calcula o intervalo de confiança para a diferença entre duas médias populacionais quando os desvios padrão populacionais das duas amostras são desconhecidos. O intervalo t é aplicado à distribuição t. Realize a seguinte operação de teclas a partir do Editor de Listas. 4(INTR) 2(t) 2(2-SAMPLE) 7. Distribuição Há vários tipos de distribuição, mas a mais conhecida é a “distribuição normal”, que é essencial para realizar cálculos estatísticos. A distribuição normal é uma distribuição simétrica centrada nas maiores ocorrências de dados médios (frequência mais alta), com a diminuição da frequência à medida em que se afasta do centro. A distribuição de Poisson, distribuição geométrica, e várias outras formas também podem ser usadas, dependendo do tipo de dados. Certas tendências podem ser estipuladas após a determinação da forma da distribuição. É possível calcular a probabilidade de dados tomados de uma distribuição sendo menor do que um valor específico. Por exemplo, a distribuição pode ser usada para calcular a taxa de rendimento na fabricação de alguns produtos. Depois de estabelecer um valor como o critério, é possível calcular a probabilidade normal para estimar a percentagem que os produtos satisfazem o critério. De outra maneira, define-se um objetivo para a taxa de sucessos (80%, por exemplo) como a hipótese, e a distribuição normal é usada para estimar a proporção de produtos que atingem esse valor. 6-50 A densidade de probabilidade normal calcula a densidade de probabilidade de distribuição normal de um valor x especificado. A distribuição cumulativa normal calcula a probabilidade de dados de distribuição normal compreendidos entre dois valores específicos. A distribuição cumulativa normal inversa calcula um valor que representa a localização dentro de uma distribuição normal para uma probabilidade cumulativa específica. A densidade de probabilidade t de Student calcula a densidade de probabilidade t de um valor x especificado. A distribuição cumulativa t de Student calcula a probabilidade de distribuição de dados t compreendidos entre dois valores específicos. A distribuição cumulativa t inversa de Student calcula o menor valor vinculado de uma densidade de probabilidade cumulativa de t de Student para uma percentagem especificada. Como a distribuição t, densidade de probabilidade (ou probabilidade), a distribuição cumulativa e a distribuição cumulativa inversa podem também ser calculadas para distribuições χ2, F, binomial, Poisson, geométrica e hipergeométrica . Na tela inicial do modo Statistics, pressione 5(DIST) para exibir o menu de distribuição que contém os seguintes itens. • 5(DIST)1(NORM) ... Distribuição normal (página 6-52) 2(t) ... Distribuição t de Student (página 6-54) 3(CHI) ... Distribuição χ2 (página 6-55) 4(F) ... Distribuição F (página 6-57) 5(BINOMIAL) ... Distribuição binomial (página 6-58) 6(g)1(POISSON) ... Distribuição de Poisson (página 6-60) 6(g)2(GEO) ... Distribuição geométrica (página 6-62) 6(g)3(HYPRGEO) ... Distribuição hipergeométrica (página 6-64) Após definir todos os parâmetros, use c para selecionar “Execute”. Pressione uma das teclas de função mostradas abaixo para executar o cálculo ou desenhar o gráfico. • 1(CALC) ... Efetua o cálculo. • 6(DRAW) ... Desenha o gráfico. k Funções de Distribuição Comum • Antes de desenhar o gráfico do resultado do cálculo de uma distribuição, é possível usar o procedimento abaixo para especificar a cor da linha do gráfico (apenas quando Data:Variable). 1. Exiba a tela de digitação de distribuição. • Para exibir a tela de digitação de densidade de probabilidade, por exemplo, exiba o Editor de Listas e pressione 5(DIST)1(NORM)1(Npd). 2. Selecione “GphColor” e pressione 1(COLOR). 3. Na caixa de diálogo de seleção de cor que aparece, use as teclas do cursor para selecionar a cor desejada e pressione w. 6-51 • As configurações da janela de visualização para o desenho gráfico são definidas automaticamente quando a definição “Stat Wind” da tela de Configuração é “Auto”. As configurações atuais da janela de visualização são usadas para o desenho gráfico, quando a definição “Stat Wind” estiver “Manual”. • Depois de desenhar um gráfico, é possível usar a função P-CAL para calcular um valor estimado p para um valor x particular. A função P-CAL pode ser usada apenas após ser desenhado um gráfico de Densidade de Probabilidade Normal, Densidade de Probabilidade t de Student, Densidade de Probabilidade 2, ou Densidade de Probabilidade F. O procedimento geral para usar a função P-CAL segue abaixo. 1. Depois de desenhar um gráfico de distribuição, pressione !5(G-SOLVE) 1(P-CAL) para exibir a caixa de diálogo de atribuição de valor x . 2. Digite o valor desejado x e pressione w. • Isto faz com que os valores x e p sejam exibidos no fundo da tela e move o cursor para o ponto correspondente no gráfico. 3. Pressionar v ou uma tecla numérica nesta altura faz com que a caixa de diálogo de atribuição do valor x reapareça de forma a permitir efetuar outro cálculo de valor estimado desejado. 4. Após terminar, pressione J para limpar os valores de coordenadas e o cursor da tela. • A execução de uma função de análise automaticamente armazena os valores de x e p nas variáveis alfa X e P, respectivamente. k Distribuição Normal • Densidade de Probabilidade Normal 5(DIST)1(NORM)1(Npd) A Densidade de Probabilidade Normal calcula a densidade de probabilidade (p) para um valor x único especificado ou uma lista. Quando uma lista é especificada, os resultados de cálculo para cada elemento de lista são exibidos no formulário de lista. • A densidade de probabilidade normal é aplicada à distribuição normal padrão. • A especificação de = 1 e = 0 especifica a distribuição normal padrão. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Gráfico quando um valor x é especificado • A representação gráfica é compatível apenas quando uma variável for especificada e um valor x único for digitado como dado. 6-52 5(DIST)1(NORM)2(Ncd) • Distribuição Cumulativa Normal A Distribuição Cumulativa Normal calcula a probabilidade cumulativa normal de uma distribuição normal entre o limite inferior e o superior. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Gráfico quando um valor x é especificado • A representação gráfica é compatível apenas quando uma variável for especificada e um valor x único for digitado como dado. 5(DIST)1(NORM)3(InvN) • Distribuição Cumulativa Normal Inversa A Distribuição Cumulativa Normal Inversa calcula o(s) valor(es) de limite de uma probabilidade de distribuição cumulativa normal para valores especificados. Area: valor de probabilidade (0 < Area < 1) A distribuição cumulativa normal inversa calcula um valor que representa a localização dentro de uma distribuição normal para uma probabilidade cumulativa específica. ∫ Upper −∞ ∫ f (x)dx = p +∞ f (x)dx = p Lower Tail:Left Tail:Right limite superior do intervalo de integração limite inferior do intervalo de integração ∫ Upper f (x)dx = p Lower Tail:Central limites superior e inferior do intervalo de integração Especifique a probabilidade e use esta fórmula para obter o valor de integração. • Esta calculadora realiza o cálculo anterior usando o seguinte: ∞ = 1 × 1099, –∞ = –1 × 1099 • Não há função de representação gráfica para Distribuição Cumulativa Normal Inversa. 6-53 k Distribuição t de Student • Densidade de Probabilidade t de Student 5(DIST)2(t)1(tpd) A Densidade de Probabilidade t de Student calcula a densidade de probabilidade (p) para um valor x único especificado ou uma lista. Quando uma lista é especificada, os resultados de cálculo para cada elemento de lista são exibidos no formulário de lista. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Gráfico quando a variável (x) é especificada • A representação gráfica é compatível apenas quando uma variável for especificada e um valor x único for digitado como dado. • Distribuição Cumulativa t de Student 5(DIST)2(t)2(tcd) A Distribuição Cumulativa t de Student calcula a probabilidade cumulativa t de Student de uma distribuição t entre um limite inferior e superior. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Gráfico quando a variável (x) é especificada • A representação gráfica é compatível apenas quando uma variável for especificada e um valor x único for digitado como dado. 6-54 • Distribuição Cumulativa t Inversa de Student 5(DIST)2(t)3(Invt) A Distribuição Cumulativa t Inversa de Student calcula o menor valor de limite de uma distribuição cumulativa t de Student para um valor df (graus de liberdade) especificado. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para Distribuição Cumulativa t Inversa de Student. k Distribuição 2 • Densidade de Probabilidade 2 5(DIST)3(CHI)1(Cpd) A Densidade de Probabilidade calcula a densidade de probabilidade 2 (p) para um valor x único especificado ou uma lista. Quando uma lista é especificada, os resultados de cálculo para cada elemento de lista são exibidos no formulário de lista. 2 Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Gráfico quando a variável (x) é especificada • A representação gráfica é compatível apenas quando uma variável for especificada e um valor x único for digitado como dado. 6-55 • Distribuição Cumulativa 2 5(DIST)3(CHI)2(Ccd) A Distribuição Cumulativa 2 calcula a probabilidade cumulativa de uma distribuição 2 entre um limite inferior e um superior. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Gráfico quando a variável (x) é especificada Quando uma lista é especificada • A representação gráfica é compatível apenas quando uma variável for especificada e um valor x único for digitado como dado. • Distribuição Cumulativa 2 Inversa 5(DIST)3(CHI)3(InvC) A Distribuição Cumulativa Inversa calcula o menor valor de limite de uma probabilidade de distribuição cumulativa 2 para um valor df (graus de liberdade) especificado. 2 Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para Distribuição Cumulativa 2 Inversa. 6-56 k Distribuição F • Densidade de Probabilidade F 5(DIST)4(F)1(Fpd) A Densidade de Probabilidade F calcula a densidade de probabilidade F (p) para um valor x único especificado ou uma lista. Quando uma lista é especificada, os resultados de cálculo para cada elemento de lista são exibidos no formulário de lista. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Gráfico quando a variável (x) é especificada • A representação gráfica é compatível apenas quando uma variável for especificada e um valor x único for digitado como dado. • Distribuição Cumulativa F 5(DIST)4(F)2(Fcd) A Distribuição Cumulativa F calcula a probabilidade cumulativa de uma distribuição F entre um limite inferior e um superior. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Gráfico quando a variável (x) é especificada • A representação gráfica é compatível apenas quando uma variável for especificada e um valor x único for digitado como dado. 6-57 • Distribuição Cumulativa F Inversa 5(DIST)4(F)3(InvF) A Distribuição Cumulativa F Inversa calcula o menor valor de limite de uma probabilidade de distribuição cumulativa F para valores n:df e d:df (graus de liberdade do numerador e denominador) especificados. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para Distribuição Cumulativa F Inversa. k Distribuição Binomial 5(DIST)5(BINOMIAL)1(Bpd) • Probabilidade Binomial A Probabilidade Binomial calcula uma probabilidade de um valor x único específico ou de cada elemento de uma lista para a distribuição binomial discreta com o número especificado de tentativas e probabilidade de sucesso em cada tentativa. Quando uma lista é especificada, os resultados de cálculo para cada elemento de lista são exibidos no formulário de lista. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Probabilidade Binomial. 6-58 5(DIST)5(BINOMIAL)2(Bcd) • Distribuição Binomial Cumulativa A Distribuição Binomial Cumulativa determina a soma de probabilidades (probabilidade cumulativa) deste x, no p(x) de Probabilidade Binomial, compreendido em um intervalo especificado de um valor Lower a um Upper. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Probabilidade Cumulativa Binomial. • Distribuição Binomial Cumulativa Inversa 5(DIST)5(BINOMIAL)3(InvB) A Distribuição Binomial Cumulativa Inversa calcula o número mínimo de tentativas de uma distribuição cumulativa binomial para os valores especificados. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Probabilidade Cumulativa Binomial Inversa. 6-59 Importante! Durante a execução do cálculo da Distribuição Cumulativa Binomial Inversa, a calculadora usa um valor de Area especificado e o valor que é menos um que o número mínimo do valor da Area de algarismos significativos (valor de `Area) para calcular a quantidade mínima de valores de tentativas. Os resultados são atribuídos às variáveis de sistema xInv (resultado de cálculo usando a Area) e `xInv (resultado de cálculo usando a `Area). A calculadora sempre exibe apenas o valor xInv. Porém, quando os valores xInv e `xInv são diferentes, a mensagem exibida abaixo aparecerá com ambos os valores. Os resultados do cálculo da Distribuição Cumulativa Binomial Inversa são inteiros. A precisão pode ser reduzida o valor de Area tem 10 ou mais algarismos. Observe que mesmo uma ligeira diferença na precisão do cálculo afeta os resultados do cálculo. Verifique os valores apresentados se surgir uma mensagem de erro. k Distribuição de Poisson 5(DIST)6(g)1(POISSON)1(Ppd) • Probabilidade de Poisson A Probabilidade de Poisson calcula uma probabilidade em um valor x único específico ou cada elemento de lista para a distribuição discreta de Poisson com a média especificada. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Probabilidade de Poisson. 6-60 • Distribuição Cumulativa de Poisson 5(DIST)6(g)1(POISSON)2(Pcd) A Distribuição Cumulativa de Poisson determina a soma de probabilidades (probabilidade cumulativa) deste x, na Probabilidade de p(x), compreendido em um intervalo especificado de um valor Lower a um Upper. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Distribuição Cumulativa de Poisson. • Distribuição Cumulativa de Poisson Inversa 5(DIST)6(g)1(POISSON)3(InvP) A Distribuição Cumulativa de Poisson Inversa calcula o número mínimo de tentativas de uma distribuição cumulativa de Poisson para os valores especificados. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Distribuição Cumulativa de Poisson. 6-61 Importante! Durante a execução do cálculo da Distribuição Cumulativa de Poisson Inversa, a calculadora usa um valor de Area especificado e o valor que é menos um que o número mínimo do valor da Area de algarismos significativos (valor de `Area) para calcular a quantidade mínima de valores de tentativas. Os resultados são atribuídos às variáveis de sistema xInv (resultado de cálculo usando a Area) e `xInv (resultado de cálculo usando a `Area). A calculadora sempre exibe apenas o valor xInv. Porém, quando os valores xInv e `xInv são diferentes, a mensagem aparecerá com ambos os valores. Os resultados do cálculo da Distribuição Cumulativa de Poisson Inversa são inteiros. A precisão pode ser reduzida o valor de Area tem 10 ou mais algarismos. Observe que mesmo uma ligeira diferença na precisão do cálculo afeta os resultados do cálculo. Verifique os valores apresentados se surgir uma mensagem de erro. k Distribuição Geométrica 5(DIST)6(g)2(GEO)1(Gpd) • Probabilidade Geométrica A Probabilidade Geométrica calcula a probabilidade em um valor x único específico ou cada elemento de lista, e a quantidade de tentativas nas quais o primeiro sucesso ocorre, para a distribuição geométrica com uma probabilidade de sucesso especificada. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Probabilidade Geométrica. 6-62 • Distribuição Cumulativa Geométrica 5(DIST)6(g)2(GEO)2(Gcd) A Distribuição Cumulativa Geométrica determina a soma de probabilidades (probabilidade cumulativa) deste x, na Probabilidade Geométrica p(x), compreendido em um intervalo especificado de um valor Lower a um Upper. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Distribuição Cumulativa Geométrica. • Distribuição Cumulativa Geométrica Inversa 5(DIST)6(g)2(GEO)3(InvG) A Distribuição Cumulativa Geométrica Inversa calcula o número mínimo de tentativas de uma distribuição cumulativa geométrica para os valores especificados. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Distribuição Cumulativa Geométrica Inversa. 6-63 Importante! Durante a execução do cálculo da Distribuição Cumulativa Geométrica Inversa, a calculadora usa um valor de Area especificado e o valor que é menos um que o número mínimo do valor da Area de algarismos significativos (valor de `Area) para calcular a quantidade mínima de valores de tentativas. Os resultados são atribuídos às variáveis de sistema xInv (resultado de cálculo usando a Area) e `xInv (resultado de cálculo usando a `Area). A calculadora sempre exibe apenas o valor xInv. Porém, quando os valores xInv e `xInv são diferentes, a mensagem aparecerá com ambos os valores. Os resultados do cálculo da Distribuição Cumulativa Geométrica Inversa são inteiros. A precisão pode ser reduzida o valor de Area tem 10 ou mais algarismos. Observe que mesmo uma ligeira diferença na precisão do cálculo afeta os resultados do cálculo. Verifique os valores apresentados se surgir uma mensagem de erro. k Distribuição Hipergeométrica 5(DIST)6(g)3(HYPRGEO)1(Hpd) • Probabilidade Hipergeométrica A Probabilidade Hipergeométrica calcula a probabilidade em um valor x único específico ou cada elemento de lista, e a quantidade de tentativas nas quais o primeiro sucesso ocorre, para a distribuição hipergeométrica com uma probabilidade de sucesso especificada. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Probabilidade Hipergeométrica. • Distribuição Cumulativa Hipergeométrica 5(DIST)6(g)3(HYPRGEO)2(Hcd) A Distribuição Cumulativa Hipergeométrica determina a soma de probabilidades (probabilidade cumulativa) deste x, na Probabilidade Hipergeométrica p(x), compreendido em um intervalo especificado de um valor Lower a um Upper. 6-64 Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Distribuição Cumulativa Hipergeométrica. • Distribuição Cumulativa Hipergeométrica Inversa 5(DIST)6(g)3(HYPRGEO)3(InvH) A Distribuição Cumulativa Hipergeométrica Inversa calcula o número mínimo de tentativas de uma distribuição cumulativa geométrica para os valores especificados. Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo Quando uma lista é especificada Quando a variável (x) é especificada • Não há função de representação gráfica para a Distribuição Cumulativa Hipergeométrica Inversa. Importante! Durante a execução do cálculo da Distribuição Cumulativa Hipergeométrica Inversa, a calculadora usa um valor de Area especificado e o valor que é menos um que o número mínimo do valor da Area de algarismos significativos (valor de `Area) para calcular a quantidade mínima de valores de tentativas. Os resultados são atribuídos às variáveis de sistema xInv (resultado de cálculo usando a Area) e `xInv (resultado de cálculo usando a `Area). A calculadora sempre exibe apenas o valor xInv. Porém, quando os valores xInv e `xInv são diferentes, a mensagem aparecerá com ambos os valores. Os resultados do cálculo da Distribuição Cumulativa Hipergeométrica Inversa são inteiros. A precisão pode ser reduzida o valor de Area tem 10 ou mais algarismos. Observe que mesmo uma ligeira diferença na precisão do cálculo afeta os resultados do cálculo. Verifique os valores apresentados se surgir uma mensagem de erro. 6-65 8. Termos de Entrada e Saída dos Testes, Intervalo de Confiança e Distribuição A seguir são indicados os termos de entrada e saída que são usados pelos testes, intervalo de confiança e distribuição. k Termos de Entrada Data ............................................ tipo de dados (Teste Z de 1 Amostra)............ condições de teste de valor médio populacional (“≠ 0” especifica teste bicaudal, “< 0” especifica teste monocaudal inferior, “> 0” especifica teste monocaudal superior.) 1 (Teste Z de 2 Amostras)......... condições de teste de valor médio de população (“≠ 2” especifica teste bicaudal, “< 2” especifica teste monocaudal em que a amostra 1 é menor que a amostra 2, “> 2” especifica teste monocaudal em que a amostra 1 é maior que a amostra 2.) Prop (Teste Z de 1 Proporção) ... condições de teste de proporção de amostra (“≠ p0” especifica teste bicaudal, “< p0” especifica teste monocaudal inferior, “> p0” especifica teste monocaudal superior.) p1 (Teste Z de 2 Proporções)...... condições de teste de proporção de amostra (“≠ p2” especifica teste bicaudal, “< p2” especifica teste monocaudal em que a amostra 1 é menor que a amostra 2, “> p2” especifica teste monocaudal em que a amostra 1 é maior que a amostra 2.) (Teste t de 1 Amostra) ............. condições de teste de valor médio populacional (“≠ 0” especifica teste bicaudal, “< 0” especifica teste monocaudal inferior, “> 0” especifica teste monocaudal superior.) 1 (Teste t de 2 Amostras).......... condições de teste de valor médio de amostra (“≠ 2” especifica teste bicaudal, “< 2” especifica teste monocaudal em que a amostra 1 é menor que a amostra 2, “> 2” especifica teste monocaudal em que a amostra 1 é maior que a amostra 2.) β & ρ (Teste t LinearReg) ........... condições de teste de valor ρ (“≠ 0” especifica teste bicaudal, “< 0” especifica teste monocaudal inferior, “> 0” especifica teste monocaudal superior.) 1 (Teste F de 2 Amostras) ........ condições de teste de desvio padrão populacional (“≠ 2” especifica teste bicaudal, “< 2” especifica teste monocaudal em que a amostra 1 é menor que a amostra 2, “> 2” especifica teste monocaudal em que a amostra 1 é maior que a amostra 2.) 0 ................................................ média populacional presumida .................................................. desvio padrão populacional ( > 0) 1 ................................................ desvio padrão populacional de amostra 1 (1 > 0) 2 ................................................ desvio padrão populacional de amostra 2 (2 > 0) List .............................................. lista cujo conteúdo desejar usar como dados (List 1 a 26) 6-66 List1 ............................................ lista cujo conteúdo desejar usar como dados da amostra 1 (List 1 a 26) List 2 ............................................ lista cujo conteúdo desejar usar como dados da amostra 2 (List 1 a 26) Freq............................................. frequência (1 ou List 1 a 26) Freq1........................................... frequência de amostra 1 (1 ou List 1 a 26) Freq2........................................... frequência de amostra 2 (1 ou List 1 a 26) Execute ....................................... efetua um cálculo ou desenha um gráfico o .................................................. média de amostra o1 ................................................ média de amostra 1 o2 ................................................. média de amostra 2 n .................................................. tamanho da amostra (inteiro positivo) n1................................................. tamanho da amostra 1 (inteiro positivo) n2................................................. tamanho da amostra 2 (inteiro positivo) p0................................................. proporção da amostra esperada (0 < p0 < 1) p1................................................. condições de teste de proporção de amostra x (Teste Z de 1 Proporção) ......... valor de amostra (x 0 inteiro) x (Intervalo Z de 1 Proporção) .... dados (0 ou inteiro positivo) x1 ................................................. valor de dados da amostra 1 (x1 0 inteiro) x2 ................................................. valor de dados da amostra 2 (x2 0 inteiro) sx ................................................. desvio padrão de amostra (sx > 0) sx1 ................................................ desvio padrão de amostra 1 (sx1 > 0) sx2 ................................................ desvio padrão de amostra 2 (sx2 > 0) XList ............................................ lista para dados do eixo x (List 1 a 26) YList ............................................ lista para dados do eixo y (List 1 a 26) C-Level........................................ nível de confiança (0 C-Level < 1) Pooled ......................................... agrupamento On (em efeito) ou Off (sem efeito) x (Distribuição) ............................ dados (Distribuição) ........................... desvio padrão ( > 0) (Distribuição) ........................... média (Distribuição) ............................ média Lower (Distribuição) .................... limite inferior Upper (Distribuição) .................... limite superior L.List (Distribuição) ..................... lista para dados de limite inferior (List 1 a 26) U.List (Distribuição)..................... lista para dados de limite superior (List 1 a 26) df (Distribuição)........................... graus de liberdade (df > 0) n:df (Distribuição)........................ graus de liberdade do numerador (inteiro positivo) d:df (Distribuição)........................ graus de liberdade do denominador (inteiro positivo) Numtrial (Distribuição) ................ quantidade de tentativas p (Distribuição) ............................ probabilidade de sucesso (0 p 1) 6-67 k Termos de Saída z .................................................. resultado z p .................................................. valor de p t ................................................... resultado t 2 ................................................. valor de 2 F ................................................. valor de F p̂ .................................................. proporção de amostra estimada p̂1................................................. proporção estimada de amostra 1 p̂2................................................. proporção estimada de amostra 2 o .................................................. média de amostra o1 ................................................. média de amostra 1 o2 ................................................. média de amostra 2 sx ................................................. desvio padrão de amostra sx1 ................................................ desvio padrão de amostra 1 sx2 ................................................ desvio padrão de amostra 2 sp ................................................. desvio padrão agrupado de amostra n ................................................. tamanho de amostra n1................................................. tamanho de amostra 1 n2................................................. tamanho de amostra 2 df ................................................. graus de liberdade a .................................................. termo constante b .................................................. coeficiente se ................................................. erro padrão r .................................................. coeficiente de correlação r2 ................................................. coeficiente de determinação Lower .......................................... limite inferior do intervalo de confiança Upper .......................................... limite superior do intervalo de confiança 6-68 9. Fórmula Estatística k Teste Teste Teste Z de 1 Amostra z = (o – μ0)/(σ/' n) Teste Z de 2 Amostras z = (o1 – o2)/ (σ 12/n1) + (σ 22/n2) Teste Z de 1 Proporção z = (x/n – p0)/ p0(1 – p0)/n Teste Z de 2 Proporções z = (x1/n1 – x2/n2)/ p̂ (1 – p̂ )(1/n1 + 1/n2) Teste t de 1 Amostra t = (o – μ0)/(sx/' n) t = (o1 – o2)/ sp2(1/n1 + 1/n2) Teste t de 2 Amostras (agrupado) sp = ((n1 – 1)sx12 + (n2 – 1)sx22)/(n1 + n2 – 2) df = n1 + n2 − 2 t = (o1 – o2)/ sx12/n1 + sx22/n2 Teste t de 2 Amostras (não agrupado) df = 1/(C 2/(n1 – 1) + (1 – C )2/(n2 – 1)) C = (sx12/n1)/(sx12/n1 + sx22/n2) Teste t LinearReg n n i=1 i=1 b = Σ(xi – o)(yi – p)/Σ(xi – o)2 a = p – bo t = r (n – 2)/(1 – r 2) Oi: O iº elemento da lista k Teste χ2 de GOF observada χ2 = Σ ( Oi − Ei)2 /Ei Ei: O iº elemento da lista i esperada k R Teste χ2 de dois sentidos Teste F de 2 Amostras χ2 = ΣΣ( Oij − Eij)2 /Eij i j k R k R i=1 j=1 i=1 j=1 Eij = Σ Oij • Σ Oij / Σ Σ Oij F = sx12/sx22 F = MS/MSe MS = SS/Fdf k Teste ANOVA Oij: O elemento na linha i, coluna j da matriz observada Eij: O elemento na linha i, coluna j da matriz esperada MSe = SSe/Edf k SS = Σ ni (oi − o)2 SSe = Σ ( ni – 1)sxi2 Fdf = k − 1 Edf = Σ ( ni – 1) i=1 i=1 k i=1 6-69 k Intervalo de Confiança Intervalo de Confiança Lower: limite inferior do intervalo de confiança Upper: limite superior do intervalo de confiança Intervalo Z de 1 Amostra Lower, Upper = o + Z (α /2) · σ/' n Intervalo Z de 2 Amostras Lower, Upper = (o1 – o2) + Z(α /2) σ12/n1 + σ22/n2 Intervalo Z de 1 Proporção Lower, Upper = x/n + Z(α /2) 1/n · (x/n · (1 – x/n)) Intervalo Z de 2 Proporções Lower, Upper = (x1/n1 – x2/n2) + Z(α /2) (x1/n1 · (1 – x1/n1))/n1 + (x2/n2 · (1 – x2/n2))/n2 n Intervalo t de 1 Amostra Lower, Upper = o + tn−1(α /2) · sx/' Intervalo t de 2 Amostras (agrupado) Intervalo t de 2 Amostras (não agrupado) Lower, Upper = (o1 – o2) + tn1+n2−2 (α /2) sp2(1/n1 + 1/n2) sp = ((n1 – 1)sx12 + (n2 – 1)sx22)/(n1 + n2 – 2) Lower, Upper = (o1 – o2) + tdf (α /2) sx12/n1 + sx22/n2 df = 1/(C 2/(n1 – 1) + (1 – C)2/(n2 – 1)) C = (sx12/n1)/(sx12/n1 + sx22/n2) α: nível de significância α = 1 − [C-Level ] C-Level : nível de confiança (0 C-Level < 1) Z(α/2): acima de α/2 pontos de distribuição normal padrão tdf (α/2): acima α/2 pontos de distribuição t com graus df de liberdade 6-70 k Distribuição (Contínua) Distribuição Distribuição Normal Densidade de Probabilidade – p(x) = 1 e 2πσ (x – μμ)2 2σ (σ > 0) 2 – df+1 x2 df + 1 1+ Γ 2 df p(x) = × π × df df Γ 2 Distribuição t de Student df Distribuição χ2 p(x) = 1 × 1 2 df Γ 2 2 Distribuição F df ×x 2 2 –1 – ×e p= x 2 ∫ Upper p(x)dx Lower (x 0) ndf + ddf 2 p(x) = ndf ddf Γ ×Γ 2 2 Γ Distribuição Cumulativa ndf ddf ndf ndf –1 2 x – ndf + ddf 2 1 + ndf × x ddf 2 (x 0) Distribuição Cumulativa Inversa Distribuição p= Distribuição Normal ∫ Upper p= p(x)dx –∞ tail = Left ∫ ∞ p(x)dx Lower tail = Right Distribuição t de Student Distribuição χ 2 p= Distribuição F 6-71 ∫ ∞ p(x)dx Lower p= ∫ Upper p(x)dx Lower tail = Central k Distribuição (Discreta) Distribuição Distribuição Binomial Probabilidade p(x) = nC x p x(1–p)n – x x –λ Distribuição de Poisson p(x) = e × λ x! Distribuição Geométrica Distribuição Hipergeométrica (x = 0, 1, 2, ···) p(x) = p(1– p)x – 1 p(x) = MC x (x = 0, 1, ·······, n) n: quantidade de tentativas λ: média ( λ > 0) (x = 1, 2, 3, ···) × N – MC n – x NC n n: Quantidade de elementos extraídos da população (0 x inteiro) M: Quantidade de elementos contidos no atributo A (0 M inteiro) N: Quantidade de elementos da população(n N, M N inteiro) Distribuição Distribuição Cumulativa Distribuição Cumulativa Inversa p = Σ p(x) Upper p H Σ p(x) Upper Distribuição Binomial x=Lower X x=0 Distribuição de Poisson X Distribuição Geométrica p = Σ p(x) p H Σ p(x) Distribuição Hipergeométrica p = Σ p(x) Upper p H Σ p(x) x=Lower x=Lower 6-72 x=1 X x=0 Capítulo 7 Cálculos Financeiros Importante! • Os resultados dos cálculos e gráficos produzidos neste modo devem ser considerados como valores de referência apenas. • Sempre que realizar uma transação financeira real, não se esqueça de verificar os resultados de um cálculo obtido usando esta calculadora em contraste com os valores calculados por sua instituição financeira. • Deve-se usar um valor positivo ou negativo para o valor atual (PV) ou preço de compra (PRC) dependendo do tipo de cálculo que se está tentando realizar. 1. Antes de Realizar Cálculos Financeiros A partir do Menu Principal, entre no modo Financial e visualize a tela Financial como apresentada abaixo. Tela Financial 1 Tela Financial 2 7 • {SIMPLE} … {juros simples} • {COMPND} … {juros compostos} • {CASH} … {fluxo de caixa (avaliação de investimento)} • {AMORTZN} … {amortização} • {CONVERT} … {conversão de taxa de juros} • {COST} … {custo, preço de venda, margem de lucro} • {DAYS} … {cálculos de dias/datas} • {DEPREC} … {cálculos de depreciação} • {BOND} … {cálculos de obrigação} 7-1 k Itens de Configuração indica a configuração padrão. u Payment • {BEGIN}/{END} … Especifica o pagamento {começo do período}/{fim do período} u Date Mode • {365}/{360} … Especifica o cálculo de acordo com um ano {365 dias}/{360 dias} u Periods/YR. (especificação de intervalo de pagamento) • {Annual}/{Semi} … {anual}/{semestral} u Graph Color • {Black}/{Blue}/{Red}/{Magenta}/{Green}/{Cyan}/{Yellow} … Especifica uma única cor de linha da borda. k Representação no Modo Financial Após realizar um cálculo financeiro, é possível usar 6(GRAPH) para desenhar o gráfico dos resultados como demonstrado abaixo. • Pressionando !1(TRACE) enquanto um gráfico está no visor ativa a função de traçado, que pode ser usada para procurar outros valores financeiros. No caso de juros simples, por exemplo, ao pressionar e são exibidos PV, SI e SFV. Pressionar d exibe os mesmos valores na sequência inversa. • Enquanto a tela do gráfico for exibida, é possível pressionar !f(FORMAT) e usar a caixa de diálogo que aparece para mudar a cor do gráfico. A especificação de cor realizada nesta caixa de diálogo é também refletida pela configuração “Graph Color” da tela de Configuração. • As funções de Zoom, Scroll e Sketch não podem ser usadas no modo Financial. • As seguintes configurações da tela de Configuração do gráfico estão desativadas para representação gráfica no modo Financial: Axes, Grid, Dual Screen. • Desenhar um gráfico financeiro enquanto um item Label estiver ativado exibe o rótulo CASH para o eixo vertical (depósitos, retiradas), e TIME para o eixo horizontal (frequência). • É possível usar a configuração “Background” na tela de Configuração para exibir uma imagem de fundo da tela do gráfico no modo Financial. Esta operação é a mesma que para o modo Graph. Para mais informações, consulte “Exibição de uma Imagem de Fundo em um Gráfico” (página 5-10). Observe que não é possível executar operações relacionadas à janela de visualização enquanto estiver no modo Financial. • Enquanto uma imagem de fundo é exibida na tela do gráfico no modo Financial, é possível ajustar luminosidade da imagem de fundo. Para obter informações sobre esta operação, consulte “Para ajustar a luminosidade (Fade I/O) da imagem de fundo” (página 5-12). 7-2 2. Juros Simples Esta calculadora usa as seguintes fórmulas para calcular juros simples. u Fórmula SI' = n × PV × i 365 Modo de 360 dias SI' = n × PV × i 360 Modo de 365 dias I% 100 I% i= 100 i= SI = –SI' SFV = –(PV + SI') SI : n : PV : I% : SFV : juros quantidade de períodos de juros capital juros anuais capital acrescido de juros Pressione 1(SIMPLE) na tela Financial 1 para visualizar a seguinte tela de digitação para juros simples. 1(SIMPLE) n ........... quantidade de períodos de juros (dias) I% ........ taxa de juros anual PV ........ capital Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {SI} … {juros simples} • {SFV} … {valor futuro simples} • Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use os seguintes menus de funções para navegar entre as telas de resultados dos cálculos. • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} • {GRAPH} … {desenha um gráfico} 7-3 Depois de desenhar um gráfico, é possível pressionar !1(TRACE) para ativar a função de traçado e ler os resultados do cálculo junto com o gráfico. Cada vez que e for pressionado enquanto a função de traçado estiver ativada vai mudar o valor visualizado na sequência: valor atual (PV) → juros simples (SI) → valor futuro simples (SFV). Pressionar d muda na direção inversa. Pressione J para voltar à tela de digitação de parâmetros. 3. Juros Compostos Esta calculadora usa as seguintes fórmulas padrões para calcular juros compostos. u PV, PMT, FV, n I%≠0 PV = – (α × PMT + β × FV) FV = – I%=0 PV = FV = = { log PV + α × PMT β n= i , β = (1 + i) α (1+ iS) × PMT – FV × i (1+ iS) × PMT + PV × i } log (1+ i) PMT = – (PMT × n + PV) 1–β { PV + β × FV PV + FV n PV + FV n=– PMT (PMT × n + FV ) α = (1+ i × S) × S PMT = – –n 0 .........Payment : End (Tela de Configuraçao) 1 .........Payment : Begin (Tela de Configuraçao) i = 7-4 { I% ............................... (P/Y = C/Y = 1) 100 / / C Y % (1+ ) 100 × [C/Y ] I P Y –1 ..... (Outro dos usados acima) uI % i (taxa de juros efetiva) i (taxa de juros efetiva) é calculada usando o método de Newton. PV + α × PMT + β × FV = 0 Para I % de i (taxa de juros efetiva) i × 100 ................................. (P/Y = C/Y = 1) I% = {{ (1+ i ) P/Y C/Y } –1 × C/Y × 100... (Outro dos usados acima) n ............ quantidade de períodos compostos I% ......... taxa de juros anual PV ......... valor atual PMT ...... pagamento FV ......... valor futuro P/Y ........ períodos de prestações por ano C/Y ........ períodos de capitalização por ano • Um depósito é indicado pelo sinal de mais (+), enquanto que uma retirada é indicada pelo sinal de menos (–). Pressione 2(COMPND) na tela Financial 1 para exibir a tela de digitação seguinte para juros compostos. 2(COMPND) n ........... quantidade de períodos compostos I% ........ taxa de juros anual PV ........ valor atual (quantia da dívida no caso de empréstimo; capital no caso de poupanças) PMT ..... pagamento para cada prestação (pagamento no caso de empréstimo; depósito no caso de poupanças) FV ........ valor futuro (saldo a pagar no caso de empréstimo; capital mais juros no caso de poupanças) P/Y ....... períodos de prestações por ano C/Y ....... períodos de capitalização por ano 7-5 Importante! Atribuição de Valores Um período (n) é expresso como um valor positivo. Enquanto o valor atual (PV) ou o valor futuro (FV) é positivo, o outro (PV ou FV) é negativo. Precisão Esta calculadora realiza os cálculos de juros usando o método de Newton, que produz valores aproximados, e cuja precisão pode ser afetada por várias condições de cálculo. Por esta razão, os resultados dos cálculos de juros produzidos por esta calculadora devem ser usados levando-se essas limitações em consideração, ou devem ser conferidos com outro meio. Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {n} … {quantidade de períodos compostos} • {I%} … {taxa de juros anual} • {PV} … {valor atual} (Empréstimo: quantia do empréstimo; Poupança: capital) • {PMT} … {pagamento} (Empréstimo: pagamento; Poupança: depósito) • {FV} … {valor futuro} (Empréstimo: saldo a pagar; Poupança: capital acrescido de juros) • {AMORTZN} … {tela de amortização} • Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use os seguintes menus de funções para navegar entre as telas de resultados dos cálculos. • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} • {AMORTZN} … {tela de amortização} • {GRAPH} … {desenha um gráfico} Depois de desenhar um gráfico, é possível pressionar !1(TRACE) para ativar a função de traçado e ler os resultados do cálculo junto com o gráfico. Pressione J para voltar à tela de digitação de parâmetros. 7-6 4. Fluxo de Caixa (Avaliação de Investimento) Esta calculadora usa o método de fluxo de caixa descontado (DCF) para realizar avaliações de investimento totalizando o fluxo de caixa durante um período fixo. Esta calculadora pode realizar os quatro tipos seguintes de avaliação de investimento. • Valor atual líquido (NPV) • Valor futuro líquido (NFV) • Taxa interna de retorno (IRR) • Período de reembolso (PBP) Um diagrama de fluxo de caixa como o apresentado abaixo ajuda na visualização do movimento dos fundos. CF2 CF3 CF4 CF5 CF7 CF6 CF1 CF0 Com este gráfico, a quantia do investimento inicial é representada por CF0. O fluxo de caixa um ano mais tarde é mostrado por CF1, dois anos mais tarde por CF2 e assim por diante. A avaliação de investimento pode ser usada para determinar claramente se um investimento está dando os lucros que foram almejados originalmente. u NPV NPV = CF0 + CF2 CF3 CFn CF1 + + + … + (1+ i) (1+ i)2 (1+ i)3 (1+ i)n i= I% 100 n: número natural até 254 u NFV NFV = NPV × (1 + i )n u IRR 0 = CF0 + CF2 CF3 CFn CF1 + + +…+ 2 3 (1+ i) (1+ i) (1+ i) (1+ i) n Nesta fórmula, NPV = 0, e o valor de IRR é equivalente a i × 100. Deve-se notar, entretanto, que valores fracionários minuciosos tendem a acumular-se durante os cálculos subsequentes realizados automaticamente pela calculadora e, portanto, NPV nunca chegam verdadeiramente a zero. IRR torna-se mais preciso à medida em que NPV se aproxima de zero. 7-7 u PBP { 0 .................................. (CF0 > 0) n CFk NPV n = NPVn PBP = Σ k ... (Outro dos usados acima) n– k = 0 (1 + i) NPVn+1 – NPVn n: o menor inteiro positivo que satisfaz as condições NPVn < 0, NPVn+1 > 0 ou 0 Pressione 3(CASH) na tela Financial 1 para exibir a tela de digitação seguinte para Cash Flow. 3(CASH) I% ........ taxa de juros Csh ....... lista para ser usada para fluxo de caixa Se ainda não tiver digitado dados em uma lista, pressione 5('LIST) e insira os dados em uma lista. Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {NPV} … {valor atual líquido} • {IRR} … {taxa interna de retorno} • {PBP} … {período de reembolso} • {NFV} … {valor futuro líquido} • {'LIST} … {atribui dados em uma lista} • {LIST} … {especifica uma lista} • Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use os seguintes menus de funções para navegar entre as telas de resultados dos cálculos. • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} • {GRAPH} … {desenha um gráfico} Depois de desenhar um gráfico, é possível pressionar !1(TRACE) para ativar a função de traçado e ler os resultados do cálculo junto com o gráfico. Pressione J para voltar à tela de digitação de parâmetros. 7-8 5. Amortização Esta calculadora pode ser usada para calcular as porções do capital e dos juros de uma prestação mensal, o capital restante, e a quantia do capital e juros pagos a qualquer ponto. u Fórmula a 1 pagamento c b 1 ............ PM1 ................... PM2 .......... Último Número de pagamentos a: porção dos juros da prestação PM1 (INT) b: porção do capital da prestação PM1 (PRN) c: saldo do capital após a prestação PM2 (BAL) e 1 pagamento d 1............. PM1................ PM2 ............. Último Número de pagamentos d: capital total desde a prestação PM1 até o pagamento da prestação PM2 (ΣPRN) e: juro total desde a prestação PM1 até o pagamento da prestação PM2 (ΣINT) *a + b = um pagamento (PMT) a : INTPM1 = l BALPM1−1 × i l × (sinal PMT ) b : PRNPM1 = PMT + BALPM1−1 × i c : BALPM2 = BALPM2−1 + PRNPM2 d : Σ PRN = PRNPM1 + PRNPM1+1 + ... + PRNPM2 PM2 PM1 e : Σ INT = INTPM1 + INTPM1+1 + ... + INTPM2 PM2 PM1 7-9 • “End” selecionado na configuração Payment na tela de Configuração: BAL0 = PV • “Begin” selecionado na configuração Payment na tela de Configuração: INT1 = 0 e PRN1 = PMT u Conversão entre taxa de juros nominais e taxa de juros efetivos A taxa de juros nominais (I% digitada pelo usuário) é convertida para uma taxa de juros efetivos (I%' ) para empréstimos a prestação em que a quantidade de prestações por ano é diferente do número de períodos do cálculo de juros compostos. { [C/Y ] } [P/Y ] I% I%' = (1+ ) –1 × 100 100 × [C/Y ] O seguinte cálculo é realizado após a conversão da taxa de juros nominais para a taxa de juros efetivos, e o resultado é usado para todos os cálculos subsequentes. i = I%'÷100 Pressione 4(AMORTZN) na tela Financial 1 para exibir a tela de digitação seguinte para amortização. 4(AMORTZN) PM1....... primeira prestação das prestações de 1 a n PM2....... segunda prestação das prestações de 1 a n n ........... prestações I% ........ taxa de juros PV ........ capital PMT ..... pagamento para cada prestação FV ........ saldo após a prestação final P/Y ....... prestações por ano C/Y ....... capitalizações por ano 7-10 Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {BAL} … {saldo do capital após prestação PM2} • {INT} … {porção de juros da prestação PM1} • {PRN} … {porção do capital da prestação PM1} • {ΣINT} … {juros totais pagos desde a prestação PM1 até a prestação PM2} • {ΣPRN} … {capital total pago desde a prestação PM1 até a prestação PM2} • {COMPND} … {tela de juros compostos} • Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use os seguintes menus de funções para navegar entre as telas de resultados dos cálculos. • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} • {COMPND} … {tela de juros compostos} • {GRAPH} … {desenha um gráfico} Depois de desenhar um gráfico, é possível pressionar !1(TRACE) para ativar a função de traçado e ler os resultados do cálculo junto com o gráfico. A primeira vez que pressionar !1(TRACE) serão exibidos INT e PRN quando n = 1. Cada vez que pressionar e serão exibidos INT e PRN quando n = 2, n = 3 e assim por diante. Pressione J para voltar à tela de digitação de parâmetros. 7-11 6. Conversão de Taxa de Juros Os procedimentos nesta seção descrevem como realizar as conversões entre taxa de percentagem anual e taxa de juros efetivos. u Fórmula n APR/100 EFF = 1+ –1 × 100 n APR = 1+ EFF 100 1 n APR : taxa de percentagem anual (%) EFF : taxa de juros efetivos (%) n : quantidade de capitalizações –1 × n ×100 Pressione 5(CONVERT) na tela Financial 1 para exibir a tela de digitação seguinte para conversão de taxa de juros. 5(CONVERT) n ........... quantidade de capitalizações I% ......... taxa de juros Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {'EFF} … {converte a taxa de percentagem anual para a taxa de juros efetivos} • {'APR} … {converte a taxa de juros efetivos para a taxa de percentagem anual} • Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use o seguinte menu de função para navegar entre as telas de resultados dos cálculos. • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} 7-12 7. Custo, Preço de Venda, Margem de Lucro O custo, preço de venda ou margem de lucro podem ser calculados mediante a atribuição de outros dois valores. u Fórmula CST = SEL 1– MRG 100 CST MRG 1– 100 CST ×100 MRG(%) = 1– SEL SEL = CST : custo SEL : preço de venda MRG : margem de lucro Pressione 1(COST) na tela Financial 2 para exibir a tela de digitação seguinte. 6(g)1(COST) Cst......... custo Sel ......... preço de venda Mrg ........ margem de lucro Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {COST} … {custo} • {SELL} … {preço de venda} • {MARGIN} … {margem de lucro} • Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use o seguinte menu de função para navegar entre as telas de resultados dos cálculos. • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} 7-13 8. Cálculos de Dias/Datas É possível calcular a quantidade de dias entre duas datas, ou determinar a data em que cai uma quantidade específica de dias antes ou após uma outra data. Pressione 2(DAYS) na tela Financial 2 para exibir a tela de digitação seguinte para cálculos de dias/datas. 6(g)2(DAYS) d1 .......... data 1 d2 .......... data 2 D .......... quantidade de dias Para digitar uma data selecione primeiro d1 ou d2. Pressionar uma tecla numérica para inserir o mês faz com que uma tela de digitação como a exibida abaixo apareça na tela. Digite o mês, dia e ano, pressionando w a cada vez. Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {PRD} … {quantidade de dias de d1 a d2 (d2 – d1)} • {d1+D} … {d1 mais uma quantidade de dias (d1 + D)} • {d1–D} … {d1 menos uma quantidade de dias (d1 – D)} • Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use o seguinte menu de função para navegar entre as telas de resultados dos cálculos. • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} • A tela de Configuração pode ser usada para especificar um ano de 365 dias ou 360 dias para os cálculos financeiros. Os cálculos de dias/datas também são realizados de acordo com a definição atual para a quantidade de dias no ano, mas os seguintes cálculos não podem ser realizados quando o ano de 360 dias é definido. Tentar fazer isso causa um erro. (Data) + (Quantidade de Dias) (Data) – (Quantidade de Dias) • A faixa de cálculo permissível é de 1 de janeiro de 1901 a 31 de dezembro de 2099. 7-14 • Cálculos no Modo de Data de 360 Dias Apresentamos a seguir a maneira como os cálculos são feitos quando se especifica 360 para o item Date Mode na tela de Configuração. • Se d1 e d2 são o último dia de fevereiro (dia 28 em ano normal, dia 29 em ano bissexto), d2 será tratado como dia 30. • Se d1 é o último dia de fevereiro, d1 será tratado como dia 30. • Se d2 é o dia 31 de um mês, e d1 é o dia 30 ou 31, d2 será tratado como o dia 30. • Se d1 é o dia 31 de um mês, d1 será tratado como o dia 30. 9. Depreciação A depreciação permite calcular a quantia que uma despesa de negócio pode ser compensada pelo lucro (depreciado) em um determinado ano. • Esta calculadora é compatível com os quatro tipos seguintes de cálculos de depreciação. linha-direta (SL), percentagem-fixa (FP), soma-dos-dígitos-dos-anos (SYD), ou saldodeclinante (DB). • Qualquer um dos métodos acima pode ser usado para calcular depreciação para o período especificado. Uma tabela e gráfico da quantidade de depreciação e não depreciação em um ano j. u Método de Linha-Direta (SL) SLj : cobrança de depreciação para o jº ano n : vida útil PV : custo original (básico) FV : valor do livro residual j : ano para cálculo do custo de depreciação Y−1 : quantidade de meses no primeiro ano de depreciação (PV–FV ) {Y–1} u n 12 (PV–FV ) SLj = n (PV–FV ) 12–{Y–1} u SLn+1 = n 12 SL1 = ({Y–1}≠12) u Método de Percentagem-Fixa (FP) FPj : cobrança de depreciação para o jº I% {Y–1} FP1 = PV × 100 × 12 I% FPj = (RDVj–1 + FV ) × 100 ano RDVj : valor de depreciação restante no final do jº ano I% : razão de depreciação FPn+1 = RDVn ({Y–1}≠12) RDV1 = PV – FV – FP1 RDVj = RDVj–1 – FPj RDVn+1 = 0 ({Y–1}≠12) 7-15 u Método de Soma-dos-Dígitos-dos-Anos (SYD) {Y–1} n (n +1) n' = n – 2 12 (parte inteira de n' + 1)(parte inteira de n' + 2* parte fraccionária de n') Z' = 2 n {Y–1} × (PV – FV ) SYD1 = Z 12 n'– j+2 )(PV – FV – SYD1) SYDj = ( ( j≠1) Z' n'– (n +1)+2 12–{Y–1} SYDn+1 = ( )(PV – FV – SYD1) × ({Y–1}≠12) Z' 12 Z= RDV1 = PV – FV – SYD1 SYDj : cobrança de depreciação para o jº RDVj = RDVj –1 – SYDj ano RDVj : valor de depreciação restante no final do jº ano u Método de Saldo-Declinante (DB) DB1 = PV × DBj : cobrança de depreciação para o jº I% Y–1 × 100n 12 ano RDVj : valor de depreciação restante no final do jº ano I% : fator de depreciação RDV1 = PV – FV – DB1 DBj = (RDVj–1 + FV ) × I% 100n RDVj = RDVj–1 – DBj DBn +1 = RDVn ({Y–1}≠12) RDVn+1 = 0 ({Y–1}≠12) Pressione 3(DEPREC) na tela Financial 2 para exibir a tela de digitação seguinte para cálculo de depreciação. 6(g)3(DEPREC) n ............ vida útil I% ......... razão de depreciação no caso do método de percentagem fixa (FP), fator de depreciação no caso do método do saldo declinante (DB) PV ......... custo original (básico) FV ......... valor do livro residual j ............. ano para cálculo do custo de depreciação Y−1........ quantidade de meses no primeiro ano de depreciação 7-16 Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {SL} … {Cálculo da depreciação para o ano j usando o método de linha-direta} • {FP} ... {FP} ....{Cálculo de depreciação para o ano j usando o método de percentagem-fixa} {I%} .....{Cálculo da razão de depreciação} • {SYD} … {Cálculo de depreciação para o ano j usando o método de soma-dos-dígitos-dosanos} • {DB} … {Cálculo de depreciação para o ano j usando o método de saldo-declinante} Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo {SYD} {SYD} − {TABLE} {SYD} − {GRAPH} Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use o seguinte menu de função para navegar entre as telas de resultados dos cálculos • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} • {TABLE} … {exibe tabela} • {GRAPH} … {desenha um gráfico} 10. Cálculos de Obrigações Os cálculos de obrigações permitem calcular o preço de compra ou o rendimento anual de uma obrigação. Antes de iniciar os cálculos de obrigações, use a tela de Configuração para configurar as definições “Date Mode” e “Periods/YR.” (página 7-2). u Fórmula D A B Data de resgate (d2) Data de emissão Data de compra (d1) Datas de pagamento de cupão 7-17 PRC : preço por $100 do valor nominal CPN : taxa de cupom (%) YLD : rendimento anual (%) A : dias corridos M : quantidade de pagamentos de cupom por ano (1=anual, 2=semestral) N : quantidade de pagamentos de cupom entre a data de liquidação e a data de vencimento RDV : preço do resgate ou preço da chamada por $100 do valor nominal D : quantidade de dias no período do cupom em que ocorre a liquidação B : quantidade de dias da data da liquidação até a próxima data de pagamento de cupom =D−A INT : juros corridos CST : preço incluindo os juros • Para um ou poucos períodos de cupom para resgate RDV + PRC = – 1+ ( B D × CPN M +( YLD/100 ) M A D × CPN M ) • Para mais de um período de cupom para resgate CPN RDV PRC = – (1+ INT = – A D × YLD/100 M CPN M M N ) (N–1+B/D ) –Σ k=1 (1+ YLD/100 M + ) (k–1+B/D ) A D × CPN M CST = PRC + INT u Rendimento anual (YLD) O YLD é calculado usando o método de Newton. Pressione 4(BOND) na tela Financial 2 para exibir a tela de digitação seguinte para cálculo de obrigações. 6(g)4(BOND) 7-18 d1 .......... data de aquisição (mês, data, ano) d2 .......... data de resgate (mês, data, ano) RDV ...... preço de resgate por $100 do valor nominal CPN ...... taxa de cupom PRC ...... preço por $100 do valor nominal YLD ...... rendimento anual • A faixa de cálculo permissível é de 1 de janeiro de 1902 a 31 de dezembro de 2097. Depois de configurar os parâmetros, use um dos menus de funções apresentados abaixo para realizar o cálculo correspondente. • {PRC} … {Cálculo do preço das obrigações (PRC), juros corridos (INT) e custo de obrigações (CST)} • {YLD} … {Cálculo do rendimento até o vencimento} Exemplos de Saída do Resultado de um Cálculo {PRC} {PRC} − {GRAPH} {PRC} − {MEMO} Ocorre um erro se os parâmetros não forem configurados corretamente. Use o seguinte menu de função para navegar entre as telas de resultados dos cálculos. • {REPEAT} … {tela de digitação de parâmetros} • {GRAPH} … {desenha um gráfico} • {MEMO} … {exibe números de dias usados nos cálculos} Tela MEMO • A seguir é descrito o significado dos itens exibidos na tela MEMO. PRD ... quantidade de dias de d1 a d2 N......... quantidade de pagamentos de cupom entre a data de liquidação e a data de vencimento A ......... dias corridos B ......... quantidade de dias da data da liquidação até a próxima data de pagamento de cupom (D−A) D ........ quantidade de dias no período do cupom em que ocorre a liquidação 7-19 • Cada vez que pressionar w enquanto a tela MEMO for exibida tornará circular a tela do dia de pagamento de cupom (CPD) em sequência, a partir do ano de resgate até o ano de compra. Isso só é verdadeiro quando a definição “Date Mode” na tela de Configuração for “365”. 11. Cálculos Financeiros Usando Funções É possível usar funções especiais no modo Run-Matrix ou Program para realizar cálculos que sejam iguais aos financeiros do modo Financial. Exemplo Para calcular o juro total e o capital pago por um empréstimo de $300 de 2 anos (730 dias) a uma taxa de juros anual simples de 5%. Use uma definição de “Date Mode” de 365. 1. Entre no modo Run-Matrix no Menu Principal. 2. Pressione as teclas na seguinte sequência: K6(g)6(g)2(FINANCE)* 1(SIMPLE)1(SI)hda,f, daa)w 2(SFV)hda,f,daa) w * Operação de modo de entrada/saída matemática. No modo de entrada/saída Linear, use a seguinte operação: K6(g)6(g)6(g)1(FINANCE). • Use o modo Financial na tela de Configuração (!m(SET UP)) para mudar a definição de “Date Mode”. É possível também usar comandos especiais (DateMode365, DateMode360) no modo Program para alterar a configuração. • Para detalhes sobre o que é possível fazer com funções de cálculo financeiro e a sua sintaxe, consulte “Execução de Cálculos Financeiros em um Programa” (página 8-49). 7-20 Capítulo 8 Programação Importante! A entrada no modo Program é sempre feita usando o modo de entrada/saída linear. 1. Passos Básicos de Programação Os comandos e cálculos são executados sequencialmente. 1. Entre no modo Program a partir do Menu Principal. Ao fazer isso aparecerá uma lista de programas na tela. Área de programa selecionada (use f e c para mover) Os arquivos estão listados na sequência alfabética dos seus nomes. 2. Registre o nome do arquivo. 3. Digite o programa. 4. Execute o programa. • Os valores à direita da lista de programas indicam a quantidade de bytes usada por cada programa. • O nome de um arquivo pode conter até oito caracteres. • É possível usar os seguintes caracteres em um nome de arquivo: A a Z, {, }, ’, ~, 0 a 9 • O registro do nome de um arquivo ocupa 32 bytes de memória. Para calcular a área de superfície (cm2) e volume (cm3) de três octaedros regulares quando o comprimento de um dos lados é 7, 10 e 15 cm, respectivamente Exemplo Armazene a fórmula de cálculo com o nome de arquivo OCTA. As fórmulas usadas para o cálculo da área de superfície S e o volume V do octaedro regular, sabendo-se o cumprimento do lado A, são as seguintes: A ' 2 S = 2' 3 A2, V = –––– A3 3 8-1 8 1 m Program 2 3(NEW)j(O)I(C)/(T)v(A)w 3 !J(PRGM)4(?)aav(A)6(g)5(:) c*!x(')d*av(A)x6(g)6(g)5(^) !x(')c/d*av(A)Md JJ 4 1(EXE) ou w hw(Valor de A) w S quando A = 7 V quando A = 7 ww baw w S quando A = 10 V quando A = 10 ww bfw w* 1 S quando A = 15 V quando A = 15 *1 Pressionar w enquanto é exibido o resultado final na tela fará com se saia do programa. • Também é possível executar um programa enquanto estiver no modo Run-Matrix digitando: Prog " " w. • Pressionar w enquanto estiver na tela o resultado final de um programa executado usando este método fará com que esse seja novamente executado. • Ocorre um erro se não for encontrado um programa especificado por Prog " ". 2. Teclas de Função do Modo Program u Menu de Funções da Lista de Arquivos Os menus de função {NEW} e {LOAD} somente são exibidos quando não há arquivos de programa na memória. • {EXE}/{EDIT} ... {executar}/{editar} programa • {NEW} ... {novo programa} • {DELETE}/{DEL-ALL} ... excluir {programa específico}/{todos os programas} • {SEARCH}/{RENAME} ... nome do arquivo {pesquisar}/{alterar} • {SAVE • AS} ... grava programa como um arquivo de texto • {LOAD} ... converte um arquivo de texto de um programa e salva-o •{ } ... a senha protege um programa ou remove a proteção de senha 8-2 u Ao registrar um nome de arquivo • {RUN}/{BASE} ... atribuição de programa {cálculo geral}/{base numérica} •{ } ... {registro de senha} • {SYMBOL} ... {menu de símbolos} u Ao atribuir um programa —— 1(RUN) … padrão • {TOP}/{BOTTOM} ... {início}/{fim} do programa • {SEARCH} ... {pesquisa} • {MENU} ... {menu de modo} • {STAT}/{MAT}/{LIST}/{GRAPH}/{DYNA}/{TABLE}/{RECURSION} ... menu de {estatísticas}/{matriz}/{lista}/{gráfico}/{gráfico dinâmico}/{tabela}/{recursão} • {A⇔a} ... {alterna entre a digitação de maiúsculas e minúsculas} • {CHAR} ... {exibe uma tecla para selecionar vários símbolos matemáticos, símbolos especiais e caracteres acentuados} • Pressionar !J(PRGM) faz com seja exibido o menu de programa (PRGM) a seguir. • {COMMAND} ... {menu de comandos de programa} • {CONTROL} ... {menu de comandos de controle de programa} • {JUMP} ... {menu de comando de salto} • {?}/{^} ... comando de {entrada}/{saída} • {CLEAR}/{DISPLAY} ... menu de comando {limpeza}/{exibição} • {RELATNL} ... {menu de operador relacional de salto condicional} • {I/O} ... {menu de comando de controle/transferência E/S} • {:} ... {comando de instruções múltiplas} • {STR} ... {comando de string} Consulte “Referência de Comandos” na página 8-11 para detalhes completos sobre cada um destes comandos. • Pressionar !m(SET UP) faz com seja exibido o menu de comando de modo demonstrado abaixo. • {ANGLE}/{COORD}/{GRID}/{AXES}/{LABEL}/{DISPLAY}/{SKT/LIN}/{DRAW}/{DERIV}/ {BACK}/{FUNC}/{SIMUL}/{SGV-WIN}/{LIST}/{LOCUS}/{TBL-VAR}/{ΣDISP}/{RESID}/ {COMPLEX}/{FRAC}/{Y=SPEED}/{DATE}/{PMT}/{PERIODS}/{INEQ}/{SIMP}/{Q1Q3}/ {P/L-CLR} Consulte a seção “Menus das Teclas de Funções da Tela de Configuração” na página 1-35 para mais detalhes sobre estes comandos. • Pressionar !f(FORMAT) faz com seja exibido o menu de comando de cor/pintura. Para mais informações, consulte “Uso de Comandos de Cores em um Programa” (página 8-28) e “Uso de Comandos de Pintura em um Programa” (página 8-29). 8-3 u Ao atribuir um programa —— 2(BASE)* * Programas atribuídos após pressionar 2(BASE) são indicados por B à direita do nome do arquivo. • {TOP}/{BOTTOM}/{SEARCH} • {MENU} • {d~o} ... valor de entrada {decimal}/{hexadecimal}/{binário}/{octal} • {LOGIC} ... {operador bitwise} • {DISPLAY} ... conversão do valor exibido para {decimal}/{hexadecimal}/{binário}/{octal} • {A⇔a}/{SYMBOL} • Pressionar !J(PRGM) faz com seja exibido o menu de programa (PRGM) a seguir. • {Prog} ... {recuperação de programa} • {JUMP}/{?}/{^} • {RELATNL} ... {menu de operador relacional de salto condicional} • {:} ... {comando de instruções múltiplas} • Pressionar !m(SET UP) faz com seja exibido o menu de comando de modo demonstrado abaixo. • {Dec}/{Hex}/{Bin}/{Oct} • Pressionar !f(FORMAT) faz com seja exibido o menu de comando de cor. Para mais informações, consulte “Uso de Comandos de Cores em um Programa” (página 8-28). 3. Edição do Conteúdo dos Programas k Depuração de um Programa Um problema que impede um programa de ser executado corretamente chama-se erro (“bug”) e o processo que elimina tais problemas chama-se depuração (“debugging”). Qualquer um dos sintomas a seguir indica que o programa contém erros e que necessita ser depurado. • Mensagens de erro são exibidas quando o programa é executado. • Os resultados não vão de encontro às suas expectativas. u Para eliminar erros que provocam mensagens de erro Uma mensagem de erro, como a mostrada à direita, surge sempre que algo de ilegal acontece durante a execução de um programa. Quando esta mensagem aparecer, pressione J para exibir o local no programa onde foi provocado o erro. O cursor irá piscar no local do problema. Consulte a seção “Tabela de Mensagens de Erro” (página α-1) para os passos que deve seguir para corrigir a situação. 8-4 • Observe que pressionar J não faz com que a localização do erro seja exibida caso o programa esteja protegido por senha. u Para eliminar erros que provocam maus resultados Se o seu programa produz resultados que não são os esperados, verifique o conteúdo do programa e faça as correções necessárias. 1(TOP) ........... Move o cursor para a parte superior do programa 2(BOTTOM) ... Move o cursor para a parte inferior do programa k Pesquisa de Dados em um Programa Exemplo Para pesquisar pela letra “A” dentro do programa OCTA 1. Chame o programa. 2. Pressione 3(SEARCH) e digite os dados que deseja pesquisar. 3(SEARCH) av(A) 3. Pressione w para iniciar a pesquisa. Os conteúdos do programa aparecem na tela com o cursor localizado na primeira instância de dados especificada.*1 4. Cada pressão de w ou 1(SEARCH) faz com que o cursor salte para a próxima instância dos dados especificados.*2 *1 A mensagem “Not Found” aparece quando os dados de pesquisa especificados não podem ser encontrados na tela. *2 Se não houver mais instância dos dados especificados, a operação de pesquisa termina. 8-5 • Não é possível especificar o símbolo de nova linha (_) ou o comando de saída (^) para os dados de pesquisa. • Com o conteúdo do programa na tela, é possível usar as teclas de cursor para movê-lo para outro local antes de pesquisar a próxima instância de dados. Apenas a parte do programa a partir da localização atual do cursor é incluída na operação de pesquisa ao pressionar w. • Uma vez encontrada uma instância de dados, a digitação de caracteres ou o movimento do cursor cancela a operação de pesquisa. • Se cometer um erro na digitação de caracteres a pesquisar, pressione A para limpar o que foi digitado e começar de novo. 4. Gerenciamento de Arquivos k Exclusão de um Programa u Para excluir um programa específico 1. Com a lista de programas na tela, use f e c para selecionar o arquivo que pretende excluir. 2. Pressione 4(DELETE). 3. Pressione 1(Yes) para excluir o programa selecionado ou 6(No) para cancelar a operação sem excluir nada. u Para excluir todos os programas 1. Com a lista de programas na tela, pressione 5(DEL-ALL). 2. Pressione 1(Yes) para eliminar todos os programas na lista ou 6(No) para cancelar a operação sem excluir nada. • Também é possível excluir todos os programas entrando no modo Memory no Menu Principal. Consulte o “Capítulo 11 Gestor de Memória” para mais detalhes. 8-6 k Para Pesquisar um Arquivo u Para encontrar um arquivo usando o caractere inicial Exemplo Para usar a pesquisa por caractere inicial para chamar o programa OCTA 1. Com a lista de programas na tela, pressione 6(g)1(SEARCH) e digite os caracteres iniciais do arquivo que deseja encontrar. 6(g)1(SEARCH) j(O)I(C)/(T) 2. Pressione w para pesquisar. • O nome que inicia com os caracteres digitados é selecionado. • Se não houver programas que comecem com os caracteres digitados, a mensagem “Not Found” surgirá. Se isto acontecer, pressione J para limpar a mensagem. k Edição de um Nome de Arquivo 1. Com a lista de programas na tela, use f e c para selecionar o arquivo cujo nome deseja editar e pressione 6(g)2(RENAME). 2. Faça as alterações desejadas. 3. Pressione w para gravar o novo nome e voltar à lista de programas. A lista de programas é reordenada de acordo com as alterações realizadas no nome do arquivo. • Se as modificações realizadas resultarem um nome de arquivo de um programa idêntico a um já armazenado na memória, a mensagem “Already Exists” aparecerá. Se isto acontecer, pressione J ou A para limpar o nome do arquivo digitado e inserir um novo. k Conversão de Arquivos de Texto e Programas É possível converter os programas criados na calculadora para um arquivo de texto e usar um editor de texto ou outro aplicativo em seu computador para editá-los. Também é possível converter arquivos de texto criados e editados em seu computador em um programa que pode ser executado pela calculadora. 8-7 u Regras para Conversão de Arquivos de Texto e Programas A conversão de programas e arquivos de texto estão sujeitas às seguintes regras. • Certos caracteres no nome do programa são substituídos automaticamente e o resultado é atribuído como o nome do arquivo sempre que um programa for convertido para um arquivo de texto. Ao converter um arquivo de texto para um programa, o nome do programa é atribuído pela conversão na direção oposta. Caracteres de Nome de Programa Caracteres de Nome de Arquivo de Texto _r_ _t_ _s_ _q_ _p_ _x_ _d_ _+_ _-_ r Espaços à direita/esquerda " Pontos à direita/esquerda × ÷ + − • As informações de cabeçalho a seguir são adicionadas ao arquivo de texto ao converter um programa para um arquivo de texto. 'Program Mode: RUN (programa do Modo RUN) 'Program Mode: BASE (programa do Modo BASE) • A conversão de um arquivo de texto que contém as informações de cabeçalho acima para um programa converte para um com modo especificado nestas informações. O texto da linha de informações do cabeçalho não está incluído no programa de conversão. • A conversão de um programa para um arquivo de texto faz com que todos os comandos de funções específicos da calculadora científica CASIO no programa sejam substituídos por strings de caracteres correspondentes. Por outro lado, a conversão de um arquivo de texto para um programa converte os strings de caracteres especiais de volta aos seus comandos correspondentes. Para obter informações sobre os comandos do programa e suas respectivas strings especiais, consulte “Tabela de Conversão de Comandos de Funções Especiais da Calculadora Científica CASIO ⇔ Texto” (página 8-60). u Para converter um programa em um arquivo de texto 1. Na lista de programas, use f e c para selecionar o nome do programa que deseja converter em um arquivo de texto. 2. Pressione 6(g)3(SAVE • AS). • Isto inicia a conversão para um arquivo de texto. A mensagem “Complete!” é exibida após a conversão terminar. Para fechar a caixa de diálogo da mensagem, pressione J. • O arquivo de texto resultante é armazenado na pasta de PROGRAM da memória de armazenamento, em um nome que é basicamente igual ao arquivo original, exceto para determinados caracteres especiais. Para mais detalhes sobre exceções de caracteres especiais, consulte “Regras para Conversão de Arquivos de Texto e Programas” (acima). 8-8 Importante! Um programa protegido por senha não pode ser convertido em um arquivo de texto. Para converter um arquivo protegido por senha, primeiro use o procedimento descrito em “Para remover a proteção por senha de um programa” (página 8-10) para desprotegê-lo e depois converta-o. u Conversão Automática de Arquivos de Texto Para Programas Sempre que terminar a conexão USB entre a calculadora e o computador, todos os arquivos de texto que foram transferidos do computador para Storage Memory\@MainMem\ PROGRAM\ enquanto estavam conectados serão automaticamente convertidos em programas e armazenados na memória da calculadora. Para mais informações, consulte “Transferência de Dados entre a Calculadora e um Computador Pessoal” (página 13-5). u Para converter um um arquivo de texto em um programa Importante! O uso do procedimento a seguir para converter um arquivo de texto para um programa vai criar e gravar um programa com um nome que é basicamente igual o arquivo original, exceto para determinados caracteres especiais. Para mais detalhes sobre exceções de caracteres especiais, consulte “Regras para Conversão de Arquivos de Texto e Programas” (página 8-8). Se já houver um programa na memória com o nome igual ao do programa criado pelo processo de conversão, o programa já existente será substituído automaticamente com o novo programa. Se não deseja que esse programa já existente seja substituído, use a lista de programas para mudar seu nome antes de executar este procedimento. 1. Copie o arquivo de texto que deseja converter em um programa para o diretório raiz de memória de armazenamento da calculadora. • Para obter informações sobre o procedimento para copiar arquivos de um computador ou outra calculadora para a memória de armazenamento desta calculadora, consulte o “Capítulo 13 Comunicação de Dados”. 2. Entre no modo Program a partir do Menu Pincipal. 3. Na lista de programas, pressione 6(g)4(LOAD). • Isto mostra uma lista de pastas e arquivos de texto atualmente no diretório raiz da memória de armazenamento. 4. Use f e c para selecionar o arquivo que se deseja usar e pressione 1(OPEN). 8-9 k Registro de uma senha Ao inserir um programa, é possível protegê-lo com uma senha que limita o acesso ao conteúdo do programa apenas para aqueles que a conhecem. • Não é necessário digitar a senha para executar um programa. • O procedimento de atribuição de senha é idêntico ao usado para atribuição de nome de arquivo. u Para proteger com senha um programa que se está criado 1. Com a lista de programas na tela, pressione 3(NEW) e digite o nome do arquivo do novo programa. 2. Pressione 5( ) e digite a senha. 3. Pressione w para registrar o nome e a senha do arquivo. Agora é possível inserir o conteúdo do arquivo do programa. 4. Após inserir o programa, pressione !J(QUIT) para sair do arquivo do programa e retornar à lista de programas. Arquivos protegidos por senha são indicados por um asterisco à direita do nome destes. u Para proteger com senha um programa já existente 1. Na lista de programas, use f e c para selecionar o nome do programa que deseja proteger com senha. 2. Pressione 6(g)5( ) e digite a senha. 3. Pressione w para registrar a senha. • Isto retorna para a lista de programas. u Para remover a proteção por senha de um programa 1. Na lista de programas, use f e c para selecionar o nome do programa cuja senha deseja remover. 2. Pressione 6(g)5( ) e digite a senha atual do programa. 3. Para remover a proteção por senha, pressione w. • Isto retorna para a lista de programas. 8-10 k Recuperação de Programa Protegido por Senha 1. Na lista de programas, use f e c para selecionar o nome do programa que deseja recuperar. 2. Pressione 2(EDIT). 3. Digite a senha e pressione w para recuperar o programa. • A digitação de senha errada ao recuperar um programa protegido por senha faz com que a mensagem “Mismatch” apareça. 5. Referência de Comandos k Índice de Comandos Break....................................................8-15 RclCapt ................................................8-27 CloseComport38k ................................8-24 Receive( ...............................................8-24 ClrGraph ..............................................8-19 Receive38k ..........................................8-24 ClrList ..................................................8-19 Return ..................................................8-16 ClrMat ..................................................8-20 Send( ...................................................8-24 ClrText ................................................8-20 Send38k ...............................................8-24 ClrVct ..................................................8-20 Stop .....................................................8-17 DispF-Tbl, DispR-Tbl ...........................8-20 StrCmp(................................................8-25 Do~LpWhile .........................................8-14 StrInv( ..................................................8-26 DrawDyna ...........................................8-20 StrJoin(.................................................8-26 DrawFTG-Con, DrawFTG-Plt ..............8-20 StrLeft( .................................................8-26 DrawGraph ..........................................8-21 StrLen( .................................................8-26 DrawR-Con, DrawR-Plt .......................8-21 StrLwr( .................................................8-26 DrawRΣ-Con, DrawRΣ-Plt ..................8-21 StrMid( .................................................8-26 DrawStat ..............................................8-21 StrRight( ...............................................8-26 DrawWeb ............................................8-21 StrRotate(.............................................8-27 Dsz (Salt de Contagem).......................8-17 StrShift( ................................................8-27 Exp(......................................................8-25 StrSrc( ..................................................8-27 Exp'Str( .............................................8-25 StrUpr( .................................................8-27 For~To~(Step~)Next ............................8-14 While~WhileEnd ..................................8-15 Getkey .................................................8-22 ? (Comando de Entrada) .....................8-12 Goto~Lbl ..............................................8-17 ^ (Comando de Saída) .......................8-12 If~Then~(Else~)IfEnd ..........................8-13 : (Comando de Instruções Múltiplas) ...8-13 Isz (Salt de Contagem) ........................8-18 _ (Nova Linha) ..................................8-13 Locate ..................................................8-23 Menu ....................................................8-19 ’ (Delimitador de Texto de Comentário) .............................................................8-13 OpenComport38k.................................8-24 S (Código de Salto) ...........................8-18 Prog .....................................................8-16 =, ≠, >, <, ≥, ≤ (Operadores Relacionais) .............................................................8-24 PlotPhase.............................................8-22 + (Une duas strings) ............................8-27 8-11 As convenções usadas nesta seção para descrever os vários comandos são as seguintes: {Chaves} ......................... As chaves são usadas para enquadrar uma série de itens, um dos quais deve ser selecionado ao usar um comando. Não digite chaves ao atribuir um comando. [Colchetes] ...................... Os colchetes são usados para enquadrar itens opcionais. Não digite colchetes ao atribuir um comando. Expressões Numéricas ... As expressões numéricas (como 10, 10 + 20, A) indicam constantes, cálculos, constantes numéricas, etc. Caracteres Alfabéticos .... Caracteres alfabéticos indicam séries literais (como AB). k Comandos Básicos de Operação ? (Comando de Entrada) Função: Solicita a digitação de valores para atribuição a variáveis durante a execução de um programa. Sintaxe: ? → , " " ? → Exemplo: ? → A Descrição: • Este comando interrompe momentaneamente a execução de um programa e pede a digitação de um valor ou expressão para atribuição a uma variável. Se não especificar um indicador, a execução deste comando fará com que “?” apareça indicando que a calculadora está esperando a digitação. Caso seja especificado um indicador, aparece “ ?” na entrada do indicador. É possível usar até 255 bytes de texto para um indicador. • A atribuição de resposta ao comando de entrada deve ser um valor ou uma expressão, e a expressão não pode ser uma instrução múltipla. • É possível especificar um nome de lista, nome de matriz, nome de vetor, memória de string, memória de função (fn), gráfico (Yn), etc. como nome de variável. ^ (Comando de Saída) Função: Exibe um resultado intermediário durante a execução do programa. Descrição: • Este comando interrompe momentaneamente a execução de um programa e exibe texto de caracteres alfabéticos ou o resultado de um cálculo imediatamente antes do comando. • O comando de saída deve ser usado em locais onde normalmente a tecla w seria pressionada durante o cálculo manual. 8-12 : (Comando de Instruções Múltiplas) Função: Liga duas instruções para sua execução sequencial ininterrupta. Descrição: • Ao contrário do comando de saída (^), as instruções ligadas ao comando de instruções múltiplas são executadas sem parar. • O comando de instruções múltiplas pode ser usado para ligar duas instruções de cálculo ou dois comandos. • É possível também usar uma nova linha indicada por _ em substituição ao comando de instruções múltiplas. _ (Nova Linha) Função: Liga duas instruções para sua execução sequencial ininterrupta. Descrição: • A operação de nova linha é idêntica à do comando de instruções múltiplas. • É possível criar uma linha em branco num programa atribuindo apenas uma nova linha. O uso de uma nova linha no local do comando instruções múltiplas faz com que o programa exibido seja mais fácil de ler. ’ (Delimitador de Texto de Comentário) Função: Indica o texto de comentário dentro de um programa. Descrição: A introdução de um apóstrofe (’) no início de uma linha faz com que tudo, desde o início da linha até o próximo comando de instruções múltiplas (:), nova linha (_), ou comando de saída (^) seja tratado como texto de comentário, que é ignorado durante a execução. k Comandos de Programa (COMMAND) If~Then~(Else~)IfEnd Função: A instrução “Then” é executada apenas se a condição “If” for verdadeira (diferente de zero). A instrução “Else” é executada quando a condição “If” é falsa (0). A instrução “IfEnd” é sempre executada seguindo a instrução “Then” ou “Else”. Sintaxe: If expressão numérica _ : ^ _ : ^ Then Else 8-13 _ : ^ _ : ^ _ : ^ IfEnd Parâmetros: condição, expressão numérica Descrição: (1) If ~ Then ~ IfEnd • Quando a condição é verdadeira, a execução prossegue com a instrução “Then” e depois com a instrução “IfEnd”. • Quando a condição é falsa, a execução vai para a próxima instrução “IfEnd”. (2) If ~ Then ~ Else ~ IfEnd • Quando a condição é verdadeira, a execução prossegue com a instrução “Then” e vai para a instrução “IfEnd”. • Quando a condição é verdadeira, a execução prossegue com a instrução “Else” e depois com a instrução “IfEnd”. For~To~(Step~)Next Função: Este comando repete tudo entre a instrução “For” e a instrução “Next”. O valor inicial é especificado à variável de controle com a primeira execução e o valor da variável de controle é alterado de acordo com o valor da etapa com cada execução. A execução continua até que o valor de controle ultrapasse o valor final. Sintaxe: For → To _ Step : Next ^ Parâmetros: • nome da variável de controle A a Z, r, • valor inicial: valor ou expressão que produz um valor (ou seja, sen x, A, etc.) • valor final: valor ou expressão que produz um valor (ou seja, sen x, A, etc.) • valor da etapa: valor numérico (padrão: 1) Descrição: • O valor padrão da etapa é 1. • Tornar o valor inicial menor que o valor final e especificar um valor de etapa positivo faz com que a variável de controle aumente com cada execução. Tornar o valor inicial maior que o valor final e especificar um valor de etapa negativo faz com que a variável de controle aumente com cada execução. Do~LpWhile Função: Este comando repete comandos específicos enquanto a sua condição for verdadeira (diferente de zero). Sintaxe: Do _ : ^ _ : LpWhile expressão numérica ^ 8-14 Parâmetros: expressão Descrição: • Este comando repete os comandos atribuídos em um ciclo enquanto a sua condição for verdadeira (diferente de zero). Quando a condição se torna falsa (0), a execução prossegue a partir da instrução seguinte à instrução “LpWhile”. • Visto que a condição vem depois da instrução “LpWhile”, a condição é testada (verificada) depois que todos os comandos inseridos no ciclo forem executados. While~WhileEnd Função: Este comando repete comandos específicos enquanto a sua condição for verdadeira (diferente de zero). Sintaxe: While expressão numérica _ : ^ _ : ^ WhileEnd Parâmetros: expressão Descrição: • Este comando repete os comandos atribuídos em um ciclo enquanto a sua condição for verdadeira (diferente de zero). Quando a condição se torna falsa (0), a execução prossegue a partir da instrução seguinte à “WhileEnd”. • Visto que a condição vem depois da instrução “While”, a condição é testada (verificada) antes que todos os comandos inseridos no ciclo sejam executados. k Comandos de Controle de Programa(CONTROL) Break Função: Este comando interrompe a execução de um ciclo e prossegue a partir do primeiro comando depois do ciclo. Sintaxe: Break Descrição: • Este comando interrompe a execução de um ciclo e prossegue a partir do primeiro comando depois do ciclo. • Este comando pode ser utilizado para interromper uma instrução “For”, uma instrução “Do” e uma instrução “While”. 8-15 Prog Função: Este comando especifica a execução de um outro programa como sub-rotina. No modo Run-Matrix, este comando executa um novo programa. Sintaxe: Prog "nome do arquivo" Exemplo: Prog "ABC" Descrição: • Mesmo quando este comando está inserido em um ciclo, a sua execução interrompe imediatamente o ciclo e executa a sub-rotina. • Este comando pode ser usado o número de vezes necessário dentro da rotina principal para chamar sub-rotinas independentes para realizar tarefas específicas. • Uma sub-rotina pode ser usada em múltiplas localizações dentro da mesma rotina principal ou pode ser chamada por qualquer número de rotinas principais. Rotina Principal A Sub-rotinas D Prog "D" Prog "C" C E Prog "E" Prog "I" Nível 1 Nível 2 I J Prog "J" Nível 3 Nível 4 • Chamar uma sub-rotina faz com que esta seja executada a partir do início. Uma vez completada a execução da sub-rotina, a execução retorna à rotina principal, a partir da instrução seguinte ao comando Prog. • Um comando Goto~Lbl dentro de uma sub-rotina é apenas válido dentro dessa sub-rotina. Não pode ser usado para passar para um rótulo fora da sub-rotina. • Se não existir uma sub-rotina com o nome de arquivo especificado pelo comando Prog, ocorrerá um erro. • No modo Run-Matrix, atribuir o comando Prog e pressionar w faz com que seja lançado o programa especificado pelo comando. Return Função: Este comando retorna de uma sub-rotina. Sintaxe: Return Descrição: A execução do comando “Return” dentro de uma rotina principal faz com que a execução do programa seja interrompida. A execução do comando “Return” dentro de uma sub-rotina interrompe a sub-rotina e volta ao programa para o qual esta havia passado. 8-16 Stop Função: Este comando termina a execução de um programa. Sintaxe: Stop Descrição: • Este comando termina a execução de um programa. • A execução deste comando dentro de um ciclo termina a execução de um programa sem ser gerado um erro. k Comandos de Salto (JUMP) Dsz (Salto de Contagem) Função: Este comando é um salto de contagem que aumenta o valor da variável de controle em 1 e, em seguida, salta se o valor atual da variável for zero. Sintaxe: Valor da Variável ≠ 0 _ Dsz : : ^ Valor da Variável = 0 Parâmetros: nome da variável: A a Z, r, θ [Exemplo] Dsz B : Diminui o valor especificado à variável B em 1. Descrição: Este comando diminui o valor da variável de controle em 1 e testa-o (verifica). Se o valor atual for diferente de zero, a execução continuará com a instrução seguinte. Se o valor atual for zero, a execução saltará para a instrução seguinte ao comando de instruções múltiplas (:), de saída (^), ou de nova linha (_). Goto~Lbl Função: Este comando realiza um salto incondicional para um local especificado. Sintaxe: Goto ~ Lbl Parâmetros: nome do rótulo: valor (0 a 9), variável (A a Z, r, θ) Descrição: • Este comando consiste de duas partes: Goto n (onde n é um parâmetro como descrito abaixo) e Lbl n (onde n é o parâmetro referenciado por Goto n). Este comando faz a execução do programa saltar para a instrução “Lbl” cujo parâmetro n coincide com a especificação da instrução “Goto”. • Este comando pode ser usado para reiniciar um ciclo de programa ou para saltar para qualquer local do programa. • Este comando pode ser usado em conjunto com saltos condicionais ou saltos de contagem. • Ocorrerá um erro se não existir nenhuma instrução “Lbl” cujo valor coincida com a especificação da instrução “Goto”. 8-17 Isz (Salto de Contagem) Função: Este comando é um salto de contagem que aumenta o valor de uma variável de controle em 1 e depois salta se o valor atual da variável for zero. Sintaxe: Valor da Variável ≠ 0 _ Isz : : ^ Valor da Variável = 0 Parâmetros: nome da variável: A a Z, r, θ [Exemplo] Isz A : Aumenta o valor atribuído à variável A em 1. Descrição: Este comando aumenta o valor da variável de controle em 1 e testa-o (verifica). Se o valor atual for diferente de zero, a execução continuará com a instrução seguinte. Se o valor atual for zero, a execução saltará para a instrução seguinte ao comando de instruções múltiplas (:), de saída (^), ou de nova linha (_). ⇒ (Código de Salto) Função: Este código é usado para definir condições para um salto condicional. O salto é executado sempre que as condições forem falsas. Sintaxe: Verdadeiro _ ⇒ : ^ Falso Parâmetros: • lado esquerdo/lado direito: variável (A a Z, r, θ), constante numérica, expressão variável (como: A × 2) • operador relacional: =, ≠, >, <, ≥, ≤ (página 8-24) Descrição: • O salto condicional compara o conteúdo de duas variáveis ou os resultados de duas expressões, e uma decisão é tomada para executar ou não o salto com base nos resultados da comparação. • Se a comparação devolver um resultado verdadeiro, a execução continuará com a instrução seguinte ao comando ⇒. Se a comparação retorna um resultado falso, a execução saltará para as instruções subsequentes ao comando de instruções múltiplas (:), de saída (^) ou de nova linha (_). 8-18 Menu Função: Cria um menu em árvore em um programa. Sintaxe: Menu " ", " ", , " " , , ... , " ", Parâmetros: valor (0 a 9), variável (A a Z, r, θ) Descrição: • Cada parte " " , é um conjunto de ramos, e o conjunto inteiro de ramos tem que ser incluído. • Podem ser incluídos de dois a nove conjuntos de ramificação. Ocorre um erro quando existe apenas um ou mais que nove conjuntos de ramificação. • A seleção de um ramo no menu durante a execução do programa salta para o mesmo tipo de rótulo (Lbl n) como o usado em combinação com o comando Goto. A especificação de “"OK", 3” para a parte “" ", ” especifica um salto para Lbl 3. Exemplo: Lbl 2_ Menu "IS IT DONE?", "OK", 1, "EXIT", 2_ Lbl 1_ "IT’S DONE !" k Comandos de Limpeza (CLEAR) ClrGraph Função: Este comando limpa a tela de gráfico e retorna as configurações da janela de visualização aos seus valores iniciais (INITIAL). Sintaxe: ClrGraph Descrição: Este comando limpa a tela do gráfico durante a execução de um programa. ClrList Função: Este comando apaga os dados da lista. Sintaxe: ClrList ClrList Parâmetros: nome da lista: 1 a 26, Ans Descrição: Este comando apaga os dados na lista especificada por “nome da lista”. Todos os dados da lista são apagados, caso não seja especificado o “nome da lista”. 8-19 ClrMat Função: Este comando apaga os dados da matriz. Sintaxe: ClrMat ClrMat Parâmetros: nome da matriz: A a Z, Ans Descrição: Este comando apaga os dados na matriz especificada por “nome da matriz”. Todos os dados da matriz são apagados, caso não seja especificado “nome de matriz”. ClrText Função: Este comando apaga a tela de texto. Sintaxe: ClrText Descrição: Este comando apaga a tela de texto durante a execução de um programa. ClrVct Função: Este comando elimina dados de vetores. Sintaxe: ClrVct ClrVct Parâmetros: nome do vetor: A a Z, Ans Descrição: Este comando apaga dados no vetor especificado pelo “nome do vetor”. Todos os dados de vetores são apagados, caso não seja especificado o “nome do vetor”. k Comandos de Exibição (DISPLAY) DispF-Tbl, DispR-Tbl Sem parâmetros Função: Estes comandos exibem tabelas numéricas. Descrição: • Estes comandos geram tabelas numéricas durante a execução de um programa de acordo com as condições definidas dentro do programa. • DispF-Tbl gera uma tabela de funções, enquanto que DispR-Tbl gera uma tabela de recursão. DrawDyna Sem parâmetros Função: Este comando executa uma operação de desenho de um gráfico dinâmico. Descrição: Este comando desenha um gráfico dinâmico durante a execução de um programa de acordo com as condições de desenho definidas dentro do programa. DrawFTG-Con, DrawFTG-Plt Sem parâmetros Função: Este comando usa valores de uma tabela criada para representar graficamente uma função. Descrição: • Este comando desenha um gráfico de função de acordo com as condições definidas dentro do programa. 8-20 • DrawFTG-Con produz um gráfico de tipo de ligação, enquanto DrawFTG-Plt produz um gráfico de tipo de pontos. DrawGraph Sem parâmetros Função: Este comando desenha um gráfico. Descrição: Este comando desenha um gráfico de acordo com as condições de desenho definidas dentro do programa. DrawR-Con, DrawR-Plt Sem parâmetros Função: Estes comandos representam graficamente expressões de recursão, com an (bn ou cn) como o eixo vertical e n como o eixo horizontal. Descrição: • Estes comandos representam graficamente expressões de recursão, de acordo com as condições definidas dentro do programa, com an (bn ou cn) como o eixo vertical e n como o eixo horizontal. • DrawR-Con produz um gráfico de tipo ligação, enquanto DrawR-Plt produz um gráfico de tipo de pontos. DrawRΣ-Con, DrawRΣ-Plt Sem parâmetros Função: Estes comandos representam graficamente expressões de recursão, com Σan (Σbn ou Σcn) como o eixo vertical e n como o eixo horizontal. Descrição: • Estes comandos representam graficamente expressões de recursão, de acordo com as condições definidas dentro do programa, com Σan (Σbn ou Σcn) como o eixo vertical e n como o eixo horizontal. • DrawRΣ-Con produz um gráfico do tipo de ligação, enquanto DrawRΣ-Plt produz um gráfico do tipo de pontos. DrawStat Função: Desenha um gráfico estatístico. Sintaxe: Consulte “Uso de Gráficos e Cálculos Estatísticos em um Programa” na página 8-36. Descrição: Este comando desenha um gráfico estatístico de acordo com as condições definidas dentro do programa. DrawWeb Função: Este comando representa graficamente a convergência/divergência de uma expressão de recursão (gráfico WEB). Sintaxe: DrawWeb [, ] Exemplo: DrawWeb an+1 (bn+1 ou cn+1), 5 Descrição: • Este comando representa graficamente a convergência/divergência de uma expressão de recursão (gráfico WEB). • A omissão do número de linhas faz com que a calculadora especifique automaticamente esse número para 30. 8-21 PlotPhase Função: Representa graficamente um ponto de fase com base em sequências numéricas que corresponde ao eixo x e ao eixo y. Sintaxe: PlotPhase , Descrição: • Apenas os comandos a seguir podem ser atribuídos para cada argumento para especificar a tabela de recursão. an, bn, cn, an+1, bn+1, cn+1, an+2, bn+2, cn+2, Σan, Σbn, Σcn, Σan+1, Σbn+1, Σcn+1, Σan+2, Σbn+2, Σcn+2 • Ocorre um erro “Memory ERROR” se especificar um nome de sequência numérica que não tenha valores armazenados na tabela de recursão. Exemplo: PlotPhase Σbn+1, Σan+1 Representa graficamente um ponto de fase usando Σbn+1 para o eixo x e Σan+1 para o eixo y. k Comandos de Entrada/Saída (E/S) Getkey Função: Este comando retorna o código que corresponde à última tecla pressionada. Sintaxe: Getkey Descrição: • Este comando retorna o código que corresponde à última tecla pressionada. • O valor zero surge na tela se nenhuma tecla foi pressionada antes de ser executado este comando. • Este comando pode ser usado dentro de um ciclo. 8-22 Locate Função: Este comando exibe os caracteres alfanuméricos em um determinado local na tela do texto. Sintaxe: Locate , , Locate , , Locate , , " " [Exemplo] Locate 1, 1, "AB" Parâmetros: • número de linha: número de 1 a 7 • número de coluna: número de 1 a 21 • expressão numérica e valor • string: string de caracteres Descrição: • Este comando exibe valores (incluindo o conteúdo de variáveis) ou um texto em um determinado local na tela do texto. Caso exista uma entrada de cálculo, o resultado deste é exibido. • A linha é designada por um valor de 1 a 7, e a coluna é designada por um valor de 1 a 21. (1, 1) → ← (21, 1) (1, 7) → ← (21, 7) Exemplo: Cls_ Blue Locate 7, 1, "CASIO FX" Este programa exibe o texto "CASIO FX" em azul no centro da tela. • Em certos casos, o comando ClrText deve ser executado antes de executar o programa anterior. 8-23 Receive( / Send( Função: Este comando recebe e envia dados para um dispositivo externo. Sintaxe: Receive( ) / Send( ) Descrição: • Este comando recebe e envia dados para um dispositivo externo. • Os tipos de dados que este comando pode receber (enviar) são: • Valores individuais especificados a variáveis • Dados de matrizes (todos os valores - valores individuais não podem ser especificados) • Dados de listas (todos os valores - valores individuais não podem ser especificados) OpenComport38k / CloseComport38k Função: Abre e fecha a porta COM de 3 pinos (serial). Descrição: Consulte o comando Receive38k/Send38k abaixo. Receive38k / Send38k Função: Executa o envio e recepção de dados em uma taxa de dados de 38 kbps. Sintaxe: Send38k Receive38k Descrição: • O comando OpenComport38k precisa ser executado antes deste comando ser executado. • O comando CloseComport38k precisa ser executado antes deste comando ser executado. • Caso este comando seja executado quando o cabo de comunicação não estiver conectado, o programa de execução continuará sem a geração de um erro. k Operadores Relacionais de Saltos Condicionais (RELATNL) =, ≠, >, <, ≥, ≤ Função: Estes operadores relacionais são usados em conjunto com o comando de salto condicional. Sintaxe: Parâmetros: • lado esquerdo/lado direito: variável (A a Z, r, θ), constante numérica, expressão variável (como: A × 2) • operador relacional: =, ≠, >, <, ≥, ≤ 8-24 k Strings Uma string é uma série de caracteres entre aspas. Em um programa, as cadeias strings são usadas para especificar texto de exibição. Uma string constituída por números (como "123") ou uma expressão (como "x–1") não pode ser processada como um cálculo. Para exibir uma string numa localização específica na tela, use o comando Locate (página 8-23). • Para incluir aspas (") ou uma barra invertida (\) numa string, coloque uma barra invertida (\) à frente das aspas (") ou uma barra invertida (\). Exemplo 1: Para incluir Japan: “Tokyo” em uma string "Japan:\"Tokyo\"" Exemplo 2: Para incluir main\abc em uma string "main\\abc" É possível atribuir uma barra invertida a partir do menu que aparece ao pressionar 6(CHAR) 2(SYMBOL) no modo Program, ou a partir da categoria String do catálogo que aparece ao pressionar !e(CATALOG). • É possível atribuir strings à memória de strings (Str 1 a Str 20). Para mais detalhes sobre strings, consulte “Memória de Strings” (página 2-8). • É possível usar o comando “+” (página 8-27) para ligar strings dentro de um argumento. • Uma função ou comando dentro de uma função de string (Exp(, StrCmp(, etc.) é tratada como um caractere único. Por exemplo, a função “sin” é tratada como um caractere único. Exp( Função: Converte uma string para uma expressão e executa a expressão. Sintaxe: Exp(" "[)] Exp'Str( Função: Converte uma expressão de gráfico para uma string e atribui-a à variável especificada. Sintaxe: Exp'Str( , [)] Descrição: Uma expressão de gráfico (Yn, r, Xt, Yt, X), fórmula de recursão (an, an+1, an+2, bn, bn+1, bn+2, cn, cn+1, cn+2), ou memória de funções (fn) pode ser usada como o primeiro argumento ( ). StrCmp( Função: Compara “ ” e “ ” (comparação de código de caractere). Sintaxe: StrCmp(" ", " "[)] Descrição: Compara duas strings e devolve um dos valores seguintes. Retorna 0 quando " " = " ". Retorna 1 quando " " > " ". Retorna −1 quando " " < " ". 8-25 StrInv( Função: Inverte a sequência de uma string. Sintaxe: StrInv(" "[)] StrJoin( Função: Une “ ” e “ ”. Sintaxe: StrJoin(" ", " "[)] Observação: O mesmo resultado pode também ser atingido usando o comando “+” (página 8-27). StrLeft( Função: Copia uma string até o n-ésimo caractere a partir da esquerda. Sintaxe: StrLeft(" ", n[)] (0 < n < 9999, n é um número natural) StrLen( Função: Retorna o comprimento de uma string (o número dos seus caracteres). Sintaxe: StrLen(" "[)] StrLwr( Função: Converte todos os caracteres de uma string para minúsculas. Sintaxe: StrLwr(" "[)] StrMid( Função: Extrai a partir do n-ésimo ao m-ésimo caractere de uma string. Sintaxe: StrMid(" ", n [,m)] (1 < n < 9999, 0 < m < 9999, n e m são números naturais) Descrição: A omissão de “m” vai extrair desde o n-ésimo caractere até ao fim da string. StrRight( Função: Copia uma string até ao n-ésimo caractere da direita. Sintaxe: StrRight(" ", n[)] (0 < n < 9999, n é um número natural) 8-26 StrRotate( Função: Gira a parte do lado esquerdo e do lado direito de uma string ao n-ésimo caractere. Sintaxe: StrRotate(" ", [,n)] (–9999 < n < 9999, n é um número inteiro) Descrição: A rotação é para a esquerda quando “n” for positivo, e para a direita quando “n” for negativo. A omissão de “n” usa um valor padrão de +1. Exemplo: StrRotate(“abcde”, 2) ........ Retorna a string “cdeab”. StrShift( Função: Move uma string para a esquerda ou para a direita de n caracteres. Sintaxe: StrShift(" ", [,n)] (–9999 < n < 9999, n é uma número inteiro) Descrição: O movimento é para a esquerda quando “n” for positivo, e para a direita quando “n” for negativo. A omissão de “n” usa um valor padrão de +1. Exemplo: StrShift(“abcde”, 2) ........ Retorna a string “cde”. StrSrc( Função: Pesquisa “ ” a partir do ponto especificado (n-ésimo caractere desde o início de uma string) para determinar se contém os dados especificados por “ ”. Caso os dados sejam encontrados, este comando retorna a localização do primeiro caractere de “ ”, começando no início de “ ”. Sintaxe: StrSrc(" ", " "[,n)] (1 < n < 9999, n é um número natural) Descrição: A omissão do ponto inicial faz com que a pesquisa comece no princípio de “ ”. StrUpr( Função: Converte todos os caracteres de uma string para maiúsculas. Sintaxe: StrUpr(" "[)] + (Une duas strings) Função: Une “ ” e “ ”. Sintaxe: " "+" " Exemplo: “abc”+“de”→Str 1 .......... Atribui “abcde” a Str 1. k Outras RclCapt Função: Exibiu os conteúdos especificados por um número de memória de captura. Sintaxe: RclCapt (número de memória de captura: 1 a 20) 8-27 6. Uso das Funções da Calculadora em Programas k Uso de Comandos de Cores em um Programa Os comandos de cores permitem especificar cores para linhas na tela, texto e outros elementos de exibição. Os comandos de cores a seguir são suportados. Modo RUN: Black, Blue, Red, Magenta, Green, Cyan, Yellow, ColorAuto, ColorClr Modo BASE: Black, Blue, Red, Magenta, Green, Cyan, Yellow • Os comandos de cores são atribuídos com a caixa de diálogo exibida abaixo, que aparece ao pressionar !f(FORMAT)b(Color Command) (!f(FORMAT) em um programa do Modo BASE). Por exemplo, a operação de tecla a seguir atribuiria o comando de cor Blue. Modo RUN: !f(FORMAT)b(Color Command)c(Blue) Modo BASE: !f(FORMAT)c(Blue) • Exceto para ColorAuto e ColorClr, os comandos de cores podem ser usados em um programa em conjunto com os comandos descritos abaixo. - Comandos de gráfico manual (página 5-25) É possível especificar a cor de um gráfico manual colocando um comando de cor antes de “Graph Y=” ou qualquer outro comando de gráfico que possa ser inserido a seguir !4(SKETCH)5(GRAPH). Exemplo: Red Graph Y = X2 − 1 - Comandos de Esboço (Sketch) É possível especificar a cor do desenho de uma figura desenhada com um comando de esboço colocando um comando de cor antes destes comandos a seguir. Tangent, Normal, Inverse, PlotOn, PlotChg, F-Line, Line, Circle, Vertical, Horizontal, Text, PxlOn, PxlChg, SketchNormal, SketchThick, SketchBroken, SketchDot, SketchThin Exemplo: Green SketchThin Circle 2, 1, 2 - Comando de Listas É possível especificar uma cor para uma lista usando as sintaxes mostradas abaixo. List n (n = 1 a 26) List "subnome" É possível especificar uma cor para um elemento específico em uma lista usando as sintaxes mostradas abaixo. List n [ ] (n = 1 a 26) List "subnome" [ ] Exemplo: Blue List 1 Red List 1 [3] 8-28 - Os comandos a seguir também podem ser usados em conjunto com os comandos de cores. Consulte as páginas indicadas entre parênteses para obter mais informações. " " (“Tela do Texto”, página 8-30), Locate (página 8-23), SetG-Color (página 8-33), Plot/Line-Color (página 8-33) • Os comandos de cor também podem ser usados no desenho de gráficos usando as funções dos modos Graph ou Statistics em um programa. Para mais detalhes, consulte “Uso de Funções Gráficas em um Programa” (página 8-32) e “Uso de Gráficos e Cálculos Estatísticos em um Programa” (página 8-36). k Uso de Comandos de Pintura em um Programa Os comandos de pintura fornecem meios para adicionar sombreamento aos gráficos. Abaixo há dois comandos de pintura. ColorNormal, ColorLighter • Os comandos de pintura são inseridos na caixa de diálogo mostrada abaixo, que aparece ao pressionar !f(FORMAT)c(Paint Command). Por exemplo, a operação de tecla a seguir atribuiria o comando de pintura ColorLighter. !f(FORMAT)c(Paint Command)c(Lighter) • Para mais detalhes sobre sintaxes que podem incluir comandos de pintura, consulte “Uso de Gráficos e Cálculos Estatísticos em um Programa” (página 8-36). 8-29 k Tela do Texto É possível incluir texto em um programa colocando-o entre aspas. Este texto surge na tela durante a execução do programa, o que quer dizer que é possível adicionar rótulos para atribuir indicadores e resultados. Programa Tela "CASIO" CASIO ?→X ? "X =" ? → X X=? • O exemplo abaixo mostra como especificar a cor de exibição de uma string de texto digitando um comando de cor antes da string no programa. Blue “CASIO” • Se o texto for seguido de uma fórmula de cálculo, não se esqueça de digitar um comando de saída (^) entre o texto e o cálculo. • Digitar mais de 21 caracteres faz com que o texto se desloque para a linha seguinte. • É possível especificar até 255 bytes de texto para um comentário. k Especificação do Formato de Visualização do Resultado de um Cálculo em um Programa É possível especificar o formato de visualização dos resultados do cálculo produzidos em um programa conforme descrito abaixo. • Número de casas decimais: Fix ... Número de algarismos: 0 a 9 • Número de algarismos significativos: Sci ... Número de algarismos: 0 a 9 • Modo de visualização normal: Norm ... Número: 1 ou 2 • Tela do símbolo de engenharia ativada EngOn • Tela do símbolo de engenharia desativada EngOff • Ativar alternância da tela do símbolo de engenharia entre ativada/desativada Eng * A digitação de um número pode ser omitida. A digitação sem um número enquanto as configurações Fix, Sci e Norm 2 estiverem definidas será alternada para Norm 1. Se Norm 1 estiver configurado, a digitação será alternada para Norm 2. k Uso de Operações de Linha de Matriz em um Programa Estes comandos permitem manipular as linhas de uma matriz em um programa. • Para este programa, entre no modo Run-Matrix e use o Editor de Matrizes para digitar a matriz; a seguir entre no modo Program para atribuir o programa. 8-30 u Para trocar o conteúdo de duas linhas (Swap) Exemplo 1 Para trocar os valores da Linha 2 e Linha 3 na matriz a seguir: Matriz A = 1 2 3 4 5 6 A sintaxe para a ser usada para este programa segue abaixo. Swap A, 2, 3_ Linhas a serem trocadas Nome da matriz Mat A A execução deste programa produz o seguinte resultado. u Para calcular uma multiplicação escalar (`Row) Exemplo 2 Para calcular o produto escalar entre a Linha 2 da matriz do Exemplo 1 e o escalar 4 A sintaxe para a ser usada para este programa segue abaixo. `Row 4, A, 2_ Linha Nome da matriz Multiplicador Mat A u Para calcular uma multiplicação escalar e adicionar os resultados a outra linha (`Row+) Exemplo 3 Para calcular o produto da Linha 2 da matriz do Exemplo 1, e o escalar 4 e adicionar o resultado à linha 3 A sintaxe para a ser usada para este programa segue abaixo. `Row+ 4, A, 2, 3_ Linhas a adicionar Linha para a qual se calcula a multiplicação escalar Nome da matriz Multiplicador Mat A 8-31 u Para adicionar duas linhas (Row+) Exemplo 4 Para adicionar a Linha 2 e a Linha 3 da matriz do Exemplo 1 A sintaxe para a ser usada para este programa segue abaixo. Row+ A, 2, 3_ O número de linha à qual vai adicionar O número de linha a ser adicionada Nome da matriz Mat A k Uso de Funções Gráficas em um Programa É possível incluir funções gráficas em um programa para desenhar gráficos complexos e para sobrepô-los uns aos outros. A seguir demonstra-se os vários tipos de sintaxes que são necessárias usar ao programar com funções gráficas. • Janela de visualização View Window –5, 5, 1, –5, 5, 1_ • Atribuição de função gráfica Y = Type_ ....................Especifica o tipo de gráfico. "X2 – 3" → Y1*1_ • Gráfico de cores SetG-Color Green, 1_ • Operação de desenho de gráfico DrawGraph *1 Insere este Y1 com J4(GRAPH)1(Y)b (exibido como ). Um erro “Syntax ERROR” ocorrerá caso digite “Y” com as teclas da calculadora. u Sintaxe de outras funções gráficas • V-Window View Window , , , , , , , , StoV-Win <área da V-Win> ...........................................área: 1 a 6 RclV-Win <área da V-Win> ...........................................área: 1 a 6 • Style NormalG <área do gráfico>............. área: 1 a 20 NormalG ... elemento: an+1, bn+1, etc. ThickG <área do gráfico> ............... área: 1 a 20 ThickG ... elemento: an+1, bn+1, etc. BrokenThickG <área do gráfico> .... área: 1 a 20 BrokenThickG ... elemento: an+1, bn+1, etc. DotG <área do gráfico>................... área: 1 a 20 DotG ... elemento: an+1, bn+1, etc. ThinG <área do gráfico> ................. área: 1 a 20 ThinG ... elemento: an+1, bn+1, etc. 8-32 • Graph Color SetG-Color , <área do gráfico>……área: 1 a 20 SetG-Color , ....... elemento: an+1, bn+1, etc. • Zoom Factor , ZoomAuto......................................................................Sem parâmetros • Pict StoPict <área da imagem>............................................área: 1 a 20 StoPict "nome da pasta\nome do arquivo" RclPict <área da imagem> ............................................ área: 1 a 20 RclPict "nome da pasta\nome do arquivo" • Sketch Plot/Line-Color Plot , PlotOn , PlotOff , PlotChg , PxlOn , PxlOff , PxlChg , PxlTest( , [)] Text , , " " Text , , ....... número de linha: 1 a 187, número de coluna: 1 a 379 SketchThick SketchBroken SketchDot SketchNormal SketchThin Tangent , Normal , Inverse Line .................. Sem parâmetros F-Line , , , Circle , , Vertical Horizontal • Graph Memory StoGMEM ... número: 1 a 20 RclGMEM ... número: 1 a 20 8-33 k Uso de Imagem de Fundo em um Programa É possível alterar a definição de “Background” na tela de Configuração de um programa. • A sintaxe quando uma imagem de fundo é exibida BG-Pict <área da imagem> [,a] ... area: 1 a 20 BG-Pict "nome da pasta\nome do arquivo" [,a] O acréscimo de “a” no final faz com que sejam carregados os valores da janela de visualização (que são salvos com os dados da imagem), quando a imagem de fundo for exibida. • A sintaxe quando uma imagem de fundo não é exibida (ou oculta) BG-None k Uso de Funções de Gráfico Dinâmico em um Programa O uso de funções de gráfico dinâmico em um programa torna possível realizar operações de gráfico dinâmico repetidas. Use a sintaxes similar àquela mostrada no exemplo abaixo ao executar uma operação de representação de um gráfico dinâmico dentro de um programa. • Intervalo do gráfico dinâmico • Entrada de fórmula para gráfico dinâmico Y = Type_ ... Especifica o tipo de gráfico. 1 → D Start_ "AX2 − 3" → Y1*1_ 5 → D End_ 1 → D pitch_ • Como especificar a variável de gráfico dinâmico • Operação de desenho de gráfico D Var A_ DrawDyna *1 Insere este Y1 com J4(GRAPH)1(Y)b (exibido como ). Um erro “Syntax ERROR” ocorrerá caso digite “Y” com as teclas da calculadora. k Uso de Funções de Tabela e de Gráfico em um Programa As funções de tabela e de gráfico (Table & Graph) em um programa permitem gerar tabelas numéricas e realizar operações gráficas. A seguir são demonstrados os vários tipos de sintaxe possíveis de se usar ao programar com funções de tabela e de gráfico. • Definição do intervalo da tabela • Operação de desenho de gráfico 1 → F Start_ Tipo de ligação: DrawFTG-Con 5 → F End_ Tipo de pontos: DrawFTG-Plt 1 → F pitch_ • Criação de tabela numérica DispF-Tbl • Condições de criação de gráfico e tabela numérica VarList ... Criação do gráfico/da tabela numérica utilizando a lista especificada (número: 1 a 26). VarRange ... Criação do gráfico/da tabela numérica utilizando o intervalo de tabela. 8-34 k Uso das Funções de Tabela e Gráfico de Recursão em um Programa Incorporar funções de tabela e de gráfico de recursão em um programa permite criar tabelas numéricas e realizar operações gráficas. A seguir são demonstrados os vários tipos de sintaxe necessários para usar ao programar com funções de tabela e de gráfico de recursão. • Atribuição de fórmula de recursão an+1 Type_ .... Especifica o tipo de recursão. "3an + 2" → an+1_ "4bn + 6" → bn+1_ • Definição do intervalo da tabela • Criação de tabela numérica 1 → R Start_ DispR-Tbl 5 → R End_ • Operação de desenho de gráfico 1 → a0_ Tipo de ligação: DrawR-Con, DrawRΣ-Con 2 → b0_ Tipo de pontos: DrawR-Plt, DrawRΣ-Plt 1 → an Start_ • Gráfico de convergência/divergência estatística (Gráfico WEB) DrawWeb an+1, 10 3 → bn Start_ k Definição das Configurações de Cálculo Residual em um Programa É possível definir as configurações de cálculo residual em um programa e armazenar o valor residual em uma lista especificada. Use uma sintaxe como aquelas exibidas nos exemplos abaixo. • Para especificar uma lista de armazenamento e efetuar o cálculo residual Resid-List ... número: 1 a 26 • Para ignorar o cálculo residual Resid-None k Especificação de um Arquivo de Lista para Usar em um Programa É possível especificar um arquivo de lista a ser usado ao efetuar uma operação de lista em um programa. Os formatos de visualização são conforme aqueles mostrados no exemplo abaixo. File ... número: 1 a 6 8-35 k Uso das Funções de Classificação de Lista em um Programa Estas funções permitem classificar de modo crescente ou decrescente os dados de uma lista. • Ordem crescente SortA (List 1, List 2, List 3) Lista a ser classificada (até o máximo de 6) • Ordem decrescente SortD (List 1, List 2, List 3) Lista a ser classificada (até o máximo de 6) k Uso de Gráficos e Cálculos Estatísticos em um Programa A inclusão de operações gráficas e de cálculos estatísticos em um programa permite calcular e representar graficamente dados estatísticos. u Para definir as condições e desenhar um gráfico estatístico Após um comando StatGraph (“S-Gph1”, “S-Gph2” ou “S-Gph3”), é necessário especificar as seguintes condições de gráfico: • Condição de desenhar/não desenhar (DrawOn/DrawOff) • Graph Type • Localização de dados do eixo x (nome da lista) • Localização de dados do eixo y (nome da lista) • Localização de dados de frequência (1 ou nome da lista) • Tipo de marca (cruz, ponto, quadrado) • Definição de ColorLink (X&Y, OnlyX, OnlyY, On, Off, X&Freq) • Definição de Graph Color (uma das sete cores* ou ColorAuto) Quando “Pie” estiver especificado para o Graph Type: • Definição de tela (% ou Data) • Especificação de lista de armazenamento de dados de percentagem de gráfico circular (None ou nome de lista) Quando “Pie” ou “Hist” estiver especificado para o Graph Type: • Definição de cor de área (uma das sete cores* ou ColorAuto) • Definição de estilo de pintura (ColorNormal, ColorLighter) • Definição de cor de borda (uma das sete cores* ou ColorClr) 8-36 Quando “MedBox” estiver especificado para o Graph Type: • Definição de outliers ativados/desativados (On/Off) • Definição de cor de caixa (uma das sete cores*) • Definição de cor de diagrama de filamentos (uma das sete cores*) • Definição de cor de outliers (uma das sete cores*) • Definição de cor interna de caixa (uma das sete cores* ou ColorAuto) • Definição de pintura interna de caixa (ColorNormal, ColorLighter) Quando “Bar” estiver especificado para o Graph Type: • Primeiros dados de gráfico de barras (nome de lista) • Segundos e terceiros dados de gráfico de barras (nome de lista) • Orientação de gráfico de barras (Length ou Horizontal) • Definições de cor de área para cada dado (uma das sete cores* ou ColorAuto) • Definições do estilo de pintura para cada dado (ColorNormal, ColorLighter) • Definições de cor de borda para cada dado (uma das sete cores* ou ColorClr) * Black, Blue, Red, Magenta, Green, Cyan, Yellow As condições gráficas necessárias dependem do tipo de gráfico. Consulte “Ajustes Gráficos Gerais” (página 6-2). • A seguir é demonstrada uma especificação de condição de gráfico típico para um diagrama de dispersão ou gráfico de linha xy. S-Gph1 DrawOn, Scatter, List 1, List 2, 1, Square, ColorLinkOff, ColorAuto No caso de um gráfico de linha xy, substitua “Scatter” na especificação anterior por “xyLine”. • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para uma marcação de pontos de probabilidade normal. S-Gph1 DrawOn, NPPlot, List 1, Square, ColorLinkOff, Blue • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico de um histograma. S-Gph1 DrawOn, Hist, List 1, List 2, ColorLinkOff, Blue ColorLighter • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico pontilhado. S-Gph1 DrawOn, Broken, List 1, List 2, ColorLinkOff, Blue • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico de distribuição normal. S-Gph1 DrawOn, N-Dist, List 1, List 2, Blue • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico de caixa mediana. S-Gph1 DrawOn, MedBox, List 1, 1, 1, Yellow, Green, Blue, Red Outliers On/Off (1: On, 0: Off) Cor de outliers Cor de caixa Cor de diagrama de filamentos Cor interna de caixa 8-37 • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico de regressão. S-Gph1 DrawOn, Linear, List 1, List 2, List 3, Blue O mesmo formato pode ser usado para os seguintes tipos de gráficos, simplesmente substituindo “Linear” nas especificações acima com o tipo de gráfico correspondente. Regressão linear............. Linear Regressão logarítmica ......... Log Média-média ................... Med-Med Regressão exponencial ....... Exp(a·eˆbx) Exp(a·bˆx) Regressão quadrática..... Quad Regressão cúbica ........... Cubic Regressão de potência ........ Power Regressão quártica......... Quart • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico de regressão senoidal. S-Gph1 DrawOn, Sinusoidal, List 1, List 2, Blue • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico logística. S-Gph1 DrawOn, Logistic, List 1, List 2, Blue • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico circular. S-Gph1 DrawOn, Pie, List 1, %, None, ColorLinkOff, ColorAuto ColorLighter, ColorClr • A seguir é demonstrada uma especificação típica da condição gráfica para um gráfico de barras. S-Gph1 DrawOn, Bar, List 1, None, None, StickLength, ColorLinkOff, Blue ColorLighter, Black, Red ColorLighter, Black, Green ColorLighter, Black Para desenhar um gráfico estatístico, digite o comando “DrawStat” seguindo a linha de especificação de condição do gráfico. ClrGraph _ S-Wind Auto _ {1, 2, 3} → List 1 _ {1, 2, 3} → List 2 _ S-Gph1 DrawOn, Scatter, List 1, List 2, 1, Square, ColorLinkOff, ColorAuto _ DrawStat 8-38 k Uso de Gráficos de Distribuição em um Programa Os comandos especiais são usados para desenhar gráficos de distribuição em um programa. • Para desenhar um gráfico de distribuição normal cumulativa DrawDistNorm , [,σ, ] Média populacional*1 Desvio padrão populacional*1 Limite superior de dados Limite inferior de dados *1 Isto pode ser omitido. A omissão destes itens executa o cálculo usando = 1 e = 0. p= 1 2πσ ∫ Upper – e (x – μμ)2 2σ 2 dx ZLow = Lower Lower – μ σ ZUp = Upper – μ σ • A execução de DrawDistNorm realiza o cálculo acima de acordo com as condições especificadas e desenha o gráfico. Neste momento a região ZLow < x < ZUp no gráfico é preenchida. • Ao mesmo tempo, os valores do resultado do cálculo de p, ZLow, e ZUp são atribuídos respectivamente às variáveis p, ZLow, e ZUp, e p é atribuída para Ans. • Para desenhar um gráfico de distribuição cumulativa t de Student DrawDistT , , Graus de liberdade Limite superior de dados Limite inferior de dados p= ∫ Upper Lower df + 1 Γ 2 df Γ 2 – df + 1 2 2 1+ x df dx × π × df tLow = Lower tUp = Upper • A execução de DrawDistT efetua o cálculo acima de acordo com as condições especificadas e desenha o gráfico. Neste momento a região Lower < x < Upper no gráfico é preenchida. • Ao mesmo tempo, os valores do resultado do cálculo de p e os valores de entrada de Lower e Upper são atribuídos respectivamente às variáveis p, tLow, e tUp, e p é atribuída para Ans. 8-39 • Para desenhar um gráfico de distribuição cumulativa de 2 DrawDistChi , , Graus de liberdade Limite superior de dados Limite inferior de dados p= ∫ Upper Lower df 1 df Γ 2 × 1 2 2 df × x 2 –1 × e – x 2 dx • A execução de DrawDistChi efetua o cálculo acima de acordo com as condições especificadas e desenha o gráfico. Neste momento a região Lower < x < Upper no gráfico é preenchida. • Ao mesmo tempo, o resultado de cálculo é atribuído às variáveis p e Ans. • Para desenhar um gráfico de distribuição cumulativa de F DrawDistF , , , Graus de liberdade do denominador Graus de liberdade do numerador Limite superior de dados Limite inferior de dados p= ∫ Upper Lower ndf + ddf 2 ndf × ndf × ddf ddf Γ Γ 2 2 Γ ndf 2 ndf × x 2 –1 ndf × x × 1+ ddf – ndf + ddf 2 dx • A execução de DrawDistF efetua o cálculo acima de acordo com as condições especificadas e desenha o gráfico. Neste momento a região Lower < x < Upper no gráfico é preenchida. • Ao mesmo tempo, o resultado de cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans. 8-40 k Execução de Cálculos Estatísticos em um Programa • Cálculos estatísticos de variável simples 1-Variable List1, List 2 Dados de frequência (Frequency) Dados do eixo x (XList) • Cálculos estatísticos de variáveis binárias 2-Variable List 1, List 2, List 3 Dados de frequência (Frequency) Dados do eixo y (YList) Dados do eixo x (XList) • Cálculos estatísticos de regressão LinearReg(ax+b) List 1, List 2, List 3 Tipo* de Cálculo Dados de frequência (Frequency) Dados do eixo y (YList) Dados do eixo x (XList) * Os tipos de cálculos que podem ser especificados são os seguintes. LinearReg(ax+b) ......regressão linear (tipo ax+b) LinearReg(a+bx) ......regressão linear (tipo a+bx) Med-MedLine ...........cálculo de média-média QuadReg .................regressão quadrática CubicReg .................regressão cúbica QuartReg .................regressão quártica LogReg ....................regressão logarítmica ExpReg(a·eˆbx)........regressão exponencial (tipo a·ebx) ExpReg(a·bˆx)..........regressão exponencial (tipo a·bx) PowerReg ................regressão de potência • Cálculos estatísticos de regressão senoidal SinReg List 1, List 2 Dados do eixo y (YList) Dados do eixo x (XList) 8-41 • Cálculos estatísticos de regressão logística LogisticReg List 1, List 2 Dados do eixo y (YList) Dados do eixo x (XList) k Execução de Cálculos de Distribuição em um Programa • Os valores a seguir são substituídos toda a vez que algum dos valores dentro de chaves ([ ]) sejam omitidos. σ=1, =0, tail=L (Left) • Para a fórmula de cálculo de cada função de densidade de probabilidade, consulte “Fórmula Estatística” (página 6-69). • Distribuição Normal NormPD(: Retorna a densidade de probabilidade normal (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: NormPD(x[, σ, )] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por x. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando x é uma lista). NormCD(: Retorna a distribuição cumulativa normal (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: NormCD(Lower, Upper[, σ, )] • Valores únicos ou listas podem ser especificadas para Lower e Upper. Os resultados de cálculo p, ZLow e ZUp são atribuídos respectivamente às variáveis p, ZLow e ZUp. O resultado de cálculo p também é atribuído a Ans (ListAns quando Lower e Upper são listas). InvNormCD(: Retorna a distribuição cumulativa normal inversa (valores inferior e/ou superior) para o valor p especificado. Sintaxe: InvNormCD(["L(ou –1) ou R(ou 1) ou C(ou 0)", ]p[,σ, ]) tail (Left, Right, Central) • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por p. Os resultados de cálculo são saídas de acordo com a definição de cauda como descrito abaixo. tail = Left O valor Upper é atribuído às variáveis x1InvN e Ans (ListAns quando p é uma lista). tail = Right O valor Lower é atribuído às variáveis x1InvN e Ans (ListAns quando p é uma lista). tail = Central Os valores Lower e Upper são atribuídos respectivamente às variáveis x1InvN e x2InvN. Apenas Lower é atribuído a Ans (ListAns quando p é uma lista). 8-42 • Distribuição t de Student tPD(: Retorna a densidade de probabilidade t de Student (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: tPD(x, df [)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por x. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando x é uma lista). tCD(: Retorna distribuição cumulativa t de Student (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: tCD(Lower,Upper,df [)] • Valores únicos ou listas podem ser especificadas para Lower e Upper. Os resultados de cálculo p, tLow e tUp são atribuídos respectivamente às variáveis p, tLow e tUp. O resultado de cálculo p também é atribuído a Ans (ListAns quando Lower e Upper são listas). InvTCD(: Retorna a distribuição cumulativa t de Student inversa (valor Lower) para o valor p especificado. Sintaxe: InvTCD(p,df [)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por p. O valor Lower é atribuído às variáveis xInv e Ans (ListAns quando p é uma lista). • Distribuição 2 ChiPD(: Retorna a densidade de probabilidade 2 (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: ChiPD(x,df [)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por x. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando x é uma lista). ChiCD(: Retorna a distribuição cumulativa 2 (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: ChiCD(Lower,Upper,df [)] • Valores únicos ou listas podem ser especificadas para Lower e Upper. O resultado de cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando Lower e Upper são listas). InvChiCD(: Retorna a distribuição cumulativa 2 inversa (valor Lower) para o valor p especificado. Sintaxe: InvChiCD(p,df [)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por p. O valor Lower é atribuído às variáveis xInv e Ans (ListAns quando p é uma lista). 8-43 • Distribuição F FPD(: Retorna a densidade de probabilidade F (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: FPD(x,ndf,ddf [)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por x. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando x é uma lista). FCD(: Retorna a distribuição cumulativa F (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: FCD(Lower,Upper,ndf,ddf [)] • Valores únicos ou listas podem ser especificadas para Lower e Upper. O resultado de cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando Lower e Upper são listas). InvFCD(: Retorna a distribuição cumulativa F inversa (valor Lower) para o valor especificado. Sintaxe: InvFCD(p,ndf,ddf [)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por p. O valor Lower é atribuído às variáveis xInv e Ans (ListAns quando p é uma lista). • Distribuição Binomial BinomialPD(: Retorna a probabilidade binomial (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: BinomialPD([x,]n,P[)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por x. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando x é uma lista). BinomialCD(: Retorna a distribuição cumulativa binomial (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: BinomialCD([[Lower,] Upper,]n,P[)] • Valores únicos ou listas podem ser especificadas para Lower e Upper. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ou ListAns). InvBinomialCD(: Retorna a distribuição cumulativa binomial inversa para os dados especificados. Sintaxe: InvBinomialCD(p,n,P[)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por p. O valor X do resultado do cálculo é atribuído às variáveis xInv e Ans (ListAns quando p é uma lista). 8-44 • Distribuição de Poisson PoissonPD(: Retorna a probabilidade de Poisson (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: PoissonPD(x, [)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por x. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando x é uma lista). PoissonCD(: Retorna a distribuição cumulativa de Poisson (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: PoissonCD([Lower,] Upper, [)] • Valores únicos ou listas podem ser especificadas para Lower e Upper. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ou ListAns). InvPoissonCD(: Retorna a distribuição cumulativa de Poisson inversa para os dados especificados. Sintaxe: InvPoissonCD(p, [)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por p. O valor X do resultado do cálculo é atribuído às variáveis xInv e Ans (ListAns quando p é uma lista). • Distribuição Geométrica GeoPD(: Retorna a probabilidade geométrica (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: GeoPD(x, P[)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por x. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando x é uma lista). GeoCD(: Retorna a distribuição cumulativa geométrica (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: GeoCD([Lower,] Upper,P[)] • Valores únicos ou listas podem ser especificadas para Lower e Upper. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ou ListAns). InvGeoCD(: Retorna a distribuição cumulativa geométrica inversa para os dados especificados. Sintaxe: InvGeoCD(p,P[)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por p. O resultado do cálculo é atribuído às variáveis xInv e Ans (ListAns quando p é uma lista). 8-45 • Distribuição Hipergeométrica HypergeoPD(: Retorna a probabilidade hipergeométrica (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: HypergeoPD(x, n, M, N[)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por x. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ListAns quando x é uma lista). HypergeoCD(: Retorna a distribuição cumulativa hipergeométrica (valor p) para os dados especificados. Sintaxe: HypergeoCD([Lower,] Upper, n, M, N[)] • Valores únicos ou listas podem ser especificadas para Lower e Upper. O resultado do cálculo p é atribuído às variáveis p e Ans (ou ListAns). InvHypergeoCD(: Retorna a distribuição cumulativa hipergeométrica inversa para os dados especificados. Sintaxe: InvHypergeoCD(p, n, M, N[)] • Um valor simples ou uma lista pode ser especificado por p. O valor X do resultado do cálculo é atribuído às variáveis xInv e Ans (ListAns quando p é uma lista). k Uso do Comando TEST para Executar um Comando em um Programa • Os intervalos de especificação para o argumento da “condição ” do comando são apresentados a seguir. “<” ou –1 quando < 0 “≠” ou 0 quando ≠ 0 “>” ou 1 quando > 0 Isto também se aplica para os métodos de especificação da “condição ρ” e “condição &ρ”. • Para explicações dos argumentos, consulte “Testes” (página 6-33) e “Termos de Entrada e Saída dos Testes, Intervalo de Confiança e Distribuição” (página 6-66). • Para a fórmula de cálculo de cada comando, consulte “Fórmula Estatística” (página 6-69). • Teste Z OneSampleZTest: Executa o cálculo de teste Z de 1 amostra. Sintaxe: OneSampleZTest "condição ", 0, σ, o, n Valores de Saída: z, p, o, n são atribuídos respectivamente às variáveis z, p, o, n e aos elementos 1 a 4 de ListAns. Sintaxe: OneSampleZTest "condição ", 0, σ, List[, Freq] Valores de Saída: z, p, o, sx, n são atribuídos respectivamente às variáveis z, p, o, sx, n e aos elementos 1 a 5 de ListAns. 8-46 TwoSampleZTest: Executa o cálculo de teste Z de 2 amostras. Sintaxe: TwoSampleZTest "condição 1", σ1, σ2, o1, n1, o2, n2 Valores de Saída: z, p, o1, o2, n1, n2 são atribuídos respectivamente às variáveis z, p, o1, o2, n1, n2 e aos elementos 1 a 6 de ListAns. Sintaxe: TwoSampleZTest "condição 1", σ1, σ2, List1, List2[, Freq1 [, Freq2]] Valores de Saída: z, p, o1, o2, sx1, sx2, n1, n2 são atribuídos respectivamente às variáveis z, p, o1, o2, sx1, sx2, n1, n2 e aos elementos 1 a 8 de ListAns. OnePropZTest: Executa o cálculo de teste de Z de 1 proporção. Sintaxe: OnePropZTest "condição p", p0, x, n Valores de Saída: z, p, p̂, n são atribuídos respectivamente às variáveis z, p, p̂, n e aos elementos 1 a 4 de ListAns. TwoPropZTest: Executa o cálculo de teste de Z de 2 proporções. Sintaxe: TwoPropZTest "condição p1", x1, n1, x2, n2 Valores de Saída: z, p, p̂ 1, p̂ 2, p̂, n1, n2 são atribuídos respectivamente às variáveis z, p, p̂ 1, p̂ 2, p̂, n1, n2 e aos elementos 1 a 7 de ListAns. • Teste t OneSampleTTest: Executa o cálculo de teste t de 1 amostra. Sintaxe: OneSampleTTest "condição ", 0, o, sx, n OneSampleTTest "condição ", 0, List[, Freq] Valores de Saída: t, p, o, sx, n são atribuídos respectivamente às variáveis com nomes iguais e aos elementos 1 a 5 de ListAns. TwoSampleTTest: Executa o cálculo de teste t de 2 amostras. Sintaxe: TwoSampleTTest "condição 1", o1, sx1, n1, o2, sx2, n2[,condição Pooled] TwoSampleTTest "condição 1", List1, List2, [, Freq1[, Freq2[, condição Pooled ]]] Valores de Saída: Quando a condição Pooled = 0, t, p, df, o1, o2, sx1, sx2, n1, n2 são atribuídas respectivamente às variáveis com nomes iguais e aos elementos 1 a 9 de ListAns. Quando a condição Pooled = 1, t, p, df, o1, o2, sx1, sx2, sp, n1, n2 são atribuídas respectivamente às variáveis com nomes iguais e aos elementos 1 a 10 de ListAns. Observação: Especifique 0 quando desejar desligar a condição Pooled e 1 quando desejar ligá-la. Omissão de atribuição é tratada como condição Pooled desligada. LinRegTTest: Executa o cálculo de teste t de regressão linear. Sintaxe: LinRegTTest "condição &ρ", XList, YList[, Freq] Valores de Saída: t, p, df, a, b, s, r, r2 são atribuídas respectivamente às variáveis com nomes iguais e aos elementos 1 a 8 de ListAns. 8-47 • Teste 2 ChiGOFTest: Executa um teste de qui-quadrado de aderência. Sintaxe: ChiGOFTest List 1, List 2, df, List 3 (List 1 é a lista Observed, List 2 é a lista Expected, e List 3 é a lista CNTRB.) Valores de Saída: 2, p, df são atribuídas respectivamente às variáveis com nomes iguais e aos elementos 1 a 3 de ListAns. A lista CNTRB é armazenada na List 3. ChiTest: Executa um teste de qui-quadrado. Sintaxe: ChiTest MatA, MatB (MatA é a matriz Observed e MatB é a matriz Expected.) Valores de Saída: 2, p, df são atribuídas respectivamente às variáveis com nomes iguais e aos elementos 1 a 3 de ListAns. A matriz Expected é atribuída à MatB. • Teste F TwoSampleFTest: Executa o cálculo de teste F de 2 amostras. Sintaxe: TwoSampleFTest "condição σ1", sx1, n1, sx2, n2 Valores de Saída: F, p, sx1, sx2, n1, n2 são atribuídas respectivamente às variáveis com nomes iguais e aos elementos 1 a 6 de ListAns. Sintaxe: TwoSampleFTest "condição σ1", List1, List2, [, Freq1 [, Freq2]] Valores de Saída: F, p, o1, o2, sx1, sx2, n1, n2 são atribuídas respectivamente às variáveis com nomes iguais e aos elementos 1 a 8 de ListAns. • ANOVA OneWayANOVA: Executa a análise ANOVA de um fator de variância. Sintaxe: OneWayANOVA List1, List2 (List1 é a lista de Factor (A) e List2 é a lista Dependent.) Valores de Saída: Adf, Ass, Ams, AF, Ap, ERRdf, ERRss, ERRms são atribuídos respectivamente às variáveis Adf, SSa, MSa, Fa, pa, Edf, SSe, MSe. Além disso os valores de saída são atribuídos a MatAns como exibido abaixo. MatAns = Adf Ass Ams ERRdf ERRss ERRms AF Ap 0 0 TwoWayANOVA: Executa a análise ANOVA de dois fatores de variância. Sintaxe: TwoWayANOVA List1, List2, List3 (List1 é a lista de Factor (A), List2 é a lista de Factor (B), e List3 é a lista Dependent.) 8-48 Valores de Saída: Adf, Ass, Ams, AF, Ap, Bdf, Bss, Bms, BF, Bp, ABdf, ABss, ABms, ABF, ABp, ERRdf, ERRss, ERRms são atribuídos respectivamente às variáveis Adf, SSa, MSa, Fa, pa, Bdf, SSb, MSb, Fb, pb, ABdf, SSab, MSab, Fab, pab, Edf, SSe, MSe. Além disso os valores de saída são atribuídos a MatAns como exibido abaixo. MatAns = Adf Ass Ams AF Ap Bdf Bss Bms BF Bp ABdf ABss ABms ABF ABp ERRdf ERRss ERRms 0 0 k Execução de Cálculos Financeiros em um Programa • Comandos de Definição • Definição do Modo de Dados para Cálculos Financeiros DateMode365 ....... 365 dias DateMode360 ....... 360 dias • Definição de Período de Pagamento PmtBgn................. Início do período PmtEnd................. Final do período • Períodos de Pagamento de Cálculos de Obrigações PeriodsAnnual ...... Anual PeriodsSemi ......... Semestral • Comandos de Cálculos Financeiros Para o significado de cada argumento, consulte o “Capítulo 7 Cálculos Financeiros”. • Juros Simples Smpl_SI: Retorna o juro com base no cálculo de juros simples. Sintaxe: Smpl_SI(n, I%, PV) Smpl_SFV: Retorna o total do principal e juro com base no cálculo de juro simples. Sintaxe: Smpl_SFV(n, I%, PV) 8-49 • Juros Compostos Observação: • P/Y e C/Y podem ser omitidas para todos os cálculos de juro composto. Quando são omitidos, os cálculos são efetuados usando P/Y=12 e C/Y=12. • Caso efetue um cálculo que use a função de juro composto (Cmpd_n(, Cmpd_I%(, Cmpd_ PV(, Cmpd_PMT(, Cmpd_FV(), o(s) argumento(s) atribuídos e os resultados do cálculo serão gravados nas variáveis aplicáveis (n, I%, PV, etc.). Caso efetue um cálculo que usa qualquer outro tipo de função de cálculo financeiro, o argumento e os resultados de cálculo não são atribuídos às variáveis. Cmpd_n: Retorna o número de períodos compostos. Sintaxe: Cmpd_n(I%, PV, PMT, FV, P/Y, C/Y) Cmpd_I%: Retorna o juro anual. Sintaxe: Cmpd_I%(n, PV, PMT, FV, P/Y, C/Y) Cmpd_PV: Retorna o valor presente (quantias de empréstimo para pagamentos de prestação, principal para poupanças). Sintaxe: Cmpd_PV(n, I%, PMT, FV, P/Y, C/Y) Cmpd_PMT: Retorna os valores de entrada/saída iguais (quantias de pagamento para pagamentos de prestação, quantias de depósito para poupanças) por um período fixo. Sintaxe: Cmpd_PMT(n, I%, PV, FV, P/Y, C/Y) Cmpd_FV: Retorna a quantia de entrada/saída final ou principal total e juro. Sintaxe: Cmpd_FV(n, I%, PV, PMT, P/Y, C/Y) • Fluxo de Caixa (Avaliação de Investimento) Cash_NPV: Retorna o valor presente líquido. Sintaxe: Cash_NPV(I%, Csh) Cash_IRR: Retorna a taxa interna de retorno. Sintaxe: Cash_IRR(Csh) Cash_PBP: Retorna o período de reembolso. Sintaxe: Cash_PBP(I%, Csh) Cash_NFV: Retorna o valor futuro líquido. Sintaxe: Cash_NFV(I%, Csh) • Amortização Amt_BAL: Retorna o saldo principal restante seguindo o pagamento PM2. Sintaxe: Amt_BAL(PM1, PM2, I%, PV, PMT, P/Y, C/Y) Amt_INT: Retorna o juro pago para pagamento PM1. Sintaxe: Amt_INT(PM1, PM2, I%, PV, PMT, P/Y, C/Y) Amt_PRN: Retorna o principal e juro pago para pagamento PM1. Sintaxe: Amt_PRN(PM1, PM2, I%, PV, PMT, P/Y, C/Y) 8-50 Amt_ΣINT: Retorna o total principal e juro pago para pagamento PM1 a PM2. Sintaxe: Amt_ΣINT(PM1, PM2, I%, PV, PMT, P/Y, C/Y) Amt_ΣPRN: Retorna o total principal e pago para pagamento PM1 a PM2. Sintaxe: Amt_ΣPRN(PM1, PM2, I%, PV, PMT, P/Y, C/Y) • Conversão de Taxa de Juros Cnvt_EFF: Retorna a taxa de juro convertida da taxa de juro nominal para a taxa de juro efetiva. Sintaxe: Cnvt_EFF(n, I%) Cnvt_APR: Retorna a taxa de juro convertida da taxa de juro efetiva para a taxa de juro nominal. Sintaxe: Cnvt_APR(n, I%) • Custo, Preço de Venda, Margem de Cálculo Cost: Retorna o custo com base em uma margem e preço de venda especificado. Sintaxe: Cost(Sell, Margin) Sell: Retorna o preço de venda com base em uma margem e custo especificado. Sintaxe: Sell(Cost, Margin) Margin: Retorna a margem com base em um custo e preço de venda especificado. Sintaxe: Margin(Cost, Sell) • Cálculos de Dias/Datas Days_Prd: Retorna o número de dias de um d1 especificado para um d2 especificado. Sintaxe: Days_Prd(MM1, DD1, YYYY1, MM2, DD2, YYYY2) • Cálculos de Obrigações Bond_PRC: Retorna em um formulário de lista os cálculos de obrigações nas condições especificadas. Sintaxe: Bond_PRC(MM1, DD1, YYYY1, MM2, DD2, YYYY2, RDV, CPN, YLD) = {PRC, INT, CST} Bond_YLD: Retorna o lucro com base em condições especificadas. Sintaxe: Bond_YLD(MM1, DD1, YYYY1, MM2, DD2, YYYY2, RDV, CPN, PRC) 8-51 7. Lista de Comandos do Modo Program Programa RUN Tecla 4(MENU) Nível 1 STAT Nível 2 DRAW GRAPH List TYPE DIST CALC MAT LIST GRAPH Swap ½Row ½Row+ Row+ SortA SortD SEL TYPE Nível 3 Comando On DrawOn Off DrawOff S-Gph1 S-Gph1_ S-Gph2 S-Gph2_ S-Gph3 S-Gph3_ Scatter Scatter xyLine xyLine Hist Hist Box MedBox Bar Bar N-Dist N-Dist Broken Broken X Linear Med Med-Med X2 Quad X3 Cubic X4 Quart Log Log *1 (consulte página 8-58) Power Power Sin Sinusoidal NPPlot NPPlot Logistic Logistic Pie Pie List_ *2 (consulte página 8-58) DrawN DrawDistNorm_ DrawT DrawDistT_ DrawC DrawDistChi_ DrawF DrawDistF_ 1-VAR 1-Variable_ 2-VAR 2-Variable_ *3 (consulte página 8-58) Med Med-MedLine_ X2 QuadReg_ X3 CubicReg_ X4 QuartReg_ Log LogReg_ *4 (consulte página 8-58) Power PowerReg_ Sin SinReg_ Logistic LogisticReg_ Swap_ `Row_ `Row+_ Row+_ SortA( SortD( On G_SelOn_ Off G_SelOff_ Y= Y=Type r= r=Type Param ParamType X= X=Type STYLE Y> Y< Y≥ Y≤ X> X< X≥ X≤ — — ····· ······ — GPH-MEM DYNA TABLE GRHCLR On Off Var TYPE GRHCLR On Off TYPE STYLE Store Recall Y= r= Param Y= r= Param — — ····· ······ — RECURSION GRHCLR SEL+S On Off — — ····· ······ — TYPE n.a n.. 8-52 an a n+1 a n+2 n an a n+1 a n+2 bn b n+1 b n+2 cn c n+1 c n+2 Σa n Σa n+1 Y>Type Y Type X < ≥ ≤ Locate Getkey Send Receive S38k R38k Open Close Join Len Cmp Src Left Right Mid E→S Exp Upr Lwr Inverse Shift Rotate DispF-Tbl DrawFTG-Con DrawFTG-Plt DispR-Tbl PlotPhase DrawWeb_ DrawR-Con DrawR Σ -Con DrawR-Plt DrawR Σ-Plt = ≠ > < ≥ ≤ Locate_ Getkey Send( Receive( Send38k_ Receive38k_ OpenComport38k CloseComport38k : StrJoin( StrLen( StrCmp( StrSrc( StrLeft( StrRight( StrMid( Exp'Str( Exp( StrUpr( StrLwr( StrInv( StrShift( StrRotate( Tecla !m(SET UP) Nível 1 ANGLE COORD GRID AXES LABEL DISPLAY 8-56 Nível 2 Deg Rad Gra On Off On Off Line On Off Scale On Off Fix Sci Norm Nível 3 Comando Deg Rad Gra CoordOn CoordOff GridOn GridOff GridLine AxesOn AxesOff AxesScale LabelOn LabelOff Fix_ Sci_ Norm_ ENG SKT/LIN On Off Eng — — ····· ······ — DRAW DERIV BACK Connect Plot On Off None Pict OPEN FUNC SIMUL SGV-WIN LIST LOCUS TBL-VAR ΣDISP RESID COMPLEX FRAC Y=SPEED DATE PMT PERIODS INEQ SIMP Q1Q3 On Off On Off Auto Manual File On Off Range List On Off None List Real a+bi r∠θ d/c ab/c Norm High 365 360 Begin End Annual Semi Intsect Union Auto Manual Std OnData P/L-CLR EngOn EngOff Eng S-L-Normal S-L-Thick S-L-Broken S-L-Dot S-L-Thin G-Connect G-Plot DerivOn DerivOff BG-None BG-Pict_ *8 (consulte página 8-59) FuncOn FuncOff SimulOn SimulOff S-WindAuto S-WindMan File_ LocusOn LocusOff VarRange VarList_ Σ dispOn ΣdispOff Resid-None Resid-List_ Real a+bi r∠θ d/c ab/c Y=DrawSpeedNorm Y=DrawSpeedHigh DateMode365 DateMode360 PmtBgn PmtEnd PeriodsAnnual PeriodsSemi IneqTypeIntsect IneqTypeUnion SimplfyAuto SimplfyMan Q1Q3TypeStd Q1Q3TypeOnData Plot/Line-Color_ SKETCH PLOT LINE Circle Vertical Horz Text PIXEL Test STYLE Nível 1 V-WIN Nível 2 Factor Auto V-Win Store Recall Nível 3 Y= r= Param x=c G·∫ dX Y> Y< Y≥ Y≤ X> X< X≥ X≤ Plot PlotOn PlotOff PlotChg Line F-Line On Off Pxlchg — — ····· ······ — Cls Tangent_ Normal_ Inverse_ Graph_Y= Graph_r= Graph(X,Y)=( Graph_X= Graph_ ∫ Graph_Y> Graph_Y< Graph_Y≥ Graph_Y≤ Graph_X> Graph_X< Graph_X≥ Graph_X≤ Plot_ PlotOn_ PlotOff_ PlotChg_ Line F-Line_ Circle_ Vertical_ Horizontal_ Text_ PxlOn_ PxlOff_ PxlChg_ PxlTest( SketchNormal_ SketchThick_ SketchBroken_ SketchDot_ SketchThin_ Tecla !f(FORMAT) Nível 1 1:Color Comando 2:Paint Comando Tecla ! ZOOM Cls Tangent Norm Inverse GRAPH Comando Factor_ ZoomAuto ViewWindow_ StoV-Win_ RclV-Win_ 8-57 Nível 2 1:Black 2:Blue 3:Red 4:Magenta 5:Green 6:Cyan 7:Yellow 9:Auto A:Clear 1:Normal 2:Lighter Nível 3 Comando Black_ Blue_ Red_ Magenta_ Green_ Cyan_ Yellow_ ColorAuto_ ColorClr_ ColorNormal_ ColorLighter_ Programa BASE Nível 3 Tecla 4(MENU) Nível 1 d~o LOGIC DISPLAY Nível 2 Nível 3 Comando d h b o Neg_ Not_ and or xor xnor 'Dec 'Hex 'Bin 'Oct d h b o Neg Not and or xor xnor 'Dec 'Hex 'Bin 'Oct Tecla !J(PRGM) Nível 1 Prog JUMP Nível 2 Nível 3 Exp *2 MARK STICK %DATA None COLOR LINK *3 X *4 EXP *5 NORM Comando Prog_ Lbl_ Goto_ ⇒ Isz_ Dsz_ Menu_ ? ^ = ≠ > < ≥ ≤ : Lbl Goto ⇒ Isz Dsz Menu ? ^ RELATNL *1 = ≠ > < ≥ ≤ : t CHI F BINOMIAL POISSON GEO Tecla !m(SET UP) Nível 1 Nível 2 Nível 3 HYPRGEO Comando Dec Hex Bin Oct Dec Hex Bin Oct *6 Z t Tecla !f(FORMAT) Nível 1 1:Black 2:Blue 3:Red 4:Magenta 5:Green 6:Cyan 7:Yellow Nível 2 Nível 3 CHI Comando Black_ Blue_ Red_ Magenta_ Green_ Cyan_ Yellow_ F ANOVA 8-58 Nível 4 aebx abx Length Horz % Data BothXY X&Freq OnlyX OnlyY On Off ax+b a+bx aebx abx Npd Ncd InvN tpd tcd Invt Cpd Ccd InvC Fpd Fcd InvF Bpd Bcd InvB Ppd Pcd InvP Gpd Gcd InvG Hpd Hcd InvH 1-Sample 2-Sample 1-Prop 2-Prop 1-Sample 2-Sample REG GOF 2WAY 1WAYANO 2WAYANO Comando Exp(ae^bx) Exp(ab^x) Square Cross Dot StickLength StickHoriz % Data None ColorLinkX&Y ColorLinkX&Freq ColorLinkOnlyX ColorLinkOnlyY ColorLinkOn ColorLinkOff LinearReg(ax+b) LinearReg(a+bx) Exp(a•e^bx) Exp(a•b^x) NormPD( NormCD( InvNormCD( tPD( tCD( InvTCD( ChiPD( ChiCD( InvChiCD( FPD( FCD( InvFCD( BinomialPD( BinomialCD( InvBinomialCD( PoissonPD( PoissonCD( InvPoissonCD( GeoPD( GeoCD( InvGeoCD( HypergeoPD( HypergeoCD( InvHyperGeoCD( OneSampleZTest_ TwoSampleZTest_ OnePropZTest_ TwoPropZTest_ OneSampleTTest_ TwoSampleTTest_ LinRegTTest_ ChiGOFTest_ ChiTest_ TwoSampleFTest_ OneWayANOVA_ TwoWayANOVA_ *7 Os comandos de conversão métrica (comandos inclusos em K6(g) 1(CONVERT)) são suportados somente quando o aplicativo adicional Metric Conversion está instalado. *8 A seleção de “OPEN” faz com que seja exibida uma caixa de diálogo para especificar um arquivo de imagem. O local da memória de armazenamento (nome da pasta e o nome do arquivo) da imagem especificada será inserido. Por exemplo: "Pict\Pict01.g3p". Nível 3 *9 TEST INTR DIST Nível 4 Comando p z t Chi F p̂ p̂ 1 p̂ 2 p z t 2 df se r r2 pa Fa Adf SSa MSa pb Fb Bdf SSb MSb pab Fab ABdf SSab MSab Edf SSe MSe Lower Upper p̂ p̂ 1 p̂ 2 df se r r2 pa Fa Adf SSa MSa pb Fb Bdf SSb MSb pab Fab ABdf SSab MSab Edf SSe MSe Lower Upper p̂ p̂ 1 p̂ 2 df p xInv x1InvN x2InvN zLow zUp tLow tUp df p xInv x1InvN x2InvN zLow zUp tLow tUp F p̂ p̂ 1 p̂ 2 8-59 8. Tabela de Conversão de Comandos de Funções Especiais da Calculadora Científica CASIO ⇔ Texto A tabela abaixo mostra as strings de texto especiais que correspondem a comandos na conversão entre os programas e arquivos de texto. Para mais detalhes sobre as operações de conversão entre programas e arquivos de texto, consulte “Conversão de Arquivos de Texto e Programas” (página 8-7). Importante! • A conversão de um programa que contém os tipos de comandos descritos abaixo para um arquivo de texto fará com que os comandos sejam convertidos em strings de texto com caracteres de barra inferior (_) acrescentados no início e no final, como mostra a tabela abaixo. - Um comando entre aspas (" ") - Um comando em uma linha de comentário, que é uma linha que começa com uma aspa simples (') Observe que caracteres alfanuméricos (exceto comandos) em um programa entre marcas (" ") ou em uma linha de comentário são saídas para o arquivo de texto da maneira em que estão. Exemplo: No programa: "" "Theta"*1 "Tmax"*2 "TThetamax"*1 "or"*3 "or"*1 No arquivo de texto (após conversão): ˝ _Theta_ ˝ ˝ Theta ˝ ˝ _TThetamax_ ˝ ˝ TThetamax ˝ ˝ _or_ ˝ ˝ or ˝ *1 Caracteres alfanuméricos (exceto comandos) *2 Comando Tmax da janela de visualização *3 Operador lógico or A conversão de um arquivo de texto para um programa converte os strings de caracteres especiais de volta aos seus comandos correspondentes, como mostrado acima. • A conversão de um programa que contenha uma entrada de caracteres especiais usando 6(CHAR) enquanto edita o programa na calculadora faz com que os caracteres especiais sejam convertidos para códigos de strings de caracteres, como mostrado abaixo. Exemplo: No programa: λ 1 ` ⇔ No arquivo de texto (após conversão): #E54A #E5A5 #E5F0 #E641 #E69C #E6D6 Estes códigos não estão incluídos nas tabelas nas páginas 8-61 a 8-66. 8-60 * “ ” nas tabelas a seguir indica um espaço. Comando Texto Comando Texto Comando Texto f femto 7 7 m m p pico 8 8 n n n nano 9 9 o o μ micro : : p p m milli ; ; q q k kilo < < r r M Mega = = s s G Giga > > t t T Tera ? ? u u P Peta @ @ v v E Exa A A w w ^ Disps B B x x ↵ (CR) C C y y -> D D z z ×10 Exp E E { { E ExpE F F | | ≤ <= G G } } ≠ <> H H ~ ˜ ≥ >= I I Pol( Pol( ⇒ => J J sin sin f1 f1 K K cos cos f2 f2 L L tan f3 f3 M M f4 f4 N N f5 f5 O f6 f6 a b → tan h &h O ' Sqrt P P - (-) &HA Q Q P nPr &HB R R + + c &HC S S xnor xnor d &HD T T 2 ^<2> e &HE U U &HF V V ∫( W W Mod Mod X Σx2 Sigmax^2 f ln ln dms Integral( ! Char! X " ˝ Y Y # # Z Z sin−1 sin^-1 $ $ [ [ cos−1 cos^-1 % \ ¥ tan−1 & ] ] ' ’ ^ ^^ ( ( _ _ ) ) ' ` ½ ½½ a a c ++ b b − − , , c c xor xor - Char- d d −1 ^<-1> . e e ° deg / // f f Med Med 0 0 g g Σx Sigmax 1 h h Rec( 2 2 i i sinh sinh 3 3 j j cosh cosh 4 4 k k tanh 5 5 l l 6 6 % & + . 1 8-61 x X tan^-1 d &d log log ' 3 Cbrt Abs Abs nCr Rec( tanh o &o Comando Texto e^ Comando e^ Texto Int Not Not ∑xy Int ^ Sigmaxy Plot Plot ^ Comando Intg Intg Line Line Texto Det Det Arg Arg Conjg Conjg ReP ReP ImP × ½ Lbl Lbl ImP or or Fix Fix d/dx( d/dx( ! ! Sci Sci d /dx ( d^2/dx^2( r rad Dsz Dsz Solve( Solve( minY minY Isz Isz Σ( Sigma( minX minX Factor Factor FMin( FMin( n Statn ViewWindow ViewWindow FMax( FMax( Seq( 2 2 sinh−1 sinh^−1 Goto Goto Seq( cosh−1 cosh^−1 Prog Prog Min( Min( tanh−1 tanh^−1 Graph Y= Graph Y= Mean( Mean( b &b Graph Graph Integral Median( Median( 10 (10) Graph Y> Graph Y> SolveN( SolveN( Frac Frac Graph Y< Graph Y< Neg Neg Graph Y≥ Graph Y>= Blue Blue Xrt Graph Y≤ Graph Y<= Green Green ' x Red Red ÷ / Graph r= Graph r= MOD( MOD( and and Graph(X,Y)=( Graph(X,Y)=( MOD_Exp( MOD_Exp( { frac , Para, GCD( GCD( g gra P( ProbP( LCM( LCM( maxY maxY Q( ProbQ( StdDev( StdDev( maxX maxX R( ProbR( Variance( Variance( ∑y2 Sigmay2 t( Probt( Ans Ans Xmin Xmin Trn Trn Ran# Xmax Xmax ½Row ½Row x̄ x-bar Xscl Xscl ½Row+ ½Row+ ȳ y-bar Ymin Ymin Row+ Row+ σx sigmax Ymax Ymax Swap Swap sx Sx Yscl Yscl Dim Dim σx sigmay Tmin TThetamin sy Sy Tmax TThetamax a Regression_a Tptch TThetaptch Augment( Augment( b Regression_b Xfct Xfct List→Mat( List->Mat( r ^ x Regression_r Yfct Yfct Mat→List( Mat->List( x-hat D Start D Start Sum Sum ^ y y-hat D End D End Prod Prod r D pitch D pitch Percent Percent Cuml Ran# Mat Mat Fill( Fill( Identity Identity Theta RightXmin RightXmin ∑y Sigmay RightXmax RightXmax π pi RightXscl RightXscl List Cls Cls RightYmin RightYmin ΔList Rnd Rnd RightYmax RightYmax ∞ Infinity Dec &D RightYscl RightYscl ∠ Angle Hex &H RightTmin RightTThetamin Ref Ref Bin &B RightTmax RightTThetamax Rref Rref Oct &O RightTptch RightTThetaptch ' Conv @D8 StdDev_sigma( Sim Coef Sim Coef Variance_σ2( Variance_sigma^2( Ply Coef Ply Coef Regression_c Sim Result Sim Result Regression_d Ply Result Ply Result Financial n Financial I% Norm Norm Deg Deg Rad Rad StdDev_σ( c d Cuml i List Dlist Gra Gra e Regression_e n Eng Eng Max( Max( I% 8-62 Imaginary Comando Texto Comando Texto Comando Texto PV Financial PV Or Or r Graphr PMT Financial PMT Not Not Xt GraphXt FV Financial FV Xor Xor Yt GraphYt List1 List1 Σan+1 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